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SAÚDE

Saiba como se prevenir contra o câncer de pele

Campanha Dezembro Laranja alerta para necessidade de cuidados para prevenção contra o câncer de pele, tipo de tumor mais frequente no País e no mundo; proteção diária, reconhecimento de sinais e o acesso ao tratamento adequado estão entre as recomendações

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A campanha Dezembro Laranja marca o movimento de conscientização sobre o câncer de pele, destacando o uso diário de proteção solar, o acompanhamento dermatológico e a identificação precoce de alterações suspeitas na pele.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) divulgou, na sexta-feira, uma lista com 16 fatos essenciais que ajudam a tirar dúvidas e orientam a população e profissionais da saúde sobre os principais cuidados para reduzir casos avançados.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele é o mais comum no Brasil, com estimativa de 220.490 novos casos de câncer de pele não melanoma para este ano, além de 8.980 novos casos anuais de melanoma, o tipo mais agressivo.

Na avaliação de Alberto Julius Alves Wainstein, cirurgião oncológico e membro da SBCO, este é um tipo de câncer que muitas das vezes é evitável. “Muitos dos fatores de risco ligados ao câncer de pele podem ser prevenidos, principalmente ao evitar a exposição solar sem proteção”, explica.

Embora a maioria dos casos ocorra em pessoas sem histórico familiar da doença, cerca de 10% dos melanomas estão associados a síndromes hereditárias, como o melanoma familial.

Conforme reforça a SBCO em seus materiais educativos, pele clara com muitas pintas ou sardas, uso de câmaras de bronzeamento, falta de proteção solar adequada, atividades ao ar livre sem proteção e idade avançada são fatores de risco relevantes. Confira 16 fatos essenciais sobre o câncer de pele.

O MAIS FREQUENTE

Ele responde por cerca de 27% a 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, somando os tipos melanoma e não melanoma.

DOIS GRANDES GRUPOS

Há o câncer de pele não melanoma e melanoma. O primeiro é o mais incidente e, em geral, o de menor letalidade, enquanto o melanoma é menos frequente, porém muito mais agressivo. O tipo não melanoma acomete células que não produzem melanina; já o melanoma nasce dos melanócitos, responsáveis pela pigmentação da pele, cabelos e olhos. Essa diferença celular ajuda a entender por que o comportamento clínico e o risco de metástase são tão distintos entre os dois grupos.

DANOS PERMANENTES

O câncer de pele não melanoma é muito comum e pode causar danos permanentes se não tratado. O carcinoma basocelular representa cerca de 80% dos casos de câncer de pele não melanoma e costuma se desenvolver nas camadas mais profundas da epiderme.

O carcinoma espinocelular acomete as camadas mais superficiais, principalmente nas áreas mais expostas ao sol como rosto, orelhas, lábios e dorso das mãos.

MAIS LETAL

O melanoma é menos frequente, mas responde por grande parte das mortes. Embora represente cerca de 4% a 5% dos tumores cutâneos, o melanoma é responsável por aproximadamente 40% das mortes por câncer de pele.

Quando detectado em fase inicial, a taxa de cura ultrapassa 90%, mas cai para menos de 50% em tumores com espessura superior a quatro milímetros.

SINTOMAS

Os sintomas vão além da “pinta feia” e incluem feridas que não cicatrizam. Os sinais de alerta incluem manchas que coçam, descamam ou sangram, pintas que mudam de tamanho, formato ou cor e feridas que não cicatrizam em algumas semanas, especialmente em áreas expostas ao sol.

No câncer de pele não melanoma, é comum o surgimento de lesões avermelhadas, espessas, com crostas ou aspecto de ferida persistente. Já no melanoma, as lesões tendem a ser mais pigmentadas, mas podem ter apresentações variadas, o que reforça a importância da avaliação médica.

REGRA DO ABCDE

A regra do ABCDE é uma aliada no autoexame da pele. Para facilitar a identificação de lesões suspeitas, recomenda-se a regra do ABCDE:

  • A de assimetria (metades diferentes da lesão),
  • B de bordas irregulares,
  • C de cor variada (preta, castanha, avermelhada, azulada ou branca em uma mesma pinta),
  • D de diâmetro maior que 6 mm
  • e E de evolução (mudanças ao longo do tempo).

