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COMPORTAMENTO

Lançamento da primeira Barbie com transtorno do espectro autista reacende debate sobre inclusão

Lançamento da primeira Barbie com transtorno do espectro autista (TEA) reacende debate sobre inclusão e representatividade, provocando uma reflexão sobre o papel dos brinquedos para as crianças e toda a sociedade

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Durante décadas, brinquedos ajudaram a contar para as crianças quem elas poderiam ser. Bonecas, em especial, sempre funcionaram como espelhos simbólicos da infância, ainda que para muitas meninas esse reflexo nunca tenha parecido com a própria realidade. Criada pela norte-americana Ruth Handler (1916-2002), a Barbie surgiu em 1959 e logo se tornou ícone da beleza feminina, loira e linda.

Mas, ao longo de décadas, a conjunção entre as mudanças comportamentais e um afiado faro de marketing levou a boneca a ter mais de 175 versões, assumindo diferentes tons de pele, tipos de cabelo e corpos. Até contemplar o politicamente correto, a partir da Barbie negra, em 1980. O engajamento se intensificou mais recentemente. Em 2023, foi lançada a primeira Barbie com Síndrome de Down. Em 2024, surgiu a primeira com deficiência visual. Em 2025, inspiradas em brasileiras, vieram as bonecas PCDs da consagrada linha.

É por isso que o recente lançamento da primeira Barbie com transtorno do espectro do autista (TEA), pela Mattel, vem provocando uma discussão que vai muito além do universo dos brinquedos, pois toca diretamente em temas como pertencimento, identidade, desenvolvimento emocional e representatividade na infância.

Já disponível no mercado norte-americano, ou em todo o mundo pelo comércio eletrônico, a Barbie autista foi anunciada pelo marketing brasileiro da fabricante há duas semanas e tem previsão de chegar às prateleiras em julho, com preço em torno de R$ 120. Ao trazer uma boneca pensada para refletir experiências comuns a pessoas no espectro, o lançamento reacende um debate fundamental sobre o quanto ver a si mesma representada influencia a forma como uma criança constrói sua autoestima e sua relação com o mundo.

Nova boneca tem tablet com aplicativo de comunicação aumentativa e alternativa (CAA), fones de ouvido cor-de-rosa antirruído, fidget spinner (ferramenta sensorial terapêutica) e vestuário sensível ao toqueNova boneca tem tablet com aplicativo de comunicação aumentativa e alternativa (CAA), fones de ouvido cor-de-rosa antirruído, fidget spinner (ferramenta sensorial terapêutica) e vestuário sensível ao toque

AUSÊNCIA DE ESPELHO

Para meninas com TEA, historicamente sub-representadas tanto nos diagnósticos quanto nas narrativas culturais, esse gesto simbólico pode ganhar ainda mais relevância. Essa ausência de espelhos na infância é algo vivido na prática por muitas mulheres que só receberam o diagnóstico na vida adulta. É o caso da psicopedagoga Fabiana (nome fictício), de 27 anos, que descobriu ser autista tardiamente.

“Recebi o diagnóstico de TEA tardiamente, e acredito que a falta de conhecimento sobre autismo foi um dos principais fatores para isso. Enquanto minha mãe buscava respostas, ninguém pensava que pessoas com TEA poderiam circular por aí, em meio aos neurotípicos”, afirma.

Ela constata que comportamentos atualmente reconhecidos como características do espectro sempre estiveram presentes, mas foram interpretados de forma equivocada. “Eu, assim como outras meninas autistas, era apenas ‘fresca’, ‘problemática’, ‘esquisita’. As hipersensibilidades, a dificuldade de fazer contato visual, o deficit nas interações sociais. Sempre esteve tudo ali. Mas não havia informação suficiente, muito menos representatividade”, diz Fabiana.

RÓTULO OU VALIDAÇÃO?

Para a psicóloga Isabella Roque, especialista em neurodesenvolvimento, relatos como esse ajudam a dimensionar a importância de iniciativas simbólicas na infância. “A infância é um período em que as crianças estão constantemente buscando referências para entender quem são e como pertencem ao mundo”, afirma.

“Quando uma menina com autismo não se vê representada em histórias, personagens ou brinquedos, a mensagem implícita pode ser a de que há algo de errado com ela. A representatividade funciona como um fator de validação emocional, não como um rótulo”, explica a psicóloga.

