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CULINÁRIA

Veja como harmonizar petiscos com cervejas e se preparar para a Copa

Veja como harmonizar petiscos com cervejas e preparar uma mesa perfeita para torcer pelo Brasil e transformar os jogos da seleção em encontros ainda mais saborosos

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Quando chega a Copa do Mundo, o clima muda completamente. As ruas ganham bandeiras verde e amarelas, as famílias se reúnem na frente da televisão e os grupos de amigos encontram qualquer desculpa para transformar uma partida da seleção brasileira em evento. E, junto da torcida, a combinação de cerveja gelada e petiscos também entra em campo.

Dos clássicos amendoins e batatas fritas até tábuas mais elaboradas com carnes, queijos e molhos especiais, a gastronomia também faz parte da experiência de acompanhar o campeonato mundial de futebol.

Para quem vai receber convidados em casa durante os jogos, no entanto, surge uma dúvida bastante comum: como harmonizar corretamente os petiscos com diferentes estilos de cerveja?

Segundo a nutricionista Cláudia Mulero, entender as características de cada bebida ajuda a valorizar os sabores e deixa o encontro mais interessante.

A ideia não é apenas servir comida e bebida, mas criar combinações equilibradas, capazes de tornar os momentos de torcida ainda mais marcantes.

“Para montar uma mesa de petiscos prática que agrade a todos, o ideal é oferecer ao menos uma cerveja leve, uma amarga e uma opção diferente, como de trigo ou agridoce, além de petiscos variados, entre fritos, carnes e opções leves. Com essa variação, os convidados podem experimentar diferentes sabores e texturas, além de torcerem pelo Brasil”, destaca Cláudia Mulero.

Cervejas leves

As cervejas leves costumam ser as mais populares durante os jogos, especialmente em dias quentes. Refrescantes e com baixo amargor, elas harmonizam bem com petiscos simples e tradicionais, que normalmente aparecem em qualquer reunião de torcida.

Batata frita, mandioca crocante, amendoim torrado, salgadinhos, pastel e queijos suaves, como muçarela e queijo prato, funcionam muito bem nesse caso. A leveza da cerveja ajuda a limpar o paladar entre uma mordida e outra, sem competir com os sabores mais delicados dos alimentos.

Outro ponto positivo é que essas opções costumam ser práticas e rápidas de preparar, ideais para quem deseja acompanhar o jogo sem passar horas na cozinha.

Cervejas de trigo 

As cervejas de trigo possuem notas frutadas e leve acidez, características que combinam especialmente com pratos menos gordurosos. Elas harmonizam bem com frango a passarinho, iscas de peixe, saladas frescas e queijos suaves.

Nesse tipo de combinação, a bebida complementa os sabores sem deixar a refeição pesada, o que é interessante para jogos realizados durante a tarde ou em dias mais quentes.

Além disso, cervejas de trigo também funcionam muito bem com molhos cítricos, ervas frescas e preparos com limão.

Cervejas amargas 

As cervejas mais amargas, conhecidas pelo aroma cítrico e sabor intenso, são indicadas para acompanhar petiscos mais marcantes. Elas ajudam a equilibrar preparos gordurosos e picantes, criando uma sensação mais agradável no paladar.

Costelinha suína, hambúrguer artesanal, onion rings, batata com cheddar e bacon, além de petiscos apimentados, combinam muito bem com esse estilo de cerveja. Queijos fortes, como cheddar e gorgonzola, também entram nessa lista.

O contraste entre o amargor da bebida e a gordura da comida evita que os sabores fiquem excessivamente pesados.

Cervejas escuras 

Mais encorpadas e com notas que lembram café e chocolate, as cervejas escuras harmonizam melhor com preparos robustos e sabores intensos. Elas costumam ser ótimas companhias para churrasco, linguiça artesanal, carnes assadas e hambúrgueres mais elaborados.

