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SAÚDE E BELEZA

Médicos explicam os efeitos do inverno na saúde capilar e alertam para cuidados

Banhos quentes, mudanças na rotina e menor frequência de lavagem podem aumentar a percepção de queda, mas especialistas alertam para sinais que exigem investigação

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Com a queda das temperaturas, é comum que homens e mulheres percebam uma quantidade maior de fios de cabelo no ralo do banheiro, na escova ou sobre as roupas. A impressão de que o inverno provoca uma queda capilar mais intensa, porém, não corresponde necessariamente ao que acontece com o ciclo dos fios.

Segundo especialistas, não existe uma regra que determine que a queda de cabelo aumente no frio para todas as pessoas. Na realidade, estudos dermatológicos apontam que o fenômeno pode ser mais intenso durante o verão.

Uma das hipóteses para essa variação está relacionada à exposição solar. O ciclo dos cabelos sofre influência de diferentes fatores e pode apresentar alterações sazonais em algumas pessoas.

A maior exposição do couro cabeludo à radiação solar durante os meses quentes é apontada como uma possível explicação para uma queda mais acentuada nessa época do ano, embora o mecanismo ainda envolva diferentes fatores.

Se o inverno não necessariamente faz os cabelos caírem mais, por que a queda parece tão evidente durante os meses frios? Um dos motivos está nos hábitos adotados durante a estação.

Com as temperaturas mais baixas, muitas pessoas diminuem a frequência de lavagem dos cabelos. Dessa forma, os fios que já se desprenderam naturalmente permanecem entre os cabelos até o próximo banho.

A queda, portanto, pode parecer maior quando os cabelos finalmente são lavados. Isso acontece porque uma pessoa pode perder, naturalmente, cerca de 100 fios por dia. Se a lavagem ocorre com menor frequência, uma quantidade maior de fios se acumula e é eliminada de uma só vez durante o banho.

CICLO DOS FIOS

De acordo com o dermatologista dr. Hudson Dutra, as mudanças sazonais podem interferir no ciclo capilar de algumas pessoas, mas não são suficientes para provocar, por si só, uma rarefação acentuada dos cabelos.

“Estamos falando de um tipo de queda capilar chamado eflúvio telógeno, que, por definição, não é capaz de causar rarefação importante no couro cabeludo ou falhas pontuais. Caso isso aconteça, outros diagnósticos devem ser investigados”, explica o médico.

O eflúvio telógeno é caracterizado pelo aumento temporário da quantidade de fios que entram na fase de queda. O quadro pode aparecer após diferentes tipos de alterações no organismo e, em muitos casos, apresenta evolução transitória.

A observação do comportamento dos fios ao longo dos meses é importante justamente porque nem toda queda significa calvície. A quantidade de cabelo encontrada no banho ou na escova, isoladamente, não é o suficiente para determinar a causa do problema.

ATENÇÃO AO BANHO

Embora o frio não seja necessariamente responsável pelo aumento da queda, alguns hábitos comuns durante o inverno podem prejudicar o couro cabeludo. Um dos principais é o banho excessivamente quente.

Quando a água está muito quente, pode ocorrer remoção da oleosidade natural que ajuda a proteger a pele e os fios. A consequência pode ser um couro cabeludo mais ressecado e irritado. Em algumas pessoas, o hábito também pode agravar quadros de dermatite seborreica.

“O banho quente não provoca calvície, mas pode comprometer a saúde da microbiota do couro cabeludo. Quando a barreira natural da pele é agredida, surgem condições que favorecem inflamação, coceira, ressecamento ou aumento da oleosidade. Por isso, recomendamos banhos com água morna. Isso, porém, não interfere diretamente na queda de cabelo”, orienta o dr. Hudson Dutra.

O inverno também costuma alterar outros hábitos relacionados aos cabelos. O uso mais frequente do secador em temperaturas elevadas, por exemplo, pode contribuir para o ressecamento dos fios.

