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Documentário conta a história da primeira prefeita da Capital

Produção da TV Câmara reúne depoimentos e imagens históricas cedidas pelo Correio do Estado para resgatar a trajetória de Nelly Bacha, professora, vereadora e prefeita interina de Campo Grande

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Arrancar um pedaço de asfalto recém-construído, levá-lo para dentro da Câmara Municipal de Campo Grande e colocá-lo sobre a mesa durante uma sessão.

A cena, lembrada por familiares mais de quatro décadas depois, talvez seja a que melhor sintetize a personalidade de Nelly Bacha.

Professora, sindicalista, vereadora, presidente da Câmara Municipal da Capital e a primeira mulher a assumir a Prefeitura de Campo Grande, ela fez da fiscalização e do enfrentamento sua marca na política.

A TV Câmara lançou na semana passada uma edição especial do programa “Memórias da Câmara”, dedicada à trajetória de Nelly Bacha, reunindo depoimentos de familiares, ex-assessores e políticos que dividiram com ela os principais momentos da vida pública.

O documentário, disponível no site da Câmara Municipal de Campo Grande, também recupera imagens históricas cedidas pelo Correio do Estado, cujo acervo ajudou a reconstruir visualmente momentos marcantes da carreira da ex-vereadora.

Produzido dentro do projeto Memórias do Legislativo Municipal – Resgate Histórico da Câmara de Campo Grande-MS, o documentário preserva não apenas a memória de uma parlamentar, mas também de uma época em que poucas mulheres ocupavam espaços de poder e em que fazer oposição à ditadura militar exigia coragem.

DA ESCOLA PARA A POLÍTICA

Nascida em Corumbá, emno dia 2 de agosto de 1941, Nelly Bacha chegou ainda criança a Campo Grande, cidade onde construiria sua história.

Muito antes de disputar eleições, sua atuação já chamava a atenção na educação. Professora da Escola Estadual Maria Constança Barros Machado, formou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e, posteriormente, em Direito pela antiga FUMAT. Também presidiu a Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), período em que intensificou a defesa da valorização dos docentes. A educação, aliás, nunca deixou de ser a sua principal bandeira.

Segundo a cunhada, Marina Bacha, ela acreditava que transformar a sociedade passava, necessariamente, pela escola.

“Ela incentivava as mães a levarem os filhos para estudar, lutava por melhores condições para os professores e acreditava que a educação podia mudar o mundo”, afirma no documentário.

Essa preocupação levou Nelly a criar clubes de mães para aproximar as famílias das escolas, além de defender a capacitação profissional para docentes e melhores condições de trabalho para a categoria.

UMA VEREADORA ATUANTE

Quando foi eleita vereadora, em 1972, Nelly Bacha tornou-se a terceira mulher a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Campo Grande. Mas rapidamente mostrou que não seria apenas mais um nome entre os parlamentares.

A advogada Elenice Carille, que trabalhou ao seu lado, lembra que a então vereadora fazia questão de conhecer de perto os problemas da cidade.

“Ela gostava de visitar os bairros, conversar com as pessoas e acompanhar trabalhos sociais. Se encontrasse um banheiro de escola sem funcionar ou qualquer outro problema, já cobrava providências. Fazia discurso na Câmara e depois ia atrás do prefeito e dos secretários”, relembra.

Era um estilo de atuação que dispensava bastidores. “Ela não gostava de política feita nos corredores. Preferia enfrentar os problemas diretamente”, pontua.

O PEDAÇO DE ASFALTO

Entre os inúmeros episódios lembrados no documentário, um se tornou símbolo da forma como Nelly fazia política.

Ao perceber que um asfalto recém-executado apresentava péssima qualidade, ela retirou um pedaço da pavimentação e levou o material para a Câmara Municipal.

Durante a sessão, colocou a pedra sobre a mesa e questionou os colegas. “É esse o asfalto que vocês querem para Campo Grande?”, indagou a então vereadora.

A história é contada por Marina Bacha, que recorda a indignação da ex-vereadora diante do desperdício de recursos públicos. “A cobrança dela era muito firme. Ela não aceitava esse tipo de situação”, conta a cunhada.

CORAGEM EM MEIO À REPRESSÃO

A atuação de Nelly Bacha ultrapassou os limites do Legislativo municipal. Ela participou da estruturação do MDB em Mato Grosso do Sul, legenda que representava a principal força de oposição ao regime militar.

