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Diálogo

O tabuleiro da disputa pelo Senado começa a ganhar forma e os pré... Leia na coluna de hoje

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Charles Chaplin - Ator e produtor inglês

"Pensamos demasiadamente e sentimos muito pouco. Necessitamos mais de humildade que de máquinas. Mais de bondade e ternura que de inteligência. Sem isso, a vida se tornará violenta e tudo se perderá”.


FELPUDA 

O tabuleiro da disputa pelo Senado começa a ganhar forma e os pré-candidatos já afiam os discursos. Têm representantes da direita, da direita conservadora, do centro-direita, da esquerda e da esquerda mais à esquerda. Ideologias à parte, todos compartilham o mesmo objetivo: conquistar os votos dos mais de dois milhões de eleitores de Mato Grosso do Sul. Até as convenções, o movimento é de cálculo e cautela. Depois delas, o jogo será de ataque. Resta saber quem dará o xeque e quem acabará levando xeque-mate nas urnas. É esperar para ver.

Ruídos

A relação do PT de MS com os indígenas, seus eleitores tradicionais, começa a dar sinais de desgaste antes mesmo de a campanha ganhar as ruas. O que até então parecia uma parceria política sólida já enfrenta ruídos, cobranças e descontentamentos. 

Mais

E o problema não ficará restrito aos gabinetes, pois ruas, avenidas, praças e aldeias também serão palco da disputa. Na eleição, discurso bonito precisa resistir ao teste das realidade e memória do eleitor. Se a relação continuar se deteriorando, o prejuízo político será inevitável. 

Francisca Viana da Silva e Petrucio Narciso da Silva, que hoje comemoram 55 anos de casamento (Bodas de Ametista)Francisca Viana da Silva e Petrucio Narciso da Silva, que hoje comemoram 55 anos de casamento (Bodas de Ametista) - Foto: Arquivo Pessoal

 

Maria BrazMaria Braz - Foto: Divulgação

Não basta

Na guerra pelo voto do distinto eleitor, alguns candidatos com mandato estão mergulhando na prestação de contas de tudo o que fizeram. Mostrar trabalho é obrigação, mas transformar campanha eleitoral em relatório de atividades não garante voto. O eleitor quer saber o que mudou na vida dele e não apenas quantos requerimentos foram apresentados. Afinal, quem ocupa cargo público não está fazendo favor, pois é empregado do povo. 

Fico

Para alegria dos pré-candidatos a deputado federal da direita, o Coronel David (PL) decidiu não disputar uma das oito cadeiras da Câmara Federal. O parlamentar vai mesmo buscar a reeleição e já comunicou sua decisão ao presidente do Partido Liberal, Reinaldo Azambuja. Com isso, encerram-se as especulações.

Ligeira

A Federação PSOL-Rede foi a primeira de MS a registrar oficialmente sua chapa para as eleições de 2026 no DivulgaCandContas, do TSE. Lucien Rezende aparece como candidato a governador e está entre os primeiros que disputam tal cargo já cadastrados pela Justiça Eleitoral no país. 

Juntos

O vereador Marcos Trad é um dos seis nomes da chapa do PT para disputa da Câmara Federal. Assim, ele estará com seu irmão Fábio Trad, candidato a governador, na mesma trincheira da esquerda.