Se uma pinta ou mancha apresenta uma ou mais dessas características, é sinal de que precisa ser avaliada por um especialista.

PIGMENTAÇÃO

Nem todo melanoma é escuro: existem formas pouco pigmentadas. Ao contrário do imaginário popular, melanoma não é apenas uma pinta preta. O subtipo amelanótico praticamente não tem pigmentação e pode ser róseo, avermelhado ou de cor semelhante à pele ao redor, o que dificulta a identificação.

Justamente por isso, qualquer lesão nova que cresça, mude de aspecto ou provoque coceira, dor, sangramento ou descamação merece atenção, mesmo que não seja escura.

EXPOSIÇÃO SOLAR

A exposição solar inadequada é o principal fator de risco e o dano é cumulativo. A radiação ultravioleta (UVA e UVB) é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer de pele.

As queimaduras solares na infância e adolescência aumentam o risco de tumores na vida adulta, pois o dano se acumula ao longo dos anos.

Os raios UVA estão presentes do nascer ao pôr do sol e se relacionam ao envelhecimento da pele e ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer; já os raios UVB são mais intensos entre 10h e 16h e causam vermelhidão, queimaduras e aumento importante do risco de tumor.

FATORES DE RISCO

Idade, tipo de pele, histórico familiar e profissão também influenciam o risco. A prevalência de câncer de pele não melanoma é maior em pessoas de pele clara, acima dos 40 ou 45 anos, que trabalharam por muitos anos ao ar livre sem proteção.

No entanto, conforme alertam especialistas, a média de idade ao diagnóstico vem diminuindo, em parte por hábitos de exposição solar intensa e uso de bronzeamento artificial. Ter histórico familiar de melanoma, imunidade baixa ou síndromes genéticas específicas também aumenta o risco, exigindo vigilância redobrada.

ETNIAS

Todas as etnias podem ter câncer de pele, mas algumas regiões têm incidência maior. O câncer de pele pode acometer pessoas de todos os tons de pele, inclusive negras.

Embora peles claras sejam mais vulneráveis aos danos da radiação ultravioleta, pessoas negras e orientais podem desenvolver tumores em áreas menos comuns, como plantas dos pés e palmas das mãos.

No Brasil, a Região Sul concentra o maior número de casos de melanoma, em razão do predomínio de fototipos claros.

BARREIRAS DE PROTEÇÃO

Prevenção passa por filtro solar diário e barreiras físicas de proteção. Proteção solar não é só “assunto de praia”.

O uso de filtro solar com fator de proteção (FPS) de, no mínimo, 30, reaplicado a cada duas horas ou após entrar na água e suar excessivamente, é recomendado sempre que se estiver ao ar livre, mesmo em dias nublados.

Chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, roupas com tecido específico ou de trama mais fechada e permanecer em áreas sombreadas são medidas simples, mas decisivas para reduzir o risco de câncer de pele ao longo da vida.

BARRACAS E HORÁRIOS

O tipo de barraca e a faixa de horário fazem diferença na proteção. Nem toda sombra protege da mesma forma. Barracas de praia feitas de algodão ou lona podem absorver até metade da radiação ultravioleta, oferecendo proteção mais confiável. Já barracas de nylon deixam cerca de 95% dos raios UV atravessarem o material.

Por isso, mesmo na sombra, é indispensável usar filtro solar e evitar se expor nos horários de maior risco, entre 10h e 16h (ou 17h, em horário de verão), quando a radiação UVB é mais intensa.

BRONZEAMENTO ARTIFICIAL

Bronzeamento artificial é comprovadamente cancerígeno e não é opção segura. Cabines de bronzeamento artificial utilizam lâmpadas que emitem radiação ultravioleta em níveis que podem ser ainda mais nocivos do que a exposição direta ao sol. No Brasil, essa prática é proibida para fins estéticos justamente pelo risco de câncer de pele.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico está cada vez mais preciso, graças a exames específicos. O primeiro passo costuma ser o exame clínico da pele, realizado por dermatologista ou cirurgião oncológico.

