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Pizza Lá Felicità: vá para a Itália sem sair de casa

Receita criada pelo chef consultor pizzaiolo Leonardo Stefanini vai disputar o Campeonato Mundial da Pizza, em Parma, na Itália

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Segundo historiadores, foram os egípcios que deram origem à tão famosa e saborosa pizza, ao criarem uma massa fina e circular a base de farinha e água para as refeições.

Os seus inventores chamavam o alimento de “pão de Abrahão” ou simplesmente “piscea”, que originou na palavra como conhecemos hoje.

Com o passar do tempo, outras civilizações foram se apropriando da receita e elaborando novas formas de preparo até a pizza ser desenvolvida, que ganhou popularidade em Nápoles, na Itália.

Atualmente, existe uma infinidade de sabores e formatos que podem ser feitos com um dos tipos de massa favorito dos brasileiros.

Então, que tal preparar uma deliciosa pizza neste final de semana? 

O chef consultor pizzaiolo, Leonardo Stefanini, ensina a fazer a sua receita “Pizza Lá Felicità”, criada exclusivamente para o Campeonato Mundial da Pizza.

O chef irá participar da final da competição que vai ser realizada em Parma, na Itália, em abril de 2023.

Siga o passo a passo e aprenda a preparar uma pizza que vai te levar para uma viagem gastronômica direto para a Itália.

Leonardo Stefanini  Leonardo Stefanini  - Foto Vitor Melo 

Pizza Lá Felicità

Ingredientes

  • - 800g de farinha
  • - 100g de farinha de Sêmola Rimacinata
  • - 100g de farinha integral Mora
  • - 10g fermento natural desidratado Lievito Madre
  • - 650ml de água
  • - 25g de sal
  • - 25ml azeite

Cobertura

Base de creme de ricota, caccio cavalo e levada ao forno, após cocção finalizada com prosciutto crudo, pickles e geleia de laranja com pimenta

Modo de preparo

  • - Misture as farinhas e o fermento
  • - Em seguida, adicione 90% da água
  • - Comece a misturar
  • - Adicione o sal e continue misturando e sovando até obter uma textura homogênea
  • - Adicione o azeite e sove até ficar totalmente lisa e homogênea
  • - Leve para fermentar por aproximadamente 30 minutos em um bowl fechado com film
  • - Depois de descansar por 30 minutos, faça as bolinhas e deixe fermentar e maturar por pelo menos 5 horas em temperatura ambiente
  • - Após esse processo, abra a massa leve ao forno convencional e pré asse por aproximadamente 5 minutos
  • - Na sequência, tire do forno, deixe esfriar, passe o creme de ricota e coloque o caccio cavalo e volte ao forno por mais 5 minutos
  • - Finalize com o prosciutto crudo, pickles e a geleia de laranja

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Coceira, queda de pelo e alergias: veja qual a dieta ideal que ajuda a prevenir problemas em pets

Alterações na pelagem ajudam diagnóstico precoce e podem apenas refletir desequilíbrios internos, muitas vezes ligados à alimentação e ao ambiente

16/05/2026 16h30

Coceira, queda de pelo e alergias: veja qual a dieta ideal que ajuda a prevenir problemas em pets

Coceira, queda de pelo e alergias: veja qual a dieta ideal que ajuda a prevenir problemas em pets Foto: Divulgação

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Sinais como coceira, queda de pelo e alterações na pelagem dos pets, normalmente associados a fatores externos, podem ter origem na dieta. Assim como nos humanos, a qualidade da alimentação interfere diretamente no equilíbrio do organismo dos animais, com reflexos na saúde da pele e, por consequência, dos pelos.

A médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá, primeira marca de skincare para animais do Brasil, reforça ao B+ que os tutores precisam ficar atentos a possíveis alterações.

“O primeiro sinal costuma ser a opacidade dos pelos, que ficam mais ressecados, sem brilho, porque os nutrientes não estão chegando adequadamente até a raiz. Quando a gente começa a ver no físico, é porque o organismo já está desregulado há algum tempo”, explica.

As variações na textura ou na cor dos fios costumam anteceder quadros mais evidentes, como falhas na pelagem ou queda excessiva.

Chamada de atopia, a condição é comum principalmente em cães e pode ser agravada por ingredientes mais alergênicos presentes em algumas rações ou até mesmo alimentos utilizados na alimentação natural. 

Por isso, a escolha dos alimentos deve considerar não apenas o preço ou a aparência da embalagem, mas principalmente a composição nutricional, e, quando desenvolvida uma alimentação natural, sempre lembrar da necessidade do veterinário estipular a dieta mediante as necessidades de cada paciente.

“É um problema que vai muito além da estética. Às vezes, o tutor associa a coceira a uma questão ambiental ou de higiene, mas a alimentação também é um dos gatilhos que afetam o estado alérgico dos pets. Por isso, é essencial manter uma rotina diária de cuidado com a pele dos animais e, em qualquer sinal de alteração, consultar um médico-veterinário”, aponta Nathália.

Como escolher?

  1. Não existe uma regra para escolher entre alimentação natural e as rações comerciais: a definição de qual é ideal depende de uma avaliação individualizada do animal e também disponibilidade de cada tutor.

    “Existe uma tendência de os tutores quererem preparar a alimentação por conta própria, mas isso pode gerar desequilíbrios importantes. A orientação profissional é essencial”, destaca.
     
  2. No caso das rações, opções com menor potencial alergênico e composição mais equilibrada tendem a ser mais indicadas.

    Proteínas como peixe, por exemplo, costumam ser mais leves e melhor toleradas por animais com predisposição a alergias. Além disso, itens complementares podem auxiliar na reposição de nutrientes essenciais.
     
