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Gastronomia B+: Dia do Aperitivo: Dicas e Receita Saudável para celebrar a data todos os dias

Receita de Aperitivo Saudável: Canapés de Abobrinha com Patê de Ricota e Ervas. Essa receita é leve, nutritiva e fácil de preparar, sendo uma excelente opção para servir e comemorar..

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O Dia do Aperitivo, foi comemorado no dia 19 de setembro, e a celebração é a ocasião perfeita para reunir amigos e família em torno de uma boa conversa, acompanhada de deliciosos petiscos.

Embora muitos aperitivos sejam associados a opções mais calóricas e menos saudáveis, é possível preparar receitas que aliam sabor e saúde. Karoline Schast, nutricionista do Instituto Gourmet, sugere uma receita de aperitivo saudável e dá dicas para quem deseja aproveitar a data sem comprometer a alimentação equilibrada.

Karoline destaca a importância de escolher ingredientes que tragam benefícios para a saúde. “A chave para um aperitivo saudável está na escolha de alimentos ricos em nutrientes, como vegetais, oleaginosas e fontes de proteínas magras. É possível fazer substituições inteligentes, trocando frituras por assados e ingredientes processados por opções mais naturais”, orienta.

Ela também sugere priorizar alimentos frescos e temperos naturais para dar sabor às receitas, evitando o excesso de sal e gorduras saturadas. “A combinação de ervas frescas, como alecrim, manjericão e hortelã, não só realça o sabor, mas também agrega benefícios para a saúde”, completa.

Receita de Aperitivo Saudável: Canapés de Abobrinha com Patê de Ricota e Ervas. Essa receita é leve, nutritiva e fácil de preparar, sendo uma excelente opção para servir e comemorar...

Ingredientes:

  • 1 abobrinha média cortada em rodelas finas
  • 100g de ricota fresca
  • 1 colher (sopa) de iogurte natural
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • Ervas frescas (manjericão, salsinha e cebolinha a gosto)
  • Pimenta-do-reino e sal a gosto
  • Tomate-cereja para decorar

Modo de preparo:

Corte a abobrinha em rodelas finas e asse-as no forno por cerca de 15 minutos a 180°C, até ficarem levemente douradas.

Enquanto as abobrinhas assam, prepare o patê. Em um processador, bata a ricota, o iogurte e o azeite de oliva até obter uma consistência cremosa.

 Adicione as ervas frescas picadas, o sal e a pimenta-do-reino ao patê, misturando bem.

Retire as rodelas de abobrinha do forno e deixe esfriar. Em seguida, coloque uma pequena porção do patê de ricota sobre cada rodela.

Decore com um pedaço de tomate-cereja e finalize com um fio de azeite.

Esse aperitivo saudável é uma ótima opção para quem busca uma alimentação equilibrada sem abrir mão de sabor. “Além de ser leve e nutritivo, o canapé de abobrinha com patê de ricota é rico em proteínas e gorduras boas, perfeitas para manter o organismo em equilíbrio”, conclui Schast.

A dica da nutricionista é aproveitar de maneira consciente, priorizando a qualidade do produto e dependendo do aperitivo, a moderação no consumo. Com essas orientações, é possível aproveitar esse dia de forma equilibrada e sem comprometer a saúde.

Comportamento Correio B+

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explica

A Dra. em psicóloga da segunda temporada do Reality Show do Canal E! New Faces, avalia um dos assuntos mais comentados da semana com exclusividade para o Caderno

20/01/2026 15h30

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explica

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explica Foto: Divulgação

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Desde o último domingo, 18 de janeiro, um dos assuntos mais comentados na imprensa brasileira é a saída do ex-BBB Pedro da atração. O vendedor ambulante de 22 anos e morador de Curitiba (PR), lamentavelmente faz parte de uma estatística de situações recorrentes como essa de assédio na TV e fora dela também.
O Correio B+ convidou a Dra.em psicóloga Vanessa Abdo, que terá sua estreia como colunista no Caderno em breve para fazer uma avaliação do assunto. Confira: 

Quando um corpo vira entretenimento, ele deixa de ser reconhecido como território de direitos. Passa a ser tratado como cenário disponível, como parte do jogo, como algo que pode ser invadido, tocado, avaliado e consumido. Reality shows não criam o problema — apenas revelam uma lógica social muito mais profunda: a de que certos corpos existem para o olhar, para o desejo e, em última instância, para a satisfação alheia.

Quando um homem tenta forçar um beijo, a violência raramente é lida como aquilo que ela é. Rapidamente surgem explicações que deslocam o foco do ato e do autor: “foi o álcool”, “foi o jogo”, “foi o impulso”, “foi a loucura”. E, junto com essas justificativas, vem a tentativa recorrente de responsabilizar a mulher — pelo lugar em que estava, pela roupa, pela proximidade, pelo silêncio, pela situação. Como se o corpo feminino fosse sempre corresponsável pela violência que sofre.

É fundamental fazer aqui um apontamento enfático: não é loucura.

E insistir nessa associação é duplamente violento.

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explicaA Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Divulgação Canal E!

Primeiro, porque atrelar esse tipo de comportamento à doença mental reforça estigmas históricos contra pessoas que sofrem psiquicamente. Pessoas com transtornos mentais são muito mais vítimas de violência do que autoras dela.

Associá-las automaticamente ao abuso, à agressividade ou à perda de controle é desinformação, preconceito e exclusão. Isso alimenta o imaginário social de que o “doente mental” é perigoso, quando na realidade o perigo está em estruturas de poder, desigualdade de gênero e permissividade social.