Para aprofundar a avaliação, a dermatoscopia utiliza lentes de aumento e iluminação especial para analisar estruturas que não são visíveis a olho nu. Outras tecnologias permitem acompanhar a evolução das lesões e ajudam a decidir se é necessário remover a área suspeita.

O TIPO DE CÂNCER

A confirmação do tipo de câncer depende sempre da análise em laboratório. O diagnóstico definitivo é feito por biópsia, com remoção parcial ou total da lesão e posterior exame anatomopatológico.

Esse exame identifica se o tumor é melanoma ou não melanoma, qual o subtipo, a espessura e outras características que ajudam a definir o prognóstico e o tratamento.

TRATAMENTO

O tratamento é, em geral, cirúrgico e funciona melhor quando o tumor é descoberto cedo. Na maioria dos casos de câncer de pele não melanoma, uma cirurgia relativamente simples, em consultório ou centro cirúrgico, é o suficiente para remover a lesão com margens de segurança e obter altas taxas de cura.

Em alguns quadros, podem ser utilizados tratamentos como terapia fotodinâmica, criocirurgia ou imunoterapia tópica.

Já no melanoma, a abordagem é eminentemente cirúrgica: além da excisão da lesão, pode ser necessária a biópsia do linfonodo sentinela e, em situações selecionadas, a associação com imunoterapia, quimioterapia ou radioterapia.

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Superação

Há 45 anos, o jornaleiro Joãozinho supera desafios nas ruas de Campo Grande

Aos 63 anos, João Carlos, conhecido por todos como Joãozinho, mantém uma rotina marcada pela disciplina, pelo carinho dos clientes e por uma história de superação construída diariamente nas ruas de Campo Grande

15/07/2026 08h30

Com simplicidade e muita força de vontade, Joãozinho conquistou clientes e construiu sua independência com o trabalho

Com simplicidade e muita força de vontade, Joãozinho conquistou clientes e construiu sua independência com o trabalho Foto: Mariana Piell / Correio do Estado

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Durante décadas, o dia de João Carlos começa quando boa parte da cidade ainda dorme. Enquanto muitos ainda despertam para mais uma manhã de trabalho, ele já está nas ruas distribuindo informação, carregando jornais debaixo do braço e cumprimentando clientes que, há anos, fazem questão de comprar o exemplar diretamente de suas mãos.

Há 45 anos exercendo a profissão de jornaleiro do Correio do Estado, Joãozinho tornou-se uma figura conhecida na região central de Campo Grande.

Mais do que vender jornais, construiu relações de amizade, conquistou a confiança dos leitores e fez do trabalho uma verdadeira missão de vida. “Eu gosto do meu serviço”, resume, com simplicidade.

A história de João se confunde com a própria trajetória do jornal impresso em Mato Grosso do Sul. Aos 63 anos – ele completa 64 anos em setembro –, já viu a cidade mudar, acompanhou transformações na forma como as pessoas consomem notícias e enfrentou momentos difíceis, mas nunca abandonou a profissão.

Desde cedo na labuta

Antes de vestir a camisa de jornaleiro, ainda adolescente, João buscava maneiras de contribuir com a renda da família. Ele ajudava o pai em sua farmácia, atendendo, limpando e abastecendo as prateleiras. 

Foi então que, por volta de seus 20 anos, surgiu a oportunidade de trabalhar com a distribuição do Correio do Estado.

No início, a rotina era intensa. Já chegou a distribuir cerca de 100 jornais por dia, um número que, segundo ele, hoje diminuiu por causa das mudanças no mercado e também pelo avanço da idade.

Atualmente, João leva aproximadamente 65 exemplares diariamente. Destes, cerca de 55 já têm destino certo. “São clientes fixos”, conta com orgulho.

São empresas, escritórios, comerciantes e leitores que mantêm o hábito de começar o dia com o jornal impresso e preferem comprar diretamente com João, mesmo tendo outras possibilidades de assinatura.

