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A menos de um mês da Copa, máquinas cambiadoras estão em fase de teste

A menos de um mês da Copa, máquinas cambiadoras estão em fase de teste

AGÊNCIA BRASIL

24/05/2014 - 12h30
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Os turistas estrangeiros que vierem para a Copa do Mundo não poderão contar com uma facilidade comum em países da Europa: as chamadas máquinas cambiadoras. Esses equipamentos, uma espécie de caixa eletrônico, permitem a troca de moedas estrangeiras por real e vice-versa. O uso dos dispositivos foi autorizado pelo governo em 2012, para oferecer uma alternativa e facilitar o acesso do estrangeiro a pequenos valores em reais, a partir do evento esportivo, este ano.

Outra medida autorizada pelo governo em 2012 que não deslanchou foram os correspondentes para troca de moedas. O governo autorizou casas de câmbio e bancos a fazerem parcerias com estabelecimentos comerciais. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Corretoras de Câmbio (Abracam), Tulio Ferreira dos Santos Junior, por falta de segurança o setor não se interessou por correspondentes em estabelecimentos comerciais. Segundo ele, atualmente, a maioria dos parceiros continua sendo as agências de viagens e há também alguns hotéis que fazem troca de moedas. “Nas agências de viagens tem gente com experiência e as lojas e os caixas são blindados. Um país com pouca segurança como o Brasil não tem como ter moeda estrangeira em farmácia ou supermercado”, argumentou.

Já as máquinas cambiadoras ainda estão sendo testadas no país, a menos de um mês da Copa. De acordo com Santos Junior, no Recife há máquinas instaladas em um shopping, no porto e no aeroporto da cidade. Ele conta que a corretora instalou as máquinas para iniciar os testes, mas ainda não há previsão de quando os equipamentos estarão disponíveis em outras cidades. “Se funcionar bem vamos colocar em hotéis em São Paulo e no Rio. Mas não tem previsão. Vai depender da performance da máquina”, disse. O presidente da Abracam também disse que negociar a instalação das máquinas em aeroportos tem sido um processo “muito burocrático”. “Estamos negociando para fechar parcerias em aeroportos, hotéis. Isso é um processo lento”, acrescentou.

De acordo com o responsável comercial pela empresa que produz as máquinas, a Hess Latam, André Salvador, nos próximos dias também será instalada uma máquina em um shopping de São Paulo e outras capitais poderão receber os equipamentos, em junho. No total, serão 50 equipamentos distribuídos em grandes cidades dentro de hotéis, shoppings centers e aeroportos.

André Salvador não quis revelar quantas máquinas já foram produzidas no país desde a autorização pelo governo, mas disse que o volume não é expressivo. Ele espera que ainda este ano a produção ganhe força, por meio de parcerias com corretoras e bancos especializados.

Segundo Salvador, a automação de operações de troca de moedas ainda não avançou no país porque somente em 2012 a legislação autorizou esse processo. Por meio da máquina, o cliente pode conferir, antes de fechar a operação, todas as taxas e tarifas e o valor efetivo total. Os equipamentos estão configurados em quatro idiomas.

Em 2012, ao regulamentar o uso desses equipamentos, o BC definiu que o limite por operação seria de US$ 3 mil. Os clientes são identificados por meio do uso do cartão de crédito com bandeira internacional ou por passaporte com validação eletrônica de autenticidade.

Para André Salvador, os grandes bancos de varejo não demostraram interesse pelo equipamento, mas à medida que as máquinas ganharem espaço no mercado, há expectativa de avanço nesse segmento também. “Os bancos de varejo têm estratégia voltada para os próprios correntistas. O movimento vai começar através dos bancos de nicho [especializados]”, disse.

No caso do Banco do Brasil, por exemplo, a troca de moeda é feita em 431 agências e em 34.807 terminais de autoatendimento habilitados para atender às redes Cirrus e VisaPlus - pois fazem a leitura de cartões emitidos no exterior, para saque em reais. Desse total de terminais, 8.541 estão nas cidades-sede da Copa do Mundo. No caso das agências que realizam operações de câmbio, 300 estão nas cidades-sede da Copa.

