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MÚSICA

Luísa Sonza dá uma guinada na carreira com o lançamento de "Bossa Sempre Nova"

Álbum gravado em 2025, em parceria com Roberto Menescal e Toquinho, dois expoentes do gênero que reinventou e internacionalizou a música brasileira; "Samba de Verão", "Triste" e "O Barquinho" estão no repertório

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Ela fez um dos shows mais concorridos do MS ao Vivo de 2025, levando 40 mil pessoas ao Parque das Nações Indígenas, na abertura do projeto musical, em maio. Agora, com o lançamento de seu quarto álbum, Luísa Sonza deve voltar a surpreender o seu público.

“Bossa Sempre Nova”, gravado em 2025, ao lado de Toquinho e Roberto Menescal, mostra que o flerte com a bossa nova iniciado com “Chico”, canção do álbum “Escândalo Íntimo” (2023), deu frutos. O novo trabalho tem 14 faixas e já está disponível nas plataformas digitais.

Menescal integra a primeira geração da bossa nova, a que despontou no fim dos anos 1950 e que se consagraria já em 1962, com o antológico show no Carnegie Hall, em Nova York.

O guitarrista e violonista coproduziu oito faixas do álbum, incluindo quatro clássicos de sua prolífica parceria com Ronaldo Bôscoli, além de sua primeira composição com Luísa Sonza. Já Toquinho, último parceiro de Vinicius de Moraes (1913-1980), é o violonista e coprodutor das outras seis faixas do disco.

Gravado em 2025 de forma orgânica, com a cantora e os instrumentistas face a face nos estúdios, quase sem cortes e edições, “Bossa Sempre Nova” mostra de forma cristalina o quanto o estilo nascido no fim dos anos 1950 mantém o frescor na voz de Luísa. Parodiando outro clássico (“Desafinado”), é bossa nova, é muito natural.

Composições e interpretações confirmam que o flerte é sério. O timbre é o mesmo, mas a cantora soa mais direta, leve como o estilo sedimentado por João Gilberto pede.

Selecionado por Luísa, com exceção da inédita “Um Pouco de Mim” (Sonza e Menescal), o repertório alterna clássicos e composições menos conhecidas, mas que, do mesmo modo, podem ser consideradas pérolas do gênero que botou a música brasileira no mundo.

OS PARCEIROS

Foi por volta de 2022 que Luísa virou, em suas próprias palavras, uma “rata da bossa”. Daquelas que são capazes de visitar uma loja de vinil especializada no Japão e, em casa, é vigiada de perto por Menescal e Jobim, dois dos seis felinos que dividem o lar com ela e mais quatro cachorros.

Desde que gravou Desde que gravou “Chico”, faixa de “Escândalo Íntimo” (2023), seu terceiro álbum, Luísa Sonza vinha flertando com a bossa nova Foto: Divulgação / Pam Martins

Desde que os dois se conheceram, Menescal foi o principal incentivador do projeto. Há dois anos, certa noite, em encontro no camarim após um show de Paula Toller, o autor de “O Barquinho” contou o quanto gostara de “Chico”, sugerindo que a cantora avançasse mais fundo nessa praia.

Eles mantiveram contato e, inicialmente, Luísa e o produtor Douglas Moda, com quem trabalha desde seu segundo disco, “Doce 22”, pensaram em gravar uma We4 Sessions Live – projeto de performances musicais ao vivo com transmissão pela internet – com Menescal.

Durante os primeiros encontros para a série produzida por Moda, o projeto virou um disco inteiro, reforçado pela participação de Toquinho. Luísa comentara de como este seria perfeito para uma música, mas não sabia como chegar até ele. Douglas Moda não só tinha o número como mantinha contato frequente com Toquinho.

Após as sessões cariocas, com Roberto Menescal (guitarra e violão, e voz em “Você”) e grupo (baixo, bateria, piano, teclados e eventuais sopros), a produção foi concluída em São Paulo, pilotada por Luísa e Moda. Entre as canções selecionadas estão quatro da dupla Menescal e Bôscoli – “O Barquinho”, “Você”, “Ah, Se Eu Pudesse” e “Nós e o Mar”.

CLÁSSICOS

Já a parceria inaugural, “Um Pouco de Mim”, foi escrita por Luísa durante uma temporada em Los Angeles e estava separada para seu quarto disco de carreira, “LS4”.

A cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anosA cantora gaúcha, de 27 anos, ao lado do veterano bossa-novista Roberto Menescal, atualmente com 88 anos - Foto: Divulgação / Pam Martins

Por sugestão de Douglas Moda, aceita pela cantora “desde que a capella”, um áudio foi enviado para Menescal, que botou seu violão, deu um trato na harmonia e no formato.