Essa fidelidade foi construída ao longo de décadas. Seu rosto já faz parte da rotina do Centro de Campo

Grande e muitos clientes fazem questão de esperar sua chegada todas as manhãs.
Superação

Uma marca importante da trajetória de João é a superação. Com alguns atrasos no desenvolvimento, João enfrenta dificuldades na fala.

Ainda jovem passou pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), onde recebeu acompanhamento que contribuiu significativamente para seu desenvolvimento.

Ele lembra que, antes do atendimento, tinha muito mais dificuldade para se comunicar. Hoje reconhece a importância daquele período para ganhar confiança e conseguir se expressar melhor.

Mesmo assim, ainda fala pausadamente e, em alguns momentos, encontra dificuldade para pronunciar determinadas palavras. Nada disso, entretanto, impediu que construísse uma carreira sólida nem que conquistasse o carinho das pessoas.

Resultado do trabalho

Muito além do sustento diário, o trabalho como jornaleiro permitiu que João realizasse um dos maiores sonhos de sua vida: conquistar a casa própria.

Economizando pouco a pouco o dinheiro recebido ao longo dos anos, conseguiu investir em um terreno e, posteriormente, construir a residência onde mora atualmente.

Ele conta que foi uma conquista construída literalmente com o fruto do trabalho.

Hoje vive sozinho na casa, com mais de 100m² localizada no Residencial Betaville.

Até pouco tempo atrás, dividia o lar com a mãe, de quem cuidava diariamente. Era ele quem fazia praticamente tudo: limpeza, organização da casa e os cuidados necessários para que ela tivesse qualidade de vida.

Com o passar dos anos e o avanço da idade da mãe, uma das irmãs passou a cuidar dela e João permaneceu na casa onde construiu sua história.

Independência

Mesmo morando sozinho e com limitações físicas, João faz questão de manter sua independência.
É ele quem limpa a casa, organiza o dia a dia e resolve praticamente todas as tarefas domésticas.

Confessa, porém, que cozinhar nunca foi seu forte, ainda mais após um acidente que comprometeu a força e a mobilidade de seu braço direito. Por isso, normalmente opta por refeições prontas ou alternativas mais simples.

Apesar da rotina puxada, encara tudo com naturalidade.

Desafios diários

Nem tudo, porém, foi fácil ao longo dessas quatro décadas e meia de profissão. João sofreu um acidente de trânsito que deixou sequelas em um dos braços.

Segundo ele, tudo aconteceu durante a madrugada, quando seguia para buscar os jornais. Confiou que poderia atravessar a faixa de pedestres com o sinal fechado para os carros. Um veículo furou o sinal e o acertou.

Desde então, perdeu parte da força da mão, o que dificulta algumas tarefas simples do cotidiano, como cortar alimentos.

João também conta que já foi assaltado quando saía muito cedo para buscar os jornais. Na época, pegava ônibus por volta das 5h40min.

Após o episódio, decidiu mudar a rotina. Hoje prefere sair um pouco mais tarde, às 6h, quando já há mais movimento nas ruas e a sensação de segurança é maior.

Ao longo dos anos, também presenciou diversas situações de violência e lamenta o aumento da criminalidade.

As experiências fizeram com que desenvolvesse uma visão crítica sobre a necessidade de mais segurança para quem trabalha diariamente nas ruas.

Mesmo assim, nunca deixou o trabalho. Os desafios enfrentados apenas reforçaram sua determinação em continuar fazendo aquilo de que gosta.

Vida dedicada ao Correio do estado

João costuma dizer que o trabalho é motivo de orgulho. Em quase meio século como jornaleiro, tornou-se conhecido não apenas pelos clientes, mas também pelos colegas de trabalho.

Ao longo de 45 anos, viu gerações inteiras crescerem acompanhando sua presença nas ruas.

Muitos clientes que antes compravam jornal para os pais hoje mantêm o hábito por conta própria.

Outros fazem questão de esperar João passar, transformando a compra do jornal em um momento de conversa e amizade.

Essa relação vai muito além da simples venda. É construída pela confiança, pela pontualidade e pela dedicação de quem nunca deixou faltar um exemplar para seus leitores.

