Esportes

ETAPA DE TÓQUIO

Ágatha e Duda vencem americanas e levam ouro no vôlei de praia

Ágatha e Duda vencem americanas e levam ouro no vôlei de praia

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A dupla brasileira formada por Ágatha e Duda conquistou na manhã deste domingo a medalha de ouro na etapa quatro estrelas de Tóquio do Circuito Mundial de vôlei de praia. Elas superaram as norte-americanas April Ross e Alix Klineman por 2 sets a 0 (21/19, 21/18) na decisão do torneio, que também serviu como evento-teste aos Jogos Olímpicos de 2020. 

Foi a 101ª final feminina entre Brasil e Estados Unidos no Circuito Mundial de vôlei de praia. Com o resultado, Ágatha e Duda empataram a série com Ross e Klineman, com três vitórias para cada lado agora. O bronze na etapa ficou com as canadenses Bansley e Wikerson, que venceram as alemãs Sude/Borger por 2 sets a 0 (21/19, 21/11).

Ágatha e Duda chegam ao segundo ouro no Circuito Mundial 2019, já que elas também haviam vencido a etapa de Ostrava, na República Tcheca, em maio. Além disso, a dupla brasileira soma um bronze na etapa de Varsóvia, na Polônia. A conquista veio na superação, uma vez que a dupla começou o torneio com duas derrotas na fase de grupos, nos primeiros dias.

"Precisávamos fazer alguma coisa após aquelas duas derrotas na chave. Conversamos bastante com nossa comissão técnica e voltamos jogando de maneira mais inteligente. Viram o pior de nosso jogo no início, e o melhor da nossa dupla nas últimas quatro partidas. Essa é uma grande vitória para nós, estamos na disputa dura com as outras ótimas duplas brasileiras por um lugar nos Jogos Olímpicos de 2020", analisou Ágatha após o título.

Depois dos dois reveses nos primeiros dias da competição, Ágatha e Duda se recuperaram e venceram os jogos seguintes no mata-mata, todos em sets diretos. Além do triunfo na decisão diante de Ross e Klineman, atuais líderes do ranking do Circuito Mundial, vale destacar a vitória sobre a tricampeã olímpica Kerri Walsh e sua parceira Sweat, dos Estados Unidos, nas quartas de final.

"Foi um aprendizado enorme, não nos deixamos abater com as derrotas na primeira fase, tivemos sucesso em colocar uma mentalidade positiva, buscar uma recuperação e corrigir os detalhes ainda dentro do torneio. Estamos muito felizes com essa conquista e pela demonstração de força que tivemos aqui no Japão", disse Duda.

O resultado em solo japonês rende 800 pontos ao time no ranking da corrida olímpica brasileira, além de um prêmio de cerca de R$ 67 mil. Elas somam, agora, 5190 pontos e reduzem a diferença para as líderes da corrida brasileira Ana Patrícia/Rebecca, com 5300.

MASCULINO
No masculino, Alison e Álvaro Filho, que haviam sido campeões da etapa de Portugal no domingo passado, acabaram superados pelos holandeses Brouwer/Meeuwsenna por 2 sets a 0 (21/12, 21/17) na disputa do bronze e terminaram o torneio em quarto. O ouro foi para a a dupla norueguesa formada por Mol e Sorum, que triunfou diante dos alemães Ehlers e Flüggen na final por 2 sets a 0, com parciais de 21 a 17 e 21 a 18.

O quarto lugar rende 560 pontos para a Alison e Álvaro Filho no ranking da corrida olímpica brasileira e do tour internacional, além de prêmio de cerca de R$ 30 mil. Eles alcançaram 4.390 pontos, se distanciando levemente de André/George, que estão em terceiro, com 4.000. Os líderes são Evandro/Bruno Schmidt, que possuem 5.120 pontos

 

 

 

ginástica

Rebeca Andrade anuncia retorno às competições neste ano após pausa em 2025

Maior medalhista olímpica do Brasil se ausentou para cuidar da saúde mental e ficar com a família

12/04/2026 22h00

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo Foto: Luiza Moraes / COB

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Maior medalhista olímpica do Brasil, Rebeca Andrade anunciou neste domingo que está de volta às competições. Depois de tirar um tempo em 2025 para cuidar da saúde mental e ficar com a família, a ginasta de 26 anos se diz pronta para voltar a representar as cores do País.

