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TEATRO

Odilon Wagner interpreta o pai da psicanálise em montagem que já teve mais de 180 mil espectadores

Ator interpreta o pai da psicanálise em montagem que já reuniu mais de 180 mil espectadores e defende o teatro como espaço para reflexão, escuta e convivência em tempos de polarização

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Depois de conquistar mais de 180 mil espectadores, ultrapassar 420 apresentações e percorrer o País em três turnês nacionais, o espetáculo “A Última Sessão de Freud” chega a Campo Grande para apenas três apresentações, nos dias 7, 8 e 9 de agosto, no Teatro Glauce Rocha.

Estrelada por Odilon Wagner e Marcello Airoldi, com direção de Elias Andreato, a montagem imagina um encontro entre Sigmund Freud e o escritor britânico C. S. Lewis para discutir fé, razão, espiritualidade e o sentido da existência.

Para Odilon Wagner, interpretar o pai da psicanálise está entre os maiores desafios de sua carreira. Mais do que reproduzir uma figura histórica conhecida mundialmente, o ator buscou revelar a humanidade de Freud e fugir da imagem estereotipada construída ao longo das décadas.

“Poucas vezes na vida um ator tem a possibilidade de fazer um personagem tão potente como Freud. O grande desafio foi justamente não fazer uma caricatura, porque ele é talvez o personagem mais caricaturado do planeta. Quisemos mostrar quem era esse homem aos 83 anos, com toda a sua profundidade, sem transformá-lo apenas em um símbolo”, afirma.

Ambientada em 1939, pouco depois de Freud deixar a Áustria para fugir da perseguição nazista, a peça acompanha o intelectual já debilitado por um câncer, mas ainda vigoroso em suas ideias.

Segundo Wagner, a montagem opta por destacar a força do pensamento do psicanalista, em vez de concentrar-se em sua fragilidade física.

“Nós optamos por fazer um Freud ainda muito vigoroso para mostrar suas ideias e seus pensamentos. Isso é o mais importante na peça: confrontar essas ideias com as de alguém que pensa completamente diferente”, defende.

Na trama, Freud recebe a visita de C. S. Lewis, professor de Oxford e futuro autor de “As Crônicas de Nárnia”. Ex-ateu, Lewis converteu-se ao cristianismo, tornando-se um dos principais defensores da fé baseada na razão. É justamente essa mudança que desperta a curiosidade de Freud.

“O tema central é esse. Freud convida Lewis porque quer entender por que ele se converteu. Como alguém que era ateu passa a defender a fé cristã? A partir daí eles discutem o sentido da vida, a existência ou não de Deus, espiritualidade, morte, sofrimento e relações humanas”, explica Odilon.

UM ELOGIO AO DIÁLOGO

Embora trate de temas filosóficos e religiosos, Odilon faz questão de destacar que o espetáculo não busca convencer o público de nenhuma posição. Pelo contrário: o foco está na capacidade de dialogar.

“O espetáculo é um elogio ao diálogo. São dois homens que pensam completamente diferente, têm visões de mundo distintas, mas jamais ultrapassam a linha do respeito. Eles debatem com inteligência, ironia e bom humor”, conta.

Na avaliação do ator, essa talvez seja a principal mensagem da peça para os dias atuais.

“Hoje nós temos uma dificuldade enorme de conversar. Parece que todo mundo precisa fazer parte de uma torcida. A pandemia, as eleições, as redes sociais radicalizaram muito os discursos. As pessoas brigam até dentro da própria família. A peça mostra que o outro não é melhor nem pior, ele apenas pensa diferente”, afirma.

Segundo Wagner, a montagem propõe justamente um exercício de escuta.

“O retorno ao bom diálogo é fundamental. Todos os grandes pensadores defendiam isso: conversar, ouvir o outro. Parece uma coisa simples, mas hoje é extremamente rara”, pontua.

