Correio B

INTERNET

Plantação virtual de maconha ultrapassa 1,8 mi de usuários no Facebook

Plantação virtual de maconha ultrapassa 1,8 mi de usuários no Facebook

FOLHA ONLINE

04/11/2010 - 20h32
Continue lendo...

Cansou da caretice virtual de plantar milho, ordenhar vacas ou alimentar patos no FarmVille? Um aplicativo bem menos ortodoxo promete agitar o seu Facebook.

O Pot Farm (fazenda de maconha, em tradução livre), cujo número de usuários ativos ultrapassa 1,8 milhão, permite que o usuário crie um avatar e plante a erva livre e virtualmente. O aplicativo, no entanto, não é recomendado a menores de 21 anos.

Não faltam bom humor e irreverência para o jogo.

O usuário começa o "negócio" em uma área aberta e, gradativamente, vai adquirindo e barganhando objetos --e, é claro, maconha.

À medida que vai progredindo no jogo, o espaço virtual da "fazenda" vira algo similar a uma comunidade hippie, com adereços e plantas geralmente vinculados a esse estilo de vida.

Há um vilão alucinado, contudo: ele se chama Ranger Dick, e pode atacar --e fumar-- toda a plantação do usuário.

Lançado em meados de maio, o aplicativo é desenvolvido por um internauta que se identifica pelo codinome Uncle Floyd.

E qual o diferencial principal entre o Pot Farm e o FarmVille?

"Em Pot Farm suas colheitas nunca morrem, mas se você cultivar certas plantas sem o ter certeza de que elas estão protegidas, você pode ser acertado por Ranger Dick!", declarou Uncle Floyd, em entrevista ao site SocialTimes.

Beleza Correio B+

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Médica esclarece as principais dúvidas sobre o fotoprotetor oral e explica quando ele realmente pode ser um aliado da saúde da pele

18/07/2026 16h30

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer

Seis mitos e verdades sobre o filtro solar oral que todo mundo deveria conhecer Foto: Freepik

Continue Lendo...

Em julho é celebrado o Dia Mundial da Saúde da Pele. A data, uma iniciativa da Liga Internacional de Sociedades Dermatológicas em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, foca na conscientização de que o cuidado dermatológico vai muito além da estética, sendo essencial para a saúde.

Em meio ao crescimento da busca por soluções que unem beleza, bem-estar e prevenção, o filtro solar oral passou a ganhar espaço na rotina de skincare. Apesar da popularidade, muitas dúvidas ainda cercam seu funcionamento e seus benefícios, principalmente nas redes sociais, onde informações equivocadas costumam ganhar repercussão.

“O filtro solar oral é um excelente aliado para proteger a pele dos danos causados pela radiação solar, mas faz parte de uma estratégia de cuidado. O uso diário do protetor solar, associado a outras medidas de fotoproteção, continua sendo indispensável para preservar a saúde da pele e prevenir o envelhecimento precoce e doenças relacionadas ao sol”, afirma a médica atuante em dermatologia, Dra. Isadora Ragognete.

- O filtro solar oral substitui o protetor solar tradicional. Mito!

O fotoprotetor oral não cria uma barreira contra os raios ultravioleta. Sua ação ocorre por meio de antioxidantes que ajudam a reduzir os danos celulares provocados pela exposição solar. “O filtro solar oral nunca substitui o protetor solar aplicado na pele. Ele complementa a proteção e potencializa os cuidados, mas não bloqueia a radiação UV”, explica a Dra. Isadora

- O filtro solar oral pode beneficiar pacientes com melasma e outras condições dermatológicas. Verdade!

Pacientes com melasma, rosácea, fotossensibilidade, histórico de câncer de pele ou que realizam procedimentos dermatológicos podem receber indicação para utilizar o suplemento como parte da estratégia de tratamento. “Existem situações em que o fotoprotetor oral oferece benefícios importantes, principalmente quando associado aos demais cuidados indicados pelo médico”, complementa a médica.

Quem toma filtro solar oral pode permanecer mais tempo no sol. Mito!

Nenhum suplemento aumenta o tempo seguro de exposição solar ou elimina os riscos causados pela radiação ultravioleta. “Mesmo utilizando o fotoprotetor oral, é fundamental reaplicar o filtro solar, utilizar barreiras físicas e evitar a exposição nos horários de maior intensidade solar”, comenta a doutora.

Os antioxidantes presentes no filtro solar oral ajudam a reduzir os danos provocados pelo sol. Verdade!

