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Gastronomia B+: Receita de Nhoque para saborear no Dia dos Pais

Chef Isaías Soares dá dica para acertar no ponto e deixar o prato saboroso

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No Dia dos Pais, a gastronomia do B+ convidou o Chef Isaías Soares, do Instituto Gourmet, e da marca Ekma para nos ensinar a fazer um Nhoque saboroso e como deixá-lo no ponto. A receita pode ser feita em qualquer ocasião, para família e amigos. Anota aí! 


Ingredientes:

  • 1,5 kg de batata asterix
  • 20 g de sal para cozinhar a batata
  • 1 ovo
  • 15 g de margarina
  • 40 g de queijo parmesão
  • 250 g de farinha de trigo


Para molho de tomate:

  • 1 pacote de Tomate Triturado 
  • ½ cebola média picada
  • 1 alho picado
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1 colher de sopa de azeite
  • Manjericão para decorar


Modo de preparo:

1. Descasque as batatas e corte-as em rodelas finas.

2. Cozinhe as batatas na panela de pressão com o sal.

3. Escorra bem a água a batata.

4. Esprema as batatas até virar purê.

5. Coloque as batatas ainda quentes em um recipiente e adicione o ovo, a margarina e o queijo parmesão. Misture bem a massa.

6. Em seguida coloque a farinha de trigo aos poucos até dar o ponto. Continue amassando bem até ter uma massa que não grude nas mãos.

7. Polvilhe a farinha de trigo em uma mesa ou bancada.

8. Molde a massa em rolinhos de cerca de 2 cm de diâmetro e corte em pedaços de 2cm.

9. Ferva a água e coloque os nhoques aos poucos para cozinhar até subirem à superfície.

11. Retire as massas cozidas e vá colocando em uma travessa.

12. Prepare o molho refogando a cebola e o alho no azeite.

13. Tempere com sal e pimenta-do-reino e cozinhe em fogo baixo por 5 minutos.

12. Cubra com nhoque com molho de tomate, queijo e decore com manjericão fresco.

Rendimento: de quatro a cinco porções.

 

SAÚDE

Doação de leite humano: o que toda lactante precisa saber

No Dia Mundial da Doação de Leite Humano, saiba como coletar, armazenar e transportar para que o alimento chegue com segurança aos bebês internados em UTIs neonatais

19/05/2026 08h30

Além de alimentar, o leite materno fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves

Além de alimentar, o leite materno fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves Magnific

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Celebrado no dia 19 de maio, o Dia Mundial da Doação de Leite Humano chama atenção para um gesto capaz de salvar vidas todos os dias dentro das unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatais. O leite materno doado é essencial para recém-nascidos prematuros e bebês internados que, muitas vezes, não conseguem ser amamentados diretamente pelas mães.

No Brasil, referência mundial na área, a solidariedade das lactantes mantém funcionando a maior rede de bancos de leite humano do planeta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o País tem uma estrutura considerada modelo internacional no incentivo, na coleta, no processamento e na distribuição de leite humano. Ainda assim, os estoques dependem de doações constantes para atender à demanda crescente dos hospitais.

Cada frasco doado pode alimentar diversos bebês internados e contribuir diretamente para a recuperação deles, reduzindo riscos de infecções, complicações intestinais e mortalidade neonatal.

Apesar da importância do ato, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como doar, quais cuidados tomar durante a coleta e de que forma o leite deve ser armazenado e transportado.

Especialistas reforçam que a informação correta é uma das principais ferramentas para ampliar o número de doadoras e garantir que o alimento chegue com segurança aos recém-nascidos.

Como funciona

A doação pode ser feita por mulheres saudáveis que estejam amamentando e produzindo leite além das necessidades do próprio bebê. Após o cadastro em um banco de leite humano, a lactante recebe orientações sobre higiene, coleta e armazenamento.

O leite doado passa por um rigoroso processo de análise e pasteurização antes de ser destinado aos hospitais. Por isso, seguir corretamente os protocolos definidos pela Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBLH) é indispensável para preservar as propriedades nutricionais e imunológicas do alimento.

Entre as recomendações mais importantes está o armazenamento adequado. O leite materno pode permanecer congelado por até 15 dias sem perder suas características essenciais, desde que seja mantido em condições apropriadas de higiene e refrigeração.