Segundo — e talvez ainda mais grave —, porque chamar de loucura desresponsabiliza o abusador. Quando o ato é explicado como descontrole ou patologia, o sujeito deixa de ser visto como alguém que fez uma escolha. A violência vira um acidente, algo fora da vontade, fora da ética, fora da responsabilidade. E não é. Abuso é comportamento aprendido, autorizado e muitas vezes reiterado. Ele nasce da certeza — ainda muito difundida — de que o desejo masculino tem prioridade sobre o consentimento feminino.

Não é falta de sanidade.

É excesso de permissividade.

É uma cultura que relativiza limites e depois pergunta por que eles não foram respeitados.

Enquanto continuarmos tratando corpos femininos como _coisa_  e violência como desvio individual — e não como expressão de uma estrutura — seguiremos protegendo agressores e cobrando das vítimas aquilo que nunca deveria ser delas: a responsabilidade pelo ato do outro.

Que o Pedro responda pelo que decidiu fazer…

Por @vanessaabdo

 

MEIO AMBIENTE

Mutirão quer recuperar 378 hectares no Alto Taquari e reforçar a proteção do Pantanal

ONGs, poder público e empresas cultivam espécies nativas do Cerrado com o mesmo objetivo; a semeadura começou em dezembro, dentro de parque estadual situado nos municípios de Costa Rica e Alcinópolis

20/01/2026 09h30

Jatobá, mutambo, mogno-bravo, sucupira, baru, faveira e outras espécies essenciais para a recomposição do solo, como gramíneas e leguminosas, estão sendo semeadas

Jatobá, mutambo, mogno-bravo, sucupira, baru, faveira e outras espécies essenciais para a recomposição do solo, como gramíneas e leguminosas, estão sendo semeadas Divulgação

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Sementes podem ocasionar um verdadeiro milagre ambiental com a recuperação de áreas comprometidas do Rio Taquari, no norte do Estado, considerado fundamental para o bioma pantaneiro.

Foi com essa certeza que o projeto Caminhos das Nascentes começou, no início de dezembro, a primeira fase de sua maior ação de campo: o plantio de 40 hectares no Núcleo São Thomaz, dentro do Parque Estadual Nascentes do Rio Taquari, entre os municípios de Costa Rica e Alcinópolis, a 350 km de Campo Grande.

Esta etapa marca o começo da restauração de uma área, de aproximadamente 378 hectares, a ser recuperada ao longo dos próximos anos para fortalecer a saúde da bacia do Rio Taquari e gerar benefícios diretos ao Pantanal.

A semeadura é realizada pelo Instituto Taquari Vivo (ITV), em parceria com a empresa Restaura, utilizando mais de quatro toneladas de sementes reunidas pela Rede Flor do Cerrado.

A técnica busca acelerar o retorno da vegetação típica na região das nascentes, considerada uma das áreas mais sensíveis do planalto sul-mato-grossense e estratégica para reduzir processos erosivos que afetam diretamente o Pantanal. Logo no primeiro dia da etapa de campo, a equipe deu início ao processo de trabalho, que começou com a seleção das espécies nativas utilizadas na semeadura.

ESPÉCIES

Entre elas estão espécies típicas do Cerrado como jatobá, mutambo, mogno-bravo, sucupira, baru, faveira, além de diversas gramíneas e leguminosas essenciais para a recomposição do solo.

Em seguida, foi realizada a tradicional muvuca de sementes, técnica que mistura diferentes espécies para garantir diversidade, resiliência e maior cobertura vegetal no início da restauração. Após o preparo da mistura, a equipe iniciou o plantio manual, linha por linha, cobrindo toda a área prevista para esta fase inicial.

Jatobá, mutambo, mogno-bravo, sucupira, baru, faveira e outras espécies essenciais para a recomposição do solo, como gramíneas e leguminosas, estão sendo semeadasFoto: Divulgação

O mutirão reúne diversas instituições, como SOS Pantanal, Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação(Semadesc), Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e as prefeituras de Costa Rica e Alcinópolis, além da comunidade do parque em que a semeadura está sendo realizada.

Segundo o Instituto Taquari Vivo, a área foi escolhida por apresentar um alto grau de degradação e diferentes níveis de declividade, característica que torna o processo de erosão e transporte de sedimentos mais intenso.

“Escolhemos esse local pelo seu grau de degradação. Há áreas planas e outras muito inclinadas, onde o assoreamento avançou bastante ao longo dos anos. Restaurar aqui significa atuar na raiz do problema.

Trabalhamos primeiro na recomposição do solo, para que ele volte a reter água e não fique tão exposto. Assim, reduzimos a quantidade de sedimentos que descem para o rio”, explica a bióloga Letícia Koutchin Reis, coordenadora do projeto.

SEM REVERSÃO

Jatobá, mutambo, mogno-bravo, sucupira, baru, faveira e outras espécies essenciais para a recomposição do solo, como gramíneas e leguminosas, estão sendo semeadasFoto: Divulgação

O instituto reforça que processos erosivos acontecem naturalmente, mas podem ser acelerados com a ação humana, sobretudo onde o solo fica descoberto ou compactado. Nessas condições, a água da chuva desce com muito mais velocidade, levando grande volume de sedimentos do planalto para o Pantanal.

“A restauração não reverte aquilo que já aconteceu, mas diminui os impactos e impede que o problema piore. Quando recuperamos o solo, devolvemos cobertura vegetal e aplicamos técnicas de conservação, reduzimos a velocidade da água e seguramos o sedimento lá em cima. Isso faz diferença direta no bioma”, afirma Letícia Reis.

A ação é possível por causa do projeto Floresta Viva, gerido pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e patrocinado pela Petrobras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o KfW, banco alemão estatal de desenvolvimento e fomento.

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