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Brasil vai à final do revezamento 4 x 100m masculino no Mundial; Jucilene é top 8 no dardo

A equipe formada por Paulo André Camilo, Erik Felipe, Rodrigo do Nascimento e Felipe Bardi completou sua série em 38s19 e ficou em quarto lugar

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O Brasil conquistou nesta sexta-feira umas das vagas na final do revezamento 4x100 metros masculino, no Mundial de Atletismo de Budapeste. A equipe formada por Paulo André Camilo, Erik Felipe, Rodrigo do Nascimento e Felipe Bardi completou sua série em 38s19 e ficou em quarto lugar. Na classificação geral, terminou com a oitava colocação. A decisão será disputada neste sábado, as 16h40 de Brasília.

Os brasileiros ficaram apenas um centésimo à frente da Nigéria e pegaram a última vaga por tempo na final. De uma forma geral, não saíram satisfeitos com o desempenho, até porque almejam reconstruir o protagonismo que o País teve em disputas de revezamento no passado. O Brasil tem uma prata olímpica conquistada em Sydney-200 e dois bronzes, um em Atlanta-1996 e outro em Pequim-2008, além de já ter sido bronze no Mundial de 1999 e prata na edição de 2003.

"É um mix de emoções. A gente trabalhou muito para estar aqui, para fazer uma boa marca. Não estamos contentes, mas tem pontos que podem ser fatais, os erros. A gente tem erros para consertar, então isso é um ponto positivo para a final, mas poderia ter sido fatal. A gente, infelizmente, não vai pegar uma boa raia, mas vamos consertar os erros, isso vai fazer uma diferença enorme. O revezamento é muito complexo", afirmou Paulo André, que voltou a competir em abril deste ano após participar do reality show Big Brother Brasil em 2022.

O time brasileiro de revezamento 4x100 feminino também competiu nesta sexta, mas não conseguiu avançar à briga por medalhas. Gabriela Rosa, Vitória Rosa, Ana Carolina Azevedo e Rosângela Santos terminaram na oitava colocação da bateria que disputaram e na 15ª colocação geral, com o tempo 43s46.

JUCILENE NO DARDO

Ainda nesta sexta, o Brasil foi representado pela primeira vez em uma final de lançamento de dardo. O feito inédito foi protagonizado por Jucilene de Lima, que conseguiu a marca de 60,34 metros para terminar a disputa como a oitava melhor lançadora do mundo.

"Estou muito feliz. Meu objetivo principal era estar entre as 12, um passo de cada vez, e depois entre as oito. Objetivo alcançado. Foi muito difícil chegar até aqui e cabia mais, óbvio que cabia mais, mas foi isso que Deus preparou para mim. Estou muito grata por estar aqui. Agora é só comemorar, porque eu saio daqui como oitava do mundo", celebrou Jucilene.

Na disputa do lançamento de dardo masculino, Pedro Nunes foi 17º colocado no Grupo A da qualificação, com 72,43 metros e Luiz Maurício terminou em 12º lugar do Grupo B, com 77,70 metros. Em outras provas, Valdileia Martins, teve a 27ª colocação geral do alto em altura, com 1,85 metros, e Flávia de Lima, oitava colocada de sua série na semifinal dos 800 metros rasos, com 2min00s77, terminou como 17ª no geral.

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Futebol

Futebol de cegos: Brasil vai à final da Copa América contra Colômbia

Em São Paulo, seleção masculina derrota Costa Rica pelas semifinais

10/09/2026 20h00

Taba Benedicto

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Maior vencedor da Copa América de futebol de cegos entre os homens, o Brasil vai em busca do sétimo título. Nesta quinta-feira (10), a seleção verde e amarela derrotou a Costa Rica por 2 a 0 no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, pelas semifinais da competição.

Os brasileiros não encontraram dificuldades e abriram vantagem sobre os costarriquenhos antes da metade da primeira etapa - cada tempo tem 20 minutos de duração. Aos seis, Maicon conduziu a bola após cobrança de falta, arrastou a marcação de três adversários e chutou rasteiro para abrir o placar. Aos 12, Nonato recebeu na área e bateu forte, no alto, sem chances para o goleiro Rony Madrigal.

No segundo tempo, o técnico Cesinha aproveitou para rodar o elenco. Mesmo assim, a equipe da casa manteve o jogo sob controle e até criou algumas chances, parando em boas defesas do goleiro costarriquenho.

Em 11 edições, o Brasil sempre foi à final, com seis conquistas e quatro vices. O último na edição de 2022, quando perderam nos pênaltis para a anfitriã Argentina.

Os Murciélagos (morcegos, na tradução do espanhol, apelido da seleção argentina), aliás, ficaram fora da decisão continental pela primeira vez. Mais cedo nesta quinta, os hermanos, atuais campeões mundiais e vice paralímpicos foram superados pela Colômbia por 1 a 0 nas penalidades, após empate sem gols com bola rolando.

A final diante dos colombianos será neste sábado (12), às 17h30 (horário de Brasília). O canal da Federação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa) no YouTube transmite a partida ao vivo.

Esta será a segunda final do Brasil neste ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Em julho, os brasileiros conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Parasul-Americanos, em Valledupar (Colômbia), superando os argentinos na decisão.

Apesar da queda nas semifinais, a Costa Rica se garantiu no Campeonato Mundial do ano que vem, assim como Argentina e Colômbia. O Brasil, como país-sede, já tinha vaga assegurada. Pentacampeã paralímpica, a seleção verde e amarela é também cinco vezes campeã do mundo, sendo a maior vencedora nos dois principais eventos da modalidade.

Decisão

Brasília vai receber a primeira final única da Copa do Brasil

Estádio sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio

10/09/2026 13h45

Foto: Divulgação

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O Mané Garrincha, em Brasília, será o palco da primeira final única da Copa do Brasil, marcada para o dia 6 de dezembro. A CBF vai anunciar nesta quinta-feira, 10, após o sorteio do mando das semifinais.

Palmeiras, Vasco, Atlético Mineiro e Grêmio seguem na disputa e se enfrentam pelas semifinais no início de novembro.

O Mané Garrincha sempre foi o favorito para receber a final da competição por causa de sua estrutura, da logística e da neutralidade do estádio em uma edição com semifinalistas de São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Em agosto, o governo do Distrito Federal enviou um ofício à CBF em oferecendo o Mané Garrincha como sede da final. No documento, o governo exaltou as "condições estruturais, logísticas e institucionais" do estádio, "plenamente compatíveis com a dimensão esportiva, econômica e simbólica da principal competição eliminatória do futebol brasileiro".

Como não recebe regularmente partidas da Série A do Brasileirão, o estádio não conta com a tecnologia do sistema de impedimento semiautomático, o que demandará algum tempo para a instalação. Precisará, então, passar pelas adequações necessárias de infraestrutura para que os equipamentos funcionem, além da realização de testes.

A opção por Brasília tem sido bastante utilizada pela CBF para os jogos da Supercopa, confronto entre os campeões da Série A e da Copa do Brasil, principalmente pelo fator neutralidade. Das sete edições do confronto desde a retomada do formato, em 2020, quatro foram disputadas no Mané Garrincha.

Disputada desde 1989, a Copa do Brasil terá pela primeira vez uma final realizada em jogo único, repetindo o modelo adotado pela Uefa com a Champions League, e pela Conmebol com Libertadores e Sul-Americana.

O torneio com a maior premiação do País vai render R$ 78 milhões só ao campeão só pela vitória na final e R$ 34 milhões ao vice.

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