A especialista destaca que meninas com TEA, muitas vezes, aprendem desde cedo a mascarar comportamentos para se adaptar socialmente, o que pode atrasar diagnósticos e gerar sofrimento emocional ao longo da vida. “Quando falamos de representatividade, estamos falando também de visibilidade, de escuta e de reconhecimento dessas vivências”, afirma Isabella.

MAIS AUTONOMIA

Do ponto de vista de quem vive o espectro, a representatividade também está diretamente ligada à possibilidade de um diagnóstico mais precoce e a uma vida com mais autonomia. “A intervenção precoce é o melhor caminho para uma vida com maior independência. E a melhor forma de construir um mundo menos capacitista é ensinando desde cedo que pessoas podem ser diferentes”, ressalta Fabiana.

Isabella reforça que é fundamental compreender que o espectro autista é amplo e diverso, e que nenhuma representação será capaz de abarcar todas as experiências possíveis. Ainda assim, ela destaca o valor simbólico da iniciativa. “Não se trata de dizer ‘é assim que toda pessoa autista é’, mas de afirmar que pessoas autistas existem, são diversas e merecem ser vistas desde a infância. A representatividade não simplifica o espectro, ela inaugura o diálogo”, complementa.

EMPATIA E EDUCAÇÃO

Fabiana chama atenção para o impacto educativo desses símbolos, tanto para crianças autistas quanto neurotípicas. “Como profissional da psicopedagogia, vejo esses brinquedos como um recurso lúdico de ensino sobre diferenças e respeito. Como mulher autista, vejo essa Barbie, sim, como uma forma importante de representatividade”, afirma.

O debate convida pais, cuidadores e educadores a refletirem sobre como pequenas escolhas do cotidiano, como os brinquedos oferecidos às crianças, podem contribuir para uma educação mais empática e inclusiva.

“Quando uma criança neurotípica brinca com uma boneca que traz características diferentes das suas, ela aprende, de forma natural, que a diversidade faz parte da vida”, destaca a psicóloga Isabella Roque.

Para a especialista, que atua em uma instituição de acolhimento e educação para crianças e adolescentes neurodivergentes, a Barbie autista se insere em um movimento mais amplo de revisão das narrativas sobre infância, saúde mental e neurodiversidade. Esse movimento lembra que inclusão não começa apenas em políticas públicas ou diagnósticos, mas também nos símbolos, nas histórias e nos espelhos que oferecemos às crianças desde cedo.

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AGENDA CULTURAL

Música, palavra e brincadeiras garantem lazer para a família neste fim de semana

Programação para o fim de semana em Campo Grande conta com projeto em celebração à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca para circulação da literatura brasileira, opções de diversão e oficinas para a criançada e uma série de shows

23/10/2026 09h00

Foto: DIVULGAÇÃO

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Na agenda cultural deste fim de semana, o lazer é garantido para todas as idades e gostos, com opções para a criançada gastar a energia em parques e oficinas, uma série de shows dos mais variados estilos para quem não dispensa “balançar o esqueleto”, além, é claro, de alternativas para aqueles adultos que preferem aproveitar as merecidas horas de descanso fora do expediente com uma programação mais tranquila para o corpo e para a mente. 

É o caso, por exemplo, da ação em celebração à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, com programação que começou ontem no Sesc Teatro Prosa e que tem por objetivo promover a circulação da literatura brasileira e ampliar o acesso do público em geral às mais diversas formas de expressões por meio da literatura. 

Ao todo, a programação é composta por seis encontros, sendo três circuitos de oralidades e outros três de autores, que tiveram início às 19h de ontem, com a performance “Desamada: Uma Dramaturgia Poética”, inspirada na obra “Um Corpo à Espera de Amor”, da autora paulista Midria.

Hoje, também às 19h, no Sesc Teatro Prosa, acontece a performance “Mulheres Quilombolas na Construção dos Saberes”, em que a líder e educadora popular do Quilombo Arthur de Passos, no Piauí, Tina Ribeiro, compartilha com o público campo-grandense a história de sua comunidade e também sua trajetória de vida. 

Tina apresenta os saberes populares, como a ciência contida em xaropes, além da prática de rezadeiras e benzedeiras e toda a força da ancestralidade, em um relato construído em forma de um percurso poético sobre seu caminho de vida, entrelaçando passado e presente e “ressaltando as histórias de lutas e potências das mulheres quilombolas”, como é classificada a performance. 