FREUD ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS

Para construir o personagem, Odilon mergulhou na trajetória do fundador da psicanálise e buscou compreender um aspecto que considera frequentemente ignorado: sua relação complexa com a espiritualidade.

“Freud não era contra a espiritualidade. Ele era contra as religiões institucionalizadas, e isso é diferente”, explica.

O ator lembra que o psicanalista cresceu entre influências distintas: nasceu em uma família judaica ortodoxa, mas foi criado durante parte da infância por uma babá católica.

“Ele viveu sob essas duas pressões religiosas. Passou a vida debatendo essas questões. Estudava cristianismo, islamismo, budismo, religiões orientais e a Torá. Não fazia isso para atacar, mas para compreender e poder dialogar”, afirma.

Na interpretação de Wagner, Freud era um homem profundamente interessado em entender o ser humano.

“Ele dedicou a vida inteira a compreender a alma humana. Não existe nada mais espiritualizado do que isso. Não é religião, é outra dimensão da espiritualidade”, defende.

UM ESPETÁCULO PARA TODOS

Apesar dos temas densos, Odilon rebate a ideia de que a montagem seja voltada apenas para estudiosos da psicanálise ou da filosofia.

“Não é um espetáculo ‘cabeça’. Não é uma aula sobre Freud nem sobre C. S. Lewis. É o encontro entre dois homens extremamente inteligentes e bem-humorados”, esclarece.

Segundo ele, o humor é um dos elementos responsáveis por aproximar o público.

“As pessoas gargalham durante o espetáculo. Os dois se provocam, se analisam mutuamente, ironizam um ao outro. Em alguns momentos o público acha que Freud tem razão; logo depois passa a concordar com Lewis.

No fim, ninguém vence. Não existe vencedor quando estamos falando de ideias”, pontua.

O sucesso da montagem, acredita o ator, está justamente nessa abertura para diferentes interpretações.

“Os dois personagens saem modificados desse encontro. É isso que emociona as pessoas”, afirma.

PEÇA GRANDIOSA

Além do texto, Odilon destaca o impacto visual da produção. O cenário reproduz fielmente o consultório de Freud durante seu exílio em Londres e viaja completo pelo País.

“É praticamente um terceiro personagem. Levamos um caminhão de 12 metros com cenário, iluminação e equipamentos. O consultório foi recriado com livros, obras de arte, lareira, pia funcionando e o famoso divã. O público realmente entra naquele ambiente”, conta.

A interpretação de Odilon Wagner rendeu indicações aos prêmios Shell, APCA e Bibi Ferreira. Para ele, o reconhecimento da crítica é importante, mas o maior prêmio continua sendo a resposta do público.

“Ser indicado representa um reconhecimento ao trabalho, mas nada supera a recepção das pessoas. Estamos chegando perto de 190 mil espectadores depois de mais de quatro anos em cartaz”, afirma.

JC240413_99115Descrito por Odilon como um terceiro personagem, o cenário foi criado para simular consultório de Freud - Foto: João Caldas

ESPAÇO DE FORMAÇÃO

A passagem por Campo Grande vai além das apresentações. A equipe promoverá encontros com estudantes da UEMS, UFMS e Unigran para discutir os temas da peça, além de um debate aberto ao público após a sessão de estreia, no dia 7 de agosto.

No palco, participam da conversa o psicanalista e professor da UFMS Tiago Ravanello e o pastor batista Diego Aydos, ampliando as reflexões levantadas em cena.

Para Odilon, essa iniciativa faz parte da missão do espetáculo.

“Queremos estimular os jovens a consumir arte e cultura. Teatro também é formação. Arte, cultura e educação são fundamentais para o desenvolvimento social, humano e até econômico de uma nação”, conclui o ator.

>> SERVIÇO

“A Última Sessão de Freud”

Datas: dias 7 e 8 de agosto, às 20h; dia 9 de agosto, às 17h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos.
Ingressos disponíveis pelo Sympla.