Outro comportamento que merece atenção é dormir com o couro cabeludo ainda úmido, especialmente quando os cabelos são lavados à noite.

A menor frequência de lavagem também pode favorecer o acúmulo de oleosidade, resíduos e células no couro cabeludo. Por isso, a recomendação é manter uma rotina de higiene compatível com as características de cada cabelo, sem reduzir excessivamente as lavagens apenas por causa do frio.

QUANDO FICAR ALERTA?

A perda diária de fios faz parte do funcionamento natural do organismo. O problema aparece quando a queda se torna persistente, muito intensa ou passa a ser acompanhada por outros sinais.

Alterações como perda de peso, febre e dores nas articulações, por exemplo, podem indicar que a queda está relacionada a alguma condição de saúde que precisa ser investigada. Entre as possíveis causas estão desde deficiências nutricionais até doenças autoimunes.

A deficiência de vitamina D pode estar relacionada a alterações capilares, enquanto doenças mais complexas, como o lúpus sistêmico, também podem apresentar manifestações nos cabelos. Por isso, não é recomendável tentar identificar a causa apenas pela quantidade de fios perdidos.

A avaliação dermatológica pode determinar se existe uma alteração no ciclo capilar e, quando necessário, indicar exames complementares para investigar possíveis causas.

QUEDA OU CALVÍCIE?

Outra dúvida frequente é como diferenciar uma queda temporária de um quadro de calvície. De maneira geral, o comportamento dos fios ao longo do tempo ajuda nessa identificação.

Em situações como eflúvio telógeno, alterações nutricionais, mudanças importantes de peso ou outros fatores transitórios, a queda pode começar de maneira gradual, apresentar piora ao longo de dois ou três meses e depois melhorar lentamente nas semanas seguintes.

Já a alopecia androgenética, conhecida popularmente como calvície, costuma provocar redução progressiva da densidade dos fios. Nesse caso, o couro cabeludo passa a ficar mais visível conforme os cabelos se tornam mais finos e menos numerosos.

“É importante observar a evolução do quadro nos últimos meses e realizar uma avaliação dermatológica cuidadosa, uma vez que o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética, mais conhecida como calvície, frequentemente coexistem”, explica o dr. Hudson Dutra.

Uma queda súbita e intensa, portanto, pode apontar para um processo diferente daquele observado na calvície. Por outro lado, perceber que os cabelos estão ficando progressivamente mais finos ou que determinadas áreas do couro cabeludo estão mais aparentes merece avaliação profissional.

TRATAMENTOS

Identificar a origem da queda é fundamental para escolher o tratamento. Atualmente, existem diferentes possibilidades terapêuticas, que podem envolver medicamentos, terapias físicas, protocolos clínicos individualizados e mudanças de hábitos.

Em situações mais avançadas, nas quais existe perda significativa dos folículos, o transplante capilar também pode ser considerado. O procedimento, entretanto, não é indicado indistintamente para qualquer pessoa que apresente queda.

“Quando a queda de cabelo se torna excessiva ou persistente, é fundamental buscar a avaliação de um médico para identificar a causa e definir o tratamento mais adequado. Em casos selecionados, o transplante capilar pode ser uma alternativa eficaz e segura para restaurar a densidade dos fios, desde que haja indicação clínica e expectativas alinhadas com os resultados do procedimento”, explica o cirurgião referência em transplante capilar dr. Thiago Bianco Leal.

A avaliação individual é necessária porque diferentes tipos de alopecia podem apresentar sintomas semelhantes.

Além disso, como o eflúvio telógeno e a alopecia androgenética podem ocorrer simultaneamente, isso torna a investigação importante para que o tratamento não seja direcionado apenas a um dos problemas.

