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Irene Cara, cantora de 'Fame' e 'what a feeling', morre aos 63 anos

Informação foi publicada em seu site oficial por Judith A. Moose, presidente do grupo JM e representante da artista

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Irene Cara, uma das cantoras de maior sucesso dos anos 1980 e vencedora de prêmios importantes como o Oscar, o Grammy e o Globo de Ouro, teve sua morte anunciada neste sábado, 26, aos 63 anos de idade.

A informação foi publicada em seu site oficial por Judith A. Moose, presidente do grupo JM e representante da artista, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.

Em 1980, protagonizou o longa Fame, que emplacou a música de mesmo nome como vencedora do Oscar de melhor canção original. No Globo de Ouro, chegou a ser indicada como melhor atriz pela atuação, além de a música também ter sido condecorada.

Em 1983, foi lançada outra música de primeira grandeza, parte da trilha sonora de outro clássico dançante, Flashdance.

A canção, que espelhava a história da trama estrelada por Jennifer Beals, rendeu novamente o Globo de Ouro e o Oscar de melhor canção original, além do prêmio Grammy.

Na cerimônia musical, também foi condecorada como a melhor performance vocal feminina de música pop.

Tanto nas premiações quanto em seus shows, Irene Cara era conhecida por ter uma voz potente e próxima às versões de estúdio.

No Twitter, sua representante afirmou: "Nós estávamos trabalhando em projetos maravilhosos que teriam feito seus fãs incrivelmente felizes. Seu empresário e eu os finalizaremos. Ela iria querer isso".

Confira abaixo a íntegra do comunicado da morte de Irene Cara:

"É com profunda tristeza que, em nome de sua família, eu anuncio a morte de Irene Cara. A atriz vencedora do Oscar, cantora, compositora e produtora morreu na sua casa na Flórida. A causa de sua morte ainda não é conhecida e será divulgada quando a informação estiver disponível.

A família de Irene solicitou privacidade enquanto processa o seu luto. Ela era uma alma bonita e abençoada cujo legado viverá para sempre através de sua música e filmes. Detalhes do funeral estão pendentes e um memorial para os seus fãs será planejado em uma data futura."

 

Saúde Correio B+

Dor abdominal, inchaço e gases? A respiração pode ajudar a identificar problemas no intestino

A síndrome do intestino irritável (SII) pode estar associada à má absorção de carboidratos em até 48,9% dos pacientes, e o teste respiratório é o principal método não invasivo capaz de identificar essas causas

25/07/2026 17h00

Dor abdominal, inchaço e gases? A respiração pode ajudar a identificar problemas no intestino

Dor abdominal, inchaço e gases? A respiração pode ajudar a identificar problemas no intestino Foto: Divulgação

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Sintomas digestivos persistentes, como distensão abdominal, dor e excesso de gases, podem ser consequência de uma fermentação intestinal desregulada, que não é detectada por exames de sangue nem pela colonoscopia.

Nesse contexto, um teste realizado por meio da respiração do paciente permite identificar o problema. O método analisa gases como hidrogênio, metano e sulfeto de hidrogênio no ar expirado, produzidos durante o processo de fermentação no intestino.

Dois fatores principais estão envolvidos nesse processo. O primeiro é a má absorção de carboidratos. Açúcares como frutose, frutanos, lactose e sacarose, presentes em frutas, trigo, leite e alimentos industrializados, não são completamente digeridos e acabam sendo fermentados pelas bactérias intestinais.

O segundo é o supercrescimento bacteriano no intestino delgado, conhecido como SIBO, no qual o excesso de bactérias intensifica essa fermentação e leva a sintomas como distensão abdominal, dor e alterações do hábito intestinal, incluindo diarreia e constipação.

“Esse desequilíbrio impacta diretamente a qualidade de vida do paciente e, muitas vezes, demora a ser identificado, porque os sintomas são inespecíficos e podem ser confundidos com outras condições”, explica Karitas Matsunaga, gastroenterologista e hepatologista.

Os números mostram o quanto esses quadros podem passar despercebidos. Um estudo publicado na BMC Gastroenterology analisou 186 pacientes com síndrome do intestino irritável por meio do teste respiratório e identificou má absorção de frutose em 38,2% dos casos e de frutanos em 48,9%.

Além disso, 22,6% dos pacientes apresentavam ambas as condições simultaneamente, o que reforça que a fermentação excessiva pode ter múltiplas origens no mesmo indivíduo, todas invisíveis aos exames convencionais.

Testes respiratórios de hidrogênio e metano como seguros, de baixo custo e entre os métodos menos invasivos disponíveis para investigar esses distúrbios. Embora não substitua a colonoscopia, que avalia alterações estruturais como inflamações, pólipos e tumores, o exame preenche uma lacuna diagnóstica importante ao avaliar o funcionamento do intestino.

