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Agendona

Fim de semana terá show no Parque das Nações Indígenas e retorno de cinema em Campo Grande

Chalana de Prata celebra o aniversário do Estado com show gratuito no Parque das Nações Indígenas

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O fim de semana será animado em Campo Grande, mais semelhante ao “antigo normal”.

A programação começa com show da banda Chalana de Prata, em celebração aos 43 anos de criação de Mato Grosso do Sul. O evento também terá a participação especial de Geraldo Espíndola. A apresentação começa às 19h, na Concha Acústica Helena Meirelles, em Campo Grande. A entrada é gratuita.  

No local será obrigatório o uso de máscaras, e a arquibancada terá espaços demarcados, com distância de 1,5 metro entre as pessoas, permitindo que casais se sentem juntos.  

Teatro

O Shopping Bosque dos Ipês continua com a apresentação de peças gratuitas destinadas às crianças. Amanhã, a peça em cartaz é uma readaptação de “Pinóquio”, na qual Bolonhesa e sua trupe são convidados a encenar o texto de Carlo Colodi, mas se deparam com um problema muito sério: eles não têm um boneco de madeira. A trama se desenvolve a partir dessa questão e promete muitas gargalhadas na resolução desse desafio.  

No domingo é a vez de “Gaia: A Mãe Natureza”. Nessa história, Bolonhesa e seus amigos devem proteger a Terra do terrível rei Ethi-ET, da Terra de Kepler 22b, convencendo-o de que a natureza precisa ser protegida e amada por todos.

No dia 12 de outubro, Dia das Crianças, a peça será “Arande Gróvore”. Na trama, o malvado bruxo Calibam está destruindo a Amazônia. Bolonhesa e sua trupe aceitam o apelo do rei Sapo e resolvem enfrentar o desafio de salvar a floresta. Cada uma das peças será exibida em duas sessões, às 16h e às 17h, e todas serão gratuitas. Para garantir o ingresso, basta chegar com 30 minutos de antecedência a cada sessão na data da peça escolhida.

Filmes para as crianças

Na lista dos filmes ideais para comemorar o Dia das Crianças, há algumas estreias na Netflix, como “Scooby-Doo 2: Monstros à Solta”. Após se reencontrarem e reativarem a Mistérios S.A., Fred, Daphne, Salsicha, Velma e Scooby-Doo partem rumo a Coolsville para desvendar mais um mistério.  

No Amazon Prime Video, o destaque vai para as séries infantis originais do streaming, como “Kung Fu Panda”e “Just Add Magic”. Já entre os filmes, os clássicos “Shrek” e “Meu Malvado Favorito” podem animar a tarde do Dia das Crianças.  

Cinema

Fechado há quase seis meses, o UCI Cinema vai reabrir amanhã em Campo Grande com medidas de biossegurança. De sábado até quinta-feira, estarão em cartaz os filmes: “A Maldição do Espelho”, “A Ilha da Fantasia” e “As Faces do Demônio” (terror); “O Roubo do Século” (aventura); e “Sonic – O Filme” (comédia).

Todos os filmes serão exibidos dublados, com horário de início a partir das 15h e última exibição começando às 20h20min.  

Sessões de cinema foram liberadas em Campo Grande no dia 14 de setembro, por meio de decreto da prefeitura. Para o retorno, no entanto, as empresas devem cumprir uma série de medidas e assinar termo de responsabilidade.

Neste caso, a rede UCI implementou sistema de purificação do ar-condicionado nas salas, o iWave, que, segundo o grupo, tem polarizadores de íons que destroem o vírus da Covid-19 e outros micro-organismos dos dutos do ar-condicionado.

 

Diálogo

Tem muita gente suando em bicas depois que vieram à tona os diálogos da... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (31)

31/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Allan Kardec - escritor francês

"A vida nem sempre é como sonhamos, mas nem sempre sonhamos o que queremos viver”.

