Correio B

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

Unipsico abre hoje a mostra "Curumins"

Unipsico abre hoje a mostra "Curumins"

Thiago Andrade

25/11/2010 - 00h10
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O cotidiano de crianças indígenas tornou-se tema para a fotógrafa e jornalista Elis Regina, que durante a participação no Projeto Ava Marandu decidiu fazer fotos na Aldeia Guyra Roka, em Caarapó. A mostra “Curumins”, que significa “crianças” em guarani, será aberta hoje, às 19h30, na Unipsico/MS. Serão 15 imagens coloridas das crianças em seu ambiente, em contato com a terra vermelha do sul do Estado.

“Estava na aldeia ministrando uma oficina, quando percebi a luz que entrava na Casa de Reza. Era algo mágico, místico. Resolvi brincar com aquilo nas imagens, fazendo um jogo entre luz e sombra”, descreve Elis. Segundo ela, as crianças fotografadas são filhas dos participantes das oficinas que o Ava Marandu promoveu em aldeias do Estado. “As crianças ficavam brincando em meio às oficinas e achei interessante. Comecei a fazer as fotos e quando vi tinha muito material”. De acordo com Elis, as crianças são como quaisquer outras, mas carregam um olhar de denúncia da situação de seu povo que é muito forte.

Embora a mostra tenha apenas 15 fotografias, Elis explica que o restante do material fará parte de um projeto maior, que deverá ser publicado em livro. A escolha pela fotografia em cor em vez do preto e branco – que ressalta melhor a relação de contraste – foi porque a fotógrafa queria mostrar a relação que as crianças têm com a terra. “É uma realidade diferente das crianças urbanas, habituadas a videogames e computadores. Elas brincam na terra, sem medo de se sujar ou se machucar. Queria resgatar esse contexto”, descreve.

Serviço
“Curumins” permanece na Unipsico/MS até 25 de fevereiro, aberta de segunda a sexta, das 8h às 18h. O endereço é a Rua Antônio Maria Coelho, 3.656.

FESTIVAL DE CINEMA

Com programação gratuita, Bonito CineSur 2026 reúne produções de 13 países

Com programação gratuita, o festival agrupa filmes da América do Sul, fortalece o audiovisual do continente e transforma a cidade de Bonito em um espaço de intercâmbio cultural, debates ambientais e formação profissional cinematográfica

09/06/2026 08h30

Reprodução

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Bonito, um dos destinos de ecoturismo mais conhecidos do Brasil, voltará a ser palco de um encontro entre diferentes culturas, idiomas e olhares sobre a América do Sul.

Entre os dias 24 de julho e 1º de agosto, a cidade sul-mato-grossense recebe a 4ª edição do Bonito CineSur – Festival de Cinema Sul-Americano, evento que já se consolidou como um dos principais espaços de exibição, intercâmbio e reflexão sobre a produção audiovisual do continente.

O festival une cinema, meio ambiente, turismo, formação profissional e desenvolvimento regional.

Durante nove dias, salas de exibição, centros culturais e praças públicas de Bonito serão ocupados por uma programação gratuita que inclui mostras competitivas, oficinas, debates, palestras e encontros entre realizadores, estudantes e o público.

Criado em 2023, o festival recebeu, em sua primeira edição, 657 inscrições. Neste ano, esse número chegou a 905 obras inscritas, representando um aumento de aproximadamente 37%.

Ao todo, desde sua criação, o evento já contabiliza 3.184 filmes inscritos, entre curtas e longas-metragens vindos da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

Os números também revelam o crescimento do interesse do público. Se a estreia reuniu cerca de 4,2 mil espectadores, a terceira edição, realizada em 2025, alcançou 9 mil participantes. No acumulado, mais de 18,2 mil pessoas já acompanharam as atividades promovidas pelo festival.

AMÉRICA DO SUL

Idealizado como um espaço de integração continental, o Bonito CineSur nasceu com a proposta de aproximar as cinematografias sul-americanas, muitas vezes, pouco conhecidas fora de seus próprios países.

Para o diretor do festival, Nilson Rodrigues, a iniciativa busca criar pontes entre culturas e fortalecer a circulação das produções realizadas na região.

“Bonito é um excelente cenário para iniciar um debate de integração da América do Sul, tornando-o um bloco econômico e social. Há um grande mercado a ser explorado, são muitos países, muita gente e um grande potencial”, afirma.

Segundo ele, um dos desafios ainda enfrentados pelo audiovisual latino-americano é fazer com que as obras ultrapassem as fronteiras nacionais.