“Ele ajuda a transform ar sintomas inespecíficos em dados objetivos, o que facilita a investigação e a definição da conduta clínica”, afirma a especialista.

Com o diagnóstico de intolerâncias alimentares confirmado pelo teste respiratório, o manejo costuma envolver ajustes nutricionais alimentares, como a adoção temporária de dietas que restringem carboidratos de difícil absorção.

Nos casos de SIBO, antibióticos específicos podem ser prescritos pelo gastroenterologista. O acompanhamento multidisciplinar tende a ser mais eficaz justamente por se basear em uma causa identificada.

“Quando a origem dos sintomas não é identificada, o paciente entra em um ciclo prolongado de consultas, dietas por conta própria e uso de medicações sintomáticas que não resolvem o problema. Um diagnóstico preciso encurta esse caminho e muda completamente a abordagem terapêutica”, conclui Vera Lúcia Ângelo Andrade, gastroenterologista, possui Mestrado e Doutorado em Ciências, com foco em Patologia Geral. É especialista em Gastroenterologia e Doenças Funcionais, sócia-proprietária da Clínica NU.V.E.M em Belo Horizonte.

Pet Correio B+

O que evitar na dieta dos pets para prevenir alergias

Tutores devem priorizar rações com boa fonte de proteína; alimentação natural é alternativa, mas precisa de orientação profissional e encaixe na rotina familiar

25/07/2026 15h30

O que evitar na dieta dos pets para prevenir alergias

O que evitar na dieta dos pets para prevenir alergias Foto: Divulgação

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Manter uma alimentação equilibrada é o primeiro passo para garantir a saúde e o bem-estar integral dos pets. O mercado conta com diversas opções de rações e petiscos, porém, algumas fórmulas tendem a causar alergias, além de não fornecer todos os nutrientes necessários. Por isso, antes de escolher, o tutor deve estar atento à composição do alimento.

“Na composição fornecida pelo fabricante no pacote, o primeiro ingrediente da lista é o que está em maior proporção na fórmula. Cães e gatos precisam de proteína de boa qualidade, preferencialmente de alta digestibilidade”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá, primeira marca de skincare para animais do Brasil.

Embora ingredientes amiláceos e fibrosos ajudem na estrutura da ração e no trânsito intestinal, eles devem estar em equilíbrio no alimento.

A farinha de trigo em excesso, por exemplo, favorece a intolerância ao glúten. Em animais sensíveis, fórmulas com muitos aditivos, corantes ou ingredientes de baixa digestibilidade podem piorar sintomas gastrointestinais e dermatológicos.

Em relação à fonte de proteína, também é preciso escolher com cautela. “O frango é uma das proteínas frequentemente envolvidas em reações alimentares em cães sensíveis, por isso, deve ser evitada em algumas dietas.

Peixes como salmão e tilápia, além da proteína de ervilha e farinha de mosca, são opções mais leves e melhor toleradas por animais com predisposição a alergias. Além disso, elas fornecem uma boa saciedade, auxiliando no controle do peso”, afirma Nathália.

Outros nutrientes importantes são fibras, ácidos graxos, prebióticos, vitamina E, ômega-3, ômega-6 e biotina. Alguns ingredientes naturais, como própolis, chlorella e spirulina, estão relacionados ao aumento da imunidade, à melhora da função hepática e ao alívio de alergias, e também são recomendados para uma dieta equilibrada.

Equilíbrio ideal 

A classificação de rações e petiscos entre standard, premium e super premium ajuda os tutores a identificarem as opções mais saudáveis. “Algumas versões premium e super premium oferecem melhor seleção de ingredientes, maior digestibilidade e fórmulas sem transgênicos ou sem glúten”, assinala a médica-veterinária.

Caso o tutor opte pela alimentação natural, é indispensável que o cardápio seja elaborado por um veterinário para garantir o aporte nutricional adequado. 

“Entre a alimentação natural ou com alimentos industrializados, a melhor escolha é aquela que se encaixa na rotina da família. O mais importante é garantir que as refeições sejam equilibradas. Tanto em uma dieta quanto na outra, pode ser necessário incluir complementos alimentares para garantir a saúde e o bem-estar a longo prazo”, orienta Nathália.

Vale lembrar que os petiscos também entram na conta e não devem superar os 10% das calorias totais que o pet consome. Além disso, para evitar o consumo desnecessário de farinhas, a recomendação é optar por peixes desidratados, como tilápia e merluza, iogurte natural congelado e gelatina sem sabor e incolor.

Os primeiros sinais de que o animal não se adaptou ao alimento, ou de que ele não está adequado, são fezes amolecidas, vômitos e coceiras. 

“Mesmo assim, qualquer sintoma físico ou comportamental deve ser devidamente investigado, porque pode indicar um problema mais sério, que exige intervenções que vão além da alimentação”, alerta Nathália.

 

 

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