Outro diferencial é que essas cervejas também podem acompanhar sobremesas, especialmente as que levam chocolate.

A combinação cria contrastes interessantes e torna a experiência gastronômica mais sofisticada, mesmo em encontros descontraídos durante os jogos.

Cervejas agridoces

As cervejas com perfil agridoce ou levemente ácido são bastante versáteis e permitem harmonizações menos óbvias. Elas funcionam bem tanto com frutos do mar quanto com petiscos delicados.

Camarão empanado, dadinhos de tapioca, bruschettas e tábuas de frios leves são boas escolhas. O segredo é evitar sabores excessivamente fortes, que possam se sobrepor às características da bebida.

A mistura entre acidez, doçura e salgado cria combinações equilibradas e interessantes para quem deseja inovar no cardápio da Copa.

Batata rústica crocante (para cervejas leves)

Batata rústica crocanteBatata rústica crocante - Foto: Magnific

Ingredientes

  •  4 batatas grandes;
  •  azeite;
  •  sal a gosto;
  •  páprica defumada;
  •  alecrim;
  •  pimenta-do-reino.

Modo de Preparo

Lave bem as batatas e corte em gomos, mantendo a casca. 

Tempere com azeite, sal, páprica, alecrim e pimenta-do-reino. 

Leve ao forno preaquecido a 220°C por cerca de 40 minutos, mexendo na metade do tempo para dourar dos dois lados. 
Sirva com molho de alho ou maionese temperada.

Onion rings crocantes (para cervejas amargas)

Onion rings crocantes Onion rings crocantes - Foto: Magnific

Ingredientes

  •  2 cebolas grandes;
  •  1 xícara (de chá) de farinha de trigo;
  •  1 colher (de chá) de páprica;
  •  1 lata de cerveja gelada;
  •  sal;
  •  óleo para fritar.

Modo de Preparo

Corte as cebolas em rodelas grossas. 

Misture farinha, páprica, sal e a cerveja até formar uma massa cremosa. 

Passe as rodelas na mistura e frite em óleo quente até dourarem. 

Sirva imediatamente.

Dadinho de tapioca (para cervejas agridoces)

Dadinho de TapiocaDadinho de Tapioca - Foto: Magnific

Ingredientes

  •  250 g de tapioca granulada;
  •  250 g de queijo coalho ralado;
  •  500 ml de leite quente;
  •  sal;
  •  geleia de pimenta para servir.

Modo de Preparo

Misture a tapioca e o queijo em uma tigela. Adicione o leite quente e mexa bem. 

Tempere com sal. 

Coloque em uma forma untada e leve à geladeira por cerca de 3 horas. 

Corte em cubos e frite até dourar. 

Sirva com geleia de pimenta.

 

Cinema Correio B+

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar

A atriz chilena, homenageada da quarta edição do Bonito CineSur, que começa nesta sexta-feira, 24 de julho, em Mato Grosso do Sul, construiu boa parte de sua carreira justamente interpretando mulheres que o cinema durante décadas teria colocado na lateral

25/07/2026 13h00

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar Foto: Divulgação

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Não é nenhuma novidade ou segredo que o cinema sempre soube envelhecer seus homens. Eles ganham rugas, passado, autoridade, novos amores e, muitas vezes, mulheres bem mais jovens. Continuam heróis, amantes, homens em crise, homens em busca de uma segunda oportunidade. Com as mulheres, a história foi durante muito tempo bastante diferente.

Envelhecer significava, com frequência, deixar de ser desejada, deixar de desejar e, aos poucos, sair do centro da narrativa. Atrizes acima dos 40, inclusive, não tinham muitas ofertas de trabalho. Paulina García ajudou a bagunçar essa lógica.

A atriz chilena, homenageada da quarta edição do Bonito CineSur, que começa nesta sexta-feira, 24 de julho, em Mato Grosso do Sul, construiu boa parte de sua carreira justamente interpretando mulheres que o cinema durante décadas teria colocado na lateral da história.

