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TELEVISÃO

Estreia de "Bom Sucesso", da Globo

Com leveza e humor, novela aborda a finitude para exaltar a vida

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A morte é um assunto recorrente na teledramaturgia. Geralmente, o tema é relacionado ao mistério que rege as tramas ou o destino de vilões ardilosos. Em “Bom Sucesso”, novíssima novela das sete que estreia nesta terça, dia 29 de julho, a morte volta a dar as caras na tevê, mas não como punição. Ela funciona como ponto de partida para um novo jeito de olhar a vida. “A morte é a única certeza que a gente tem e não precisa ser um tabu falar disso. Especialmente porque, com a consciência de que nossos dias são finitos, podemos valorizar mais cada momento”, filosofa Rosane Svartman, autora da trama ao lado de Paulo Halm. O estilo da dupla já é conhecido do grande público. Em 2014, a eles estrearam a parceria com uma vitoriosa temporada de “Malhação” e, no ano seguinte, assinaram o sucesso “Totalmente Demais”. Equilibrando romance, drama e risos na medida para o horário, a dupla promete mais um trabalho marcado pela leveza que lhe é peculiar. “A vida não é todo dia um drama e também não é todo dia tão leve e fácil. Optamos por uma linguagem contemporânea e divertida, mas também é bacana levar o público a uma reflexão”, entrega Halm.

Na trama, Paloma, de Grazi Massafera, leva um dia a dia corrido e nunca tem tempo para pensar nela mesma. Até que um exame de saúde lhe trazer uma sentença determinante: ela tem apenas seis meses de vida. A percepção da morte a desperta para o presente. O diagnóstico do exame, porém, é de outra pessoa. Os testes foram trocados e o resultado pertence a Alberto, personagem de Antonio Fagundes. Os dois se conhecem e a paixão em comum pela literatura é a semente para a construção de uma amizade capaz de abrir horizontes e dar um novo significado à vida de ambos. A convivência entre eles e as novas experiências que protagonizam vão afetar a todos que os rodeiam, principalmente dois homens apaixonados por Paloma: Ramon, de David Junior, pai de sua primogênita e o amor que ela conhece desde muito jovem, e Marcos, de Romulo Estrela, filho de Alberto que sente por ela uma paixão arrebatadora e inesperada. “Muita gente vive de forma protocolar, postergando sonhos e objetivos. O fato de a Paloma ter uma data para morrer faz ela se transformar e viver uma vida mais intensa. Sendo assim, essa trama fala, basicamente, de renascimento”, filosofa uma confiante Grazi, feliz por viver uma mulher simples e solar.

Ambientada no Rio de Janeiro, as gravações “Bom Sucesso” começaram no início do mês de abril. Sob o comando do diretor artístico Luiz Henrique Rios, uma pequena equipe viajou até Chicago, nos Estados Unidos, em pontos que remetem ao universo do basquete, já que Ramon se mudou para lá há mais de 15 anos com o sonho de jogar profissionalmente. Ao longo de uma semana, as gravações passearam pelo United Center, que é a casa do time de basquete Chicago Bulls, e nas margens do Rio Chicago. Além disso, também rodou sequências em pontos turísticos como os parques públicos Millennium Park e Grant Park. “Quando criança, meu sonho era ter uma camisa do Chicago Bulls por causa do Michael Jordan. Me ver dentro da quadra para gravar a novela foi um sonho. Beber dessa fonte foi fundamental para o personagem”, valoriza David. Em maio, a viagem foi mais próxima. Direção, elenco e equipe técnica passaram cerca de 10 dias em Búzios, litoral fluminense, onde captaram cenas nas praias de Geribá e Tucuns. É lá que acontece o primeiro encontro entre Marcos e Paloma. “Marcos precisa do ar, do verde, da água, da areia para viver. Fui buscar esses lugares para a construção do personagem. Foram dias incríveis”, destaca Romulo Estrela.