Outro ponto fundamental é o descongelamento. Muitas pessoas não sabem, mas o uso do micro-ondas é contraindicado. O aquecimento inadequado pode destruir proteínas, anticorpos e nutrientes importantes presentes no leite humano. O método recomendado é o banho-maria com o fogo já desligado, garantindo que o alimento mantenha sua segurança biológica e qualidade nutricional.

Recipientes

Um detalhe que costuma gerar dúvidas é o tipo de recipiente aceito pelos bancos de leite e hospitais. As regras podem variar de acordo com a instituição de destino.

Nos hospitais públicos, normalmente há preferência por potes de vidro com tampa plástica esterilizados. Já em hospitais particulares algumas unidades permitem o uso de recipientes plásticos específicos desenvolvidos para armazenamento de leite materno.

Por isso, antes de iniciar a coleta, é importante que a família entre em contato com o banco de leite ou hospital escolhido para verificar quais recipientes são aceitos. Essa checagem evita desperdícios e garante que o transporte ocorra dentro das normas sanitárias exigidas.

Além da embalagem, o transporte também precisa ser realizado com cuidado. O leite deve permanecer refrigerado até chegar ao local de coleta, evitando alterações de temperatura que possam comprometer sua qualidade.

Facilitadores

Embora a doação seja um ato de solidariedade, a rotina da amamentação pode ser cansativa, especialmente nos primeiros meses após o parto. Neste cenário, acessórios desenvolvidos com apoio de especialistas têm ajudado mulheres a manterem a produção de leite de forma mais confortável, prática e segura.

Entre os itens que vêm facilitando o dia a dia das lactantes está a bomba tira-leite elétrica. O equipamento permite retirar o leite excedente de maneira rápida, silenciosa e confortável, reduzindo o desconforto e ajudando a manter a produção sem causar estresse adicional à mãe.

A tecnologia também auxilia no armazenamento. Os sacos próprios para leite materno, utilizados principalmente em hospitais particulares, são desenvolvidos para evitar vazamentos e contaminações externas durante o transporte. Como já vêm esterilizados e prontos para uso, tornam o processo mais simples e seguro.

Outro acessório bastante utilizado são os absorventes de seio, que ajudam a manter a região seca entre as sessões de coleta. Além de proporcionar conforto, eles auxiliam na proteção contra a proliferação de bactérias e irritações na pele.

É importante ressaltar, no entanto, que o uso desses produtos não substitui os cuidados básicos de higiene. Antes da coleta, é essencial lavar bem as mãos, prender os cabelos, utilizar recipientes esterilizados e realizar a ordenha em um ambiente limpo.

Remédio natural

A importância da doação vai muito além da alimentação. O leite humano funciona como uma espécie de “medicamento natural” para recém-nascidos internados, especialmente os prematuros extremos.

Rico em anticorpos, vitaminas, enzimas e fatores imunológicos, o alimento fortalece o sistema imunológico dos bebês e reduz significativamente o risco de doenças graves, como enterocolite necrosante, infecções respiratórias e sepse neonatal.

Em muitos casos, poucas gotas já fazem diferença. Bebês prematuros têm o estômago extremamente pequeno e recebem quantidades mínimas por alimentação. Isso significa que uma única doação pode beneficiar vários recém-nascidos ao longo do tratamento hospitalar.

Além dos benefícios físicos, o leite humano também contribui para o desenvolvimento neurológico e emocional dos bebês, favorecendo o crescimento saudável durante os primeiros meses de vida.

Quem pode doar?

De maneira geral, qualquer mulher saudável que esteja amamentando e tenha produção excedente pode se tornar doadora. É necessário não fazer uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação e seguir as orientações fornecidas pelo banco de leite.

O primeiro passo é procurar a unidade mais próxima para realizar o cadastro e receber as instruções corretas. Muitas instituições oferecem acompanhamento individual para esclarecer dúvidas e orientar sobre técnicas de coleta e armazenamento.

Também é importante lembrar que a doação não prejudica a alimentação do próprio bebê. O organismo materno tende a ajustar a produção de leite conforme a demanda, e a retirada frequente pode até estimular a lactação.

Como doar?

As mulheres interessadas em doar podem consultar os pontos de coleta e bancos de leite disponíveis por meio do site oficial da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (www.rblh.fiocruz.br), que reúne informações sobre cadastro, orientações e locais de atendimento em todo o País.

