Correio B

PERDA

Morre o ator José Wilker,
aos 66 anos, no Rio de Janeiro

Morre o ator José Wilker,
aos 66 anos, no Rio de Janeiro

G1

05/04/2014 - 10h15
Continue lendo...

O ator e diretor José Wilker morreu, aos 66 anos, na manhã deste sábado (5) no Rio. Ele sofreu um infarto. Wilker ficou conhecido por trabalhos marcantes em novelas como "Roque Santeiro", em que interpretou o personagem-título, e "Senhora do destino", em que interpretou o bicheiro Giovanni Improtta. No cinema, fez filmes como "Bye Bye, Brasil" e "Dona Flor e seus dois maridos".

A sua última participação em novelas foi em 2013, em "Amor à vida", de Walcyr Carrasco, no papel do médico Herbert. Em 2012, ele foi o coronel Jesuíno no remake de "Gabriela", baseada no livro "Gabriela Cravo e Canela", de Jorge Amado. Na versão original, exibida em 1975, havia feito o seu primeiro protagonista, Mundinho Falcão. Na TV Globo, participou de quase 30 novelas.

(Matéria atualizada às 12h para acréscimo de informações)

Diálogo

Vereador vem atuando muito bem como amigo da onça. Dito-cujo critica que... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (7)

07/10/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

Pedro Bial - Jornalista brasileiro

"Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade”.

FELPUDA 

Vereador vem atuando muito bem como amigo da onça. Dito-cujo critica que só a gestão da prefeita Adriane de quem ele se diz aliado, mas ao mesmo tempo, garante que “ela vai ser derrubada do cargo”. Em plenário, nobre edil elevou o tom das cobranças e tem feito acusações e questionamentos. Aparentemente, a estratégia é provocar reações dos colegas, que até agora vêm preferindo manter distância da confusão e sem nenhuma disposição para entrar no embate. Como diria vovó: “Nada como um dia após o outro...”

Diálogo

Trabalhão

Na última semana antes da eleição, a Polícia Federal teve trabalho dobrado para conter a compra 
de votos em Mato Grosso do Sul, e de quebra, estragou a festa de candidatos que tentaram garantir o eleitor no dinheiro vivo. É um crime que atravessa décadas, apesar dos repetidos alertas.

Mais

Alguns nomes conhecidos, que passaram a campanha discursando sobre transparência e honestidade, deram  com os burros n’água e agora vão gastar um bom tempo se explicando. A maior parte das ocorrências foram registradas  no Nordeste.

DiálogoMarcos Moreno de Lima e Ada Maria Pereira Tincani de Lima - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoDonata Meirelles - Foto: Lu Prezia

Fatura

Dos 12 vereadores da Capital que tentaram uma vaga na Assembleia Legislativa, apenas André Salineiro (PL) chegou lá, com 28 mil votos. Os demais amargaram a derrota. Analistas de plantão apontam o desgaste da Câmara Municipal diante do abandono de Campo Grande , com problemas pipocando por todos os lados e a buraqueira tomando conta das ruas. Em bom português: população cobrou a fatura da inércia e reprovou os nobres edis nas urnas. 

Recorde

Mato Grosso do Sul registrou a maior taxa de abstenção entre todos os estados brasileiros, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No total, 483.210 eleitores, ou 23,87% do eleitorado, não compareceram  às seções  para votar. No Brasil, 33 milhões de eleitores não compareceram. “Vamos aperfeiçoar mecanismos disponíveis para reduzir esses números já no segundo turno para a eleição presidencial”, afirmou o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. 

Colheita

Os ex-prefeitos Odilon Ribeiro (PL), de Aquidauana, Ângelo Guerreiro (PSDB), de Três Lagoas, e Hélio Peluffo (PP), de Ponta Porã, garantiram mandatos. Os três contaram com as bênçãos do senador eleito Reinaldo Azambuja e do governador reeleito Eduardo Riedel, assim como tantos outros candidatos. Sinal de que o MS segue com o grupo que governa o Estado há oito anos e deverá manter essa toada até 2030. Pesou também o desempenho dos três em seus municípios, que deixaram as prefeituras com alta aprovação popular. A colheita veio na hora certa.