Grande parte da ação de “Bom Sucesso” se passa no bairro do subúrbio carioca que inspirou o título da novela: Bonsucesso. Os cenógrafos fizeram diversas visitas ao local para reproduzir a atmosfera da região na cidade cenográfica erguida em uma área de cerca de 8 mil m² nos Estúdios Globo. “É preciso sentir o bairro para poder pinçar o que é representativo daquele mundo. Trouxemos todo o colorido e a alegria que presenciamos lá”, explica May Martins, que assina a cenografia ao lado de Marcelo Carneiro. O comércio, muito característico na região, está presente com camelôs, lojas de roupas, artigos para festa, itens de decoração e de material elétrico, lanchonete, pastelaria, farmácia, além de mais de 150 manequins espalhados pelas ruas. A cidade cenográfica ainda conta com muitas placas e letreiros, além de uma entrada para a estação de trem, transporte que Paloma usa praticamente todos os dias. “Ainda temos uma área mais residencial, onde fica a casa da protagonista, que é uma construção da década de 1930, e outra região mais decadentes, onde tem a quadra de basquete”, destaca Carneiro.

Entre palavras
Rosane Svartman e Paulo Halm conceberam “Bom Sucesso” como uma carta de amor e apoio à literatura. Em um momento onde editoras perdem força e o comércio de livros já não é mais o mesmo, os autores utilizam esse universo como principal pano de fundo da história. Com a saúde debilitada, Alberto, de Antonio Fagundes, pede que os filhos assumam o comando da Editora Prado Monteiro o mais rápido possível. Nana, papel de Fabiula Nascimento, entende de negócios melhor do que ninguém, e Marcos, protagonista de Romulo Estrela, apesar de irresponsável aos olhos do pai, é apaixonado por livros. Os dois juntos são imbatíveis e funcionam como cabeça e coração. “Nana se entrega ao trabalho para manter a família unida. Mesmo assim, não é reconhecida e se sente rejeitada pelo pai. É uma história com muitos traumas envolvidos”, conta Fabiula.

Na editora, os irmãos contam com um time talentoso e igualmente envolvido pelo mundo dos livros, como os editores Mario, Thaissa e Felipe, personagens de Lucio Mauro Filho, Yasmin Gomlevsky e Arthur Sales. Os negócios da empresa precisam ser alavancados e uma das estratégias pensadas pelos editores é a publicação de títulos mais populares. É aí que o escritório é invadido pela personalidade intensa da atriz Silvana Nolasco, de Ingrid Guimarães, com quem Marcos já teve um flerte e que foi seduzida a publicar sua biografia recheada de “barracos”. “Silvana se acha a melhor atriz do Brasil e não tem o menor problema em falar sobre isso. Tem milhões de seguidores, é a vilã da novela e vive para a carreira dela”, diverte-se Ingrid.

Por baixo dos panos, outra vilã de “Bom Sucesso” é a dissimulada Gisele, assistente pessoal de Nana, interpretada por Sheron Menezzes. Ambiciosa e invejosa, ela mantém um caso com o marido de sua chefe, Diogo, de Armando Babaioff. Os dois têm o plano de tomar todas as posses da família Prado Monteiro e, por isso, Gisele espiona e sabota a chefe. “Ela realmente acha que essa relação é de verdade e acaba cometendo atrocidades por amor. Como nem sempre se dá bem, existe um humor nesse fracasso que é muito interessante”, elogia Sheron.

Quem é quem

Núcleo de Paloma
Paloma é Mulher batalhadora, solar e sonhadora que, apesar das dificuldades do dia a dia, está sempre disposta a ajudar as pessoas. Apaixonada pelos livros, batiza os três filhos com nomes inspirados em grandes clássicos da literatura: Alice (Bruna Inocêncio), Gabriela (Giovanna Coimbra) e Peter (João Bravo). Quando engravida de Ramon (David Junior) de sua primogênita, precisa abrir mão do sonho de estudar Letras e começa a trabalhar como costureira. Tem mais dois filhos de outro relacionamento, mas fica viúva cedo e nunca esquece a paixão de juventude por seu primeiro amor. Moradora de Bonsucesso, é frequentadora assídua da quadra da Unidos do Bom Sucesso. Depois de ser vítima de uma troca de exames, tem sua vida virada do avesso ao acreditar que tem seis meses de vida. Isso a levará a conhecer Alberto (Antonio Fagundes), com quem construirá uma forte amizade, e Marcos (Romulo Estrela), que fará com que seu coração fique dividido entre ele e Ramon. O grande sonho de Ramon era ser jogador de basquete, mas uma grave contusão o deixou fora das quadras. Morando nos Estados Unidos há muitos anos, ele decide voltar para reconquistar a confiança de Paloma e de sua filha. Sempre ao lado da mocinha está Antônio (Anderson Muller), seu irmão mais velho. Casado com Lulu (Carla Cristina Cardoso), ele se acomodou com o status de desempregado há alguns anos. Tem um bom coração, mas vive devendo ou apostando dinheiro sem que a mulher saiba. Em contrapartida, ajuda na barraquinha de comes e bebes de Lulu e faz alguns bicos.