Rebeca esteve prestigiando a etapa brasileira do Sail GP, competição internacional de vela, onde conversou com a reportagem do SporTV. Segundo ela, "está mantido (o plano de voltar a competir em 2026). Já conversei com o Chico direitinho, e ele já decidiu as competições que eu vou participar, mas todo mundo vai saber também".

Apesar de confirmar o retorno às atividades, Rebeca não cravou uma data exata para competir. "Estou bem animada. 2025 foi um ano muito importante para mim para eu cuidar da minha mente, cuidar do meu corpo. Ter mais esse momento com a minha família, com meus amigos para poder aproveitar também", acrescentou.

A ginasta foi o principal nome do Brasil em 2024, na Olimpíada de Paris. Depois disso, decidiu tirar um tempo 'sabático' para passar mais tempo com a família e cuidar da saúde mental. Rebeca é uma das principais representante da luta pela valorização do trabalho psicológico no esporte.

"Fazer viagens que um atleta de alto rendimento não consegue fazer. A gente tem que sempre se doar 100% para as competições, para a sua equipe, para todo mundo. Ter tido esse tempo para mim foi essencial. Esse ano eu já comecei com a energia lá em cima, estou muito animada para voltar", disse ao SporTV quando questionada sobre o que fez durante o período em que esteve afastada do esporte.

Em Paris-2024, Rebeca conquistou a medalha de ouro no solo, prata no individual geral e no salto, e bronze na categoria de equipes. Além dessas conquistas, ela também faturou o ouro no salto e prata no individual geral em Tóquio-2020.

VITÓRIA

Brasil garante duas medalhas na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica

Jojô leva bronze na fita e conjunto fica com a prata na série mista

12/04/2026 21h00

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas CBG/Divulgação

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A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas. Neste domingo (12), a capixaba Geovanna Santos, a Jojô, conquistou o bronze na exibição com a fita. Já no conjunto, a série mista - em que as atletas se apresentam com três arcos e duas maças (aparelho semelhante a um pino de boliche) - valeu a prata.

O pódio de Jojô foi o primeiro dela em uma etapa de Copa do Mundo e o segundo do Brasil no individual. Ela repetiu o feito da paranaense Bárbara Domingos, a Babi, que foi bronze em Sofia (Bulgária), em 2023, também na fita.

Na final deste domingo, a capixaba obteve 27.600 de nota, ficando atrás somente da alemã Darja Varfolomeev (29.650) e de Rin Chaves, dos Estados Unidos (27.800).

No conjunto, a exibição do quinteto composto pela alagoana Duda Arakaki, a paulista Nicole Pírcio, a capixaba Sofia Madeira, as paranaenses Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves e a amazonense Maria Paula Caminha, ao som da música Abracadabra, de Lady Gaga, valeu o segundo lugar, com 28.100 de pontuação.

A China ficou com o ouro (28.950). O bronze foi para a Rússia (27.400), que compete como país neutro, devido à punição do Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo conflito militar na Ucrânia.

Elas também disputaram a final da apresentação com cinco bolas, mas ficaram na oitava e última colocação (21.400), no embalo da canção Feeling Good, de Michael Bublé. A vitória foi novamente das chinesas (27.300), com Rússia (25.950) e Belarus (25.600) completando o pódio. As bielorrussas, assim como as russas e pela mesma razão, também competem como atletas neutras.

Babi também se apresentou neste domingo, mas ficou longe da briga por medalhas. A paranaense ficou na oitava e última colocação tanto na exibição com a bola (23.150) como com as maças (25.650).

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