ANIVERSARIANTES 

  • Artur Fernandes Filho (Tuca),
  • Luciana Tavares Marcondes de Souza,
  • Leôncio de Souza Brito Neto,
  • Patricia Carvalho Pereira Chaves,
  • José Armando Cerqueira Amado,
  • Milton da Costa Lima,
  • Claydêe Ignacio Ribeiro,
  • Dra. Djanir Corrêa Barbosa Soares, 
  • Marcos Ramirez Meza,
  • Pedro Roberto Sanches,
  • Maria Luisa da Conceição Martins,
  • Veimar Seabra Santana,
  • Genésia Rodrigues de Oliveira Sayd Pinto,
  • Silvestre Pereira da Silva,
  • Primos Zafari de Cauli,
  • Maurício Antunes Strang,
  • Rosely Torres Alves da Rocha,
  • Diana Francisca de Oliveira Melges,
  • Abel Conceição,    
  • Elisandro Cerioli, 
  • Marco Antônio Martins,
  • Isabella de Castro Bertelli, 
  • Camila Ávila Corrêa da Costa Cance,
  • Juliana Magri, 
  • Luiz Marques Vieira,
  • Cláudio Duailibi,
  • Pedro Mendes Couto,
  • Carlos Dódero Duailibi,
  • Dra. Denise da Silva Viégas,
  • Cristiana Junqueira Mendes,
  • Beatriz Sanches Pimentel,
  • Domingos Garde Filho,
  • Jéferson Matas Ibrahim,
  • Dilma de Medeiros Baréa,
  • Odácio Pereira Moreira,
  • Tainná Martins Escobar,
  • Ana Daiana Grunewaldt,
  • Marcelino Tadashi Akimura,
  • José Roberto Brun Filho,
  • Cely Maura Uehara,
  • Mauro Brisola Girão,
  • Jeny Ferreira Soares,
  • Ademar Rotili Nunes Junior, 
  • Marta Zierman Landfeldt,
  • Teresa Cristina Buainain Balbuena,
  • Victorino Martos Caetano Fonseca,
  • Dr. Benedito Dutra Pimenta, 
  • Márcia Regina Rezek,
  • Nacif Matheus Chacha, 
  • Maria Luisa Caldas Corrêa da Costa,
  • Selene Rocha Zeola,
  • Sandra Regina Zeola,
  • Ary Fernando Bittar,
  • Deize Benevides,
  • Honorio Pimentel Alencar,
  • Maria Madalena Carvalho,
  • Silvia Helena Franzini,
  • Luiz Fernando de Souza Oliveira,
  • Marisa Galdeiro Alencar,
  • Rodrigo Marques Moreira,
  • Lázaro Corrêa da Costa Filho,
  • Ivone Cardoso Ramalho Gomes,
  • Maurílio Vieira Tôrres,
  • Antônio de Oliveira Resende Filho,
  • Itamar de Souza Novaes,
  • Iderli de Souza,
  • Maria Regina França, 
  • Maria Rosa Anderson Nasser, 
  • Carla Cristina Ferreira de Almeida,
  • Maria do Carmo Oliveira Nunes,
  • Lucas Arruda dos Santos,
  • João Luiz Fontes de Castro,
  • Maria Janete Dutra,
  • Luiz Antônio Corrêa da Silva,
  • Zuleide Menezes Arruda,
  • Luiz Salgado de Almeida,
  • Maria Rita de Oliveira,
  • Cândida Maria de Souza,
  • Tathiane Franzoni da Silveira,
  • Aderbal Luis Lopes de Andrade,
  • Jari Francisco Souza,
  • Luiza Castro,
  • Maria Aparecida Leite,
  • Luana Martins de Oliveira,
  • Sueli Zaneide Furine,
  • Lindinalva da Silva Leal,
  • Cajamar Paulo da Silva,
  • Zulma Paula da Silva,
  • Maria Dalva Portilho de Souza,
  • Rafael Antonio Mauá Timoteo,
  • Camila Andrigheto Meneghel Hage, Nelida Home Dias,
  • Hélio Augusto Lazzarini Pereira,
  • João Paulo Avansini Carnelos,
  • Cristiana Jerônimo Diniz Junqueira,
  • Rodrigo de Oliveira Mecca,
  • Maria Lucia de Souza Morais,
  • Rogério Vilmar Castilho Guedes,
  • Valdemiro Mendes Arguilheira,
  • Célia Figueiras Hairrman, 
  • Tomaz Yukio Shishido,
  • Cassia de Lourdes Lorenzett,
  • Luana Ueti Barasioli Brustolin,
  • Marley Lima de Oliveira Mota,
  • Leny Baptista Ferreira Bizelli,
  • Ruth Elizabeth Tormena,
  • Claudia Hideko Matsusita Nakasato,
  • Ellen Clea Stort Ferreira Cervieri,
  • Edison Luiz Bazan Miglioli,
  • Wladimir Aldrin Pereira Zandavalli.

Pet Correio B+

Hábitos da vida moderna afetam a troca de pelos dos pets na primavera?