Por fim, a narração de histórias “Nem Muito Longe, Nem Muito Perto Daqui” encerra a programação do Projeto Nacional Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras, amanhã, às 16h, no Sesc Teatro Prosa, em Campo Grande.

Contos de origens variadas ganham brasilidade na corporeidade da artista Camila Costa, do Rio de Janeiro, em cena e no diálogo com ritmos e músicas de expressões culturais brasileiras como bumba meu boi e baião.

“As histórias são comoventes e divertidas, e abordam temas primordiais à vida humana, tais como a dimensão comunitária da existência, as jornadas em busca daquilo que desejamos, a nossa capacidade de vencer o medo e acreditar nos sonhos”, descreve o programa. Todos os ingressos podem ser reservados pela plataforma Sympla. 

PROGRAMAS INFANTIS

Foto: DIVULGAÇÃO

Infantil Parques e Oficinas

Diariamente, no Shopping Norte Sul, os pequenos podem aproveitar oficinas e mais

Voltada mais especificamente para as famílias e o público infantil, até quarta-feira há uma série de oficinas, espaços de brincadeiras e muito mais para gastar a energia dos pequenos no Shopping Norte Sul Plaza.

Diariamente, ao lado da Riachuelo, há um espaço que reproduz cenários em tamanho infantil, como camarim, cozinha e sala de aula, além de tobogãs com piscina de bolinhas. 

Além disso, o local separa em sua praça de eventos uma “praia kids” para crianças até 13 anos, com combos que podem ser adquiridos e garantem, além da diversão, livros, balões, chaveiros, slimes e mais.

Para aproveitar o espaço, que traz até mesmo um tubarão em fibra, além de torre elástica, passarelas, escorregadores tubulares e temáticos e um espaço com bolinhas, os menores de 4 anos devem ser acompanhados pelos pais ou um adulto responsável. 

No Shopping Norte e Sul Plaza, os pequenos podem procurar pela oficina de slime, de até uma hora, que pode render, além do brinquedo, interativo, uma pintura, desenho e outras brincadeiras.

Já na Magic Games, também no Shopping Norte Sul Plaza, há ainda um passeio que pode ser curtido em família, o T-Rex Tour, que funciona a partir das 16h e custa R$ 15 por pessoa. Os demais valores podem ser consultados nos quiosques. 

MÚSICA E SHOWS

Foto: Reprodução

Música - Engenheiros do Hawaii Cover

Banda que chega de São Paulo para animar a noite no Irlandês Pub com clássicos do Engenheiros do Hawaii, na Capital

Para quem prefere sair para curtir um som, hoje acontece um show da Engenheiros do Hawaii Cover, banda que chega de São Paulo para animar a noite no Irlandês Pub, que abre a partir das 18h e está localizado na Rua Oceano Atlântico, nº 115, no Bairro Chácara Cachoeira, na Capital. Os ingressos podem ser reservados pela plataforma Sympla. 

Parafraseando a poeta contemporânea Anitta, aqueles que achavam que não “daria para rebolar hoje” podem aproveitar o evento Reboladaz, na boate Daza, que fica na Rua Marechal Rondon, nº 2.181, na região central de Campo Grande. 

Valorizando a tradição sabática, o Complexo Esportivo Estação Pôr do Sol traz amanhã a Feijuca de Sábado, a partir das 11h. No local, que oferece bebidas e drinks, o público poderá aproveitar o pagode ao vivo do grupo Entre Noixx, além da feijoada self-service. Há opção de ingressos antecipados e venda no local. Crianças até 6 anos não pagam. 

Para fechar a programação do fim de semana, o campo-grandense pode ainda abraçar o clima de terror para aproveitar o haNONween, o Halloween da boate Non Stop Club. Essa noite de arrepiar será comandada pela DJ Fran Albuquerque. 

O evento começa amanhã, às 23h, na Rua Pimenta Bueno, nº 127, prometendo para o público de Campo Grande uma festa intensa, sombria e inesquecível. 

