Dois jovens lutadores de boxe sul-coreanos se envolvem no perigoso submundo do crime em “Cães de Caça”, a nova produção da Netflix
Não é novidade que as produções sul-coreanas têm conquistado o mundo nos últimos anos. Seja com vitórias históricas, como aconteceu com o filme “Parasita” no Oscar de 2020, seja nas séries virais que foram lançadas pelos próprios serviços de streaming, a exemplo de “Round 6”, a língua e culturas diferentes já não são mais uma barreira para as produções que vêm depois desses grandes marcos. Inclusive, alguns serviços de streaming, como a Netflix, possuem um setor dedicado apenas a incorporação de produções sul-coreanas na plataforma. Uma das de sucesso mais recente é a série “Cães de Caça”, lançada em 9 de junho.
Com apenas duas semanas desde o seu lançamento e oito episódios no total, a produção original já figura no “Top 5” das séries mais assistidas do Brasil e tem recebido críticas bastante positivas. “Cães de Caça” acompanha os dois jovens boxeadores Kim Geon-woon (Woo Do-hwan) e Hong Woo-jin (Lee Sang yi), que se conhecem em um ringue de boxe, depois do primeiro ganhar a luta. Logo, os dois se tornam bons amigos, unidos pelo interesse comum pelo box, pelas memórias parecidas do tempo em que prestaram serviço militar e pelas suas dificuldades financeiras que foram agravadas por conta da pandemia.
Por conta dos problemas com dinheiro, os dois amigos já se envolviam em trabalhos para criminosos pequenos, como forma de ganhar a vida. Porém, as coisas mudam de figura quando a mãe de Geon-woon acaba se envolvendo com agiotas cruéis, comandados por Kim Myeong-gil (Park Sung-woong). O criminoso tem como ambição construir um cassino na região e o café da mãe de Geon-woon é o próximo alvo. Com vontade de fazer justiça e como uma forma de limpar a própria consciência, os amigos irão se unir contra esse outro criminoso mais poderoso.
A história e o legado do quadrinista Stan Lee serão o foco do novo documentário original da Disney+
O documentário “Stan Lee” estreia dia 16 de junho na Disney+Nascido em dezembro de 1922 em Nova York (Estados Unidos), Stanley Martin Lieber sempre teve como sonho escrever um grande romance, tendo conseguido um cargo como assistente na Timely Comics – editora de Martin Goodman – ainda com seus 17 anos. Lá, o jovem entraria em contato com o mundo das revistas em quadrinho, no qual iria construir a sua carreira pelo resto de sua vida. Com o pseudônimo de Stan Lee, o cartunista foi responsável por criar alguns dos super-heróis mais famosos – como o Homem Aranha e o Quarteto Fantástico – do universo da Marvel. Além disso, atuava como produtor executivo dos filmes da empresa. Para honrar e celebrar o legado de uma pessoa que foi tão importante para a Marvel e para a produção de histórias em quadrinhos no mundo, a Disney Plus vai disponibilizar, com exclusividade, o documentário “Stan Lee” no dia 16 de junho.
Uma das grandes assinaturas de Lee no século XXI, com a expansão do universo dos filmes de super-herói, era sempre fazer aparições despretensiosas em todos os longas da Marvel – o famoso “easter egg”. É verdade que os fãs mais fervorosos do universo de quadrinhos, assistiam atentos às cenas esperando que um velhinho grisalho aparecesse ao fundo. Porém, com a morte de Lee em 2018, já com os seus 95 anos de idade, o último “easter egg” que o quadrinista conseguiu fazer foi em “Vingadores: Ultimato”, que foi lançado um ano depois de sua morte (2019).
O filme irá explorar o passado de Lee, como surgiu o seu interesse por contar histórias e qual foi o caminho que percorreu até chegar ao status de lenda dos quadrinhos. Apesar de sempre muito engajado nos filmes, é a primeira vez que Lee irá assumir o protagonismo na frente das câmeras. Para os fãs da Marvel, ver “Stan Lee” é uma oportunidade de conhecer a mente por trás dos heróis mais famosos desse universo.
Paralamas do Sucesso ganham episódio na série documental “Bios: Vidas que Marcaram a Sua” da Star+, com estreia no dia 16 de junho
O episódio que será exibido no próximo dia 16, será sobre a banda brasileira "Os Paralamas do Sucesso"A década de 1980 no Brasil ficou conhecida como a “década perdida”, quando se trata de assuntos políticos e econômicos. Apesar do país ter saído de seu regime militar em 1985, diversos aspectos da redemocratização foram insuficientes ou insatisfatórios, como a eleição indireta que elegeu Tancredo Neves e a anistia dos militares. Ao contrário do cenário conturbado na política, um estilo de música específico ganhava cada vez mais destaque e popularidade: o rock brasileiro. Grandes nomes como Blitz, Kid Abelha, Legião Urbana e Paralamas do Sucesso ganharam as rádios nesse período e até hoje são considerados grandes clássicos da música brasileira.
Por conta do seu impacto na cultura da época e o legado que deixam até hoje, a Star+ criou a série documental “Bios: Vidas que Marcaram a Sua”. Ao longo dos episódios, a produção conta a história de personalidades da América Latina que foram muito populares. Com uma produção do National Geographic Original Productions, o próximo capítulo da série – que estreia dia 16 de junho na plataforma de streaming – tratará da banda brasileira Os Paralamas do Sucesso. O episódio irá relembrar os momentos mais marcantes da carreira do grupo, suas histórias mirabolantes e fatos até então desconhecidos pelos fãs.
Quem conduz o documentário dos Paralamas é a jornalista Roberta Martinelli, que irá apresentar fotos e arquivos pessoais dos cantores, aproveitando para conduzir entrevistas com os mesmos. Além da participação mais óbvia de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone – integrantes da banda – o episódio também vai contar com os testemunhos de figuras importantes do cenário cultural brasileiro, como Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Dado Villa-Lobos, Roberto Frejat e Dinho Ouro Preto, entre outros. O capítulo também irá abordar o acidente de Herbert e como esse foi um momento chave na sua vida (e na do grupo) para concentrar suas forças criativas na música.
Foto: Divulgação
Klisangela Vendramin - Foto: Arquivo Pessoal
Alle Nascimento - Foto: Arquivo Pessoal