DANÇA

Festival do Chamamé reúne participantes de Brasil, Paraguai e Argentina em Mato Grosso do Sul

8ª edição do evento começa na quinta-feira e terá quatro dias de música, dança, gastronomia, artesanato e concurso de dança na Capital

15/09/2026 08h30

Festival reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica, feira de artesanato e concurso

Festival reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica, feira de artesanato e concurso Divulgação

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A partir desta quinta-feira, começa a 8ª edição do Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarânia. Até domingo, a programação reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica e de artesanato e um concurso dedicado à dança de salão no estilo chamamé.

A abertura será realizada na quinta-feira, às 19h, no Centro Cultural José Octávio Guizzo. A entrada é gratuita mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível.

Entre as atrações estão a Pareja Oficial do festival, Enzo e Bianca Alarcon, de Corrientes, na Argentina; o instrumentista brasileiro Marcelo Loureiro; o Ballet Folclórico da Municipalidad de Capiatá, do Paraguai; o harpista paraguaio César D’Apollo; a cantora paraguaia Miriam Beatriz e a dupla Verônica Benitez y Nicolás Gaona, que apresenta a tradicional Danza das Botellas.

A noite termina com o espetáculo “Brasil, meu Brasil brasileiro – Laços de Amor e Amizade”, com produção e direção de Rebecca D’Albine.

Para o produtor geral do festival, presidente do Instituto Cultural Chamamé MS e apresentador do programa A Hora do Chamamé, Orivaldo Mengual, a integração entre diferentes comunidades é o principal sentido do evento.

“A integração entre as culturas é o pilar que sustenta todo o nosso trabalho. Não estamos falando só de entretenimento, mas de políticas públicas de cultura que conectam histórias. Ver o intercâmbio cultural acontecer em tempo real, com artistas de diferentes países dividindo o mesmo palco, é a prova viva que Chamamé é a língua que falamos sem sotaque, unindo brasileiros, argentinos e paraguaios”, afirma.

RITMO QUE APROXIMA

A programação segue na sexta-feira, desta vez na Colônia Paraguaia, no Bairro Pioneiros, das 19h à 1h30min. A noite será marcada por apresentações de artistas e grupos de Mato Grosso do Sul, Argentina e Paraguai.

Voltam ao palco Enzo e Bianca Alarcon, além do harpista Fábio Kaida, do Ballet Folclórico de la Municipalidad de Capiatá, Lito Delgado y Conjunto Folclórico e Los Caminantes del Chamamé. O encerramento fica por conta do Baile Pantaneiro, com o Grupo Surungo Bueno, de Dourados.

A escolha de Campo Grande para sediar o encontro também dialoga com a presença do chamamé na identidade cultural sul-mato-grossense.

O gênero, associado especialmente à região de Corrientes, na Argentina, estabeleceu relações com manifestações musicais e culturais presentes em Mato Grosso do Sul, território marcado pela proximidade geográfica e histórica com o Paraguai.

Festival reúne artistas dos três países em shows, apresentações de dança, feira gastronômica, feira de artesanato e concursoFoto: Divulgação

DANÇA OCUPA A PISTA

No sábado, além das apresentações musicais, o destaque será o Concurso de Dança Chamamé, marcado para as 15h, na Colônia Paraguaia. As inscrições podem ser feitas somente até hoje e são gratuitas.

A competição será dividida em duas categorias: Livre, destinada a casais com mais de 18 anos, e 60+. A iniciativa procura reunir diferentes gerações em torno da dança e valorizar tanto quem está começando quanto aqueles que mantêm a tradição há mais tempo.

Cada dupla terá entre três e quatro minutos de apresentação, utilizando como trilha sonora “Campo Grande Chamamezeiro”, do artista Santhyago Rios. A música será a mesma para todos os participantes, deixando a avaliação concentrada na interpretação de cada casal.

Um júri técnico formado por até cinco avaliadores atribuirá notas de 5 a 10. Serão analisados ritmo, sincronismo, expressão, diversificação de passos e vestimentas. Vence a dupla que alcançar a maior soma de pontos.

