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Michael Jackson: Médico quer vetar fotos da autópsia

Michael Jackson: Médico quer vetar fotos da autópsia

Estrelando - r7

09/04/2011 - 03h44
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A defesa do médico Conrad Murray, que responderá por homicídio involuntário na morte de Michael Jackson, não quer que fotos da autópsia do cantor sejam levadas à Corte durante o julgamento.

De acordo com uma agência internacional de notícias, a alegação é de que as imagens podem comover o júri e, com isso, fazer com que a análise do caso seja feito sob emoção e não baseada em evidências.

Os jurados receberam um questionário de 29 páginas que continha perguntas diversas, entre elas, se eles são fãs de Michael Jackson e/ou de sua família, se conhecem alguém viciado em analgésico, se acreditam que celebridades são tratadas de modo diferente em julgamentos, entre outros.

O julgamento está marcado para acontecer no dia 9 de maio. Se condenado, Murray poderá pegar até quatro anos de prisão e perder definitivamente sua licença médica.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Carine Pagliarini destaque no filme "Chorão: Só os Loucos Sabem"

"Foi muito interessante dar vida a uma personagem que teve um papel importante na trajetória emocional do Chorão"

30/08/2026 17h00

Entrevista exclusiva com a atriz Carine Pagliarini destaque no filme

Entrevista exclusiva com a atriz Carine Pagliarini destaque no filme "Chorão: Só os Loucos Sabem" Foto: Divulgação

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Depois de quase duas décadas dedicadas ao teatro, Carine Pagliarini vive um dos momentos mais especiais de sua carreira.

Com uma trajetória construída nos palcos, marcada por estudo, preparação e constante aperfeiçoamento, a atriz estreia em seu primeiro longa-metragem com lançamento comercial nos cinemas ao integrar o elenco de Chorão: Só os Loucos Sabem, cinebiografia inspirada na trajetória do eterno vocalista do Charlie Brown Jr. Para ela, fazer parte de uma produção dessa dimensão representa uma conquista importante e mais um passo em sua caminhada artística.

Selecionado para a Mostra Competitiva de Longas Brasileiros da 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado antes mesmo de sua estreia comercial, Chorão: Só os Loucos Sabem chega cercado de expectativa.

Dirigido por Hugo Prata e Felipe Novaes e protagonizado por José Loreto, o longa reforça sua relevância ao levar às telas a trajetória de um dos maiores nomes do rock nacional.

“Sem dúvida, este é um momento muito especial da minha trajetória. Depois de tantos anos dedicados ao teatro, estudando, me aperfeiçoando e construindo meu caminho passo a passo, ver esse trabalho chegar a um projeto como Chorão: Só os Loucos Sabem é muito significativo. A principal mudança foi o amadurecimento. No início da carreira eu estava muito preocupada em acertar. Hoje eu entendo que atuar é sobre estar disponível, ouvir, viver a cena e confiar no processo.”

No longa, Carine interpreta Paloma, personagem que exerce um papel importante na trajetória emocional de Chorão. Embora não seja inspirada em uma pessoa real, a atriz conta que a construção da personagem marcou profundamente sua experiência durante as filmagens.

“Foi muito interessante dar vida a uma personagem que, mesmo não sendo baseada em uma pessoa real, teve um papel importante na trajetória emocional do Chorão. O que mais me marcou, além de ajudar a contar a história de uma pessoa que deixou um legado tão forte na música brasileira, foi a energia que eu sentia durante as filmagens. Em muitos momentos era como se a presença do Chorão estivesse ali acompanhando tudo.”

Com uma trajetória construída principalmente nos palcos, Carine acredita que foi o teatro que moldou sua identidade como atriz. Ao longo desse percurso, as experiências na televisão e no cinema ampliaram seu repertório e permitiram explorar novas possibilidades de interpretação.