Outra faixa, captada somente com Menescal ao violão e a voz de Luísa, “Diz que Fui por Aí” é clássico samba de Zé Keti (1921-1999) e Hortêncio Rocha, gravado por Nara em seu primeiro álbum, em 1964, inaugurando a MPB.

TOQUINHO

A intenção inicial de fugir dos clássicos não resistiu à química perfeita conseguida por eles na solar “Samba de Verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle) e na soturna “Triste” (Tom Jobim). Esta, uma das faixas de “Elis e Tom”, o álbum preferido de Luísa, na voz de sua cantora (e conterrânea) “favorita”.

Convite aceito para se juntar a “Bossa Sempre Nova”, Toquinho começou a trabalhar na concepção de suas faixas.

Até, após ouvir o que Luísa gravara com Menescal, sentir que o sarrafo estava lá em cima. Pediu mais tempo para rearranjar e manter o padrão nas seis faixas, que também alternaram formações de voz e violão ou com grupo.

No primeiro encontro no estúdio, para pegar o tom de Luísa, Toquinho escolheu “Águas de Março” e, assim, ela e Douglas perceberam que mais um clássico dos clássicos de Jobim (e também do repertório de “Elis e Tom”) não tinha como ficar de fora.

Voz de Luísa e violão (e voz) de Toquinho se dão muito bem e passam o recado em mais duas canções, ambas da parceria dele com Vinicius de Moraes, “Carta ao Tom 74” e “Tarde de Itapoã”.

Entre as três sob acompanhamento do grupo estão: um afro-samba de Vinicius e Baden Powell (“Consolação”); uma das primeiras canções de Vinicius, “Onde Anda Você” (parceria com Hermano Silva lançada em 1953); e, fechando o disco, “Só Tinha de Ser com Você” (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira).

Esta é outra canção de “Elis & Tom”, mas que, em 1965, ano de seu lançamento por Jobim, tinha sido gravada em versão instrumental por Toquinho.

ALÉM DO POP

“Chico” foi o sinal mais forte da paixão por bossa nova e MPB. Mas, “Escândalo Íntimo”, terceiro álbum de carreira, trazia outros indícios de que a estrela pop por excelência do Brasil na terceira década do século 21 transcendia os limites do gênero.

Entre eles, na faixa-título e de abertura, o sample do tema instrumental “Quarto de Hotel” (Hareton Salvanini), que ela conta ter conhecido no canal de TikTok de um estrangeiro.

luisa sonza Foto: Divulgação/Pam Martins

Já em “Luísa Manequim”, o sample com o refrão e a batida que serve de base veio de uma canção de Abílio Manoel (“Luiza Manequim”), artista dos anos 1970 (português, mas criado em São Paulo) que foi redescoberto por colecionadores de vinil ao redor do mundo.

Se restava dúvida, fechando o disco lançado em 2023, estava o dueto com Caetano Veloso em “You Don’t Know Me”.

As participações e parcerias nos discos de Luísa Sonza cobrem um amplo espectro da música brasileira (e internacional): pop, sertanejo, funk, rap e MPB, entre outras vertentes.

Ecletismo que vem desde o início precoce, em Tuparendi (RS), cidade gaúcha “quase no fim do mundo”, como a própria cantora define, perto da fronteira com a Argentina.

Na banda de bailes Sol Maior, na qual entrou aos 7 anos de idade, o repertório ia da “música de igreja a hits da pista de dança”. De “Monte Castelo” (Legião Urbana) a “Whisky à Go-Go” (Roupa Nova), passando por Beatles, Queen, Sandy & Junior, sertanejo e até “Garota de Ipanema”.

Durante a adolescência, a garota de Tuparendi botou a cara e a voz no YouTube, ganhando o rótulo de “rainha dos covers”. Aos poucos, passou também a compor. Em 2016, ingressou no curso de Direito, mas desistiu da universidade, na cidade de Santa Maria (RS), em menos de um mês.

No ano seguinte, lançou seu primeiro EP e também marcou presença nas redes sociais e na TV como atriz e em reality shows. Estourou a partir do álbum “Pandora” (2019) e seguiu, com mais sucesso, nos disco seguintes, “Doce 22” (2021) e “Escândalo Íntimo” (2023).

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Diálogo

"Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por..." Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (12)

12/10/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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José Saramago - Escritor português

"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais”.

FELPUDA

Quem pensa que a disputa eleitoral terminou no dia 4 de outubro por essas bandas, está muito enganado. Com a polarização entre Flávio Bolsonaro e Lula, há quem garanta que o bicho promete pegar a partir de hoje, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Dizem até que, pelo que se tem visto, serão muitos e muitos pedidos de intercessão da Santa para os dois candidatos. De um lado, os senadores eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar; do outro, Vander Loubet, Camila Jara e Fábio Trad. Pelo jeito, descanso mesmo, só depois do dia 25. E olhe lá!...