Em caso de empate, o primeiro critério de desempate será a nota de ritmo. Depois, serão considerados diversificação de passos e sincronismo. Se a igualdade permanecer, os casais empatados passarão por uma terceira etapa, com outra música no estilo chamamé.

A roupa também faz parte da avaliação. Para as mulheres, a orientação é utilizar saia rodada ou vestido longo e amplo, que favoreça os movimentos dos giros, além de blusa ou camisete discreto.

Para os homens, a recomendação é bombacha ou calça tradicional, larga nos quadris e ajustada no tornozelo, acompanhada de camisa de botão.

A organização e curadoria do concurso estão sob responsabilidade dos professores Michele Veruska e Fernando Quadros.

As inscrições devem ser feitas pelo WhatsApp (67) 99102-3717, com envio do nome completo dos dois participantes, datas de nascimento, cidade, CPF e telefone para contato.

Depois do envio, a organização encaminha a ficha de inscrição, que precisa ser preenchida e devolvida para confirmar a participação. As vagas são limitadas.

FEIRA

Ainda no sábado, a programação começa às 12h, com a abertura da Feira Gastronômica e da Feira de Artesanato e das atividades em comemoração ao Dia Estadual do Chamamé.

Ao longo do dia, o público poderá acompanhar apresentações de representantes de diferentes regiões e países. Entre os nomes previstos estão Pajarito Silvestri y Grupo Enramada, Lito Delgado y Conjunto Folclórico, o Ballet Folclórico de Capiatá, Simon Morales e Fuelles Correntinos.

A programação termina com outro Baile Pantaneiro, desta vez comandado por Danilo da Gaita e Grupo.

ENCHAMIGADA

O encerramento acontecerá no domingo, a partir das 10h, com a tradicional Enchamigada Chamamezeira. A programação reúne feira de artesanato e gastronomia e almoço com comida de comitiva. O convite para o almoço poderá ser adquirido na portaria da Colônia Paraguaia.

A agenda musical começa às 11h, com Simon Morales, da Argentina, seguido pelo Grupo Chama Campeira, de Camapuã.

Danilo da Gaita, de Campo Grande, sobe ao palco às 14h. Às 16h, a programação recebe Desidério Souza, de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Às 18h, será a vez do Grupo Fama, de Campo Grande. O encerramento do festival está previsto para às 20h.

O evento é realizado pelo Instituto Cultural do Chamamé MS e pelo programa A Hora do Chamamé e conta com apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc), Governo da Cidade de Assunção, ASU Cultura e Turismo, Dirección de Acción Cultural e Comunitária, TV Educativa MS e FM 104.7.

>> SERVIÇO

8º Festival Cultural do Chamamé, da Polca Paraguaia e da Guarânia de MS

Data: quinta-feira a domingo.
Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo e Colônia Paraguaia.

Concurso de Dança Chamamé

Data: Sábado.
Horário: às 15h.
Local: Colônia Paraguaia.
Inscrições: até hoje pelo WhatsApp (67) 99102-3717

Diálogo

Petista que posa de vestal da moral e dos bons costumes vem colecionando... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (15)

15/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Margaret Thatcher - Política britânica

"Estar no poder é como ser uma dama. Se tiver que lembrar às pessoas quem você é, você não é”.

FELPUDA 

Petista que posa de vestal da moral e dos bons costumes vem colecionando revés na Justiça Eleitoral. Em vez  de apresentar propostas e mostrar ao eleitor o que pretende fazer na Câmara Federal, caso seja eleito, prefere se perder em intrigas e tentativas de desestabilizar adversários, segundo político que conhece bem os bastidores. A estratégia, pelo visto, tem sido mais de conversa do que de conteúdo. Detalhe: o dito-cujo, a cada eleição, tenta conquistar um mandato, mas nunca consegue. Como se vê, discurso inflamado nem sempre é suficiente para convencer o eleitor.