  3. Produtos que combinam ácidos graxos essenciais, como EPA e DHA, e ingredientes de origem natural, como própolis, chlorella e spirulina, são associados ao bem-estar geral dos animais. Seus benefícios incluem o suporte ao funcionamento intestinal e à adaptação a situações de estresse, fatores que, indiretamente, impactam a saúde dermatológica.
     
  4. Além deles, ingredientes com função prebiótica, como MOS e FOS, aliados a proteínas de alta digestibilidade e nutrientes como ômega-3, ômega-6, vitamina E e biotina, têm sido utilizados para melhorar a absorção de nutrientes.

    “O foco não é excesso de suplementação, mas equilíbrio. Quando a dieta está ajustada, não há necessidade de sobrecarregar o organismo com nutrientes em excesso”, explica Nathália.
     
  5. Por fim, Nathália destaca a necessidade de uma abordagem integrada no cuidado com os pets, envolvendo alimentação, ambiente, fatores emocionais e produtos de higiene. “Tudo importa. Não existe uma única causa. É um sistema”, resume a médica-veterinária.

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Imposto de Renda 2026: confira como evitar erros na declaração

O especialista em tributação, Fabrício Tonegutti, elenca dicas valiosos para declarar corretamente

16/05/2026 14h30

Imposto de Renda 2026: confira como evitar erros na declaração

Imposto de Renda 2026: confira como evitar erros na declaração Foto: Divulgação

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A Receita Federal já recebeu mais de 16 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026. Até o último domingo, dia 26, 16.093.257 declarações tinham sido enviadas. Do total de declarações enviadas, 60,2% utilizaram a opção pré-preenchida.

O prazo de entrega da declaração começou no dia 23 de março, e terminará em 29 de maio. A expectativa é de que 44 milhões de declarações sejam entregues até o final do prazo. Segundo o especialista em direito tributário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fabrício Tonegutti, a declaração pré-preenchida avançou bastante nos últimos anos, mas faz um alerta.

"Segundo a própria Receita, 60,5% das declarações entregues até 14 de abril foram pré-preenchidas. Isso ajuda muito. Mas aqui entra a complicação da história: pré-preenchida não é declaração automática. Ela reduz erro, mas não elimina erro.

Porque os dados vêm de terceiros. Então, se a empresa, o banco, o médico ou a fonte pagadora informaram algo errado, ou se o contribuinte não confere, o problema continua existindo", pontua o diretor da Mix Fiscal, empresa com 20 anos de experiência em inteligência tributária para o varejo.

A Receita tem esse ranking, e ele é muito útil porque mostra que a malha fina, na maior parte das vezes, não nasce de fraude mirabolante. Ela nasce de erro comum. Os quatro principais motivos oficiais de retenção são: despesas médicas, com 32,6%; omissão de rendimentos, com 30,8%; outras deduções, com 16%; e diferença no imposto retido na fonte, com 15,1%.

O especialista explica porque as despesas médicas tendem dar alteração no Imposto de Renda.

"Porque é uma área em que o contribuinte costuma errar muito no detalhe. Lança valor errado, informa uma despesa que não é dedutível, inclui algo sem comprovante suficiente ou se esquece de descontar o reembolso do plano. E saúde pesa muito porque é uma dedução sensível para a Receita. É a despesa que pode gerar o maior impacto na dedução do imposto a pagar! Então, as pessoas tendem a lançar tudo, mas tem despesa que não é dedutível! Por exemplo, gastos com vacina, nutricionista, enfermeiro, etc, são até gastos com saúde, mas não são dedutíveis do imposto de renda! O jeito de evitar é simples na teoria, mas exige disciplina: declarar só o que foi efetivamente pago, conferir recibo por recibo e não confiar cegamente no que já veio carregado no sistema", resalta Tonegutti.

Já sobre a omissão de rendimentos, Fabrício avisa:

"aqui mora uma armadilha clássica: a pessoa lembra do emprego principal, mas esquece outra renda. Pode ser aluguel, estágio, aposentadoria, um freela, uma pensão, uma aplicação, ou até o rendimento do dependente. E esse detalhe do dependente é decisivo: se ele entra na declaração, os rendimentos dele entram junto também. É muito comum quem comprou e vendeu ações ou Fundos de Investimento Imobiliários terem problema por não declarar a renda que teve com essas operações!", pontua.

O diretor da Mix Fiscal esclarece o que entra na categoria ‘outras deduções’. "Entra um conjunto de tropeços muito comuns: dependente declarado em lugar errado, gasto com educação fora da regra, pensão alimentícia preenchida incorretamente, dedução sem documento e até escolha errada entre desconto simplificado e deduções legais.

Muita gente tenta “montar” a declaração achando que vai pagar menos, quando o melhor caminho é usar o sistema a seu favor. O programa compara os modelos e mostra qual é o mais vantajoso", esclarece.

Tonegutti, ainda, elenca cinco dicas rápidas para o cidadão declarar melhor e fugir da malha fina:

1.    Use a pré-preenchida, mas confira tudo.

2.    Reúna todos os informes antes de transmitir.

3.     Revise com muita atenção despesas médicas e rendimentos de dependentes, e consulte o Manual do Meu Imposto de Renda, disponibilizado pela Receita Federal na Internet.

4.    Compare o simplificado com as deduções legais antes de enviar.

5.     Se surgir pendência, cheque antes de sair retificando.

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