Diálogo

Devagar

Quem aguarda a ponte sobre o Rio Paraguai, peça-chave da Rota Bioceânica, não pode ter pressa. O corredor só deverá funcionar de fato em 2028. Ainda faltam das obras de estrutura aduaneira à papelada necessária para liberar a entrada e a saída de cargas entre os países da rota.

Martelo

Os aeroportos regionais de Bonito, Dourados e Três Lagoas devem entrar no contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília, cuja repactuação prevê leilão em dezembro. O pacote reúne terminais de Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Paraná e Bahia.

DiálogoRafaela Brighentti
DiálogoMaria Gal

Rolando

Nos bastidores de Brasília, rola a conversa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai indicar a sua ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet, para ministra do Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dela seria apresentado ao Senado ainda neste ano, para ocupar a vaga do ministro Luís Roberto Barroso.

Em falta

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, três deputados que buscavam a reeleição foram barrados: Junior Mochi (MDB), Lia Nogueira (PSDB) e Antonio Vaz (Republicanos). Mochi garante que não faltou empenho. Em 40 dias de campanha, rodou milhares de quilômetros pelo Estado, mas seus esforços não se converteram em votos suficientes. Nem sempre quem corre mais chega primeiro.

Baixas

Na Câmara dos Deputados, dois nomes de Mato Grosso do Sul ficaram sem mandato: Geraldo Resende (União Brasil) e Luiz Ovando (PP). Resende teve 31.714 votos e enxerga no resultado o avanço do voto ideológico no Estado. Para ele, o eleitor escolheu mais pela bandeira política do que por trajetória ou pelo trabalho parlamentar. Como dizem por aí: “Nem sempre o serviço prestado vale tanto quanto a camisa vestida”.

E?...

Como vão acelerar a operação tapa buracos, se nem mesmo deram conta de fazer a licitação do asfalto, hein?

ANIVERSARIANTES

 
  • Milvia Anna Tonissi Nasser,
  • Flávio Regis Wanderley,
  • Eva Elise dos Santos Bumlai (Neca),
  • Flávio Orsi Abdul Ahad,
  • Elenice Maricone Garcia Cardoso,
  • Claudia Gomes Gusman,
  • Horacio Porto Filho,
  • Ed Chaves de Oliveira,
  • Maria da Glória Alves da Silva,
  • Railson Vieira,
  • Scheila Kassar do Amaral,
  • Ronaldo José Severino de Lima,
  • Ana Concepcion de Andrade,
  • José Eduardo de Souza,
  • Flávio Shoji Miguita,
  • Antonia Zanario da Silva,
  • Sérgio Maidana da Silva,
  • Roberto Razuk Filho (Neno),
  • Sergio Rodrigues Diaz,
  • Edina Ferreira de Souza,
  • Marcus Paulo Ferreira da Silva,
  • Lucilene de Fátima Agustini Pineis,
  • Felipe Schinaider, 
  • Ana Beatriz Maiolino Volpe (Bia),
  • Mário Marcius Bacha,
  • Luiz Gustavo Cunha,
  • Jarina de Campos,
  • Eluid Josafat Lima,
  • Frederico Mezenga Vieira,
  • Edevaldo Soares Vilhagra,
  • Célio Evaristo de Oliveira,
  • Rose Mary dos Santos Fiúza,
  • Clodoaldo Soares Rodrigues,
  • Marcos Gonçalvez Nascimento,
  • Marina Rodrigues de Jesus,
  • Sueli Tereza Soares,
  • Daniel Vieira Lossavero,
  • Enzo Amaral,
  • José Airton Saraiva,
  • Sônia Zanuncio Martins,
  • José Divino de Souza,
  • Antonio Reginaldo Arakaki,
  • João Bosco da Silva,
  • Irineu Araujo Pael,
  • Alline Tomikawa,
  • Leonardo Saad Costa, 
  • Sebastião de Oliveira Barbosires,
  • Pedro Paulo Sperb Wanderley,
  • Dr. Jaime Balejo,
  • Dr. Euclides Lopes Martins,
  • Luiz Roberto Faria,
  • Sônia Prata Chacha,
  • Ana Paula Oliveira Capilé,
  • Dirce Loureiro Chioveti,
  • Marcos Antônio Capilé,
  • Daniella Bandeira,
  • Fabyo Luiz Assunção,
  • Dênis Ricardo Pedrosa,
  • Vanildo de Souza Leão,
  • Nadir Nogueira de Brito,
  • Regina Bittencourt,
  • Dra. Ana Paula Ribeiro Costa,
  • Taciana Albuquerque,
  • José Wilson Ramos Costa Junior,
  • Gabriela Neves,
  • Conrado Baptista,
  • Augusto Carlos Cabral da Silva,
  • José Tamarindo Melo,
  • Virlaine Bardella Lopes, 
  • Juno Paula Correa Paes,
  • Antonio Carlos de Novaes Filho,
  • Pamela Elena Oliveira de Souza,
  • Marco Antonio Girão D`Avila,
  • Gislaine de Araújo Alegre,
  • Nelma Barbosa Souza,
  • Carolina Ribeiro,
  • Inio Roberto Coalho,
  • Gilson Prazeres dos Santos,
  • Luciano Anechini Lara Leite,
  • Raimunda de Oliveira Ferreira,
  • Rôney Pini Caramit,
  • Sandra Priscila Nomura,
  • Donizete Aparecido Jacomelli,
  • Grisiela Cristine Aguiar Coelho,
  • Maria Mercedes Gonçalves de Souza,
  • Wagner de Oliveira Soares,
  • Adriano Muniz Rebello,
  • João Miguel Machado da Silva,
  • Margareth da Silva Coutinho,
  • Patricia Macedo de Queiroz,
  • Aurelio Vinicius Silva Marinho, 
  • Dr. Fábio Molinari,
  • Mauricio Serra Gigliotti,
  • José Carlos de Santana,
  • Jackeline Almeida Dorval,
  • Marco Antonio Pimentel dos Santos,
  • Andressa Hiraoka Pereira,
  • Leonardo Rupp Catarino,
  • Clodoaldo Marques,
  • José Armando Sangiuliano,
  • Danieli Aparecida Pedroso Marcondes,
  • José Laureano Ribeiro,
  • Diego Luiz Rojas Lube,
  • Agostinho Adair Gonçalves,
  • Eduardo Icasati,
  • Glaucirley Martins de Miranda,
  • Irene Maria dos Santos Almeida,
  • Nilza de Souza Jaffal,
  • Simone Aparecida Cabral de Amorim.
 
