Economia

LOTERIAS

Resultado da Dupla-Sena de ontem, concurso 2970, segunda-feira (15/06): veja o rateio

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2970 da Dupla Sena na noite desta segunda-feira, 15 de junho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3 milhões.

Premiação - 1º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 20 apostas ganhadoras, (R$ 4.402,91)
  • 4 acertos - 939 apostas ganhadoras, (R$ 107,17)
  • 3 acertos - 17.562 apostas ganhadoras, (R$ 2,86)

Premiação - 2º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 21 apostas ganhadoras, (R$ 3.773,93)
  • 4 acertos - 993 apostas ganhadoras, (R$ 101,34)
  • 3 acertos - 16.805 apostas ganhadoras, (R$ 2,99)

Confira o resultado da Dupla-Sena de ontem!

Os números da Dupla Sena 2970 são:

Primeiro sorteio:  07 - 05 - 22 - 48 - 30 - 11

Segundo sorteio:  02 - 08 - 30 - 04 - 22 - 27

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Dupla Sena 2971

Como a Dupla Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 17 de junho, a partir das 21 horas, pelo concurso 2971. O valor da premiação está estimado em R$ 4 milhões.

Para participar dos sorteios da Dupla Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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LOTERIAS

Resultado da Lotofácil de ontem, concurso 3711, segunda-feira (15/06): veja o rateio

A Lotofácil é uma das loterias mais populares no Brasil, com sorteios realizados seis vezes por semana, de segunda a sábado; veja números sorteados

16/06/2026 08h11

Confira o rateio da Lotofácil

Confira o rateio da Lotofácil Foto: Reprodução Agência Brasil

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 3711 da Lotofácil na noite desta segunda-feira, 15 de junho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 2 milhões.

Premiação

  • 15 acertos - 3 apostas ganhadoras, (R$ 564.827,34)
  • 14 acertos - 292 apostas ganhadoras, (R$ 1.738,23)
  • 13 acertos - 10204 apostas ganhadoras, (R$ 35,00)
  • 12 acertos - 111832 apostas ganhadoras, (R$ 14,00)
  • 11 acertos - 570148 apostas ganhadoras, (R$ 7,00)

Confira o resultado da Lotofácil de ontem!

Os números da Lotofácil 3711 são:

  • 01 - 10 - 20 - 12 - 17 - 06 - 15 - 13 - 22 - 16 - 05  - 24 - 25 - 08 - 09 

O sorteio da Lotofácil é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 3720

O próximo sorteio ocorre na terça-feira, 16 de junho, a partir das 21 horas, pelo concurso 3720. O valor da premiação está estimado em R$ 2 milhões.

Como apostar na Lotofácil

Os sorteios da Lotofácil são realizados diariamente, às segundas, terças, quartas, quintas, sextas-feiras e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 15 dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 3.268.760, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 211, ainda segundo a Caixa.

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Análise

Super-El Niño deve encarecer ainda mais os alimentos

Com itens já acumulando altas superiores a 70% em Campo Grande, economistas fazem alerta que fenômeno climático extremo deve afetar principalmente hortifrúti, arroz e feijão

16/06/2026 08h00

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O avanço de um possível super-El Niño pode agravar ainda mais o peso dos alimentos no orçamento das famílias brasileiras e pressionar uma inflação que já dá sinais de aceleração.

Em Campo Grande, itens básicos como batata, cebola, tomate e feijão acumulam altas expressivas este ano e especialistas fazem alerta que um fenômeno climático extremo pode reduzir a oferta de produtos sensíveis às variações do tempo, elevando ainda mais os preços nos supermercados.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa) confirmou o desenvolvimento de um novo evento de El Niño e atribuiu alta probabilidade de que o fenômeno alcance intensidade muito forte, caracterizando um chamado super-El Niño.

O aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico altera os padrões climáticos em diversas regiões do planeta, favorecendo secas, ondas de calor, queimadas e chuvas intensas que podem comprometer a produção agrícola.

Em Campo Grande, o cenário já preocupa. Dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que, apenas nos cinco primeiros meses deste ano, a batata-inglesa acumula alta de 101,43%, a cebola de 91,69%, o tomate de 77,76% e o feijão-carioca de 55,12%. Hortaliças e verduras subiram 22,05%, o leite longa vida 12,77%, os ovos 11,31% e as carnes 7,38%.

O economista Eduardo Matos faz alerta para o potencial do fenômeno climático de reduzir a oferta de produtos sensíveis às oscilações do tempo e ampliar uma inflação que já pesa no bolso dos consumidores.

Para Matos, o El Niño tradicional já costuma provocar impactos em algumas culturas agrícolas, mas um super-El Niño representa um risco ainda maior.

“O El Niño, por si só, já pode impactar determinadas culturas, principalmente aquelas que são mais frágeis às oscilações climáticas. Agora, o super-El Niño é um fenômeno pouco registrado na história moderna da humanidade e esse, sim, tem poderes devastadores”, afirma ao Correio do Estado.

Segundo o economista, estudos que relacionam os eventos climáticos com a produção agrícola indicam que os principais produtos de exportação do País não devem sofrer grandes perdas, mas a situação é diferente para alimentos presentes diariamente na mesa dos brasileiros.

“Existe uma pesquisa bastante interessante que correlacionou as ocorrências de super-El Niño com a produção de determinadas culturas e identificou que milho, soja e até mesmo cana-de-açúcar não tiveram grandes impactos. Agora, café, verduras, arroz, batata e outros alimentos apresentaram perdas significativas, justamente produtos que têm maior peso no consumo da população”, explica.

CONSUMIDOR

Na avaliação dele, isso significa que o consumidor pode sentir mais rapidamente os efeitos do fenômeno do que propriamente o setor exportador do agronegócio.

“Soja, milho e cana têm um papel importante na geração de divisas para o Brasil e também na produção de proteína animal, mas quem pesa diretamente no carrinho de compras são os alimentos do dia a dia. O brasileiro certamente sentirá os impactos do super-El Niño caso ele se confirme, principalmente em hortifrútis, pão, arroz e até mesmo feijão”, destaca.

A preocupação também é compartilhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A assessora técnica da entidade, Danyella Bomfim, afirma que os reflexos no bolso da população devem aparecer com maior intensidade nas próximas safras.

“O El Niño pode influenciar os preços dos alimentos mais no início do ano que vem. O impacto no bolso não vai ser imediato. Vem como resposta a essa menor oferta na safra seguinte. Os produtos que mais podem ser afetados são os mais perecíveis: hortaliças, frutas, arroz, feijão, leite e carne”, ressaltou ao UOL.

Especialistas apontam que fenômenos climáticos extremos costumam afetar primeiro a produção de hortaliças, frutas e legumes, culturas de ciclo curto e altamente dependentes das condições meteorológicas. A redução da oferta acaba refletindo rapidamente nas feiras e nos supermercados.

Além disso, efeitos indiretos também podem atingir leite, carnes e derivados, seja pela dificuldade na produção de pastagens, seja pelo aumento dos custos de alimentação animal e logística.

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