“O teatro me deu disciplina, presença e uma base muito sólida como atriz. Já o cinema e a televisão me ensinaram a trabalhar com mais sutileza. Na câmera, um pequeno olhar ou uma pausa podem dizer muito. Aprender a transitar entre essas linguagens ampliou minhas possibilidades de interpretação e me tornou uma atriz mais versátil.”

A busca constante por aperfeiçoamento segue como uma das marcas de sua trajetória. Para Carine, compreender profundamente cada personagem é o que permite construir interpretações mais humanas e verdadeiras.

“Cada personagem traz desafios diferentes e, quanto mais repertório técnico e humano o ator possui, mais ferramentas ele tem para construir alguém de forma verdadeira. Gosto de entender quem aquele personagem realmente é, sua trajetória, seus medos, seus sonhos e suas motivações. Quanto mais eu conheço aquele universo, mais natural e verdadeira a interpretação se torna.”

Para Carine, a estreia de Chorão: Só os Loucos Sabem representa um marco importante em uma trajetória construída com dedicação ao teatro. A atriz espera que o filme abra caminho para novos desafios e personagens, dando continuidade ao percurso que vem construindo ao longo de quase duas décadas de carreira.

“Me atraem personagens cheias de camadas e contradições. Meu grande sonho é construir uma personagem cuja trajetória eu possa acompanhar do início ao fim, viver todas as fases dela e crescer junto com essa história. Espero que Chorão: Só os Loucos Sabem abra caminho para novos personagens e novas oportunidades. Meu objetivo é continuar trabalhando, vivendo papéis que me desafiem e evoluindo a cada projeto.”

Carine é a Capa do Correio B+ desta semana, e em entrevista exclusiva ao Caderno ele fala sobre carreira, teatro e seu novo filme.
 

Entrevista exclusiva com a atriz Carine Pagliarini destaque no filme "Chorão: Só os Loucos Sabem"A atriz Carine Pagliarini é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Divulgação - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

CE - Você está perto de completar duas décadas de carreira. Quando olha para a atriz que começou e para a profissional que é hoje, o que mais mudou ao longo desse caminho?
CP -
Acho que a principal mudança foi a relação que construí comigo mesma como atriz. Quando comecei, existia uma necessidade muito grande de provar que eu era capaz, de acertar, de corresponder às expectativas.

Hoje tenho mais consciência de quem sou artisticamente e também de que a carreira é feita de ciclos, encontros, espera, oportunidades e recomeços.

Ganhei maturidade, repertório e, principalmente, mais confiança para confiar no meu próprio caminho. Continuo tendo sonhos e desafios, mas hoje os encaro de uma maneira muito mais consciente.

CE - Sua trajetória foi construída principalmente no teatro. Qual foi a importância dos palcos na formação da atriz que você se tornou?
CP -
 O teatro foi a minha grande escola. Foi no palco que aprendi a ouvir, a estar presente, a construir uma personagem e a entender que cada apresentação exige entrega e verdade. O teatro também me ensinou disciplina e resistência, porque é um trabalho muito vivo e, ao mesmo tempo, muito exigente.

Tudo isso faz parte da atriz que sou hoje. Mesmo quando estou diante de uma câmera, levo comigo muito do que aprendi nos palcos.

CE - Depois de tantos anos de profissão, como mudou a sua relação com cobranças, inseguranças e a necessidade de acertar?
CP - 
Elas continuam existindo, porque acho que a insegurança também faz parte do ofício de um artista, mas hoje eu não permito que ela tenha o mesmo espaço que tinha no início. Aprendi que não existe uma fórmula para uma carreira e que nem tudo está sob o nosso controle.

Antes eu talvez enxergasse um “não” como uma confirmação de que não era boa o suficiente. Hoje consigo entender que muitas vezes é apenas um “não” para aquele momento, para aquele projeto ou para aquela personagem. Isso traz uma liberdade muito grande.