Colaborou Tatyane Gameiro

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NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris

"A mesa é um lugar muito simbólico para mim. É onde a gente recebe, celebra, conversa e cria memórias".

11/10/2026 18h30

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Nauíra Cordeiro, Carol Bassi e Elisa Kovalski

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Nauíra Cordeiro, Carol Bassi e Elisa Kovalski Foto: Divulgação

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Recentemente em Paris, na França, marca brasileira de design participou da 5ª edição da experiência promovida por Carol Bassi e propõe um olhar sobre a mesa como lugar de encontro, celebração e memória.

Durante a 5ª edição do Adore Paris, realizada em meio à Paris Fashion Week, a NG Home levou seu olhar sobre design, casa e o receber para um almoço no La Société, em Saint-Germain-des-Prés.

Conduzido por Elisa Kovalski e NG Home, o encontro partiu de um elemento cotidiano carregado de significado: a mesa.

Lugar onde famílias se encontram, celebrações acontecem, conversas se prolongam e decisões são tomadas, a mesa serviu como ponto de partida para uma experiência que aproximou design, comportamento e os rituais do receber.

DESIGN BRASILEIRO À MESA

Criada pela arquiteta Nauíra Cordeiro, a NG Home é uma marca brasileira de design autoral que explora as relações entre forma, matéria, função e os pequenos rituais da casa. No Adore Paris, esse olhar ganhou um novo cenário. A participação da marca foi construída não apenas a partir dos objetos apresentados, mas

dos diferentes detalhes que compuseram a experiência, da mesa ao gifting, reforçando uma visão em que o design participa da forma como um momento é vivido e lembrado.

NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Nauíra Cordeiro, Carol Bassi e Elisa Kovalski NG Home leva o design brasileiro à mesa durante o Adore Paris - Divulgação

UM NOVO CENÁRIO PARA A NG HOME

A participação no Adore Paris insere o design da NG Home em uma programação que transitou por moda, arte, cultura, gastronomia e lifestyle, criando um novo contexto para apresentar o repertório da marca brasileira. Para Nauíra, a experiência também reforça uma ideia presente desde a criação da NG Home: objetos ganham significado pela maneira como passam a participar da vida dentro de casa.

“A mesa é um lugar muito simbólico para mim. É onde a gente recebe, celebra, conversa e cria memórias. Poder levar um pouco do olhar da NG para uma mesa em Paris e, depois, fazer com que cada convidada levasse um detalhe dela para casa tornou essa experiência ainda mais especial.” — Nauíra Cordeiro, arquiteta e fundadora da NG Home.

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