“A DJ Fran Albuquerque por onde passa causa alvoroço, desperta amor e idolatria. Dona de uma presença inconfundível e de um som vibrante, ela reúne fãs e admiradores, impõe seu carisma e magnetiza a pista com sua música. Quando Fran assume o comando, ninguém fica indiferente, a energia toma conta e a pista vira um verdadeiro espetáculo”, cita a organização. 

Por fim, mas não menos importante, os amantes de um som mais pesado serão agraciados amanhã com LabHits Rock Generation 2000 – Volume 2, no Blues Bar, que fica na Rua 15 de novembro, n°1.186, em Campo Grande.

No setlist das mais de quatro horas de show dessa noite especial, o campo-grandense fã do bom e velho rock ‘n’ rol poderá curtir tributos a Evanescence, Audioslave, Rage Against The Machine, Limp Bizkit, Korn, Bring Me The Horizon, Avenged Sevenfold, System of a Down,
Slipknot e Linkin Park.

Diálogo

O eleitor de Mato Grosso do Sul deu um recado claro nas urnas: quer... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (23)

23/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cora Coralina - Escritora brasileira

"O saber se aprende com os mestres. A sabedoria, só com o corriqueiro da vida”.

FELPUDA

O eleitor de Mato Grosso do Sul deu um recado claro nas urnas: quer continuidade no comando do Estado. O contraste com o Legislativo chama atenção: lá, o eleitor trocou peças. No Executivo, preferiu não mexer no time e o governador Riedel foi reeleito já no primeiro turno, com 67,07% dos votos válidos, numa das vitórias mais folgadas do país. Ele venceu nos 79 municípios, com votações entre 58% e mais de 80%, sem deixar um único reduto para a oposição, nem em Campo Grande e nem no interior. Como diria vovó: “Quem sabe o que planta, não teme a colheita”. Assim sendo...

Diálogo

Bis

A senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina voltou a figurar na lista das “100 Mulheres Poderosas do Agro” da revista Forbes Brasil, em sua segunda edição, divulgada neste ano. Na primeira, lançada em 2021, o nome dela também estava lá, presente desde a estreia.

Mais

A lista reúne mulheres de diferentes regiões, gerações e atividades para reconhecer o poder feminino num setor predominantemente masculino. O anúncio integra as comemorações do Dia Internacional da Mulher Rural, celebrado em 15 de outubro.

DiálogoEster Quintanilha Nogueira e o seu neto Gustavo Terra - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoJoão Vitor Silva - Foto: Lu Prezia

De peso

Pela primeira vez, Dourados terá cinco deputados na Assembleia Legislativa, que vão da direita a esquerda. José Teixeira, com 32 anos consecutivos exercendo mandato de deputado estadual, é o mais antigo dos douradenses. Ele é da direita, ao lado da bolsonarista Gianni Nogueira. Outro da direita é Renato Câmara, reeleito para o quarto mandato. Estreante na Assembleia de MS, o petista Tiago Botelho formará a bancada  do partido com Gleice Jane. 

Susto

Nesta semana, dvogados tiveram momentos de pânico quando não conseguiram acessar o sistema do Tribunal de Justiça de MS. E quem tem prazo para apresentar recursos, quase arrancou os cabelos. Depois do susto, foram informados que tribunais de vários Estados também estavam fora do ar e até o sistema do STJ estava inacessível. Houve suspeita de ataques de hacker na Justiça brasileira. Porém, o TJMS deixou o pessoal mais calmo quando informou que estava fazendo atualização no sistema.

Por perto

A Sanesul teve papel central no projeto que vai reforçar o abastecimento de água nas aldeias Jaguapiru e Bororó, em Dourados. Sob o comando do presidente Renato Marcílio, a equipe de engenharia da estatal criou a solução técnica e ajudou a garantir os recursos junto aos governos estadual e federal e à bancada de MS.  Agora, a empresa acompanha as obras, contratadas pela Agesul, que incluem dois superpoços, além da ampliação da rede de distribuição.

