Esportes

ARRANCADA HISTÓRICA

Atleta de MS é tricampeão mundial de montaria em touros e fatura R$ 12 milhões neste ano

Natural de Ribas do Rio Pardo, José Vitor Leme, de 29 anos, terminou a temporada com 1.494 pontos, à frente do norte-americano Dalton Kasel e do australiano Brady Fielder

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Nascido em Ribas do Rio Pardo, José Vitor Leme, de 29 anos, conquistou o tricampeonato mundial de montaria em touros e se firmou como um dos maiores da história da modalidade, após uma arrancada histórica.

Neste final de semana, foi realizado o PBR World Finals, no AT&T Stadium, em Arlington, Texas, nos Estados Unidos. Para ser campeão da temporada, o brasileiro precisaria de atuações impecáveis, já que entrou no último circuito na 18ª posição no ranking geral, muito por causa da sua fratura na mão que o prejudicou durante a competição.

No sábado (17), Leme venceu os dois primeiros rounds, o que o fez subir para a quarta colocação no ranking. No dia seguinte, domingo (18), conseguiu outras duas montarias quase perfeitas, vencendo o circuito e subindo para a 1ª posição na temporada, com 1.494 pontos, superando o norte-americano Dalton Kasel (1.426,50 pontos) e o australiano Brady Fielder (1.234 pontos).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Com o título e desempenho na PBR World Finals, o sul-mato-grossense faturou U$ 612,5 mil (aproximadamente R$ 3,4 milhões na cotação atual). Enquanto, pela conquista da temporada, abocanhou mais U$ 1 milhão (cerca de R$ 5,6 milhões).

Ao todo, em 2025 inteiro, o atleta ganhou U$ 2,157,388.33 (aproximadamente R$ 12,25 milhões), o maior dinheiro já ganho em uma única temporada na história da PBR, sendo R$ 9 milhões apenas nesta reta final. Paulo Eduardo Rossetto foi outro brasileiro que figurou entre os 10 no ranking geral, mais especificamente na 8ª posição, o que lhe rendeu U$ 154,608.33 mil (R$ 878 mil).

Esta é a terceira vez que Leme é campeão mundial, já que em 2020 e 2021 também conquistou a Finals e a temporada. Ainda, em 2021, foi mais especial por ter estabelecido a maior nota da história da PBR, ao registrar 98,75 pontos. Agora, com essa conquista de 2025, ele se iguala aos também brasileiros Adriano Moraes e Silvano Sales como únicos tricampeões mundiais.

Carreira

Depois de brilhar rapidamente no Brasil, onde conquistou o título nacional em 2017, José Vitor Leme estreou nas arenas norte-americanas no mesmo ano. 

Até então desconhecido, Leme desembarcou nos Estados Unidos e parou os oito segundos em todos os touros que montou em menos de dez dias. O feito o colocou em sétimo lugar no ranking mundial logo em seu ano de estreia na elite.

A partir dai, Leme entrou de vez para a elite da associação, se mantendo constante na briga por títulos, liderando o ranking mundial diversas vezes e quebrando recordes.

Depois de uma chegada nada discreta em 2017, Leme encerrou 2018 e 2019 como vice-campeão. 

Em 2020, o brasileiro finalmente conquistou seu primeiro título na PBR, repetindo o feito em 2021, quando teve a melhor campanha de um atleta em toda a história do campeonato e estabeleceu diversos recordes, entre eles o fato de ser apenas o segundo a vencer dois campeonato consecutivos.

No ano de seu primeiro título, Leme estabeleceu as duas maiores notas da história da PBR ao marcar 98,75 pontos e 97,75 pontos (dos 100 pontos possíveis), ambas montando o touro Woopaa.

Mesmo em sua curta carreira no campeonato mundial, o brasileiro já é o quinto atleta que mais venceu etapas, o quarto que mais registrou montarias acima dos 90 pontos e o terceiro que mais ganhou premiações na história da PBR.

O atleta, que é considerado o principal fenômeno da montaria em touros nos últimos anos, chegou a trilhar o caminho de jogador de futebol na adolescência, com passagens por alguns clubes profissionais do interior de Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Brasil no topo

Em 32 anos de história, 22 montadores diferentes já foram campeões mundiais da PBR, sendo nove brasileiros. Confira a lista de vitórias do Brasil:

  • Adriano Moraes - 1994
  • Adriano Moraes - 2001
  • Ednei de Souza Caminhas - 2002
  • Adriano Moraes - 2006
  • Guilherme Antônio Marchi - 2008
  • Renato Nunes Rosa - 2010
  • Silvano Alves de Almeida Goes - 2011
  • Silvano Alves de Almeida Goes - 2012
  • Silvano Alves de Almeida Goes - 2014
  • Kaique Pacheco - 2018
  • José Vitor Leme - 2020
  • José Vitor Leme - 2021
  • Rafael José de Brito - 2023
  • Cássio Dias Barbosa - 2024
  • José Vitor Leme - 2025

*Colaborou Alison Silva

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Fortalecimento

Com hino e nova campanha, time pantaneiro aposta em identidade regional para ampliar vôlei em MS

Equipe lançou uma campanha de fortalecimento institucional para a temporada 2026

18/05/2026 15h46

Time pantaneiro aposta em identidade regional para ampliar apoio

Time pantaneiro aposta em identidade regional para ampliar apoio Foto: Divulgação

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A equipe masculina de voleibol Pantanal God’s, que representa Corumbá e Ladário em competições estaduais e regionais, lançou uma campanha de fortalecimento institucional para a temporada 2026. A principal ação é a criação de um hino oficial, desenvolvido para acompanhar o time nas competições e ações de divulgação, além de reforçar a identidade regional ligada ao Pantanal e à onça-pintada.