FELPUDA 

Tem muita gente suando em bicas depois que vieram à tona os diálogos da quadrilha investigada por trocar vagas na saúde por livros, em esquema que teria causado prejuízo superior a R$ 27 milhões aos cofres públicos. Os nomes citados são conhecidos da política e alguns já ensaiavam discursos de pré-campanha. Agora, a prioridade parece ser outra: encontrar uma explicação que convença eleitores e, principalmente, a Justiça. Tem pré-candidato estourando mais que pipoca em óleo quente. E, pelo visto, o barulho da panela ainda está longe de acabar.

Diálogo

Fora

A insistência do PT em manter Bolsonaro como alvo principal dos ataques, mesmo com o ex-presidente fora da campanha e enfrentando condenação pesada, parece estar produzindo mais irritação do que votos nos rincões de Mato Grosso do Sul. 

Mais

Durante uma reunião com um candidato do PT à reeleição, dois participantes não gostaram nada de ouvir o lulista chamar Bolsonaro de “canalha” e a conversa quase terminou em vias de fato. Pelo jeito, tem chute político que continua passando longe do gol.

DiálogoEloisa Caiado e Sarah Genta - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoPaula Saric - Foto: Divulgação

Prontos

As convenções estaduais do Progressistas (PP) e do Partido Liberal (PL), marcadas para 1º de agosto, em Campo Grande, vão oficializar as principais candidaturas da base governista em Mato Grosso do Sul. O PP deverá homologar a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição, além das chapas para deputados federal e estadual. Os eventos também servirão para consolidar a aliança entre os partidos que sustentam o atual governo estadual na disputa de 2026. Riedel reúne a maior base política nas eleições deste ano.

Sacramentados

O PL aproveitará a convenção estadual para confirmar sua participação na coligação de apoio à reeleição de Eduardo Riedel e homologar seus candidatos ao Senado. A expectativa é de que sejam lançados o ex-governador Azambuja e o Capitão Contar para as duas vagas em disputa. Marcos Pollon já teria jogado a toalha e deverá tentar a reeleição. 

Na sombra

O que deveria ser um quarteto de lideranças da direita em MS poderá virar trio. No palanque, deverão aparecer Riedel, Tereza Cristina e Azambuja. Adriane Lopes, por sua vez, dizem, deverá ficar com participação bem mais discreta. Nos bastidores, o argumento é que a prefeita não teria acumulado resultados suficientes para ganhar lugar de destaque e, assim, a vitrine parece não estar tão iluminada. Em política, até o palanque tem seus lugares disputados e alguns ficam, literalmente, na sombra.