Em uma época marcada pela repressão e pelo medo, sua presença nas reuniões políticas ajudava a incentivar outras mulheres a participarem da vida pública.

O ex-senador Valter Pereira lembra que poucos enfrentavam a ditadura com tanta firmeza. “A Nelly sempre foi uma mulher destemida. Ela não poupava os poderosos. Tinha formação ideológica consistente e não temia a voz grossa dos homens nem as ameaças da ditadura”, recorda.

Segundo ele, sua atuação também foi decisiva para ampliar a participação feminina no partido. “Muitas mulheres passaram a participar da militância por influência dela. Outras convenceram seus próprios maridos a se envolverem na política”, afirma.

Um dos discursos preservados pelo documentário mostra sua defesa da democratização da escolha dos prefeitos.

“Hoje Campo Grande já tem seus legítimos representantes do povo da Capital, empossados no órgão máximo de representação. Mas ainda não temos a plenitude democrática que desejamos”, discursou Nelly.

A PRIMEIRA PREFEITA

Em março de 1983, Nelly Bacha escreveu mais um capítulo da história política de Campo Grande.

Na condição de presidente da Câmara Municipal, assumiu interinamente a prefeitura, tornando-se a primeira mulher a governar a Capital.

Na época, prefeitos das capitais ainda eram indicados, e não eleitos diretamente pela população.

Embora tenha permanecido pouco mais de dois meses no cargo, familiares lembram que ela aproveitou o curto período para resolver problemas urgentes da administração.

Marina Bacha recorda que havia quatro folhas salariais atrasadas quando Nelly assumiu. “Ela colocou tudo em dia. Entendia que o servidor precisava receber para sustentar sua família”, relembra.

Também priorizou reformas e melhorias em escolas, área que continuava sendo sua principal preocupação.

O ex-governador André Puccinelli, que conviveu com Nelly naquele período, resume sua personalidade. “A Nelly era determinada. Era durona. Não levava desaforo para casa”, afirma.

RECONHECIMENTO

Para quem conviveu com Nelly Bacha, a palavra “pioneira” resume bem sua trajetória.

O ex-senador Waldemir Moka recorda que, quando chegou à Câmara Municipal, apenas duas mulheres ocupavam cadeiras entre os 21 vereadores.

“A Nelly rompeu muitas barreiras. Foi uma vereadora valente, combativa e permaneceu fiel ao MDB durante toda a sua trajetória”, pontua o colega.

Depois de deixar o Legislativo, em 1988, ela continuou participando das campanhas do partido e passou a atuar como advogada, atendendo gratuitamente sindicatos e trabalhadores, principalmente em causas trabalhistas.

LEGADO PRESERVADO

Após a gestão de Nelly Bacha, Lúdio Coelho assumiu a prefeitura da Capital, em maio de 1988Após a gestão de Nelly Bacha, Lúdio Coelho assumiu a prefeitura da Capital, em maio de 1988 - Foto: Arquivo/Correio do Estado

Durante a produção do documentário, a equipe da TV Câmara visitou Nelly Bacha em sua residência. Diagnosticada com Parkinson, ela já estava acamada havia alguns anos, mas permanecia lúcida.

Por decisão própria, preferiu não aparecer diante das câmeras. Ainda assim, acompanhou com satisfação a iniciativa de registrar sua trajetória.

Pouco tempo depois, em 8 de abril deste ano, morreu aos 84 anos. Atendendo a um desejo manifestado às cuidadoras, sua despedida aconteceu justamente na Câmara Municipal de Campo Grande, espaço onde escreveu boa parte de sua história.

Para reconstruir essa trajetória, o documentário recorreu não apenas aos depoimentos de quem conviveu com Nelly, mas também a um importante patrimônio histórico da imprensa sul-mato-grossense.

As fotografias e imagens de arquivo utilizadas na produção foram cedidas pelo Correio do Estado, permitindo que momentos marcantes da carreira da ex-vereadora voltassem a ganhar vida e aproximando o público de diferentes fases da política campo-grandense.