Rotina cada vez mais indoor pode deixar renovação da pelagem diluída ao longo do ano; pólen e maior exposição solar exigem atenção na nova estação

19/09/2026 14h00

Hábitos da vida moderna afetam a troca de pelos dos pets na primavera?

Hábitos da vida moderna afetam a troca de pelos dos pets na primavera? Foto: Divulgação

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Mais pelos espalhados pela casa costumam anunciar a chegada de uma nova estação para quem tem animais em casa. Isso porque, com a aproximação da primavera, o aumento da luz solar e da temperatura influenciam o ciclo dos folículos, resultando na renovação da pelagem. 

No entanto, as temperaturas cada vez mais irregulares, com oscilações menos previsíveis, além das mudanças da rotina moderna – em que os pets passam boa parte do dia sob luz artificial e ar-condicionado – fazem com que a troca de pelos não acompanhe, necessariamente, a transição das estações.

“Podemos observar ciclos de troca menos definidos e uma renovação da pelagem mais distribuída ao longo do ano, mesmo em animais de raças com troca de pelos naturalmente mais sazonais. Porém, não podemos afirmar que as mudanças climáticas, isoladamente, sejam responsáveis por determinada alteração de pelagem”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá Care.

Mesmo assim, a chegada da primavera não deixa de influenciar a pelagem. A forma como essa mudança aparece em cada animal depende de uma combinação de fatores, como raça, genética, tipo de pelo e ciclo folicular.

“Raças com pelagem dupla e subpelo abundante, por exemplo, tendem a apresentar uma troca sazonal mais evidente. Em outros tipos de pelagem, a renovação dos fios pode ocorrer de maneira menos concentrada”, completa Starek.

Nessas raças, como o spitz alemão, o subpelo e o pelo primário fazem parte do sistema natural de proteção da pele e são responsáveis pelo isolamento térmico. Por isso, a simples retirada dessa pelagem não deve ser encarada como solução para as altas temperaturas.

Mantê-la desembaraçada e retirar os fios mortos por meio de escovação são medidas que podem integrar a rotina durante o período de renovação intensa.

“A pelagem não é apenas estética. Ela funciona como uma barreira de proteção entre a pele do cão e o ambiente, participa da proteção física e térmica, e está em constante renovação. Primavera e verão modificam os estímulos ambientais, e os cuidados precisam acompanhar a fisiologia do animal. Também são essenciais a oferta de água, sombra, hidratação e proteção contra exposição excessiva ao calor”, avalia a CEO.

A retirada dos fios que já se desprenderam também merece atenção. A rotina de escovação feita em casa, com frequência e escova adequadas para cada raça, auxilia na retirada natural dos fios mortos. “Não é necessária a remoção mais intensa do subpelo para evitar o ‘abafamento’’ da pele ou simplesmente para diminuir a quantidade de pelos que o animal solta, pois a tração da remoção forçada pode retirar também fios saudáveis”, explica Nathália.

Brilho e tonalidade com o sol
Quando a troca sazonal acontece, a diferença percebida pelo tutor não se resume à quantidade de fios espalhados pela casa. A transição para os meses mais quentes provoca uma renovação fisiológica do ciclo folicular que pode alterar densidade, volume, textura e aparência do brilho da pelagem. 

Além disso, a radiação ultravioleta pode promover alterações oxidativas nas proteínas e nos pigmentos da haste, contribuindo para ressecamento, perda de brilho e até mudanças de tonalidade.

A atenção deve ser redobrada para animais de pelo branco ou claro. A menor presença de melanina no fio reduz a proteção pigmentar, tornando essas pelagens mais vulneráveis à combinação de sol, calor e ressecamento. “Não significa que os cães não possam tomar sol. A recomendação é evitar exposição excessiva, principalmente nos períodos de maior incidência de radiação”, aponta Starek.

Pólen de ‘carona’
Se dentro de casa as condições ambientais podem suavizar os sinais da mudança de estação, do lado de fora a primavera traz um elemento importante para a saúde da pele: o aumento da presença de pólen e outras partículas ambientais. A pelagem funciona como uma barreira para que essas partículas não entrem em contato com a pele, mas elas ainda podem ficar aderidas aos fios.