Entra e sai

F-1 tem só 3 vagas em aberto para 2027 após anúncio de Rafa Câmara; veja como está o grid

A escuderia que ainda não definiu sua dupla de pilotos é a Racing Bulls

15/10/2026 13h45

Foto: Divulgação / Formula 3

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Nesta quinta-feira, 15, o grid da Fórmula 1 para 2027 ganhou uma cara nova, com a Haas anunciando a contratação de Rafa Câmara. Assim, com grande parte das equipes com seus pilotos definidos, restam apenas mais três vagas na principal categoria do automobilismo para a próxima temporada.

A escuderia que ainda não definiu sua dupla de pilotos é a Racing Bulls. Atualmente, Liam Lawson e Arvid Lindblad guiam os carros do time e fazem um bom 2026. Enquanto o primeiro soma 75 pontos no Mundial, o segundo tem 38, deixando a equipe na 5ª colocação no Mundial de Construtores. Assim, devido ao bom desempenho, eles devem ser mantidos no posto para o ano que vem

A outra vaga é justamente na Haas, que, após anunciar Rafa Câmara, ainda não definiu seu outro piloto para a próxima temporada. Porém, Oliver Bearman é o favorito para a outra vaga. O inglês já vem guiando o carro norte-americano e tem agradado pela segunda temporada seguida, devendo ter seu vínculo mantido

ATÉ O MOMENTO, O GRID DA FÓRMULA 1 PARA 2027 TEM A SEGUINTE SITUAÇÃO:

Haas: Rafa Câmara

McLaren: Lando Norris e Oscar Piastri

Ferrari: Charles Leclerc e Lewis Hamilton

Mercedes: Kimi Antonelli e George Russell

Alpine: Pierre Gasly e Franco Colapinto

Williams: Alex Albon e Carlos Sainz

Audi: Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg

Cadillac: Valtteri Bottas e Sergio Pérez

Aston Martin: Fernando Alonso e Lance Stroll

Em 2027, Câmara vai substituir o francês Esteban Ocon. Atualmente o brasileiro disputa a F2, pela equipe Invicta Racing e lidera a competição com 207 pontos, restando duas etapas (quatro corridas) para a conclusão da temporada.

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Messi coloca brasileira entre as principais promessas do futebol

Giovanna Waksman atua nas categorias de base do Lyon e tem sido destaque da seleção brasileira nas competições inferiores

12/10/2026 22h00

Giovanna Waksman, de 17 anos, foi incluída na lista do argentino

Giovanna Waksman, de 17 anos, foi incluída na lista do argentino Foto: Reprodução / Instagram

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Em uma campanha publicitária, o astro Lionel Messi elegeu dez jovens do futebol mundial para a próxima geração de craques e colocou uma representante do Brasil. A meia Giovanna Waksman, de 17 anos, foi incluída na lista do argentino. Outros nove jogadores do masculino e feminino foram lembrados pelo craque.

A jovem atua nas categorias de base do Lyon e tem sido destaque da seleção brasileira nas competições inferiores, como no Mundial Feminino Sub-17, realizado no ano passado, quando marcou três gols em quatro partidas. O Brasil acabou eliminado nas semifinais do torneio, diante da Coreia do Norte.

Giovanna nasceu no Rio de Janeiro e fez a maior parte de sua formação no Botafogo e era uma das grandes apostas de John Textor. O empresário norte-americano a levou para o FC Florida, dos Estados Unidos. Em março deste ano, foi anunciada pelo Lyon, e assinou até junho de 2028. O clube francês é um dos principais do futebol feminino no mundo.

A lista foi montada para a campanha ‘Messi+10’, da fabricante de roupas esportivas Adidas. Essa é a terceira temporada da iniciativa e outros brasileiros foram citados nas edições anteriores. Na primeira seleção, montada em 2015, o atacante Kenedy, ex-Fluminense e Chelsea, foi lembrado pelo astro. Dez anos depois foi a vez do volante Andrey Santos, atualmente no Manchester United.

Além da brasileira, o argentino elencou: Can Uzun, do Eintracht Frankfurt; Gilberto Mora, do Tijuana; Jesús Rodríguez; do Como; Kees Smit; do AZ Alkmaar; Max Dowman, do Arsenal; Tomás Aranda, do Boca Juniors; Zavier Gozo, do Crystal Palace; Chloe Sarwie, do Chelsea; e Lotta Wrede, do Hamburgo.

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