Economia

LOTERIAS

Resultado da Quina de ontem, concurso 7114, quinta-feira (10/09): veja o rateio

A Quina realiza seis sorteios semanais, de segunda-feira a sexta-feira, e aos domingos; veja quais os números sorteados no último concurso

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 7114 da Quina na noite desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 21 milhões.

Premiação

  • 5 acertos - Não houve ganhadores
  • 4 acertos - 50 apostas ganhadoras (R$ 13.493,32)
  • 3 acertos - 5.718 apostas ganhadoras (R$ 112,37)
  • 2 acertos - 140.578 apostas ganhadoras (R$ 4,57)

Confira o resultado da Quina de ontem!

Os números da Quina 7114 são:

  •   21 - 54 - 05 - 51 - 43

O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Quina 7115

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na sexta-feira, 11 de setembro, a partir das 20 horas, pelo concurso 7115. O valor da premiação está estimado em R$ 30 milhões.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda a sexta-feira, às 20h e aos domingos, às 10h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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LOTERIAS

Resultado da Mega-Sena de ontem, concurso 3056, quinta-feira (10/09): veja o rateio

A Mega-Sena tem três sorteios semanais, às terças, quintas-feiras e aos domingos; veja quais os números sorteados no último concurso

11/09/2026 08h21

Confira o rateio da Mega-Sena

Confira o rateio da Mega-Sena Foto: Agência Brasil

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 3056 da Mega-Sena na noite desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 76 milhões.

Premiação

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 50 apostas ganhadoras (R$ 45.990,43)
  • 4 acertos - 3.344 apostas ganhadoras (R$ 1.133,49)

Confira o resultado da Mega-Sena de ontem!

Os números da Mega-Sena 3056 são:

  •  51 - 25 21 - 40 - 14 - 56

O sorteio foi transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pôde ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Mega-Sena 3060

Como a Mega Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no domingo, 13 de setembro, a partir das 10 horas, pelo concurso 3060. O valor da premiação está estimado em R$ 85 milhões.

Para participar dos sorteios da Mega-Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 6,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 6 dentre as 60 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de 4 a 6 números.

Como jogar na Mega-Sena

A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.

Para realizar o sonho de ser milionário, você deve marcar de 6 a 20 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 e 12 concursos consecutivos (Teimosinha).

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AGRO

Bezerro dispara até 40% e Pantanal ganha protagonismo na pecuária de MS

Ciclo pecuário, descarte de fêmeas e redução da oferta de animais de reposição pressionam preços e favorecem regiões produtoras

11/09/2026 08h10

Divulgação Embrapa / Ricardo Paino Beltrame

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O mercado pecuário de Mato Grosso do Sul atravessa uma fase de valorização dos animais de reposição, em um movimento provocado principalmente pelo ciclo pecuário e pela menor disponibilidade de bezerros.

Os preços acumulam altas expressivas nos últimos 12 meses, chegando a 40% em determinadas categorias e regiões, enquanto a oferta mais ajustada coloca o Pantanal em posição estratégica na produção de animais para reposição do rebanho.

Conforme cotações do Sistema de Inteligência e Gestão Territorial da Bovinocultura de Corte de Mato Grosso do Sul (Sigabov), em julho de 2025 o preço da arroba do bezerro estava em R$ 395,10.

A cotação avançou ao longo dos meses e atingiu o pico de R$ 543,60 em março deste ano. Em julho, última referência disponível, estava em R$ 464,40.

A Famasul confirma a valorização “O cenário de bezerros em Mato Grosso do Sul é de valorização. O preço do quilo do bezerro acumulou alta de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto a bezerra valorizou 19%. As demais categorias de reposição também apresentam alta nos últimos 12 meses”, informou a entidade ao Correio do Estado.

O encarecimento da reposição também aparece na relação de troca. “Em julho, um boi gordo comprava, em média, 1,77 bezerro, contra 1,89 em julho de 2025, uma redução de 6,6% no poder de compra”, apontou a Famasul.

Segundo a entidade, a explicação está principalmente no ciclo pecuário.

“Nos últimos anos, tivemos um volume elevado de abate de fêmeas, o que reduziu a quantidade de matrizes disponíveis para reprodução e, consequentemente, afetou a oferta de bezerros. Esse efeito começa a aparecer agora com mais força no mercado de reposição”.