A edição dedicada a Nelly Bacha é a terceira produzida pelo programa “Memórias da Câmara”. Antes dela, a iniciativa resgatou a história de Oliva Enciso – primeira vereadora de Campo Grande e primeira deputada estadual de Mato Grosso antes da divisão do Estado – e do ex-vereador e ex-presidente da Câmara Antônio Braga.

127 anos

Bisneto do fundador da cidade, Jozé Antônio Pereira esclarece fatos sobre a história da Capital

Por meio de seu bisneto, Jozé Antônio Pereira (com z mesmo) esclarece fatos sobre a história de Campo Grande e de sua vida

26/08/2026 09h30

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda Foto: Marcelo Victor/Arquivo Correio do Estado

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Antes que comecem a pipocar as manchetes dizendo dos 127 anos de “fundação”, lembro aos mais desavisados que serão 127 anos de emancipação político-administrativa de Campo Grande, pois de fundação já passaram os 154 anos no dia 21 de junho deste ano.

Orgulhoso de ver hoje a Campo Grande fundada por meus bisavô e avô, continuo zeloso em ver contada a sua história sem erros.

Campo Grande, 127 anos de emancipação político-administrativa. 

Hoje vou fazer diferente! Vou deixar que meu “bisa” conte a história da fundação! Conta aí, “bisa”!

“Bom dia! Fundei um arraial, quando aqui cheguei no dia 21 de junho de 1872, em companhia do meu filho Antônio Luiz e os camaradas João e Manoel Ribeira, além de Luiz Pinto, contratado pra nos guiar nestes sertões da província de Mato Grosso. 

Vim de Monte Alegre (MG), onde residi por muitos anos, até minha vinda para o sertão...
Nasci em 1825, na cidade de Barbacena (MG) e casei-me com Maria Carolina de Oliveira, em São João Del-Rey (MG), com a qual tive oito filhos.

Meu nome verdadeiro é Jozé (com z mesmo) , embora os historiadores teimem em me chamar de José. Não se dão ao trabalho de pesquisar nem mesmo no cartório, onde tem minha assinatura como juiz de paz, nos primeiros livros de casamentos.

Tanto fizeram que acabei virando José... só não gosto quando insistem, ao festejar o 26 de agosto, como sendo aniversário da ‘fundação’, ignorando que a data marca apenas a elevação da paróquia à condição de município, ocorrido na citada data, no ano de 1899, portanto, 27 anos depois da fundação.

Mas o que importa hoje é festejar a emancipação da paroquia a categoria de Vila. 

Olhando aqui de cima, não consigo ver qualquer vestígio da pequena Vila que fundei. Cobriram seu chão moreno, ergueram edifícios, poluíram os córregos que nos serviram água e alimentos, e transformaram tudo em uma grande cidade, com ruas e avenidas que não permitem mais o trafego dos meus carros de bois.

Ficou bonita, grande, acolhe o primeiro milhão de habitantes, tem lindas avenidas e parques, tem asfalto, jardins, belos shoppings, bares, teatros, cinemas, gente chegando, ficando, somando, gostando e tornando-se filhos adotivos da cidade.

Me homenagearam com bustos, obeliscos, prédio, rua com o meu nome, e até um museu com a minha história construíram na sede da fazenda bálsamo, herdada por minha neta Carlinda Pereira Contar, cujo local está a merecer reparos. E foi graças a lembrança de um jovem vereador (Carlos Henrique Santos Pereira) que tornei-me cidadão (mais de 100 anos depois) da cidade que fundei.

Mas isso não importa, vale mais o que fizeram os que nela se sacrificaram, lutaram e venceram, tornando Campo Grande a linda Capital desse novo Estado.

E se hoje eu pudesse pedir mais alguma coisa aos que nela vivem, gostaria que zelassem por sua limpeza, que valorizassem a história da cidade, que cuidassem para torná-la ainda mais linda, e que seus administradores atentassem para a importância que

Campo Grande tem no contexto nacional, como cidade pujante, rica e ordeira, inspirando-se na dedicação, honestidade e respeito daqueles que no passado ajudaram-me a construir essa urbe , incluindo-se aí os brasileiros de todos os rincões e estrangeiros que tanto se dedicaram ao seu progresso.

Obrigado a todos que, ao longo destes 154 anos, desde o dia em que aqui finquei o primeiro rancho, participaram e participam de minha história, ampliando e colorindo meu sonho de desbravador ou aventureiro, como queiram chamar-me”.
Jozé Antônio Pereira*.