“É preciso conhecer a riqueza da produção realizada aqui e criar condições para que haja circulação entre elas nos países do continente”, completa.

Essa vocação integradora aparece tanto na programação quanto na composição da equipe curatorial, formada por profissionais reconhecidos do Brasil e de outros países, entre eles o jornalista e crítico José Geraldo Couto, a produtora argentina Cecilia Diez, o pesquisador Rodrigo Fonseca, a produtora Luciana Druzina e a jornalista Elis Regina.

NARRATIVAS

Realizado em uma cidade localizada no entorno do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, o Bonito CineSur também se diferencia pela valorização de obras que dialogam com questões ambientais e sociais.

As produções selecionadas abordam temas como mudanças climáticas, povos originários, memória, conflitos por terra, desigualdade, identidade cultural, imigração e preservação dos recursos naturais.

A Mostra Competitiva Ambiental reúne documentários e filmes que apresentam diferentes perspectivas sobre a relação entre sociedade e natureza.

Entre eles estão “Mundurukuyü – A Floresta das Mulheres Peixe”, produção brasileira sobre a cosmologia do povo Munduruku; “El Camino del Agua”, do Peru, que retrata a resistência de comunidades diante da mineração; e “Páramos II – El Origen”, da Colômbia, dedicado à preservação dos ecossistemas andinos.

Outro destaque é “À Margem do Fim”, documentário brasileiro que revisita as enchentes históricas de 2024 no Rio Grande do Sul e discute a urgência da justiça climática.

Segundo Nilson Rodrigues, as escolhas da curadoria refletem questões que atravessam toda a América do Sul.

“São filmes que olham para identidades, deslocamentos, conflitos sociais, memória, meio ambiente, relacionamentos e distintos modos de vida. Ter a presença de Paulina García como homenageada é um gesto de reconhecimento de uma das maiores expressões do cinema no nosso continente”, explica.

PRODUÇÕES DE MS

Além de promover o intercâmbio internacional, o Bonito CineSur dedica um espaço exclusivo às produções de Mato Grosso do Sul.

A Mostra Competitiva Sul-Mato-Grossense apresenta obras realizadas entre ano passado e este ano, revelando a diversidade de temas e linguagens produzidas no Estado.

Entre os longas selecionados está “Ao Sul do Sol”, de Rodolfo Ikeda, documentário que aproxima a imigração japonesa das culturas indígenas do Pantanal.

Já “Natasha” acompanha a jornada de um grupo de amigas drag queens em uma viagem pelo interior do Estado, enquanto “Filhos do Litoral Central” mistura música e estrada em uma travessia pelo Pantanal.

A presença dos povos originários também ocupa papel importante na seleção. “Mapago” acompanha a trajetória de uma jovem indígena Guató que sonha em ser cantora, enquanto “Vípuxovuko – Aldeia” registra a luta de uma comunidade terena contra a perda de seu território.

Outro destaque é “Higa Ke – Olho por Olho”, documentário que revisita a trajetória do fotojornalista Roberto Higa e, por meio de suas imagens, resgata parte da memória recente da região de fronteira.

ECONOMIA CRIATIVA

Além das exibições, o 4º Bonito CineSur investe na formação de novos profissionais do audiovisual.

A programação inclui oficinas, cursos, palestras e rodas de conversa voltadas para estudantes, pesquisadores, realizadores e moradores da cidade. As atividades buscam estimular a qualificação profissional e ampliar o acesso ao cinema como ferramenta de educação e transformação social.

Ao mesmo tempo, o festival movimenta a economia criativa local. A edição de 2025 contou com a participação de aproximadamente 60 instituições públicas e privadas e gerou a contratação de cerca de 250 serviços profissionais ligados à produção cultural, além de impulsionar setores como hotelaria, gastronomia e transporte.

A terceira edição também alcançou ampla repercussão nacional, registrando 1.665 inserções na imprensa e mais de 619 mil pessoas impactadas nas redes sociais.

> “Propiedad privada prohibido pasar”

Mostra “Propiedad privada prohibido pasar”: Os habitantes da Patagônia não têm onde morar. Na região conhecida por sua vasta estepe pouco povoada, uma professora, uma pescadora e um casal mapuche – entre outros – não conseguem encontrar lugar para construir suas casas. O filme retrata a luta por terras em uma das regiões menos povoadas do planeta, onde os interesses imobiliários e turísticos atuais perpetuam a injusta história da conquista.
Foto: Reprodução

> “A vida de Jerônimo dentro e fora de casa”