Mesa Ao Vivo

Maior circuito gastronômico do País será realizado em Campo Grande

O evento acontecerá em Campo Grande nos dias 14 e 15 de agosto, com entrada gratuita, reunindo chefs renomados, aulas-show, palestras, feira de vinhos, festival de produtores e experiências que valorizam os sabores do Pantanal

20/07/2026 08h30

Evento é comandado pelo chef e pesquisador Paulo Machado, referência internacional na pesquisa da gastronomia pantaneira, em parceria com a revista Prazeres da Mesa

Evento é comandado pelo chef e pesquisador Paulo Machado, referência internacional na pesquisa da gastronomia pantaneira, em parceria com a revista Prazeres da Mesa Foto: Divulgação

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Mato Grosso do Sul será palco, pela primeira vez, de um dos mais importantes eventos gastronômicos do Brasil. Nos dias 14 e 15 de agosto, o Mesa Ao Vivo Mato Grosso do Sul desembarca em Campo Grande com uma programação gratuita voltada à valorização da cozinha pantaneira, reunindo grandes nomes da gastronomia nacional, chefs regionais, pesquisadores, produtores e o público em geral no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.

Considerado o maior circuito de experiências gastronômicas do País, o evento chega ao Estado com o tema “Sabores do Mato Grosso do Sul: uma cozinha que nasce do Pantanal, das fronteiras e da biodiversidade”, destacando ingredientes, técnicas e tradições que fazem da culinária sul-mato-grossense uma das mais singulares do Brasil.

Ao longo de dois dias, a programação contará com aulas-show, palestras, debates, exibição de documentário, feira de vinhos nacionais, festival de produtores artesanais e experiências gastronômicas. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, que deve ser feita pelo site oficial do evento.

IDENTIDADE E TURISMO

A chegada do Mesa Ao Vivo Mato Grosso do Sul representa um importante passo na consolidação do Estado como destino de turismo gastronômico.

A proposta é mostrar ao Brasil uma culinária construída a partir da diversidade ambiental do Pantanal e da influência cultural das fronteiras com Paraguai e Bolívia, além das contribuições indígenas e afro-brasileiras.

Entre os destaques da programação estão chefs consagrados nacionalmente, como Rodrigo Oliveira, do restaurante Mocotó; Jefferson Rueda, de A Casa do Porco; Ivan Ralston, do Tuju; Mara Salles, do restaurante Tordesilhas; Ian Baiocchi, do Grupo Íz; Cadu Evangelisti, da Broca; Jéssica Trindade, dos restaurantes Chez Claude e Madame Olympe; Marcos Livi, do Grupo Bah; Flávia Quaresma e o confeiteiro Lucas Corazza.

Eles dividirão espaço com chefs e pesquisadores sul-mato-grossenses responsáveis por difundir a culinária regional, em uma programação que coloca os ingredientes do Pantanal no centro das discussões gastronômicas.

COZINHA PANTANEIRA 

Organizado pela revista Prazeres da Mesa, em parceria com o chef e pesquisador Paulo Machado, referência internacional na pesquisa da gastronomia pantaneira, o evento dará visibilidade aos sabores característicos do Estado.

Durante as aulas, o público poderá conhecer histórias, receitas e técnicas relacionadas a ingredientes e tradições locais, como erva-mate, sobá de Campo Grande,corredor bioceânico, lambreado pantaneiro, hi-hi, influências culturais das fronteiras com Paraguai e Bolívia.

Também participam da programação chefs como Ricardo Cher, Juanita Battilani, Indiara Múcio, Magda Moraes, Maria das Graças de Oliveira, Paco Kawijian, Marcílio Galeano, Arildo Flores, Lucas Caslu, Sylvio Trujillo, Marlon Libório e Fábio Hasegawa, entre outros representantes da gastronomia regional.