ANIVERSARIANTES 

  • Elza Maria Verlangieri Loschi (Tai),
  • Dr. José Ivan Albuquerque Aguiar, 
  • Priscila Virginia Schneider Sanches,
  • Dr. Wilson Sami Saauma Ibrahim, 
  • Ledir Marques Pedrosa,
  • Dr. Andrew Robalinho da Silva Filho,
  • Edna Graciliano Arguello Nunes,
  • Fernando Luis Aono,
  • Júlia Orikassa Noguchi,
  • Aparicio Ramão Silveira,
  • Michel Issa Filho,
  • Dr. Odair Rodrigues de Barros,
  • Paulo Takamura,
  • Dra. Itaneide Cabral Ramos, 
  • Alécio Antônio Tamiozzo,
  • Noemi Leite de Barros,
  • Willian Tapia Vargas,
  • Fernando Orue,
  • Daniel Regis Rahal, 
  • Roberto Santos Durães, 
  • Luiz Carlos Iunes Monteiro,
  • Maria Aparecida Cano Lopes,
  • Marcello Massao Izeki Mendes,
  • Augusto dos Santos Ayres, 
  • Fatima Gomes Santana,
  • Heico Tsuha,
  • Janaína Mecchi, 
  • Roberto Alves Vieira,
  • Marcos Antônio Moura Cristaldo,
  • Rilton Silva Durães Junior,
  • Newton Marcos Galache,
  • Altino Lima da Silva,
  • Camila Pereira Pacheco,
  • Leodir Antonio da Cunha,
  • Vanildo Bovolin,
  • Ancelmo Tasoniero,
  • Dr. Marcelo de Souza Pedro, 
  • Paulo de Oliveira,
  • Analice Lopes Moraes,
  • Cleide Teles,
  • Sílvio Oliveira Nunes,
  • Urania Motti Gate,
  • Ildo Furtado de Oliveira,
  • José Elodir Bender, 
  • William Brias Umar,
  • Jamir Nedeff,
  • Dra. Maria do Socorro Medeiros 
  • de Freitas Abrão, 
  • Dr. Stéfferson Almeida Arruda,
  • Luiz Antônio Franco,
  • Marcelo Bertoni,
  • Olga Therezinha Bianchi Zacarias,
  • Jorge Alberto Lezeu,
  • Dr. Clóvis Emílio Santiago,
  • Paulo Roberto Teixeira Lacerda,
  • Laurianníe de Souza Faria, 
  • Elce André Silveira Leite,
  • Venício Rodrigues Ferreira,
  • Rosana dos Santos Zorato,
  • Luiz Fabiano Coelho de Oliveira,
  • Geny Nogueira Cubel,
  • Teresa Maria Vieira,
  • Ana Cristina Fontoura Corrêa,
  • Adilson Moreira Moura,
  • Carolina Saraiva,
  • Eudes Beirão Rodrigues,  
  • Maria Gorete Militão,
  • Sandi Cristina Fernandes Moreira Senna,
  • Carolini Satiko Tanaka,
  • Elaine Lima Yule,
  • Carlinda Silva,
  • Keila Pontes de Almeida,
  • Neiva Teixeira,
  • Hudson Mendes,
  • Maria Auxiliadora Lima,
  • Mara Lúcia Cardoso,
  • Humberto Vieira,
  • João Venâncio Lopes,
  • Victor Souza de Almeida,
  • Renata Teixeira Gomes,
  • Geisa Vieira,
  • Cleuza Santos da Silva,
  • Carolina da Silva Pereira,
  • Maria Lúcia Nantes,
  • Lorena Ferreira,
  • Célia Regina Nogueira,
  • Jorge Ullony,
  • Mercio Antonio Milanetti,
  • Najla Barbieri Gomes Catarineli,
  • José Inácio Branco, 
  • Alexandre Pierin de Barros,
  • Regina Eleusis Silveira dos Santos, 
  • Paula Mayumi Yamakawa Takamura, 
  • Sônia de Freitas Barbosa Figueiredo,
  • Ana Lucia Carducci Gouvea Mancuso,
  • Luiz Humberto Fernandes,        
  • Rogério Monteiro de Barros,
  • Elizabeth Marques Coelho,
  • Fernanda Maria Bosso Pinheiro,
  • Iunes Tehfi,
  • Fabiana Silva da Cunha,
  • Márcia Luiza Aparecida Paterlini,
  • Sandra Megumi Kato Kuchida,
  • Jacinto Rodrigues da Cunha,  
  • Helena Britto Bacchi de Araújo,
  • Fabricio Collares,
  • Kellyne Laís Laburú Alencar de Almeida.

Colaborou com Tatyane Gameiro

DANÇA

Espetáculo de dança transforma a inquietação de Lídia Baís em poesia corporal

Inspirado na vida e na obra da pintora sul-mato-grossense, "L'Existence Lídia Baís" estreia na terça-feira propondo uma experiência sensível que une memória, imaginação e liberdade

30/07/2026 08h30

Linguagem corporal do espetáculo foi desenvolvida a partir das pinturas de Lídia Baís

Linguagem corporal do espetáculo foi desenvolvida a partir das pinturas de Lídia Baís Milena Yuka

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Antes de contar a história de Lídia Baís, o espetáculo “L’Existence” prefere fazer outra pergunta: o que permanece de um artista depois que sua vida termina?