DiálogoFoto: Reprodução

Disponível gratuitamente para toda a população, a AEDO – Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos – feita em cartório pode ser consultada, via CPF do falecido, pelos responsáveis do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, diretamente na Central Nacional de Doadores de Órgãos. A iniciativa, que busca ajudar as pessoas que atualmente aguardam na fila por transplante de órgão, pode ser solicitada digitalmente em qualquer um dos Cartórios de Notas do Brasil. O interessado preenche um formulário diretamente no site www.aedo.org.br, que é recepcionado pelo cartório selecionado. Em seguida, o tabelião agenda uma sessão de videoconferência para identificar o interessado e coletar a sua manifestação de vontade. Por fim, o cidadão e o notário assinam digitalmente a AEDO, que fica disponível para consulta do Sistema Nacional de Transplantes. É possível ainda escolher qual órgão deseja doar –medula, intestino, rim, pulmão, fígado, córnea, coração ou todos. No Brasil, a maioria das pessoas na fila única nacional de transplantes aguarda a doação de um rim, seguido por fígado, coração, pulmão e pâncreas, Pela legislação vigente, quem autoriza a doação em caso de morte encefálica é a família, que precisava estar ciente da intenção da pessoa em doar seus órgãos e/ou tecidos. Com a AEDO esta manifestação de vontade fica registrada dentro de uma base de dados acessada pelos profissionais da Saúde, que terão em mãos a comprovação do desejo do falecido para apresentar à família no momento do óbito. A plataforma está acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana, de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Diálogo Mônica, Marcela e Eduardo Riedel - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Dra Juliana Lusvarghi - Foto: Arquivo Pessoal

Termômetro

A sucessão da prefeita Adriane começa a entrar no radar político de Campo Grande com vistas a 2028, embora a movimentação mais efetiva deva ocorrer a partir de 2027. Ainda não se sabe  se os partidos que hoje integram o arco de alianças do governador Riedel estarão novamente do mesmo lado. Algumas figuras já andam assanhadas e ensaiam colocar o bloco na rua. A eleição deste ano poderá servir para medir força e espaço dos candidatos. 

Cadeiras

Se for reeleito, o governador Riedel poderá entrar na disputa por uma das vagas ao Senado em 2030. A cadeira que estará em jogo será a da senadora Tereza Cristina, com o final do seu mandato. Ela, por sua vez, também poderá entrar na disputa pelo Governo de MS. Assim, as eleições deste ano já produzem reflexos sobre a montagem do cenário de 2030. Como na política ninguém costuma olhar apenas para a próxima curva...

Responsa

Está nas mãos dos irmãos Fábio e Marcos Trad, hoje em partidos de esquerda, parte importante da responsabilidade de ampliar o espaço político da família nestas eleições. Fábio disputa o Governo, enquanto Marcos busca uma vaga na Câmara dos Deputados. O senador Nelson Trad Filho, por sua vez, desistiu do confronto direto e agora integra uma chapa majoritária como suplente. Se os dois irmãos não obtiverem sucesso nas urnas, o legado político da família poderá sofrer um forte revés. A eleição, portanto, servirá para medir a força do sobrenome.