Durante datas comemorativas, como Natal e Ano-Novo, quando muitos leitores viajam, sua rotina muda um pouco.

É quando aproveita para tirar seu período de férias anual, mas logo que o novo ano inicia, João retorna ao trabalho.

Rosto conhecido

Quem trabalha na região central conhece sua história. Funcionários de empresas, comerciantes e antigos clientes sabem exatamente o horário em que ele costuma aparecer.

Sempre educado e discreto, conquistou respeito justamente pela constância.

Enquanto a tecnologia transformou profundamente a maneira de consumir notícias, João continuou fazendo aquilo que sempre acreditou: entregar informação de porta em porta.

Em uma época em que boa parte das notícias chega instantaneamente pelas telas dos celulares, ele representa uma tradição que resiste ao tempo.

Diálogo

Se a corrida ao Senado promete fortes emoções, a escolha dos suplentes... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (15)

15/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Adrian Rogers - Escritor americano

"...Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a".

 

FELPUDA

Se a corrida ao Senado promete fortes emoções, a escolha dos suplentes virou um campeonato à parte. Nunca, nos últimos tempos, tantos interessados disputaram um lugar onde o maior requisito é esperar. Empresários, ex prefeitos e lideranças fazem até fila. Afinal, a suplência pode parecer um banco de reservas. Entretanto, na política brasileira, há quem entre no segundo tempo e termine o jogo como titular. É bom lembrar que numa disputa como essa, até gandulas têm chance. Portanto...

Diálogo

Detalhe

No embate com o governador paulista Tarcísio de Freitas, a ex-ministra Simone Tebet lembra que pesquisas a colocavam em posição confortável para disputar o Senado por MS. O argumento faz sentido, mas deixa de fora um detalhe importante.

Mais

Simone Tebet não encontrou espaço dentro do próprio MDB, que era o seu partido até então. A resistência da cúpula partidária acabou inviabilizando sua pré-candidatura e mudou completamente o rumo de seu projeto eleitoral.

Diálogo Franklin Masruha,João Leite Schimidt e Junior Mochi - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoDiana Navas - Foto: Arquivo Pessoal

Carona

A Rota Bioceânica virou, digamos, a nova paixão dos pré-candidatos de plantão. Agora, maioria posa para foto como se tivesse carregado a obra nas costas. É verdade que alguns suaram a camisa e brigaram pelo projeto durante anos. Outros, porém, acompanharam tudo de uma confortável distância. Quando muito, só deram uma olhadinha pelo retrovisor da política. Tem gente querendo cobrar pedágio por uma estrada que nunca ajudou a abrir.

"Mágica"

O deputado estadual Lídio Lopes, presidente do Avante, confirmou presença na coligação de apoio à reeleição de Eduardo Riedel, justamente o governo que, tempos atrás, parecia dispensável. Houve época em que recursos estaduais para moradias eram tratados com certo desdém. Hoje o discurso ganhou novos contornos. A política tem dessas "mágicas": o que ontem era distância, hoje atende pelo nome de aliança.

Bem assim

Nos bastidores, a avaliação é pragmática: a prefeita Adriane Lopes deverá apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel, mas sem ocupar o centro do palco. Ambos são do mesmo partido, o Progressistas, porém a lógica é simples e nada sentimental. Em campanha, nem todo cabo eleitoral soma votos; alguns carregam o risco de fazer a conta diminuir. Política tem um manual próprio de sobrevivência. E um dos capítulos mais antigos ensina que amizade é uma coisa, estratégia eleitoral é outra. E bem diferente.