A iniciativa ocorre em meio à sequência de resultados obtidos pela equipe nos últimos anos, o que inclui o bicampeonato da fase regional da Liga MS de Vôlei e títulos em torneios realizados em cidades do interior, como Jardim e Aquidauana, além de competições disputadas na Bolívia.

A partir deste ano, o projeto também passa a contar com parceria da Associação Integra Pantanal (Assinp), que deve atuar nas ações de mobilização e divulgação da equipe durante a temporada.

Segundo os organizadores, a campanha busca ampliar o vínculo com moradores da região para atrair patrocinadores e aumentar o engajamento da torcida para as etapas decisivas da Liga MS deste ano.

A letra e a melodia do hino fazem referência ao Pantanal e ao conceito de “vôlei de fronteira”, expressão utilizada pela equipe para destacar a representação esportiva da região. A composição também cita a onça-pintada, animal símbolo do bioma pantaneiro e estampado no uniforme do time.

Considerada o maior felino das Américas, a onça foi incorporada à identidade visual do projeto como representação de força, resistência, coragem e intensidade, características associadas pelos integrantes ao desempenho dos atletas em quadra.

Responsável pelo projeto e atleta da equipe, Leonardo Cabral afirmou que o hino busca consolidar a identidade do Pantanal God’s dentro e fora das quadras.

“O Pantanal God’s não é só um time, é a representação de duas cidades que respiram esporte. Ter uma trilha sonora própria eleva o patamar profissional do projeto e fortalece a torcida”, disse.

Além da disputa esportiva, o grupo mantém ações de arrecadação para custear viagens, inscrições e estrutura da equipe. Atualmente, o projeto é mantido por meio de associativismo, rifas colaborativas, venda de camisetas oficiais e apoio de colaboradores.

O hino oficial será utilizado na abertura das transmissões digitais da equipe, em conteúdos publicados nas redes sociais e na entrada dos atletas em quadra durante partidas estaduais, incluindo jogos no Ginásio Guanandizão, em Campo Grande.

Serviço

A música está disponível na página oficial do Pantanal God’s no Facebook, onde também são divulgados os cronogramas de treinos e jogos da temporada.

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futebol

Como a IA Convocaria a seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026

A IA sugere uma formação tática que privilegia a posse de bola, a pressão pós-perda e a capacidade de desequilíbrio individual

18/05/2026 14h10

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Uma análise fria e precisa dos talentos brasileiros

Em um cenário onde a tecnologia avança a passos largos, a inteligência artificial (IA) surge como uma ferramenta capaz de revolucionar diversas áreas, inclusive o futebol.

Ao invés de paixões e preferências pessoais, a IA baseia suas decisões em dados concretos, estatísticas de desempenho e projeções táticas.

Com isso em mente, propusemos à IA a tarefa de convocar a Seleção Brasileira para a próxima Copa do Mundo, considerando apenas jogadores brasileiros e nacionalizados que se destacaram nas temporadas 2024/25 e 2025/26.

Critérios rigorosos para uma convocação impecável

A IA utilizou um conjunto de critérios rigorosos para montar a lista final. Foram analisadas métricas avançadas de desempenho, como notas médias em plataformas especializadas (Sofascore, WhoScored), participações diretas em gols (gols e assistências), consistência defensiva, capacidade de criação de chances, e o impacto tático dos atletas em ligas de alto nível, tanto na Europa quanto no Brasil.

A prioridade foi dada a jogadores que demonstraram alta regularidade e que se encaixam em um modelo de jogo moderno, caracterizado por transições rápidas, pressão alta e criatividade no terço final do campo.

Os Escolhidos: uma mistura de experiência e juventude promissora

A convocação da IA revela uma equipe equilibrada, com a solidez de nomes já consagrados e a efervescência de jovens talentos que despontam no cenário mundial. A lista final de 23 jogadores é a seguinte:

 

A Formação Ideal: 4-3-3 com Dinamismo e Pressão

A IA sugere uma formação tática que privilegia a posse de bola, a pressão pós-perda e a capacidade de desequilíbrio individual. A escalação titular ideal, em um 4-3-3, seria:

  •  Goleiro: Alisson
  •  Defesa: Yan Couto, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Guilherme Arana
  •  Meio-Campo: Bruno Guimarães, Douglas Luiz, Lucas Paquetá
  •  Ataque: Raphinha, Vinícius Jr, Rodrygo (atuando como um falso 9 ou flutuando pelas pontas)

Essa formação busca explorar a velocidade e o drible de Vinícius Jr e Raphinha, a capacidade de criação de Paquetá e Douglas Luiz, e a solidez defensiva de Bruno Guimarães e da linha de zaga. A presença de Rodrygo oferece versatilidade, podendo atuar em diversas posições no ataque.

O Veredito da IA: Um Time para o Futuro

A convocação da IA reflete uma abordagem pragmática e orientada por dados, focando no momento técnico e na saúde física dos atletas.

A ausência de jogadores naturalizados de grande destaque (como Rodrigo Garro, que optou por não se naturalizar brasileiro) demonstra que a base de talentos natos do Brasil ainda é vasta e suficiente para formar um elenco de elite mundial.

Este é um time que, na teoria da IA, estaria pronto para competir em alto nível na Copa do Mundo, combinando experiência, juventude e um futebol dinâmico e ofensivo.

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