Mostra “A vida de Jerônimo dentro e fora de casa”: Jerônimo é um jovem da periferia que tenta emplacar o sonho de se tornar MC de funk cantando suas rimas para ajudar nas vendas com o carro do ovo de seu pai, que desacredita do sonho de seu filho.
Foto: Reprodução

> “Fronteiriças”

Mostra “Fronteiriças”: O documentário investiga o cotidiano de mulheres assentadas em um dos maiores assentamentos da América Latina, hoje Distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã, região de fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Por meio de entrevistas, arquivos e roda de conversa, o filme aborda as singularidades de ser uma mulher do campo em uma fronteira marcada pelas disputas de terra e pela hibridação cultural e econômica entre os países.
Foto: Reprodução

> “Hipopótamos, el arca de Escobar”

Mostra “Hipopótamos, el arca de Escobar”: A obra explora a presença dos hipopótamos como espécie invasora na região do Magdalena Medio, na Colômbia. O filme parte da história dos quatro hipopótamos trazidos por Pablo Escobar nos anos 1980 e que hoje já somam mais de 170 animais na região, representando a ameaça de uma iminente crise ambiental e social por conta da sua presença, reprodução e expansão descontrolada.
Foto: Reprodução

> Naira

Mostra “Naira”: Em um povoado andino, Naira, uma menina de 9 anos, tenta salvar sua mãe dos abusos e da miséria construindo um par de asas para se transformar em condor e fugir em busca de uma vida melhor.
Foto: Reprodução

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Diálogo

Doze mil e duzentas autuações por descumprimento de horários, outras... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (9)

09/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Davi Roballo - escritor brasileiro

"Quem quiser encontrar o sentido da vida, deve preparar-se para nunca o encontrar, pois ele tem mil faces e muda constantemente".

 

FELPUDA

Doze mil e duzentas autuações por descumprimento de horários, outras 3,4 mil por omissão de viagens e 197 ônibus circulando acima da idade permitida pelo contrato. Os números ajudam a explicar a crise enfrentada pelo Consórcio Guaicurus. Durante audiência pública, foram reforçadas as conclusões já apontadas pela CPI da Câmara. O relatório dos vereadores recomendou a substituição imediata dos veículos irregulares e até intervenção na empresa. Os levantamentos da comissão confirmaram falhas operacionais recorrentes e outros problemas.Mas nadica de nada foi feito!...

Ampliando

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que amplia direitos de pessoas com diabetes tipo1, além de reforçar o acesso a medicamentos pelo SUS. O texto passou pelo Senado, sem alterações.

Mais

O enquadramento como pessoa deficiente irá dependerdos critérios do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Concessão do Benefício de Prestação Continuada também exigirá avaliação. 

DiálogoFoto: Divulgação/Alems

O maior tatu do mundo poderá ganhar uma data especial em Mato Grosso do Sul. Tramita na Assembleia Legislativa projeto de lei que institui o Dia Estadual do Tatu-Canastra, a ser celebrado em 13 de agosto. A proposta busca fortalecer ações de preservação da espécie, considerada vulnerável devido à perda de habitat, incêndios florestais e degradação ambiental. O tatu-canastra pode atingir até 1,5 metro de comprimento, pesar cerca de 50 quilos. Ele tem hábitos noturnos, baixa população e reprodução lenta, fatores que aumentam seu risco de extinção. A data escolhida coincide com o Dia Internacional do Tatu e conta com respaldo técnico do Instituto de Conservação de Animais Silvestres. A proposta é do deputado Rinaldo Modesto.

Diálogo Geraldo Maiolino - Foto: Arquivo Pessoal 

 

DiálogoDra. Fabiane Parizotto - Foto: Arquivo Pessoal

Mexidão

Ainda repercute o vídeo de Fábio Trad, pré-candidato ao governo, no qual dispara críticas contra lideranças evangélicas e senadores alinhados ao bolsonarismo. Na defesa de Lula e da indicação (rejeitada) de Jorge Messias ao STF, misturou religião, política e até referências bíblicas. Sobrou para os parlamentares, chamados de "fariseus". Nem as Escrituras escaparam da sua artilharia verbal. Quando alhos, bugalhos e ideologia dividem o mesmo discurso...

Vitrine

A audiência pública promovida pelo deputado Pedro Kemp, em Corumbá, transformou-se numa vitrine de críticas ao projeto de concessão da Hidrovia do Rio Paraguai. Foi feito o alerta que dragagens permanentes e até explosões de formações rochosas podem alterar a dinâmica natural do rio. O receio é que o ciclo  de cheias e vazantes do Pantanal seja afetado diretamente. Para os participantes, falta transparência e sobram dúvidas. 