Núcleo de Alberto
Alberto é o patriarca da família Prado Monteiro. Pragmático, autoritário e ranzinza, ele é o pai distante e exigente de Nana (Fabiula Nascimento) e Marcos (Romulo Estrela). A única pessoa por quem Alberto consegue demonstrar amor e carinho é sua neta Sofia (Valentina Vieira), para quem adora contar histórias e ler livros de sua imponente biblioteca. Construiu a Editora Prado Monteiro vendendo enciclopédias de porta em porta. A editora hoje é focada em livros acadêmicos e clássicos em edições de luxo, mas está em vias de ir à falência. Passa a repensar a forma como encara a vida ao conhecer Paloma, a mulher com quem o seu exame acusando uma doença terminal foi trocado. Com a piora da saúde de Alberto, Marcos decide retornar ao Rio de Janeiro para ajudar o pai a reerguer a editora, tornando-a mais popular e acessível. É nesta volta que vai se aproxima de Paloma. Quem não fica nada feliz com esse clima de romance é Silvana (Ingrid Guimarães), uma atriz extravagante e egocêntrica que está de olho em Marcos. Quem não está nem aí para o amor é Nana. Workaholic e perfeccionista, é a mente administrativa por trás dos negócios da editora e frequentemente é alvo da arrogância e crueldade do pai. Por conta do trabalho, nem desconfia que seu marido Diogo (Armando Babaioff) e sua assistente pessoal, Gisele (Sheron Menezzes), têm um caso.

Família Machado
Vaidosa, elitista e presunçosa, Eugênia (Helena Fernandes) é dona da loja Chic Store, onde Paloma trabalha, e frequenta a “high society” carioca. Esposa de Machado (Eduardo Galvão) e mãe de Vicente (Gabriel Contente), superprotege o filho e consegue ter todos os desejos atendidos pelo marido. É capaz de usar a influência da família para o próprio bem-estar sem pensar nas consequências para terceiros. Quem paga toda essa “conta” é Machado, dono de um renomado escritório de advocacia. Ele dá mais atenção aos pitacos da esposa do que à própria consciência. Os dois até tentam ser bons pais, mas não conseguem entender o temperamento mais introspectivo de Vicente. Apaixonado por basquete, o garoto é rebelde, odeia estudar e, diferentemente do que os pais esperam, não quer fazer Direito. Sonha em entrar para a NBA ou para uma universidade americana como atleta. Tem dificuldade de expressar seus sentimentos e, quando começa a jogar no time de basquete do Clube Esportivo Ipê Roxo, conhece Gabriela (Giovanna Coimbra), com quem viverá uma relação de gato e rato.

ESPETÁCULO

Versos de Mario Quintana se transformam em música e teatro em uma celebração à infância

"Crianceiras Mario Quintana" será apresentado no Teatro Glauce Rocha no sábado e domingo e une poesia, música e teatro em uma celebração à infância e à chegada da primavera

08/09/2026 09h00

Espetáculo celebra a vida e obra de Mario Quintana e marca a chegada da primavera

Espetáculo celebra a vida e obra de Mario Quintana e marca a chegada da primavera Divulgação

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Antes de ganhar palcos pelo Brasil, o projeto Crianceiras nasceu em Mato Grosso do Sul. Agora, depois de percorrer diferentes cidades e conquistar espaço também nas escolas, a iniciativa criada pelo cantor e compositor Márcio de Camillo retorna a Campo Grande para um encontro carregado de memórias, poesia e simbolismo.

No sábado e domingo, o Teatro Glauce Rocha recebe “Crianceiras Mario Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”. As apresentações começam às 16h e celebram os 120 anos de nascimento do poeta gaúcho Mario Quintana.

Para Camillo, porém, a passagem pela Capital representa mais do que uma nova temporada. Criado em Campo Grande desde os 10 anos, o artista volta a um palco que acompanhou parte de sua trajetória e onde guarda lembranças pessoais e profissionais.

“Eu tenho muitas histórias nesse teatro e respeito muito esse espaço. Para mim, é um dos grandes teatros da cidade e do Brasil”, afirma.

O espetáculo chega à cidade justamente no período que antecede a primavera, elemento que ocupa lugar importante na narrativa construída em cena.

A transformação de um ambiente inicialmente cinzento e solitário em uma celebração coletiva, marcada por cores, sons e personagens, acompanha o percurso da montagem.