Em vez de seguir uma cronologia ou reconstituir episódios biográficos, a montagem, que estreia na terça-feira, no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande, aposta na força da dança para revisitar a memória, a imaginação e o legado de uma das artistas mais importantes da história de Mato Grosso do Sul.

Inspirado na trajetória da pintora campo-grandense, “L’Existence – Lídia Baís” propõe uma experiência sensível, na qual personagens inspirados em suas pinturas surgem como fragmentos de uma existência que continua ecoando.

O espetáculo tem sessão única, às 20h, e é realizado com recursos do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) do governo de Mato Grosso do Sul.

Mais do que contar quem foi Lídia Baís, a criação convida o público a sentir sua inquietação, sua coragem e a liberdade que marcaram sua produção artística e forma de viver. É um mergulho poético na vida de uma mulher que escolheu fazer da arte a própria existência.

LINGUAGEM DA MEMÓRIA

A riqueza de camadas de Lídia Baís foi o que inspirou a diretora artística e coreógrafa Monique Paes durante o processo de criação de “L’Existence”.

Segundo ela, a montagem nasceu de uma longa imersão na vida e na produção artística da pintora, envolvendo pesquisas históricas, observação de suas obras e experimentações corporais.

“A criação de ‘L’Existence’ nasceu de um mergulho profundo no universo de Lídia Baís. Estudei sua história, contemplei suas obras, ouvi inúmeras trilhas e, acima de tudo, aprendi a me escutar. Cada escolha coreográfica surgiu desse diálogo entre a pesquisa e aquilo que sua trajetória despertava em mim”, explica.

Monique também integrou a equipe do longa-metragem sobre Lídia Baís, atualmente em produção em Mato Grosso do Sul. A experiência ampliou sua compreensão sobre a artista e acabou influenciando diretamente a construção da linguagem cênica do espetáculo.

“Algumas de suas pinturas tornaram-se ponto de partida para a linguagem corporal do espetáculo. Em nenhum momento quisemos biografar sua vida. A intenção sempre foi de revelar ao público o quanto sua trajetória é rica, cheia de camadas, contrastes e perguntas que continuam ecoando no tempo”, afirma.

A proposta, segundo a coreógrafa, é permitir que cada espectador encontre seu próprio caminho dentro da obra.

“Acredito que a arte ganha força quando nos permite sentir antes de compreender. Mais do que contar uma história, buscamos criar uma experiência sensível. Com respeito, admiração e licença poética, apresentamos ‘L’Existence’”, conclui.

INTERPRETAR SEM PALAVRAS

Linguagem corporal do espetáculo foi desenvolvida a partir das pinturas de Lídia BaísToda a narrativa do espetáculo se dá a partir da morte de Lídia Baís e da repercussão póstuma de sua obra - Foto: Milena Yuka

No centro dessa experiência está a bailarina e diretora artística Ana el Daher, responsável por interpretar Lídia Baís em cena.

Ela conta que conhecia apenas superficialmente a artista antes de iniciar o projeto. A pesquisa transformou completamente sua percepção.

“Lídia se tornou para mim uma mulher muito à frente do seu tempo. Ela não aceitava viver dentro das regras impostas pela sociedade, pela família e pelo lugar onde estava. Ela queria muito mais. Foi uma mulher ousada, que foi atrás dos próprios sonhos e das próprias vontades. Hoje, vejo alguém que talvez tenha inspirado muitas outras mulheres na forma de pensar e de agir”, declara.

Levar uma personagem histórica ao palco sem recorrer às palavras foi um dos maiores desafios enfrentados durante o processo criativo.

“A dança não tem o poder da fala. A gente precisa mostrar tudo com a alma. Pouco se sabe exatamente sobre como Lídia era, então, tivemos muito cuidado para construir uma personagem respeitosa e, ao mesmo tempo, sensível. Foi um processo baseado em pesquisas, nos diários, nas pinturas, em relatos e também na orientação de uma historiadora profundamente dedicada ao universo da Lídia”, destaca.