O processo é simples, totalmente seguro e pode ser feito sem sair de casa, já que as unidades realizam coleta domiciliar.

Bancos de leite em Campo Grande

> Banco de Leite Humano (HRMS) – o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul tem um banco de leite que fornece o kit (vidro, touca e máscara) e faz a coleta diretamente na casa da doadora.

Telefone: (67) 3378-2715.
Endereço: Av. Engenheiro Luthero Lopes, nº 36 – Aero Rancho.

> Banco de Leite Humano Irmã Maria José Machado (Santa Casa): localizado na Santa Casa de Campo Grande, também conta com equipe para suporte e coleta domiciliar.

Telefone: (67) 3322-4174 ou WhatsApp (67) 98472-5256.
Endereço: Rua Eduardo Santos Pereira, nº 88 – Centro.

> Banco de Leite Humano do Hospital Universitário (Humap-UFMS/Ebserh) – funciona como centro de referência estadual para bancos de leite e recebe doações de mães lactantes.

Telefone: (67) 3345-3027 ou WhatsApp (67) 99633-2510.
Endereço: Av. Senador Filinto Müller, nº 355 – Vila Ipiranga.

Diálogo

Político que não escondia suas convicções esquerdistas... Leia na coluna de hoje (19)

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (19)

19/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cecília Meireles - escritora brasileira

"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda".

FELPUDA 

Político que não escondia suas convicções esquerdistas, adotou recuo quando tentou galgar importante cargo,  mas acabou vendo suas pretensões sendo soterradas, tanto é que perdeu o "rumo e o prumo". Passada a borrasca eleitoral da época, juntou os cacos e está em nova empreitada como pré-candidato, porém voltou a mostrar suas garras, atacando, ironizando, debochando daquele que lhe estendeu a mão "direita".O dito-cujo tem demonstrado, em suas redes sociais, que nunca deixou de ser raposa, e sim estava disfarçado de ovelha. Corre o risco de pegar o caminho da roça.

DiálogoBruno Rezende/Divulgação UEMS

Em parceria com a University of Birmingham, da Inglaterra, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) realizará o programa "Immerse Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy", que promoverá uma imersão interdisciplinar no Pantanal sul-mato-grossense entre os dias 31  de maio e 11 de junho. O programa reunirá estudantes e pesquisadores brasileiros e britânicos em atividades de campo, debates científicos e diálogos interculturais voltados aos desafios das mudanças climáticas, da bioeconomia e do desenvolvimento sustentável.
O roteiro da imersão inclui atividades em Campo Grande, Bonito, Aquidauana, Anastácio e comunidades indígenas da região pantaneira. Entre os destaques da programação estão as atividades desenvolvidas na Unidade Universitária de Aquidauana da UEMS, considerada estratégica para a pesquisa aplicada em sustentabilidade, conservação do solo, agroecologia, piscicultura e reflorestamento de espécies nativas do Pantanal. 

DiálogoStudio Vollkopf
 
DiálogoArquivo Pessoal

É cada uma...

Com prejuízo histórico de R$ 5,8 bilhões em 2025 e rombo preliminar de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, os Correios estão sendo "empurrados" para os bolsos dos campo-grandenses. Projeto da vereadora do PT, Luiza Ribeiro, propõe priorizar a contratação da empresa pela Prefeitura de Campo Grande e que, obviamente, vai pagar tal "parceria" com recursos dos impostos pesadíssimos que o contribuinte é obrigado a recolher. Como diria vovó, "Nada como viver numa cidade sem problemas!"

Arroubo

Os pré-candidatos da direita à Presidência da República, depois do arroubo do ex-governador Romeu Zema que saiu "atirando" em Flávio Bolsonaro tão logo vazou o áudio da conversa do liberal com Daniel Vorcaro, estão evitando comentar o assunto. Já Lula foi econômico em seus comentários sobre o assunto, afirmando que se trata de "um caso de polícia". Na análise de um filiado do PL, esse é o tipo de problema que pode ocorrer tudo. Inclusive, nada.

Golpe

Golpistas estão usando falsas ofertas de emprego. As mensagens chegam por WhatsApp, e-mail e redes sociais, prometendo salários altos e com poucas exigências. Depois, os criminosos pedem dinheiro para cursos, exames médicos ou solicitam documentos pessoais e dados bancários. A Federação Brasileira dos Bancos alerta para que os interessados confirmem a procedência das vagas em sites oficiais. 