ANIVERSARIANTES 

  • Gisele de Almeida Serra Barbosa,
  • Loiva Heidecke Schiavo,
  • Dr. Estevam Murillo Campos 
  • da Costa,
  • Mariel Selingardi Espíndola, 
  • Maria de Fátima Meinberg Cheade,
  • Walter Zaia, 
  • Antonio Carlos Alves,
  • Luiz Pereira de Souza,
  • Sônia Maria Souza de Oliveira, 
  • Elisandra Cristina de Oliveira Domingos,
  • Daniel Reis,
  • Paula Andréia Fernandes,
  • Eder Nantes de Sousa,
  • Lucimara Vera Valente,
  • Nathalia Bueno Castro Campos,
  • Tuko Nakaodo,
  • Fabrício Brandão,
  • Luciano Ferreira da Silva,
  • Maria José de Araújo,
  • Etienett Rosa Possari,
  • Marcelo Scaliante Fogolin,
  • Dr. Antônio Adonis Mourão Júnior,
  • Dr. Sérgio Augusto Bentes Melo e Silva,
  • Ricardo Aoki,
  • Henrique Ovando Medina,
  • Suellen Bianca Peralta,
  • Jacqueline Barros,
  • Henrique Dedé,
  • Dione de Abreu,
  • Dr. Fernando Manoel Garcia Cruz,
  • Florisvaldo Barbosa Dias,
  • João Romário Zanuncio Sobrinho,
  • Marycleis Silveira Degaspari,
  • Sandra Mara Peralta Cabreira,
  • Pedro Galindo Passos,
  • Maria do Carmo Oliveira Costa,
  • Valdeir Pedro de Carvalho,
  • Eunice de Oliveira e Silva,
  • Érica Passos da Silveira,
  • Kezer Mattioli Souza,
  • Luiz Augusto de Andrade,
  • Danilo Tochikazu Menossi Sakamoto,
  • Luiz Adriano Metello, 
  • Nelly Hugueney Dal Farra, 
  • Sabrina Baís Bertoni, 
  • Luciana Brandão Alves Pereira,
  • Nady Esteves Alves,
  • Nelson Cardoso de Araújo,
  • Carlos Eduardo Muniz da Silva,
  • Osmar Campos de Oliveira,
  • Petronio Ribeiro Novaes Filho,
  • Gisela Lopes Siqueira Campos,
  • Pedro Tales Morettini,
  • Darci Alves Higa,
  • Rafael Ribeiro Reese,
  • Loacyr Sussi,
  • Carolina Yumie Jano,
  • Norberto Hideo Tateishi,
  • Deny Franco Taveiros Neto,
  • Vinício de Rosa Silva Dacal,
  • Emiliano Tibcherani,
  • Leonardo Arévalo Dias,
  • Olivia Rodrigues Telles,
  • Norma Uliana Yule,
  • Sílvio Carlos Martins,
  • Dra. Indiara Arruda de Almeida Serra, 
  • Miriam Magaly França,
  • William Barbosa Gomes,
  • Márcia Mayumi Maki,
  • Renata Corrêa Silva,
  • João Pereira Ribeiro Miranda Carpes,
  • Maria Cecília Gomes Dias,
  • José Pires de Salles,
  • Ana Paula Alves Coelho,
  • Hosana Silva de Oliveira,
  • Silmara Dias Juscelino, 
  • Marilene Vanderlei dos Santos Moreira,
  • Katsumi Kouchi,
  • Marcos Frederico de Santana Gomes,
  • Inês Aparecida dos Santos,
  • Sumara Sitta Guimarães,
  • Leandro Luis Castoldi,
  • Marcio Alves Benites,
  • Ruth Chaves Barbosa Adegbesan,
  • Rafael Simczak Treuherz, 
  • Gilberto Picolotto Junior, 
  • Ana Lidia Olivieri de Oliveira,
  • Marcos Rogério Fernandes,
  • Valéria Mougenot Mores,
  • Rui Nunes da Silva Junior,
  • Ricardo Azambuja Almeida,
  • Leci de Souza Nogueira,
  • Sérgio Gomes da Rocha,
  • Carlos Nogueira dos Santos,
  • Paulo Massato Yano,
  • Carlos Alberto Chiappetta,
  • Michael Marion Davies Teixeira 
  • de Andrade,
  • Thelma Corral,
  • Fernando Leno Cardozo,
  • Hemerson Pistori,
  • Rosana Yoko Naka,
  • Luciana Silva Motta de Magalhães,
  • Clélia da Luz Correa Pahl.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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