ANIVERSARIANTES 

  • Eclair Socorro Nantes Vieira, 
  • André Luiz Scaff,   
  • Diná Pontes de Oliveira Álvares Ferreira, 
  • Francisco José Albuquerque Maia Costa,    
  • Idete Miranda Balbuena Yule, 
  • Emerson Paulo Barbosa,
  • Oswaldo Filizola,
  • Valdomiro Fernandes,
  • Anderson Wallace da Silva Pereira,
  • Dr. Elias César Kesrouani, 
  • Paulo Essir,
  • Sérgio Ferreira de Ornelas,
  • Lucia Maria Nunes,
  • Giulia Batista,
  • Eduardo Marega de Souza,
  • Luciana Baseggio,
  • José de Mello,
  • José Flávio Gonçalves de Oliveira,
  • Lucia Maria Nunes,
  • Ana Claudia Zamban,
  • Celso Nicolau Albuquerque,
  • Geraldo Ramón Pereira,  
  • Sandra Aparecida Lopes,
  • Yuri Garcia Anjos,
  • Rubens Salim Saad,
  • Arlindo de Almeida,
  • Andréa Cássia Neves de Azevedo,
  • Dr. Alcides Higa,     
  • Darcy Lourdes Rondon,
  • Paulo Roberto Braga,
  • Elesbão Munhoz,
  • Ulisses Pinto de Almeida,          
  • José Alves Ferreira,            
  • Mário Márcio Salomão Budib,                      
  • Angelo Capela Mendonça,
  • Ingrid do Carmo Godoy,           
  • Simone de Albuquerque,             
  • Jânio Pereira Padilha, 
  • Jaci Guimarães Freire,               
  • Albany Ferreira de Souza,            
  • llto D’Oliveira Mariano,                
  • Dr. Valdir Teles da Silva, 
  • Elaine Cristina de Araújo,            
  • Jair da Silva Almeida,        
  • Mário Augusto Wanderley Xavier, 
  • Marineide Guerreiro Ramos,             
  • George Jaime Teixeira,          
  • Jacy Duailibi,                     
  • Aldo Conceição,               
  • Eliasze Luizo Guimarães,            
  • Geralda Berte Silva,                  
  • Jorge Luiz Gigolotti,          
  • Nora Nei de Almeida,           
  • Cássia Liz Andrade,                    
  • Denise Andrade,               
  • Eloisa Costa Berro,
  • Zoé Souza de Abreu,    
  • Ademar Antonio da Silva,          
  • Valmir Inácio de Souza,
  • Karina Rios Ribeiro,                
  • Álvaro Garcia Souza,                 
  • Luzia Maria Teixeira,     
  • Samuel Fernandes Correia,
  • Paula Nunes de Souza,             
  • Tatiane Nobue Iseki,            
  • Ademir Alves de Paula,             
  • José Gomes de Oliveira,  
  • Padre José Marinoni, 
  • Lione Kaviski Peixoto, 
  • João Lemos Sandy,                 
  • Nelson Alves Coimbra,            
  • Aparecida Macedo Vieira,        
  • Denise Regina Madureira,          
  • Neusa Pinheiro,                   
  • Eliane Neves dos Santos,
  • Fábio Ferreira Gomes,             
  • Jainara Fabrícia Santos da Costa,
  • Maximiliano Barros Rodrigues,
  • Ederson Silva Costa,
  • Larissa de Barros,
  • Terezinha Moranti,
  • Elias Razuk Jorge Filho,
  • Lino Omar Castilho Mendes,
  • José Augusto Maia Vasconcellos,
  • Soraya Maria Vieira da Silva Gabriel Ribeiro,
  • Olimpio Alves dos Reis,
  • Paulo Sérgio Soares,
  • Anderson Umada Monteiro,
  • Daniela Wanderley Ouriveis Mendes de Oliveira,
  • Maria de Fátima Salles,
  • Aroldo Ferreira Galvão, 
  • Feliciano Marcos de Brito,
  • Juliana Guimarães Teodoro,
  • Maria Regina Martinelli Benez,
  • Antonio da Silva Domingos,
  • Delfio Cabreira,
  • Sérgio Atilio Chiavoloni,
  • José Roberto Mauro,
  • Cristiane Pereira da Silva,
  • Karina Herculano da Silva,
  • João Correa Filho,
  • Paula Silva Sena Capuci,
  • Ildeu Leandro Souza,
  • Sandra Maria Cáceres Barbosa,
  • Marley Jara,
  • Vanira Conceição Paulista,
  • Sami Mahmud Alawi,
  • Edson Martins de Araújo.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Pets

Envelhecimento dos cães exige atenção e adaptação da família, aponta especialista

Fase sênior pode trazer alterações no sono, no humor, na mobilidade e na interação; especialista orienta observar os sinais e mudar a rotina sem perder os momentos de convivência

06/10/2026 08h30

Cães podem ficar mais quietos e reduzir as interações com os humanos durante a fase sênior

Cães podem ficar mais quietos e reduzir as interações com os humanos durante a fase sênior Divulgação

Continue Lendo...

O focinho grisalho, as horas de sono mais longas, a dificuldade para subir no sofá ou a ausência na porta quando alguém chega podem ser sinais de que o cão entrou em uma nova fase da vida.

O envelhecimento dos animais não envolve apenas mudanças físicas. A rotina, o comportamento e a relação com os tutores também podem se transformar.