Questionando

Outro ponto que provocou reação foi o avanço dos investimentos antes mesmo da conclusão do licenciamento ambiental. Durante o debate, lembraram que bilhões de reais já foram destinados à estrutura logística ligada à hidrovia, enquanto estudos seguem em discussão. Também surgiram questionamentos sobre a baixa geração de empregos do modelo proposto e a ausência de representantes da sociedade civil nos órgãos de acompanhamento. Kemp defendeu mais estudos e pediu a suspensão da obra até que os impactos sejam esclarecidos. 

ANIVERSARIANTES 

Geraldo Palhano Maiolino;
Paulo Roberto Álvares Ferreira;
Rejane Amorim Monteiro Mishima;
Fabiana Martins Jallad;
Ludmila Guimarães de Almeida;
Aluízio de Albuquerque;
Nicolas Godoy;
Valentina Toshiko Nomura Oyadomari;
Adão Nerez Marques;
Ieda de Oliveira Freitas;
João Carlos Nocera;
Dra. Maristela Harume Ogatha;
Armando Eijo Oshiro;
Roger Azevedo Introvini;
Sergio Romero Bezerra Sampaio;
Sivalte Carvalho da Silva;
Ricardo Arguelho de Queiroz;
Raulindo dos Santos;
Roney Hudson Valentim Fagundes Moreira;
Nilza Batista Siqueira;
Emilio Chehade Ibrahim Elosta;
Dr. Waldemar Casuo Abe;
Eduardo Rafael Fregatto;
Ademir Dias;
Thais Alfonso Matos;
Lauro Takeshi Miyasato;
Manoel Barbosa;
Antonio Claudio Duarte Mendes;
João Batista da Silva;
Roberta Somensi;
Eulina Espíndola;
André Luiz de Souza Anzoategui;
Maria Rodrigues Correa;
Marcos Assunção de Freitas;
Henrique Pires de Freitas;
Marina Giacomini;
Regis Lamas de Morais;
Generoso Pereira de Arruda;
Elcy Figueiredo Nunes de Barros;
Paulo Batista;
Antonio Lucas Brito Lustosa;
Jair da Conceição;
Valeria Alves Leão;
Wilson Rosilho;
Dr. Claudio Vinicius Sorrilha;
Luiza Kanashiro;
Gilson Perrupato de Souza;
Joaquim Olegário Almeida;
Antonio Firmino Ferreira Melo;
Cícero Gomes Coimbra;
Jessé Duarte Passos;
Nilda Rodrigues Cubel;
Alexandra Vilalba Duarte;
Maria Tagliari;
Oldemar Sanches;
Erone Amaral Chaves;
Meire Takimoto;
Regina de Souza;
Jofeli Paes de Carvalho;
Márcia do Vale Fernandes;
Wanderley Barros de Almeida;
Noemia Barbosa Navas;
Dr. Patrick Costa Vieira;
Vera Rute Pereira;
Maria Antonia Oliveira de Souza;
Varlene Rodrigues da Silva;
Paulo Márcio Silveira;
Paolla Menezes Moreira;
Neide Furquim de Oliveira;
Fábio Portela Machinsky;
Ademar Trelha;
João Henrique Maia;
Helena Florípedes Assunção;
Mário Sérgio da Costa;
Dra. Luciana Ramires;
João Vieira de Almeida Neto;
Reynaldo Passanezi;
Cleide Aparecida de Souza Leão;
Mariana Bernardy;
Carlos Alberto Avalos Cabanha;
Suzy Margareth Guilherme Rosalino;
Silvio Bueno Pereira;
Neuzinete Aparecida Montalvão;
Elton de Campos Galindo;
Carla Roa de Medeiros Guimarães;
Aleixo Fernandes Brugeff;
Eduardo Humberto Fernandes Brugeff;
Paula Barcellos Rodrigues;
Dra. Cibelle Olarte Dittimar;
Dr. Lucio Rogério Costa de Paula;
Hélio Sacht;
Márcia Cristina Chita do Espirito Santo;
Luiz Aranha de Albuquerque Júnior;
Cleide Barbosa de Araujo Adania;
Eduardo Cação;
Daniel Hidalgo Dantas;
Karla Danielle de Albuquerque Arruda;
Wolney Sandim Borges;
Délcio Ruiz Barbosa;
Márcia Mariko Asano;
Eusa Helena Medina Yano;
Guilherme Kaiper Cruz de Faria;
Anapaula Souza Moreira Stagliano;
João Marcos Arruda Dassoler;
Mário Massahide Goto Junior;
Rosana Paradeira Satti Donega. 

Colaborou com Tatyane Gameiro

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