ANIVERSARIANTES 

  • Leni Fernandes, 
  • Déo José Rimoli Filho,
  • Neiba Ota,
  • Marcus Vinicius Saucedo Perez, 
  • Dalila Felix Damian Miragaia, 
  • Adirson Moreno Peixoto,
  • Gete Ottano da Rosa,
  • Francisca Cosma de LIma Cordeiro,
  • João Yossimitu Chimabuco,
  • José Pereira de Viveiros,
  • Oilson Rizzo,
  • Paulo Cesar Coelho,
  • Rodrigo Seabra Gomes,
  • Josefina Antonia Toledo da Silva,
  • Julianne de Souza Espindola,
  • Cleusa Araujo Clark,
  • Yassuo Noguchi,
  • Silvia Kozima,
  • Gilza Nuria Marroni,  
  • Paulo Sergio França,
  • Jurandir Calixto da Cruz,
  • Osny Duarte Ribeiro,
  • Carlos Hamilton Pereira,
  • Dr. José Rizkallah, 
  • Dr. Jorge Eduardo Rodrigues,
  • Mauro Antônio Zaionc, 
  • Eliane Del Greco Michelazzo,
  • Roberto Pinheiro de Lima,  
  • Wilson Marques Barbosa,     
  • Ana Cecília Mascarenhas Moreira,
  • Vanir Pato dos Santos,
  • Ricardo Ferreira,
  • Sueli Higa, 
  • Orlando Costa Marques Leite,
  • Rochelle Costa,
  • Vanildo Neves Barbosa,
  • Raimundo Nonato Teixeira,
  • Lecir Regenold Martins, 
  • João Pereira Guimarães Neto,
  • Gislene Maria de Macedo,
  • Maurilio Nicomedes da Cunha,
  • Neuza Maria Trindade Benites,
  • Luiza Miyahira,
  • Eliane Novaes Guimarães,
  • Hélio Arthur Bacha,
  • Alex Addor,
  • Nelson Buianain Filho, 
  • Arides Gonçalves Gattis,
  • Dr. Victor Hugo Andrade de Oliveira,
  • Cleber José Ferreira Aguilar,
  • João Nunes,
  • Ramão Barbosa de Souza,
  • Josias dos Santos Rosa,
  • Cleiton Alves Rodrigues,
  • Roberto de Paula Almeida, 
  • Vera Brum,
  • Dr. Aristóteles Ferreira,
  • Maria Cristina Andrade Lopes,
  • Wilson Gomes,
  • Anibal do Nascimento Reis,
  • Maria Antonieta Assunção,
  • Silvio Bezerra Silva,
  • Edison Nepomuceno,
  • Rosiane Nogueira Escobar,
  • Hilda Silveira Gomes,
  • Marisa Mendes Gonçalves,
  • Orcílio Pereira de Queiroz,
  • Dácio Barbosa,
  • Antônio Cotrim Júnior,
  • Dra. Jussara Toshie Hokama, 
  • Elsi Abussafi dos Santos,
  • Márcio César Gonzaga,
  • Pedro Sorrilha Nantes,
  • Sérgio Adalberto Oliskovicz,
  • Hudson Oliveira,
  • Maria de Lurdes Teófilo Tavora,
  • Pedro Paulo Batista,
  • Carmem Fonseca,
  • Soraia Aparecida Chrun Silva,
  • Cristina Xavier da Silva,
  • Emanuel Kilkner Xavier Correa,
  • Altair Carvalho de Oliveira,
  • César Glauco dos Santos Braga,
  • Hans Edgar Bacahenheimer Aguilera,
  • João Edson Vitti,
  • Arnaldo Oscar Drews,
  • João Sguissardi da Rosa,
  • Milton dos Santos de Souza,
  • Roseli Douxera Aquino,
  • José Carlos Oliveira Junior,
  • Manoel Afonso, 
  • Janete Bellini D´Oliveira,
  • Plinio de Arruda Junior,
  • José Carlos Sena,
  • Zito Manuel da Silva,
  • Fabiano Battiston,
  • Oscar Aparecido Santana,
  • Waldelino Pereira Fernandes,
  • Alexandre Rodrigues Favilla,   
  • Nailor Holsback Pereira,          
  • Ayrton Assunção Matos Júnior,     
  • Cassiano Zambam Biglia,
  • Jair de Almeida Serra Neto,
  • Laralice da Rocha Aidar,
  • Jucyliana Cristine Arantes,
  • Mozart Stefani, 
  • Taís Gouvêa Assunção, 
  • Lourdes Peres Benaduce,
  • Roberta Moreschi,
  • Samanta Viki Ramos,
  • Marlene Meneses de Almeida.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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