“Em cães predispostos a alergias ambientais, isso pode representar maior exposição aos alérgenos. É importante reforçar que isso não quer dizer que ele precise, necessariamente, ser tosado ou tomar mais banhos, pois a pele possui uma barreira natural e uma microbiota próprias, que também podem ser prejudicadas por procedimentos excessivos ou pelo uso inadequado de produtos”, afirma a especialista.

Cinema Correio B+

Slow Horses está voltando e é a série imperdível do mês

A série de espionagem deixou de ser um segredo e chega à sexta temporada consagrada pelo Emmy

19/09/2026 13h00

Slow Horses está voltando e é a série imperdível do mês

Slow Horses está voltando e é a série imperdível do mês Foto: Divulgação

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Durante muito tempo, Slow Horses foi uma das melhores séries que pouca gente parecia assistir. Quem descobria se apaixonava, indicava para os amigos e passava a esperar ansiosamente pela temporada seguinte, mas ela ainda permanecia em uma espécie de excelente nicho.

Isso mudou. A produção britânica foi crescendo a cada ano, conquistou espaço no Emmy e chega à sexta temporada como uma das séries mais respeitadas da televisão.

Os novos episódios estreiam em 16 de setembro na Apple TV, com lançamento semanal até 21 de outubro. Serão apenas seis, como já virou tradição, mas Slow Horses nunca precisou de muito tempo para contar suas histórias. O roteiro é econômico, os diálogos são brilhantes e cada temporada funciona quase como um filme de espionagem dividido em capítulos.

Baseada nos livros de Mick Herron, a série acompanha um grupo de agentes do serviço secreto britânico enviados para a Slough House, o departamento para onde o MI5 manda aqueles que cometeram erros graves e não podem ser oficialmente demitidos.

São espiões humilhados, esquecidos e tratados como inúteis, liderados pelo malvestido, grosseiro, aparentemente bêbado e invariavelmente brilhante Jackson Lamb, interpretado por Gary Oldman.

É praticamente uma série anti-James Bond. Não há glamour, carros luxuosos ou agentes impecáveis pedindo martíni. Há escritórios imundos, documentos burocráticos, operações que dão errado e profissionais que carregam traumas, ressentimentos e fracassos.

Mesmo assim, ou justamente por isso, quando o perigo aparece são aqueles rejeitados que quase sempre precisam salvar o dia.

A sexta temporada adapta Joe Country e Slough House, sexto e sétimo livros da série literária. Desta vez, Diana Taverner, vivida por Kristin Scott Thomas, envolve os cavalos lentos em um jogo de retaliação e vingança que coloca toda a equipe em fuga.

A grande surpresa é o retorno de Sid Baker, personagem de Olivia Cooke, cuja história ficou em aberto desde o início da série. No universo de Mick Herron, aliás, ninguém está realmente protegido. Personagens importantes morrem, desaparecem ou retornam quando menos esperamos, e essa permanente sensação de risco é parte de sua força.

O crescimento de Slow Horses também pode ser medido pelo Emmy. Depois de passar quase despercebida em suas primeiras temporadas, recebeu nove indicações em 2024, venceu pelo roteiro de Will Smith e entrou pela primeira vez na disputa de Melhor Série Dramática.

Em 2025, voltou à categoria principal e ganhou o prêmio de direção com Adam Randall. Neste ano, chegou novamente a nove indicações, completando três nomeações consecutivas como Melhor Drama, além de reconhecer Gary Oldman, Jack Lowden e Jonathan Pryce.

É significativo porque o Emmy finalmente alcançou uma série que o público vinha descobrindo sozinho. Oldman é extraordinário como Lamb, mas Jack Lowden cresceu diante dos nossos olhos como River Cartwright e hoje consegue trabalhar ombro a ombro com ele, o que não é pouca coisa. Em torno dos dois, há um dos melhores elencos da televisão, sem personagens decorativos ou atuações no automático.

Com humor britânico, suspense, política, traições e uma completa falta de reverência pelo mundo dos espiões, Slow Horses consegue melhorar sem abandonar a própria identidade.

É inteligente sem ser pedante, engraçada sem virar comédia e tensa sem depender apenas de explosões. Se você ainda não entrou na Slough House, setembro é o momento perfeito. Para quem já faz parte dessa crescente nação de fãs, a melhor série de espionagem da televisão está finalmente voltando.

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