Anexo cópia da Resolução nº 225, de 26 de agosto de 1899, que eleva Campo Grande a categoria de Vila.
Parabéns, Campo Grande!!!

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha CarlindaFoto: Divulgação

* Por meu bisneto Eddson C. Contar. 
 

Diálogo

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (26)

26/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.

Diálogo

Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

Diálogo Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoIzabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

  • Carlos Alberto Peratelli,
  • Dr. Luiz Antônio Saab,
  • Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
  • Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
  • Yuri Andreis Boeira, 
  • Antônio Benjamim Correa da Costa,
  • Clóvis Martins,
  • Edgar Andrade D´Avila,
  • Eloina Yanez Brites,
  • Moezis José dos Santos,
  • Jorge Ono,
  • Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
  • Marli Gauto Viliagra,
  • Edson Sanches,
  • Christian Maluf Victório,
  • Aroldo José de Lima,
  • Gilberto Veiga de Souza,
  • Tauana Montier Onça Bortolini, 
  • Tatiana Decarli,
  • José Roberto Tedeschi,
  • Dra. Rejane Alves de Arruda,
  • Aloysio Moreira Salles,
  • Caetano Rottilli, 
  • Thiago Rieger Silverio dos Santos,
  • Afonso Basso,
  • Dr. Hélinton Moura Lutz, 
  • Francisco Carlos Brasil Leite,  
  • Suely Aparecida Morilla Alves,
  • Eduardo Ferreira dos Santos,
  • Maria de Fátima Vieira Andrade,
  • Seiki Miiji, 
  • Antônio Cavalcante, 
  • Hélvio Rodrigo Gonçalves,
  • Alexandre Morais Cantero, 
  • Ricardo Aparecido da Silva,
  • Silvia Regina da Silva,
  • Laura Menzio,
  • Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
  • Moacir da Silva Queiroz,
  • Janethe Leite Cardoso,
  • Maria de Fátima de Souza,
  • Genésio Rodrigues Corrêa,
  • Aristides Brun,
  • Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
  • Karla Marchitto Jacob Farias, 
  • Sônia Virgínia Moreira,
  • Pedro Franco Neto,
  • Vera Lúcia Nogueira,
  • Alcides Landfelt da Silva,
  • Sueli Alves Braga,
  • Altevir Soares de Alencar,
  • Sônia Maria Avelino Duarte,
  • Luiz Ferreira de Alencastro, 
  • Elizabeth Kioko Kohatsu,
  • Lutiane Machado Romero,
  • Dr. Benjamin Ramos, 
  • Maria de Fátima Camparin,
  • Sirley de Albuquerque,
  • Ricardo Luiz Silveira,
  • Luiza Francisca Oliveira,
  • Wilson de Paula Souza,
  • Bruno Vieira Antunes,
  • Clóvis Trindade Rocha,
  • João Tadeu Gonçalves,
  • Maria Luiza Pereira Franco,
  • Francisca da Silva Tôrres, 
  • Eliane Yamazato,
  • Danilo Mandetta Júnior, 
  • Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
  • Kleber Pinheiro da Silva,
  • Ramão Gilberto Valiente,
  • Mauricio Vieira Gama,
  • Edson Andrade da Vila,
  • Victor Scarpellini,
  • Luiz Braz de Oliveira,
  • Francisco Muniz Soares,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Julio Cesar Gonçalves da Silva,
  • Adelaide Fernandes,
  • Eva Maria Barbosa,
  • Evelin Flávia Alves da Silva, 
  • Zeferina de Souza Montenegro 
  • de Camargo,
  • Alberto Magno Ribeiro Vargas,
  • Michelly de Souza Andrino,  
  • Neuri Paulo Gasparetto,
  • Ligia Toma,
  • Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
  • Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
  • Luiz Yasunaka,
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  • Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
  • Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
  • Valéria Martins dos Santos,
  • Ariane Marques de Araújo,
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  • Arlindo Murilo Muniz,
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  • Armando de Oliveira, 
  • Regina Célia Goya,
  • Ana Cristina Castilho Sanchez,
  • Roberto Lorenzoni Neto,
  • Carlos Cesar Girardi Ferreira,
  • Norma Aquino Castro,
  • Arildo Loper.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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