Mulheres maduras, comuns, às vezes solitárias, sem qualquer vocação para heroínas, mas que ainda desejam, erram, se apaixonam, sentem medo e, principalmente, continuam mudando. O festival abre com Querido Trópico, seu trabalho mais recente a chegar ao Brasil, e coloca Paulina também no centro de uma conversa sobre protagonismo e resistência feminina no cinema sul-americano.

Claro que até por isso é inevitável falar dela sem voltar à Glória.

Em 2013, muito antes da discussão sobre a invisibilidade das mulheres maduras ganhar a dimensão que tem hoje, Paulina apareceu na tela como uma divorciada de meia-idade que frequentava bailes para solteiros, bebia, dançava, fazia sexo, se apaixonava pelo homem errado e continuava procurando alguma coisa que talvez nem ela soubesse exatamente definir.

Não havia transformação milagrosa, cirurgia, rejuvenescimento ou aquele velho roteiro em que uma mulher precisa ser salva por um novo amor para provar que sua vida ainda vale a pena.

Glória simplesmente queria viver. Pode parecer pouco, mas não era. Paulina ganhou o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim por uma personagem cuja grande revolução estava justamente em não pedir desculpas por ainda desejar alguma coisa da vida. Recomendo que revejam ou vejam o filme: é lindo.

Porque existe uma diferença importante entre contar histórias sobre envelhecer e permitir que uma mulher envelhecida continue sendo uma personagem completa. Gloria não é admirável o tempo inteiro.

Também é carente, impulsiva, vulnerável e capaz de insistir numa relação que claramente lhe oferece menos do que deseja. Talvez seja justamente por isso que permanece tão viva. O filme não precisa transformá-la numa inspiração para justificar sua existência.

Quatro anos depois, em A Noiva do Deserto, Paulina voltou a ocupar um território parecido, embora por outro caminho. Teresa tem 54 anos e passou décadas trabalhando como empregada doméstica para a mesma família até ser obrigada a deixar aquela casa e atravessar o deserto argentino em busca de um novo emprego.

Depois de uma vida organizada em torno das necessidades dos outros, ela se vê literalmente deslocada, sem saber muito bem o que fazer com uma liberdade que não pediu.

O filme, exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2017, transforma uma viagem aparentemente banal numa possibilidade tardia de descobrir que ainda existe vida fora do papel que lhe foi atribuído.

Há algo que aproxima Teresa de Glória sem que elas sejam a mesma mulher ou tenham o rosto de Paulina. Nenhuma das duas está começando a vida, mas nenhuma aceita que tudo o que importa já tenha acontecido. É uma ideia aparentemente simples que o cinema demorou surpreendentemente muito para compreender.

Quando a mulher que cuidou começa a precisar de cuidado

Agora, em Querido Trópico, essa questão ganha uma camada ainda mais delicada. Paulina interpreta Mercedes, uma mulher de classe alta que começa a enfrentar a demência e recebe os cuidados de Ana María, uma imigrante colombiana.

Entre duas mulheres separadas por classe, origem e circunstâncias, nasce uma relação construída justamente quando as identidades que cada uma sustentava começam a se mostrar frágeis.

E talvez esteja aí uma das perguntas mais dolorosas do filme: o que acontece quando a mulher que passou a vida ocupando determinados lugares — mãe, profissional, dona de casa, chefe, esposa, cuidadora de todos — começa a perder aquilo que usava para reconhecer a si mesma?

A memória é uma parte fundamental dessa identidade, mas não a única. Somos também aquilo que os outros lembram de nós, os vínculos que construímos, as funções que desempenhamos e até os papéis dos quais passamos anos tentando nos libertar.

Quando tudo isso começa a escapar, não desaparece apenas o passado. Fica ameaçada também a narrativa que construímos para explicar quem somos.