PALESTRAS E DOCUMENTÁRIO

Além das aulas práticas, o Mesa Ao Vivo Mato Grosso do Sul contará com palestras ministradas por Ivan Achcar, Jefferson Rueda e Mohamad Hindi, abordando tendências da gastronomia contemporânea, sustentabilidade, valorização dos produtores e inovação.

Outro destaque será a exibição do documentário “Mulheres da Fronteira – Uma Comitiva de Sabores pelo Pantanal”, dirigido por Paulo Machado.

O filme percorre cozinhas do Pantanal para contar histórias de mulheres que preservam receitas tradicionais, fortalecem comunidades e mantêm viva a identidade gastronômica da região por meio dos saberes passados entre gerações.

FESTIVAL FAROFA DO BRASIL

A programação também inclui o Festival Farofa do Brasil, reunindo barracas de produtores artesanais de diversas regiões do País.

Os visitantes poderão conhecer, degustar e adquirir produtos típicos, além de participar de uma feira dedicada aos vinhos brasileiros.

Outra atração será a experiência A Ferro e Fogo, comandada pelo chef Marcos Livi, que explora diferentes técnicas de preparo na brasa e celebra a cultura do churrasco.

A proposta é oferecer experiências gastronômicas durante todo o dia, permitindo que o público monte o seu roteiro entre degustações, compras e atividades.

POTENCIAL GASTRONÔMICO DE MS

Para o chef Paulo Machado, o Mesa Ao Vivo Mato Grosso do Sul é uma oportunidade de apresentar nacionalmente a riqueza gastronômica sul-mato-grossense.

“O Mesa ao Vivo é um dos eventos mais desejados da gastronomia brasileira porque reúne o que há de mais contemporâneo na cozinha, valoriza grandes chefs, pequenos produtores, cultura, pesquisa e educação gastronômica”, afirma.

A diretora da revista Prazeres da Mesa e sócia do núcleo Mundo Mesa, Mariella Lazaretti, destaca que Mato Grosso do Sul possui uma riqueza gastronômica ainda pouco conhecida pelos brasileiros.

“Para nós é uma alegria alcançar mais um estado, neste caso uma região que tem muito pouca divulgação e que acreditamos ter uma riqueza gastronômica imensa, com muita biodiversidade, o Pantanal, rios, peixes e ingredientes de que os brasileiros ainda não têm conhecimento, além das técnicas que misturam três países –Brasil, Paraguai e Bolívia – e saberes indígenas e negros”, destaca.

O evento conta com apoio da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS). Para o diretor-presidente da instituição, Bruno Wendling, o evento reforça o posicionamento do Estado como um importante destino turístico.         

“Fico muito feliz de recebermos a primeira edição do principal evento de gastronomia do País, o que reforça o posicionamento de Mato Grosso do Sul também quanto à sua identidade gastronômica”, pontua.

PROGRAMAÇÃO PARALELA

A celebração da gastronomia pantaneira terá início no dia 13 de agosto, com a Pizza dos Chefs, realizada na Tasto Forneria & Pizzaria Napolitana.

A experiência reunirá Cadu Evangelisti, Mohamad Hindi, Mara Salles, Ivan Achcar e Igor Yukio, que vão preparar um rodízio de pizzas autorais para um público limitado a 100 pessoas, acompanhado por música ao vivo e drinks.

Nos dias seguintes acontecem os tradicionais Jantares Magnos, quando chefs convidados elaboram menus colaborativos ao lado dos restaurantes anfitriões.

No dia 14 de agosto, o Território Ristorante recebe Rodrigo Oliveira, Ian Baiocchi, Flávia Quaresma, Marcos Livi, Jefferson Rueda e o chef da casa, Fábio Hasegawa.

Já no dia 15 de agosto, o restaurante Origens 67, no Hotel Slaviero Prime, promove um jantar comandado por Paulo Machado, Mara Salles, Jéssica Trindade, Mohamad Hindi, Cadu Evangelisti e Indiara Múcio, celebrando ingredientes típicos do Pantanal.