“Começa com uma pessoa solitária no palco e termina numa grande festa, numa celebração da primavera. Fazer isso em Campo Grande, justamente nesse período, deixa tudo ainda mais simbólico”, comenta o compositor.

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO

A relação de Márcio de Camillo com Mario Quintana começou muito antes de o poeta se transformar em personagem central de um espetáculo. O encontro aconteceu por meio de um professor.

Foi mestre João, seu professor de literatura, quem lhe deu de presente uma edição da “Antologia Poética” de Mario Quintana. A leitura despertou uma relação que atravessaria os anos e, mais tarde, encontraria uma nova forma de expressão na música.

A lembrança também ajuda a explicar uma das características centrais do Crianceiras: a relação com a educação. Desde suas primeiras apresentações, o projeto passou a ser utilizado por professores como ferramenta para apresentar a poesia a crianças e adolescentes.

“Eu cheguei à poesia por causa da educação. Então, essa homenagem também é para os educadores que, às vezes, são responsáveis pelo sonho de uma pessoa”, diz.

A proposta é mostrar que a poesia não precisa ocupar um lugar distante ou difícil de alcançar. Para Camillo, a linguagem de Mario Quintana permite justamente esse encontro entre literatura e infância.

“É uma poesia inteligente, e a criança é plenamente capaz de compreender poesia”, afirma.

Espetáculo celebra a vida e obra de Mario Quintana e marca a chegada da primaveraProjeto foi idealizado por Márcio de Camillo que assume voz, violão e viola caipira - Foto: Divulgação

O ESPETÁCULO

Em “Crianceiras Mario Quintana”, os poemas deixam as páginas dos livros para ganhar ritmo, voz e movimento. A montagem mistura música ao vivo, teatro e recursos visuais inspirados no chamado toy theater, conhecido também como teatro de papel.

No cenário, figuras bidimensionais de papelão criam cidades e paisagens que acompanham a narrativa. A cenografia é assinada pelo designer e artista gráfico Carlo Giovani, enquanto a direção-geral é de Luiz André Cherubini, integrante do Grupo Sobrevento.

A transformação visual também acompanha o caminho da história. Uma cidade pequena e inicialmente dominada por tons cinzentos passa por mudanças até se tornar um espaço povoado por personagens, sons e cores.

No repertório, a poesia de Quintana encontra gêneros musicais variados. Valsa, forró, jazz e rock aparecem nas versões criadas para poemas como “Canção de Junto de Berço”, “Cidadezinha”, “Canção da Ruazinha Desconhecida”, “Canção de Nuvem e Vento”, “Cantiguinha de Verão” e “Canção da Primavera”.

A escolha por diferentes ritmos também ajuda a afastar a ideia de uma poesia imóvel ou restrita ao silêncio da leitura individual. No Crianceiras, os versos se tornam canções e passam a ocupar uma experiência coletiva.

UMA NOVA VERSÃO

A edição dedicada a Mario Quintana é uma continuidade do caminho iniciado anteriormente com a obra de Manoel de Barros. A primeira versão do Crianceiras também se desdobrou em animações e aplicativo, ampliando o alcance do projeto para além dos teatros.

Com o tempo, o público também mudou. Crianças que conheceram o espetáculo anos atrás voltam hoje acompanhadas de seus filhos, criando uma relação entre diferentes gerações.

“É um espetáculo realmente para toda a família. O Crianceiras se tornou transgeracional”, resume Márcio.

Essa característica ganha um significado ainda mais forte no retorno a Mato Grosso do Sul. Embora o projeto tenha conquistado circulação nacional, Camillo faz questão de manter viva a ligação com o lugar onde a ideia nasceu.

“Eu acredito que o Crianceiras é um patrimônio do Mato Grosso do Sul, porque nasceu no Estado e foi para o Brasil. É importante manter esse vínculo com o meu Estado e com a minha cidade”, afirma.

No palco, Márcio de Camillo assume voz, violão e viola caipira. A formação conta ainda com Nath Calan, na percussão e bateria; Tiago Sormani, no teclado, sanfona, flauta e clarinete; e Denise Ferrari, no violoncelo.

O espetáculo tem 55 minutos de duração, classificação livre e é voltado para públicos de todas as idades.

>> SERVIÇO

“Crianceiras Mario Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”

Datas: Sábado e Domingo.
Horário: às 16h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Ingressos disponíveis pelo link: bit.ly/crianceirasMarioQuintanaCG.
> A entrada não será permitida após o início das apresentações.