Em Querido Trópico, essa perda acontece diante de outra mulher cuja existência também é marcada pela precariedade. Ana María cuida, mas também precisa de cuidado.

Mercedes aparentemente tem poder, dinheiro e uma vida estabelecida, mas começa a perder o controle sobre aquilo que parecia mais íntimo e inalienável: a própria história. O encontro entre elas desmonta, aos poucos, a ideia simples de que uma é forte e a outra vulnerável.

Talvez esse seja também um dos fios invisíveis da trajetória de Paulina García. Suas personagens raramente são mulheres que “vencem” no sentido convencional. Elas não rejuvenescem, não recuperam magicamente tudo o que perderam e não terminam necessariamente com a vida organizada. O que conquistam é algo menos espetacular e, por isso mesmo, mais interessante: o direito de continuar existindo como sujeitos de suas próprias histórias.

Paulina em Querido Trópico e em Gloria

Envelhecer não deveria significar desaparecer

É curioso que ainda seja necessário chamar de revolucionário aquilo que deveria ser banal: uma mulher de 50, 60 ou mais anos ter desejo, medo, sexualidade, egoísmo, ambição, solidão e futuro. Até porque, o problema nunca foi apenas a falta de mulheres maduras nas telas, mas também porque sempre estiveram lá como mães, avós, esposas abandonadas, vizinhas ou cuidadoras.

Personagens que ajudavam alguém mais jovem a atravessar sua própria história. E a verdadeira mudança acontece quando a câmera permanece com elas depois que os outros vão embora.

Quando queremos saber o que Gloria fará depois daquele relacionamento. O que Teresa encontrará depois de atravessar o deserto. Quem Mercedes continuará sendo quando suas lembranças começarem a falhar.

Ao homenagear Paulina García, o CineSur acaba celebrando também uma atriz que passou anos fazendo uma coisa aparentemente pequena e profundamente política: recusando a ideia de que a vida feminina tem um ponto a partir do qual só resta olhar para trás.

Suas personagens olham para trás, naturalmente. Há perdas, arrependimentos, relações que deram errado e escolhas que talvez fizesse diferente. Mas ainda existe alguma coisa adiante. Justamente a parte que o cinema tem levado mais tempo para enxergar.

GASTRONOMIA

No Dia dos Avós, veja receitas cheias de afeto que mantêm vivas as memórias de família

Veja receitas cheias de afeto que mantêm vivas as memórias de família e transformam ingredientes simples em lembranças inesquecíveis

25/07/2026 10h00

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiares

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiares Pexels

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Poucas lembranças despertam tanta nostalgia quanto o aroma de um bolo recém-saído do forno, o cheiro do café passado na hora ou o sabor daquele doce preparado pela avó em tardes de domingo.

Em muitas famílias brasileiras, a cozinha sempre foi um espaço de encontros, de conversas e de transmissão de histórias, onde receitas escritas em cadernos antigos ou guardadas apenas na memória passam de geração em geração.

Celebrado no dia 26, o Dia dos Avós homenageia aqueles que ocupam um lugar especial na formação das famílias. Mais do que figuras de carinho e de acolhimento, avôs e avós são guardiões de tradições, costumes e sabores que ajudam a construir a identidade de cada família.

A data também convida filhos, netos e bisnetos a desacelerarem a rotina para compartilhar momentos juntos. E poucas formas simbolizam tão bem esse encontro quanto preparar ou saborear uma receita tradicional.

ORIGEM DA DATA

A celebração do Dia dos Avós tem origem na tradição cristã. O dia 26 de julho marca a homenagem a Santa Ana e São Joaquim, considerados os pais de Maria e, consequentemente, avós de Jesus Cristo.

Ao longo do tempo, a comemoração ganhou um significado mais amplo, tornando-se um momento para reconhecer a importância dos avós na educação, na transmissão de valores e no fortalecimento dos vínculos familiares.