ANIVERSARIANTES 

  • Lúcia Martins Coelho Barbosa, 
  • Paulo Sérgio Domingos Hernandes, 
  • Cláudia Mazza Anache, 
  • Naur Souza Barbosa Junior, 
  • Márcia de Araújo Stanzione, 
  • Anibal Arce Torres,
  • Antonio Delfino Pereira Neto (Tom),
  • Olga Brandão,
  • Filemon Medina da Silva,
  • Elson Silva Jara,
  • Paulo Júlio de Souza,
  • Rui Minoru Watanabe,
  • Hudson Shiguer Kinashi, 
  • Maria de Lourdes Pinho Soares,
  • Neida Gomes Machado,
  • Antônio Carlos Camponez Petenatti,
  • Marisa Castro Alves Sá,
  • Ana Carolina Pimentel, 
  • Ederson Costa de Assis,
  • Vanildo Ribeiro,
  • Maria Abdul Ahad,
  • Arilson Nascimento Targino,
  • Flávia Ocampos Guimarães,
  • Anna Ribeiro Gomes Rodi,
  • Nawalle Nahas Curado,
  • Gilvan Alves Farias,
  • Leny Cunha,
  • Ricardo Ferraz de Camargo,
  • Mateus Alves Chaves,
  • Milene Hernandes Moretti,
  • Yasmin Ali Omais, 
  • Nacyr Gomes Proença,
  • Rosemary Matias Coelho,
  • Carlos Alberto Diniz Laburu,
  • Lúcio Franco de Sá Fernandes,
  • Dr. João Cláudio dos Santos,
  • Andréa Ribeiro de Barros,
  • Sérgio Issao Wassano,
  • Ana Helena Catelan Munró,
  • Vanessa Fernandes da Silva,
  • Rodrigo Vargas,
  • Jaime Rodrigues Pinheiro,
  • Cyntia Cristina Camacho Braga,
  • Maria Helena Loureiro da Costa,
  • Simone Scarselli,
  • Yukiko Shinzato, 
  • Leila Nery Miranda,
  • Getúlio dos Santos Mourão,
  • Maria Auxiliadora de Barros,
  • Alfredo José Salomão,
  • Darlete Lindesley Barbosa da Cruz,
  • Vitória Alice Vieira de Lima,
  • José Carlos Mendonça,
  • Ursula da Costa Tôrres,
  • Yeda Lima de Souza,
  • Renata Barbosa Cruz,
  • Eulinda da Silva Miranda,
  • Lidia Maria Barros de Lima,
  • José Lincoln Furuguem,
  • Ursula Filártiga Henning,
  • Mayara Areco Pereira,
  • Aline Amaral Pereira,
  • Elton Flávio Montovani dos Reis,
  • Roberto Carlos Meireles Peralta,
  • Edy Cristina Pereira,
  • Juscelino Antonio  Correa,
  • Débora Margarida Quintanilha Gomes,
  • Kamila de Carvalho Bignardi, 
  • Edna Sanae Yodono Garcia,
  • Luciene Oliveira Mara,
  • Adriano Dias Ferreira Dutra,
  • Rafael Ailton Teixeira Gomes,
  • José Carlos Costa,
  • Carlos Maurício Dias Dantas,
  • Deise Moreira da Costa,
  • Helio Tokuji Higa,
  • Ana Paula Quintela de Paiva,
  • Leticia Maria Pereira Villela,
  • Emílio da Costa Feliz,
  • João Marcos Kintschev Tiburcio,
  • Edesio Calderon Correa,
  • Carlos Casagrande Poleis,
  • Felipe Augusto Dias,
  • Hilarion Gregor Chaparro, 
  • Devair Gonçalves Galdino, 
  • Patrícia Baez Furtado de Mendonça,
  • Tertuliano Marcial de Queiroz,
  • Anastácio Dalvo de Oliveira Ávila,
  • Eliselle Lopes Ribeiro de Assis Franco, 
  • Jorge Elias Hatchwell de Almeida Junior, 
  • Demilson de Santi,     
  • Reginaldo Costa de Albuquerque,
  • Paulo Henrique Xavier de Souza,
  • Carlos Henrique Serafim,
  • Edmundo Pereira Calado,
  • Maria Silvia Martins Maia Ricci,
  • Fernando Vigano,
  • Lucas Pasquali Vieira,
  • Túlio Cassiano Garcia Mourão,
  • Janainna Enedina Teruel,
  • Edson Panes de Oliveira Filho,
  • Elzy de Oliveira e Souza Gonçalves,
  • Wilson Castro de Sá,
  • Eunice Novais Pereira, 
  • Marielva Araújo da Silva,
  • Onercilene Ricarte de Oliveira,
  • Sérgio Augusto Guedes,
  • Wander Matos de Aguiar.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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