Diálogo

Erro de identificação levou uma médica de Dourados à prisão e ao uso de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna Diálogo desta terça-feira (8)

08/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Luciano Hang - Empresário brasileiro

"Eu acho que se você tiver que comprar alguma coisa para que os outros pensem que você é mais do que eles através daquilo que você tem, aí não vale a pena. Eu penso ao contrário”.

FELPUDA 

Erro de identificação levou uma médica de Dourados à prisão e ao uso de tornozeleira eletrônica por um crime atribuído a outra mulher com o mesmo nome. Ela foi presa no aeroporto de Campo Grande, ao retornar de férias, e passou duas noites detida antes de ser liberada com restrições. Ao procurar a Defensoria Pública, a análise do processo revelou que seus dados pessoais eram diferentes da verdadeira ré. A Defensoria levou o caso ao TJ-MS e conseguiu a retirada das restrições e da tornozeleira. Foram 19 dias sob monitoramento por um crime que não cometeu. Pode?

Calmaria

O Ministério Público de MS tem registrado volume considerado baixo de denúncias eleitorais. Segundo o Núcleo Eleitoral, 44 manifestações chegaram por meio do aplicativo Pardal.

Mais

Já a Ouvidoria do  MP recebeu 43 denúncias até o último dia 4. Para o promotor Moisés Casarotto, o número não causa estranheza, já que eleições gerais têm menos denúncias do que as municipais.

DiálogoFoto: Divulgação/Prefeitura de Maragogi

Maragogi, segundo município mais visitado de Alagoas e um dos principais destinos turísticos do Nordeste, irá ganhar aeroporto, que estaria com pouco mais de 50% de obra construída, para fortalecer a infraestrutura da Costa dos Corais e ampliar o fluxo de visitantes.  O novo terminal também atenderá municípios vizinhos.  O aeroporto terá pista de 2.200 metros de comprimento por 20 metros de largura, apta a receber aeronaves do porte do Airbus A319. O projeto prevê ainda pátio para até quatro aeronaves, sendo duas posições para aviões ATR-42-300 e duas para Airbus A319. O terminal de passageiros terá área superior a 1.000 metros quadrados e capacidade para atender até 80 passageiros por hora nos períodos de maior movimento. Além de fortalecer o turismo, a obra deverá ampliar a integração logística da região, situada a menos de 100 quilômetros do Porto de Suape, em Pernambuco.

Diálogo Fernando Bumlai e Neca Bumlai, que completaram  25 anos de casamento (Bodas de Prata) no último dia 6 - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoGiselle Rivkind - Foto: André Ligeiro

Estratégia

Nos bastidores, adversários do governador Eduardo Riedel estão se movimentando com objetivo bem definido: tentar levar a disputa pelo Governo de MS para o segundo turno. A estratégia passa, tudo indica,  por uma espécie de “união informal” entre setores da esquerda, ainda que sem aliança declarada. A matemática eleitoral parece ser simples: pulverizar votos e impedir uma vitória já no primeiro turno. Se a estratégia dará resultado, só as urnas poderão responder.

Balanço

O ex-governador Reinaldo Azambuja tem apostado na propaganda eleitoral numa espécie de prestação de contas dos oito anos em que comandou Mato Grosso do Sul. O material destaca principalmente a atuação municipalista e as obras realizadas durante seus dois mandatos. A intenção é apresentar ao eleitor um retrospecto administrativo capaz de reforçar sua imagem de gestor. Em uma campanha na qual passado e experiência terão peso, Azambuja mostra porque está à frente nas pesquisas.

Mudança

O TRE-MS alterou alguns locais de votação para as Eleições deste ano em Campo Grande e Terenos. Na Capital, eleitores da Escola Alice Nunes Zampiere, do CRAS Vila Nasser, da Mesquita Luz da Fé, da Loja Maçônica Oriente Maracaju e de outros pontos deverão ficar atentos aos novos endereços. Em Terenos, a Escola Rosa Idalina Braga Barboza também terá suas seções transferidas para a Escola Álvaro Lopes.