Cães podem ficar mais quietos e reduzir as interações com os humanos durante a fase sêniorJuliana Sato, psicóloga especialista em vínculo humano-animal e luto pet - Foto: Helton Nóbrega

Para a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, perceber que o cão está envelhecendo pode ser um momento emocionalmente marcante para a família. Muitas vezes, a percepção acontece a partir de uma mudança aparentemente pequena.

“Esse reconhecimento raramente é gradual. Ele costuma vir de repente, a partir de um detalhe. Nesse instante, a família entende que o tempo passou, e isso mexe com ela”, explica.

Na chamada fase sênior, alguns cães podem ficar mais quietos e seletivos na interação, enquanto outros passam a procurar mais a companhia dos tutores. Ansiedade, irritabilidade, isolamento e maior dependência também podem aparecer. No entanto, nem toda mudança deve ser automaticamente atribuída à idade.

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

Um dos principais cuidados nessa fase é observar alterações que fogem do padrão habitual do animal.

Mudanças no sono, apetite, disposição, interação ou comportamento podem estar relacionadas a problemas de saúde e precisam ser avaliadas por um veterinário.

“Chamamos de teimoso o cão que talvez não esteja ouvindo, de manhoso o que pode estar sentindo dor e de birrento o que está desorientado. Toda mudança de comportamento deve ser levada ao veterinário antes de virar traço de personalidade”, alerta Juliana.

A orientação é que os tutores acompanhem o animal de perto e registrem alterações percebidas no dia a dia. Essas informações podem ajudar o profissional a identificar mudanças que nem sempre ficam evidentes durante uma consulta.

A RELAÇÃO TAMBÉM MUDA

O envelhecimento não significa, necessariamente, que o vínculo entre cão e tutor esteja enfraquecendo.

O que muda é a maneira como essa relação acontece. Um animal que durante anos acompanhou a família em caminhadas, brincadeiras e outras atividades pode passar a apresentar limitações físicas ou sensoriais.

Nesse momento, a expectativa dos tutores também precisa ser revista.

“A família precisa deixar de esperar que o cão se adapte a ela e passar a se adaptar a ele. O cão não está ficando difícil, ele está vivendo com um corpo e uma percepção diferentes”, afirma a psicóloga.

Isso significa, por exemplo, compreender que um cão que já não consegue acompanhar um passeio longo pode continuar aproveitando a atividade de outra forma. O tempo fora de casa pode ser mais curto e respeitar o ritmo do animal.

“O passeio deixa de ser exercício e passa a ser presença, exploração, tempo de farejar sem pressa”, explica.

MUDANÇAS QUE AJUDAM

A adaptação da casa também pode contribuir para o bem-estar do cão idoso. Manter os móveis nos mesmos lugares, estabelecer horários mais previsíveis e oferecer um espaço tranquilo para descanso são algumas medidas que podem proporcionar mais segurança ao animal.

A convivência, entretanto, não precisa desaparecer. Brincadeiras, passeios e momentos de interação podem continuar fazendo parte da rotina, desde que sejam adequados às condições físicas do cão e às orientações do veterinário.

Preservar hábitos conhecidos também é importante. Sempre que possível, o animal deve continuar participando da vida da família, ainda que algumas atividades precisem ser modificadas.

A autonomia também deve ser respeitada. Permitir que o cão faça escolhas dentro de suas possibilidades e mantenha seus próprios rituais pode contribuir para preservar a qualidade de vida e o vínculo com os tutores.

MUDANÇAS NOS HUMANOS

A velhice do animal pode provocar mudanças emocionais não apenas no cão, mas também em quem convive com ele.

Segundo Juliana, é possível que os tutores experimentem o chamado luto antecipatório, caracterizado pelo sofrimento diante da percepção de que o animal está envelhecendo e de que a despedida, em algum momento, acontecerá.

Esse processo pode vir acompanhado de tristeza, preocupação, medo e cansaço. A rotina de cuidados também pode se tornar mais exigente conforme surgem limitações ou necessidades específicas.

“Quem cuida também precisa de espaço para falar do que sente, inclusive do cansaço e da tristeza”, afirma.

Reconhecer essas emoções pode ajudar a família a lidar de maneira mais consciente com a nova fase, sem transformar sentimentos como irritação ou culpa em motivo de julgamento.

CONVERSA PREVENTIVA

O acompanhamento veterinário se torna ainda mais importante à medida que o animal envelhece. Além de investigar mudanças de comportamento, as consultas permitem acompanhar as condições de saúde e discutir adaptações necessárias para a rotina.

Outro assunto que pode ser abordado previamente é o fim da vida. Para Juliana, conversar com o veterinário sobre possibilidades, cuidados e decisões antes de uma situação de crise pode diminuir a pressão emocional enfrentada pela família quando o momento chegar.

“Essa conversa não antecipa a morte. Ela protege o tempo que ainda resta”, conclui a especialista.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).