Serviço

Mesa Ao Vivo Mato  Grosso do Sul
Data: 14 e 15 de agosto;
Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, Campo Grande;
Entrada: gratuita;
Inscrições: obrigatórias para aulas e palestras, com vagas limitadas, pelo site www.mesaaovivoms.com.br.

Pizza dos Chefs
Data: 13 de agosto;
Horário: às 20h;
Local: Tasto Forneria & Pizzaria Napolitana;
Valor: R$ 250 (bebidas à parte).

Jantar Magno – Território
Data: 14 de agosto;
Horário: às 20h;
Valor: R$ 450 (bebidas à parte).

Jantar Magno – Origens 67
Data: 15 de agosto;
Horário: às 20h;
Local: Slaviero Prime Hotel
Valor: R$ 450, com harmonização de vinhos Pizzato e taxa de serviço de 10%.
 

Felpuda

Quem está na mira da Justiça Eleitoral é o deputado Rodolfo Nogueira...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (20)

20/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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FRANÇOIS GUIZOT - HISTORIADOR FRANCÊS

"Nada é tão nocivo para os povos do que se darem por satisfeitos com meras palavras e aparências”.

 

FELPUDA

Quem está na mira da Justiça Eleitoral é o deputado Rodolfo Nogueira. A acusação é de propaganda antecipada, provocada por um adversário petista. O curioso é que os mesmos críticos pouco comentam outros episódios. Quando Lula virou enredo de escola de samba, o barulho desapareceu. Nenhuma indignação, nenhuma cobrança, nenhum discurso inflamado. Parece que o apito da coerência toca conforme a bateria. No carnaval da política, há quem desfile fantasiado de fiscal seletivo. Também, pudera!

Diálogo

Guerra

O contra-ataque ao pré-candidato do PT na disputa pelo governo do Estado, Fábio Trad, já começou nas redes sociais. Vídeos em que ele critica a gestão de Eduardo Riedel passaram a ser respondidos com peças que lembram a participação de integrantes do PT em cargos da administração estadual. 

Mais

O embate promete ganhar mais intensidade à medida que a campanha se aproxima. Nas rodinhas de conversas, já há quem ensaie apelidos irônicos, numa tentativa de desgastar a narrativa do adversário. Resta esperar para conferir.

DiálogoRosana Chinaglia Maiolino e Nerone Maiolino Júnior
DiálogoDra. Camila Mendes Kamada  

Pé na estrada

Com o encerramento do primeiro semestre na Assembleia de MS, a pauta agora é a rua. Deputados estaduais largaram os gabinetes e já estão com o pé na estrada. O objetivo é claro: colocar a campanha eleitoral para rodar o quanto antes. Visitas, carreatas e agendas nos municípios viraram prioridade. Ninguém quer chegar em outubro atrás do tempo de TV e do corpo a corpo. É início de jogo, e quem não aparecer some do mapa.

Travados

O medo de pré-candidatos diante dos órgãos de fiscalização eleitoral está mudando a estratégia. Alguns pré-candidatos que estavam exagerando demais na divulgação simplesmente “saíram do ar”. Não se escreve, não se fala, não se posta. A cautela virou regra para não cair em cilada de propaganda antecipada. Lembra a última campanha, quando servir até um copo de água em reunião promovida por candidatos era tratado como crime eleitoral. Prudência virou palavra de ordem.

Proteção

Entrou em vigor a lei que permite a servidores públicos estaduais informarem o endereço funcional, e não o residencial, nos boletins de ocorrências quando forem vítimas, testemunhas ou comunicantes de fatos que possam colocar sua segurança em risco. A medida beneficia profissionais de saúde, educação, segurança, fiscalização e outras categorias que exerçam poder de polícia. O endereço residencial continuará nos registros internos da Polícia Civil, sob sigilo.