CE - O estudo e a preparação acompanham a carreira de um ator mesmo depois de anos de experiência. Como você busca continuar se desenvolvendo artisticamente?
CP -
 Acredito que um ator nunca está completamente pronto. A experiência traz ferramentas, mas também aumenta a nossa consciência sobre o quanto ainda temos para aprender.

Continuo estudando, observando pessoas, consumindo cinema, teatro e outras formas de arte e buscando novas referências. Também acredito muito na preparação específica para cada trabalho. Cada personagem exige uma pesquisa diferente e é justamente isso que mantém a profissão interessante para mim.

Entrevista exclusiva com a atriz Carine Pagliarini destaque no filme "Chorão: Só os Loucos Sabem"A atriz Carine Pagliarini é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Lucas Ramos - Diagramação: Denis Felipe
Por: Flávia Viana

CE - “Chorão: Só os Loucos Sabem” marca sua estreia em um longa-metragem com lançamento comercial nos cinemas. O que essa conquista representa neste momento da sua trajetória?
CP -
 Representa uma conquista muito importante, especialmente por acontecer em um momento de maturidade da minha carreira e dentro de um projeto tão significativo.

Ter a oportunidade de estrear no cinema e ainda viver esse momento em um festival como o de Gramado, que tem tanta tradição e importância para o cinema brasileiro, torna tudo ainda mais especial. Fico muito feliz em poder fazer parte dessa história.

CE - No filme, você interpreta Paloma. Como foi o processo de construção da personagem e quais foram os principais desafios desse trabalho?
CP -
 Foi um trabalho de entender a personagem dentro da história e encontrar a medida certa para que ela tivesse verdade. Procurei construir a Paloma de forma natural, respeitando o espaço que ela ocupa na narrativa e a proposta do filme.

CE - Depois de uma trajetória tão ligada aos palcos, o que o cinema despertou de novo em você como atriz?
CP -
 O cinema me fez perceber ainda mais a força dos pequenos detalhes. No teatro, existe uma relação muito direta com o público e uma energia que se estabelece naquele espaço. No cinema, a câmera está muito próxima e consegue captar coisas muito sutis. Um olhar, uma pausa, uma respiração podem dizer muito. Foi um exercício de contenção e de escuta.

CE - Uma carreira de quase 20 anos também passa por momentos de espera, mudanças e incertezas. O que fez você permanecer na atuação e continuar acreditando nessa escolha?
CP -
 O amor pelo ofício. Se fosse apenas pela parte externa da profissão, talvez fosse muito mais difícil permanecer, porque é uma carreira que tem muita espera e nem sempre as coisas acontecem no tempo que imaginamos.

Mas atuar continua fazendo sentido para mim. Existe algo muito forte na possibilidade de contar histórias, experimentar outras vidas e tocar as pessoas através de uma personagem. Mesmo nos momentos de dúvida, nunca deixei de sentir que esse é o lugar onde quero estar.

CE - Existe algum lado seu como atriz que você sente que ainda não teve a oportunidade de mostrar ao público?
CP -
 Com certeza. Depois de tantos anos, ainda sinto que existe uma parte enorme de mim artisticamente que o público não conhece.

Tenho vontade de explorar personagens muito diferentes do que já fiz, inclusive papéis mais complexos, intensos e até personagens que me tirem completamente da minha zona de conforto. Acho que esse é um dos lados mais interessantes da profissão.

CE - Olhando para tudo o que já construiu e para o momento que vive agora, quais sonhos ainda deseja realizar na carreira?
CP - 
Quero continuar trabalhando e, principalmente, vivendo personagens que me desafiem e me façam crescer. Tenho vontade de fazer mais cinema, experimentar diferentes gêneros e personagens e ter a oportunidade de construir um personagem do início ao fim, acompanhando toda a sua trajetória e podendo me aprofundar verdadeiramente nessa construção.