Aniversariantes 

José Paulo Delmondes;
Nanci Nishiyama Balardin;
Helton Verão Lopes;
Elza Souza Lima Mansano;
Dr. Anízio Bispo dos Santos;
Adão Gonçalves Lemes Filho;
Carlos Roberto Ferreira de Moraes;
Ivair Pedro do Amaral;
Ferdinando José Urizar;
José Ferreira de Carvalho Filho;
Nilson Gonçalves de Oliveira;
Roberto Mitio Harada;
Valdir Caramalac de Almeida;
Oscar Higa;
Luiz de Matos Carvalho da Cunha;
José Roberto de Almeida;
Luís Fernando de Barros Fontolan;
Adelma Coelho Koyama;
Vilma Areco Gonçalves;
Milton Higashi;
Adriana Oliveira dos Santos de Queiroz;
João Pedro Mendes Fontoura;
Dra. Ana Cristina Wanderley Xavier Giacomini;
Dr. Ovídio Pereira;
Francisca Felisbela (Bela) de Barros;
Ana Maria Rios de Figueiredo;
Werther Catarinelli;
Ruane Gomes;
Maria Rebeca de Morais Abdala;
Laura Cavalieri;
Valdete Xarão Jorge;
Tânia Elizabete Vinholi Gonçalves;
Francisco Aguado;
Meire Mary Okabayashi;
Sônia Arantes;
Márcio de Souza Gualberto;
Jussara Kurrle Feller;
Dr. Erton Reis Fonseca;
Ivo Fidêncio Maia;
Valdemir Pacheco;
Miyashiro Kaná;
Ariana Foletto Nunes;
Dr. Reinaldo Oshiro;
Kelly Andrade Castillo;
Dr. Eduardo Machado Rocha;
Felipe Kenji Alves Kurose;
Karla Roa;
Marcelo Campos Belo;
Lenir Garcia Gonçalves;
Flávio Salomão Cândia;
Antônio de Pádua Vasconcelos;
Edna Dias Pompeu;
Ismael José Nogueira;
Renato Jorge Ferreira;
Maria Raquel Gomes;
Eny de Godoy Alves;
Altamiro de Oliveira Dias;
Aurea Rodrigues;
Pedro Liberato da Rocha;
Marta Mariani de Macedo Monteiro;
Carla Cristina Assis;
Rubens Medeiros;
Aidê Santos Rosa;
Dilma Aparecida Rodrigues Leite;
Antônio Coelho de Oliveira;
Carlos Alberto Cristaldo Estigarribia;
Daniele Paes de Abreu Raghiant;
Pedro Ramalho;
Celso Cavalheiro;
Ivo de Souza Martins;
José Antônio Paulino;
Kátia Gea Sanches Garcia;
José Leão Ribeiro;
Priscila Maciel de Souza;
Fábia Campos Belo;
Cleuza Guimarães do Nascimento;
Vera Lúcia de Almeida Ortiz;
Valdeci Eurames Barbosa;
Nilson Antonio Ribeiro;
Eraldo Dias de Castro;
Claudério Luiz Anton;
Gilson da Gama Jambeiro Filho;
Italo Saldivar Dueck;
Maria Tereza Rubia de Macedo;
Nelia Calves de Ávila Cintra;
Rosângela Gregório dos Santos;
Gissele Mougenot Pontes;
Claudinei da Silva;
Sérgio Luiz Ramos;
Mônica Aparecida Anchieta Curado Both;
Carlos Alberto Spinelli Júnior;
Wagner Cavalcanti Garcia;
Christiane Possik Salamene;
Livia Maria Rocha Falcão;
Elaine Cristina Silva Stuani;
Natalia Ravagnani Santos;
Juliana Alves de Lima Matera;
Elizabete Bagordakis Pinto;
Claudia Andréia Moreira;
Tatiane Romero;
Roberto Albuquerque Bertoni;
Karen Marcela Silva Legnaro Leone;
Mari Suse Finotti Ono;
Lauro Moreira Scholer;
Adhemar Kendi Kashiyama;
Luiz Henrique Almeida Zanin;
Itacir Molossi;
José Boris Davidoff Neto.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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