Aniversariantes

Mônica Ouriveis Razuk,
Tamyris Gonçalves,
Nelci Maria Locatelli,
Shenia Maria Renaud,
Denis Cleiber Miyashiro Castilho,
Antonio Janduy Nogueira Bessa,
Ermeto Lazaretti,
José Alfredo Almeidinha Nahas,
Helio Domingos,
Julio Antonio da Silva,
Paulo Firmino Rosa,
Jackson Schorn,
Súzan Stephanie Lima Benites,
FumikoTamazato Tsuha,
Sandra de Sousa Carvalho,
Raquel de Lima,
Dr. Alexandre Casali Neto,
Amélia da Mata Souza,
Edson Aparecido Bezerra,
Ivanil Gomes de Souza,
Afonso José da Silva,
Zulmira Menacho,
Inacio Pereira de Oliveira,
Vera Maria Recalde,
Gilda Santa Cruz,
Diego Souza,
Vânia Almeida Minervini Barbosa,
Luciana Passos,
Odacil da Silva Canepa,
Marielze de Oliveira Landgraff,
Luciano Munarini,
Carlos Heinz Claudy,
Cleber Oliveira,
João Mauricio Pereira da Silva,
Luiz Carlos da Silva Queiroz,
Omir da Silva,
Renan Cintra Gomes,
Gilberto Porto de Figueiredo,
Helena Fonseca Michel Stefanello,
Rafael Rezek Ferreira,
Clarice Gonçalves Fabiani,
Leda Regina Taborda Angeli,
Ivo Ferreira dos Santos,
Raul de Queiroz Filho,
Maria Alves de Lima Bandeira de Melo,
Regina Paula de Campos Haendchen Rocha,
Edenilson Carraro,
Michele Naira Salomão,
Severina Rodrigues Jacometo,
Maria do Socorro Pereira da Costa,
Luiz Carlos Dutra Junior,
Guilherme Recalde,
Nilza Maria Almeida,
José de Camargo Borba,
Mirtes Melo Corrêa,
João Elias Batista da Costa,
Silvio Martin,
Roberto Djalma Barros,
Maria Luiza Soares,
Glória Boni Cogo,
Jânio Heder Secco,
Nixon Alves,
Renato Alves Guimarães,
Paulo Roberto Anache,
Mauro César Domingues,
Vicentina da Motta,
Laurindo Faria Petelinkar,
Wagner Almeida Muller,
Antônio Roberto de Souza Paulino,
Joélcio Carneiro Moraes,
Maria Inês de Oliveira do Amaral,
Lesie Silva,
Vanda Souza Campos,
Selma Souza de Oliveira,
João Rodrigues Cara,
Antonio Claudir Leite,
Romildo Capelloza Junior,
Bruno Flávio Rodrigues Sales,
Emanuel Soler da Silva,
Rafael Massuo Inowe,
Mauro José Gutierre,
Rosali Rodrigues Saab Cabral,
Ademir Antonio Cruvinel,
Isabel Livrada Silva,
Wilson Elias Lermen,
Lívia Maria Correa Lopes,
Mauro Camargo,
Álvaro de Barros Guerra Filho,
Gilberto Artero Ramos,
Célia Xavier de Brito Dominoni,
Pedro Fernando Stanke,
Custódio Manoel Castro do Nascimento,
Santina Domingues de Oliveira,
Divaney Abruceze Gonçalves,
Elãiny Garcia Ferreira de Freitas Carvalho,
Manoel Jacinto Trindade,
Marlon Nunes da Rocha,
Elisângela Carvalho da Silva,
Francisco Antonio Volpe,
Gabriela Maia Rodrigues,
Valdeir da Silva Neves,
Rogério Cezário de Oliveira,
Jorge Ruy Otano da Rosa,
Maria Juliana Pereira Faria,
Victomar Rodrigues Monteiro,
Edson Albuquerque Pontes,
Raquel Araujo Rupp,
Sidney Paes Benevides. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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