No Brasil, a data é marcada por almoços especiais, visitas, reuniões familiares e demonstrações de carinho. Em muitos lares, também é a oportunidade perfeita para resgatar receitas antigas que contam parte da história da família.

HERANÇA AFETIVA

Muito antes da internet e dos livros de culinária modernos, eram as avós que ensinavam, na prática, os segredos da cozinha. Uma pitada “a olho”, o ponto certo da massa observado pelo toque das mãos ou o tempo de forno medido pelo aroma que se espalhava pela casa são conhecimentos que dificilmente aparecem em receitas escritas.

Esses saberes fazem parte do patrimônio cultural das famílias. Não é raro encontrar cadernos de receitas escritos à mão, muitas vezes manchados de farinha, manteiga ou café, guardados como verdadeiros tesouros.

Muito além de ensinar os pratos, os avós costumam transmitir valores como paciência, dedicação e cuidado com quem será servido. Afinal, cozinhar sempre foi uma forma de demonstrar afeto.

SABOR DA MEMÓRIA

A ciência explica que os aromas e sabores estão profundamente ligados às emoções. Isso acontece porque o olfato tem conexão direta com regiões do cérebro responsáveis pela memória e pelos sentimentos.

Por isso, experimentar novamente um arroz-doce, um bolo de fubá ou uma broa preparada como antigamente pode transportar uma pessoa imediatamente para a infância.

Essas lembranças ajudam a fortalecer o sentimento de pertencimento e mantêm vivas histórias familiares que passam de uma geração para outra.

RECEITAS SIMPLES

Apesar das mudanças nos hábitos alimentares, algumas preparações continuam presentes nas mesas brasileiras e atravessam décadas praticamente sem alterações.

Entre elas estão bolos caseiros, biscoitos amanteigados, arroz-doce, doce de leite, broas, cucas, rosquinhas, compotas e geleias feitas com frutas da estação.

São receitas que valorizam ingredientes simples, acessíveis e preparados com calma, respeitando o tempo de cada etapa.

Neste Dia dos Avós, preparar uma dessas receitas pode ser uma maneira especial de homenagear quem sempre demonstrou amor por meio da comida.

Bolo de Fubá Tradicional

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresBolo de Fubá Tradicional - Foto: Pexels

Ingredientes:

  • 3 ovos;
  • 2 xícaras (chá) de açúcar;
  • 2 xícaras (chá) de fubá;
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de leite;
  • ½ xícara (chá) de óleo;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • Erva-doce a gosto (opcional).

Modo de Preparo:

> Bata os ovos, o açúcar, o leite e o óleo;

> Acrescente o fubá e a farinha aos poucos, misturando até obter uma massa homogênea;

> Adicione o fermento e a erva-doce;

> Despeje em forma untada e asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos.

Broa de Milho

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresBroa de Milho - Foto: Pexels

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de fubá;
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de açúcar;
  • 100 g de manteiga;
  • 2 ovos;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • Leite até dar ponto.

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes secos;

Acrescente a manteiga e os ovos;

Vá adicionando leite aos poucos até formar uma massa macia;

Modele pequenas broas, coloque em assadeira untada e asse a 180°C por cerca de 25 minutos, até ficarem levemente douradas.

Goiabada Cascão Caseira

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresGoiabada Cascão Caseira - Foto: Reprodução

Ingredientes:

  • 2 kg de goiabas maduras;
  • 1,5 kg de açúcar;
  • Suco de meio limão.

Modo de Preparo:

Lave as goiabas, corte em pedaços e retire apenas as partes muito duras;

Bata rapidamente no liquidificador e passe por uma peneira grossa para retirar sementes;

Leve a polpa ao fogo com o açúcar e o suco de limão;

Cozinhe em panela de fundo grosso, mexendo frequentemente, até adquirir consistência firme e de cor avermelhada. 
Coloque em recipiente untado e deixe esfriar completamente antes de servir.

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