A construção da personagem exigiu um delicado equilíbrio entre fidelidade histórica e liberdade artística. Em vez de reproduzir gestos ou comportamentos documentados, o espetáculo procura traduzir sentimentos, inquietações e estados de espírito presentes na obra da pintora.

CORAGEM

Durante a pesquisa, um aspecto chamou especialmente a atenção da intérprete: a coragem com que Lídia enfrentou as limitações impostas às mulheres de sua época.

“O que mais me marcou foi perceber que ela não se rendia às obrigações impostas para ela. Mesmo sabendo das consequências, ela escolhia viver do jeito que acreditava. Em uma época em que isso era quase proibido para uma mulher, ela teve coragem de romper padrões e seguir o próprio caminho”, pontua Ana.

Essa dimensão da artista ultrapassa a biografia e dialoga com questões ainda muito presentes na sociedade contemporânea. Liberdade, pertencimento, autonomia e identidade aparecem como temas centrais da montagem, que pretende provocar reflexões sem oferecer respostas prontas.

Para Ana, esse talvez seja o maior legado deixado por Lídia. 

“Espero que o público saia curioso para conhecer mais sobre Lídia, mas também sobre si mesmo. Que cada pessoa se pergunte se está vivendo no lugar ao qual realmente pertence. Lídia era inquieta, e gostaria que essa inquietude também permanecesse com quem assistir ao espetáculo”, deseja a artista.

REALIDADE E IMAGINAÇÃO

A estrutura dramatúrgica parte de um ponto simbólico: o último suspiro de Lídia Baís.

A partir desse instante, memória, imaginação e criação passam a se entrelaçar em uma narrativa não linear, em que personagens inspirados em suas pinturas surgem como fragmentos de uma existência que continua viva.

Em vez de apresentar fatos históricos em sequência, o espetáculo cria imagens poéticas que dialogam diretamente com o universo visual da artista. A fronteira entre realidade e fantasia desaparece, permitindo que o público caminhe por um espaço onde as obras parecem ganhar corpo e movimento.

Essa escolha estética também dialoga com a produção de Lídia, marcada por figuras enigmáticas, atmosferas oníricas e uma permanente busca espiritual. Assim como suas telas nunca entregam todas as respostas, “L’Existence” convida cada espectador a construir sua própria interpretação.

ALÉM DE SEU TEMPO

Nascida em Campo Grande em 22 de abril de 1900, Lídia Baís ocupa um lugar singular na história da arte brasileira.

Dona de uma produção marcada por simbolismos, elementos surrealistas, expressionistas e forte espiritualidade, ela rompeu padrões sociais em uma época em que poucas mulheres conseguiam construir uma trajetória artística independente.

Ainda jovem, convenceu o pai a permitir que estudasse pintura no Rio de Janeiro, onde teve aulas com mestres como Henrique Bernardelli e Osvaldo Teixeira.

Na década de 1920, também passou uma temporada na Europa, especialmente em Berlim e Paris, cidades que ampliaram seu contato com movimentos artísticos modernos e influenciaram profundamente sua produção.

Ao longo da vida, Lídia construiu uma obra repleta de simbolismos, personagens misteriosos e reflexões existenciais. Também protagonizou escolhas que desafiaram convenções sociais. Casou-se apenas aos 38 anos, alterando sua idade para parecer mais jovem, e desfez o casamento apenas 15 dias depois.

Mais tarde, voltou-se aos estudos religiosos e filosóficos, adotando o nome de Irmã Trindade e dedicando seus últimos anos à espiritualidade.

SERVIÇO

Espetáculo “L’Existence – Lídia Baís”

Data: na terça-feira (4 de agosto).
Horário: às 20h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Ingressos: à venda na bilheteria do teatro e pelo link disponível na bio do Instagram @ciaselmazambuja.

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