Cultura Correio B+

Um dos maiores nomes da dança brasileira, Thiago Soares retorna ao Rio com sua "Carmem"

Artista de trajetória consagrada nos principais palcos internacionais apresenta sua releitura latino-americana do clássico de Georges Bizet com a primeira bailarina do San Francisco Ballet, Sasha De Sola

30/08/2026 17h00

Um dos maiores nomes da dança brasileira, Thiago Soares retorna ao Rio com sua

Um dos maiores nomes da dança brasileira, Thiago Soares retorna ao Rio com sua "Carmem" Foto: Cainã Dittrich

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Um dos artistas brasileiros mais celebrados da dança internacional, Thiago Soares retorna aos palcos do Rio de Janeiro com “Carmem”, releitura do clássico de Georges Bizet criada para a Cia. de Dança Thiago Soares.

De 16 a 19 de setembro, no Teatro Multiplan, no VillageMall, o bailarino, coreógrafo e diretor artístico apresenta uma montagem que aproxima a personagem do universo latino-americano e combina a técnica clássica à dança contemporânea, às linguagens urbanas e à teatralidade.

Nas sessões de 17 e 19 de setembro, às 20h, o espetáculo contará com a participação especial de Sasha De Sola, primeira bailarina do San Francisco Ballet, em sua estreia no Brasil. Os ingressos estão à venda pela Sympla.

Conhecida por atravessar gerações como símbolo de desejo, sensualidade e insubmissão, Carmem ganha novos contornos nesta versão.

Mais do que a mulher fatal perpetuada pelo imaginário em torno da obra, ela surge como uma mulher consciente de suas escolhas, que se recusa a estabelecer suas relações a partir da ideia de posse. É essa liberdade, e o preço cobrado por ela, que conduz a narrativa.

A relação entre Carmem e José concentra o principal conflito da montagem. O que começa pelo desejo e pela paixão se transforma com a chegada do ciúme, do controle e da tentativa de determinar a liberdade do outro. Ao deslocar o foco da história, Thiago propõe uma leitura atual sobre a diferença entre amar alguém e acreditar que esse amor concede o direito de posse.

“Carmem sempre me interessou pela força da personagem e, principalmente, pelo que ela representa: liberdade, desejo e a recusa em pertencer a alguém. É uma obra muito conhecida, mas justamente por isso me interessava encontrar uma maneira de contá-la a partir do meu olhar e do nosso tempo. Minha intenção nunca foi simplesmente remontar um clássico, mas utilizar essa história como ponto de partida para construir uma linguagem própria”, afirma.

A música de Bizet permanece como um dos pilares da criação, mas a montagem não pretende reproduzir uma Espanha tradicional nem transportar literalmente a ópera para a dança. A narrativa se aproxima da América Latina, ganha características brasileiras e passa pela experiência dos corpos que estão em cena.

O vocabulário clássico convive com uma movimentação mais contemporânea, física e teatral, na qual os encontros, as tensões e os conflitos entre os personagens também constroem a dramaturgia.

Esse encontro entre a técnica clássica, as linguagens urbanas e a teatralidade acompanha Thiago desde o início de sua história com a dança.

Nascido em São Gonçalo e criado no Rio de Janeiro, ele começou pela dança de rua e pelo hip-hop antes de chegar ao balé clássico, aos 15 anos, no Centro de Dança Rio.

Dois anos depois, já integrava o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2001, conquistou a medalha de ouro no Concurso Internacional de Ballet de Moscou, resultado que projetou seu nome internacionalmente.

Em 2002, ingressou no The Royal Ballet, em Londres, e, quatro anos depois, alcançou o posto de Principal Dancer, posição máxima dentro de uma das companhias mais prestigiadas do mundo.

Durante sua trajetória no grupo britânico, interpretou personagens centrais de obras como “Romeu e Julieta”, “O Lago dos Cisnes”, “Giselle”, “A Bela Adormecida”, “Manon”, “Mayerling” e “Onegin”, além de participar de processos criativos com alguns dos principais nomes da dança internacional.

Em 2004, recebeu o prêmio de Outstanding Male Artist na categoria clássica do Critics’ Circle National Dance Awards, no Reino Unido.