Apesar da pressão sobre a reposição, os dados mais recentes mostram redução no ritmo dos abates. Nos sete primeiros meses deste ano, Mato Grosso do Sul abateu 2,37 milhões de cabeças, 4,9% menos que no mesmo período de 2025. A participação de fêmeas, porém, permaneceu próxima de 51%.

“Mesmo com a redução no volume abatido, o mercado segue com uma oferta mais ajustada de animais”, avaliou a Famasul.

Essa oferta mais restrita também ajuda a explicar a sustentação das cotações do boi gordo. “Em agosto, a arroba ficou acima de R$ 339,00, com alta de 10,6% em 12 meses”, destacou a entidade.

“Mesmo com a redução dos abates, os preços continuam firmes, em um cenário de oferta mais ajustada de animais para abate”, acrescentou.

PANTANAL

É nesse ambiente de menor oferta que o Pantanal ganha importância estratégica para a pecuária estadual.

A região responde por cerca de 40% dos bezerros produzidos em Mato Grosso do Sul, segundo o Sistema Novilho Precoce, formado pela Associação Sul-Mato-Grossense de Produtores de Novilho Precoce (ASPNP) e pela Cooperativa Novilhocoop.

A relevância da região aumenta diante da transformação de áreas tradicionalmente ligadas à cria. Municípios como Ribas do Rio Pardo, Água Clara e Três Lagoas passaram por forte expansão da silvicultura, com o eucalipto ocupando áreas anteriormente destinadas à pecuária.

Nas cotações de animais de reposição acompanhadas pelo Sigabov a partir de 12 empresas de leilões, a região Sul apresentou o maior valor para o bezerro, com R$ 3.723,54. Na sequência aparece o Pantanal, com R$ 3.209,74, abrangendo municípios como Corumbá, Ladário, Aquidauana, Porto Murtinho e Miranda.

Para o presidente da Novilho Precoce, Rafael Nunes Gratão, o atual cenário é consequência de uma etapa do ciclo pecuário que deve permanecer por mais algum tempo.

“Esse é o ciclo pecuário, acontece mais ou menos de sete em sete anos. Avaliamos que no futuro bem próximo vai acontecer a retenção de fêmeas e depois de uns três anos mais ou menos começa a aparecer mais bezerros, mudando esse cenário do preço atual. Houve um descarte excessivo de fêmeas, que ocorreu entre 2023 e 2025. Isso gerou reflexo para uma menor disponibilidade de bezerros em 2026 e a tendência que temos é que a situação vai seguir em 2027, com tendência de alta do bezerro, o que vai subir também a arroba do boi, além da persistência de falta de bezerros”, avaliou.

RECOMPOSIÇÃO

A Famasul destaca que a reação dos pecuaristas tende a ocorrer por meio da retenção de fêmeas, mas os efeitos não são imediatos.

“Olhando para o ciclo, a tendência é que o produtor passe a reter mais fêmeas para reprodução diante da valorização do bezerro. Essa retenção ajuda a recompor o plantel e, mais à frente, aumenta a oferta de bezerros. Mas esse processo leva tempo”, afirmou a entidade.

“Entre a retenção da matriz, a reprodução, o nascimento e o desenvolvimento do bezerro, são necessários alguns anos para que uma mudança na formação do rebanho tenha efeito mais significativo sobre a oferta de reposição”.

Para a Famasul, portanto, a trajetória dos preços dependerá da velocidade dessa recomposição. “A avaliação atual é de que a valorização dos bezerros está principalmente relacionada ao ciclo pecuário e à menor disponibilidade de animais, depois de um período de maior descarte de fêmeas”.

“A evolução dos preços nos próximos meses vai depender, principalmente, da velocidade de recomposição do rebanho e do comportamento da oferta e da demanda por animais”, completou a entidade.

O movimento cria uma situação favorável para quem trabalha com cria, mas aumenta os custos para pecuaristas que dependem da compra de animais para recria e engorda. O impacto também pode avançar pela cadeia, sustentando as cotações do boi gordo e pressionando os custos da produção de carne.

Nesse cenário, investimentos em cria, reprodução e melhoramento genético ganham espaço como estratégia para aproveitar um mercado de reposição valorizado.

E o Pantanal, responsável por parcela expressiva da produção de bezerros do Estado, passa a ocupar posição ainda mais relevante na pecuária de Mato Grosso do Sul.

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