Ativos como Polypodium leucotomos, licopeno e luteína auxiliam na redução do estresse oxidativo e contribuem para minimizar os efeitos do fotoenvelhecimento quando associados à fotoproteção tópica. “Os antioxidantes fortalecem os mecanismos naturais de defesa da pele e ajudam a reduzir os impactos da radiação solar sobre as células”, relata Isadora.

Todo mundo deve tomar filtro solar oral diariamente. Mito!

O suplemento não faz parte de uma recomendação universal. A indicação depende das características da pele, da rotina e das necessidades clínicas de cada paciente. “O tratamento deve ser individualizado. Nem toda pessoa precisa utilizar o fotoprotetor oral, por isso a avaliação médica é fundamental”, ressalta a médica.

 A melhor fotoproteção é a combinação de diferentes estratégias. Verdade!

Além do filtro solar oral, especialistas recomendam o uso diário do protetor solar, reaplicação ao longo do dia, roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e a redução da exposição solar nos horários de pico. “A proteção da pele não depende de um único produto. Os melhores resultados são alcançados quando diferentes medidas são adotadas de forma conjunta”, explica  Isadora.

A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de reduzir os danos causados pela radiação ultravioleta e preservar a saúde cutânea ao longo da vida.

“A fotoproteção é um investimento diário em saúde. Quanto mais cedo esse hábito é incorporado à rotina, maiores são os benefícios na prevenção do envelhecimento precoce, das manchas e até do câncer de pele. O filtro solar oral pode ser um grande aliado, mas sempre como parte de um cuidado completo e orientado por um profissional”, conclui.

 

Pet Correio B+

Veja como cuidar do seu pet em dias de jogos, campeonatos e final da Copa do Mundo

Especialista recomenda preparar um ambiente seguro para reduzir o estresse dos animais causado pelo excesso de ruídos de fogos de artifício, buzinas, cornetas, entre outros

18/07/2026 15h00

Veja como cuidar do seu pet em dias de jogos, campeonatos e final da Copa do Mundo

Veja como cuidar do seu pet em dias de jogos, campeonatos e final da Copa do Mundo Foto: Divulgação

Continue Lendo...

A animação dos torcedores durante os jogos, campeonatos e final de Copa do Mundo tende ao final da mesma. Toda essa empolgação, porém, pode representar momentos de tensão para os pets. Fogos de artifício, buzinas e reuniões com grande concentração de pessoas costumam provocar medo, estresse e até sofrimento nos animais e isso exige atenção especial.

O professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Gabriel Marques Bastos de Faria, médico veterinário e pós-graduado em Neurologia de cães e gatos, dá dicas aos tutores para esse período, entre elas, a recomendação para que preparem um ambiente seguro e tranquilo, com antecedência, para os animais.

“A principal dica é não deixar para pensar nisso na hora do jogo. Muitos bichos de estimação ficam assustados com gritos, buzinas e fogos, então é importante preparar um ambiente com segurança e calmo para eles antes que toda a movimentação comece”, explica o veterinário.

O professor da UMC ensina que o tutor pode separar um cômodo mais sossegado da casa para os pets e, no local, deixar água, cama, brinquedos e objetos que o animal já conhece: “Fechar portas e janelas e deixar uma música tocando ou a televisão ligada também pode ajudar a diminuir os ruídos que vêm de fora”, ressalta Gabriel.

Sintomas e cuidados

O veterinário reforça que os tutores devem estar atentos ao comportamento dos companheiros de quatro patas nesses momentos de tensão: “Se o pet apresenta sinais mais intensos, como tremores constantes, falta de apetite, muita agitação, tentativas de fuga, respiração acelerada ou qualquer comportamento diferente do habitual, a orientação veterinária é fundamental. Animais com histórico de epilepsia exigem atenção redobrada durante períodos de maior estresse”, alerta o professor.

Gabriel explica ainda que brinquedos interativos, mordedores e atividades que envolvam petiscos costumam funcionar muito bem para distrair o animal, pois direcionam a atenção do pet para algo agradável em vez de barulhos externos.

O médico veterinário diz que o mais importante é manter a calma, não brigar e não forçar o animal a enfrentar aquilo que está causando medo:

“Evite levá-lo para perto da confusão. Cada pet reage de uma forma, então é preciso respeitar o espaço dele. O tutor transmite segurança ao animal. Quanto mais tranquilo estiver o ambiente e as pessoas ao redor, menor tende a ser o impacto dos barulhos e da movimentação típica dos dias de jogo. Vale ressaltar ainda a atenção com as portas e janelas para evitar fugas”, conclui o especialista.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).