Um dos maiores nomes da dança brasileira, Thiago Soares retorna ao Rio com sua "Carmem"Um dos maiores nomes da dança brasileira, Thiago Soares retorna ao Rio com sua “Carmem” -  Foto: Cainã Dittrich

A dimensão internacional da temporada se amplia com a participação especial de Sasha De Sola, primeira bailarina do San Francisco Ballet, que fará em “Carmem” suas primeiras apresentações no Brasil.

Integrante da companhia norte-americana desde 2007, ela foi promovida a Principal Dancer em 2017 e, três anos depois, recebeu o título de Diane B. Wilsey Principal Dancer.

Em seu repertório estão personagens centrais do balé clássico e contemporâneo, como Aurora, de “A Bela Adormecida”, e Kitri, de “Dom Quixote”, além de obras como “O Lago dos Cisnes”, “Giselle”, “Romeu e Julieta”, “O Quebra-Nozes” e “Onegin”.

O encontro entre artistas com carreiras construídas em duas das mais prestigiadas companhias de dança do mundo poderá ser visto nas sessões de 17 e 19 de setembro, às 20h.

A rotina de Thiago ao longo desses anos consolidou não apenas sua técnica, mas sua compreensão sobre a construção de uma carreira. Ao retornar ao Brasil, o artista passou a direcionar essa experiência também para a criação coreográfica, a direção artística e a formação de outros bailarinos.

“Depois de tantos anos construindo minha carreira fora, comecei a sentir uma necessidade muito grande de devolver ao Brasil parte de tudo o que a dança me proporcionou. Voltar não significava encerrar minha trajetória internacional, mas iniciar um novo capítulo, no qual eu pudesse compartilhar experiência, criar e contribuir para o desenvolvimento de outros artistas”, explica.

A Cia. de Dança Thiago Soares nasceu, em 2025, desse novo momento. Com sede na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o grupo mantém uma rotina de aulas, preparação técnica, ensaios e criação de repertório, além de desenvolver um trabalho voltado à profissionalização de jovens talentos.

A escolha dos bailarinos não se limita à execução: considera musicalidade, personalidade, presença cênica e disponibilidade para transitar entre diferentes qualidades de movimento. A técnica clássica sustenta o trabalho, mas dialoga com a dança contemporânea, as linguagens urbanas e a cultura brasileira na construção de uma identidade própria.

“Continuo sendo bailarino e continuo querendo estar no palco, mas hoje existe também uma responsabilidade e um desejo muito fortes de abrir caminhos, formar artistas e ajudar a construir novas possibilidades para a dança no Brasil”, diz Thiago.

Depois da temporada carioca de “Carmem”, a companhia pretende ampliar a circulação de seu repertório, estabelecer intercâmbios com outros artistas e instituições e fortalecer sua estrutura de trabalho no Rio de Janeiro.

Entre os projetos em desenvolvimento está uma montagem de “O Quebra-Nozes”, produção que amplia a atuação do grupo e dá continuidade ao projeto de construir, no Brasil, uma companhia capaz de dialogar com a dança produzida no mundo sem abrir mão de sua identidade.

Um dos maiores nomes da dança brasileira, Thiago Soares retorna ao Rio com sua "Carmem"Thiago Soares - Foto: Cainã Dittrich

SERVIÇO:

“Carmem” | Cia. de Dança Thiago Soares

Temporada: de 16 a 19 de setembro de 2026
Horários: quarta, quinta, sexta e sábado, às 20h; sábado também às 16h
Sessões com participação especial de Sasha De Sola: 17 e 19 de setembro, às 20h
Local: Teatro Multiplan – VillageMall
Endereço: Avenida das Américas, 3.900 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: a partir de R$ 110
Vendas: Sympla
Duração: 80 minutos
Classificação etária: livre
Concepção, direção e coreografia: Thiago Soares
Convidada especial: Sasha De Sola

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