ANIVERSARIANTES 

  • Dra. Lizabel Barbosa Gemperli, 
  • Dr. Lívio Viana de Oliveira Leite,
  • Senir Pereira,
  • Oscar Emílio Korndorfer, 
  • Nínive Maria Santi Ferzeli Mallmann, 
  • Everson Lopes,
  • Ana Maria Polis Miri Berger,
  • Cláudio Gusmão,
  • Oduvaldo da Silva Lins Filho,
  • Miriam Keiko Tamashiro,
  • Sadako Furuse Harasaki,
  • Leandro Jorge Puxian,
  • Margarida Maria de Figueiredo Pinheiro,
  • Maria Pinto,
  • Clóvis Motta,
  • Wellington Melgarejo dos Santos Bello,
  • Vinícius Villas Boas Neto Bazenga Vieira, 
  • Cirany Fagundes,
  • Ernesto Vargas Batista,
  • Dra. Lenice Garcia Brandão,
  • Dr. Américo Iasuo Higa, 
  • Cláudia Naglis, 
  • Leonardo Albuquerque,
  • Ana Ruthi Martins Faustino,
  • Orlando Rocha,
  • Maria Aparecida da Silva,
  • Edvaldo José de Souza,
  • Ana Augusta Motta Fortes,
  • Laura Almeida de Freitas,
  • Rosary Raghiant,
  • Floriza Albuquerque Cândia,
  • Nizete Laranjeira Silva,
  • Maria Thereza Ribeiro do Amaral,
  • Antônio Lino Barbosa Neto,
  • Eliane Oliveira,
  • Joel Brum Jacques,
  • Ilson Jorge de Melo,
  • Osvaldo Brum de Almeida,
  • Marly de Souza Nepomuceno,
  • Flaviano Antunes de Siqueira,
  • Fernando Ramos Câmara,
  • Maria Ormondes Figueiredo,
  • Catarina dos Santos,
  • Dr. Mougli de Toledo Ribas, 
  • Dra. Paola Gonçalves de Souza, 
  • Deise Bianchini, 
  • Dr. Moacir Scândola,
  • Mário Rodrigues Miranda,
  • Wilson Gonçalves Caxias,
  • Jorge Luiz de Almeida e Silva,
  • Edson Ubá Serrato,
  • Neuzeli Magalhães Pinheiro,
  • Shizuko Shinzato,
  • Márcio Duarte Corrêa,
  • Fernando Augusto Ribeiro 
  • de Almeida,
  • Edson Itswo Shibuwa Filho
  • Florisvaldo Antonio do Nascimento,
  • Mônica Dias Ferreira Dutra,
  • Renato Rech,
  • Marilda Quintana Yonaha,
  • Luana Gattas e Silva,
  • Zeneide Andrade de Alencar,
  • Zuleika Souza Cruz Abid,
  • Osmarina Sampaio dos Santos,
  • Armindo Ribeiro Dias,
  • Dr. Kiyoshi Arumo,
  • David Mitsuo Hashimoto, 
  • Marcelo Roberto da Costa,  
  • Leonila Dalegrave Telo,
  • Adauto Ferreira de Souza,
  • Maria Benedita Scatena,
  • Ana Paula Farias Furlan,
  • Miguel Antonio Ribeiro da Cruz,
  • Glauco dos Santos Cândido,
  • Maria José Rocha Alves,
  • Vanessa Rodrigues Bertoletto,
  • Anderson Pires de Oliveira,
  • Walber Valim de Mello,
  • Disney Antonio Paredes,           
  • Jussara Thronicke Ribeiro Pulga,
  • Tânia de Castro Thomé Macedo, 
  • Eliton Aparecido Souza de Oliveira,
  • Jânio Favaretto Dittmar, 
  • Fernanda Gois Messias Silva,
  • Bruna Barros Andrino,  
  • José Goncalves de Farias,
  • Liliane da Silva Almeida,
  • Silas Rocha de Lima, 
  • Solange Gattass Fabi, 
  • Ronaldo de Almeida Gaby,  
  • Luiz Antiocho Couto,
  • Alfredo Cação,
  • Luiz Fernando Gomes Carvalho Lanza,
  • Helena Mitsuko Chidi,
  • Adilson Domingos de Oliveira,
  • João de Lima Matos,
  • Gegliane Dias Peixoto,
  • Luiz Fernando Moreira Maziero,
  • José Magno Coelho de Paula,
  • Alailson Domingos dos Santos,
  • Eigla Guerrieri Martins,
  • Jay Rodrigues Neves Neto,
  • Stela Cristina Fumagalli,
  • Flávia Pestana de Souza,
  • Michele Cristine Belizário,
  • Ilda Evelise dos Santos Martins,
  • Marisete da Silva Molina.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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