O ministério do Turismo divulgou nesta segunda-feira, os dados sobre o impacto da Copa das Confederações na economia brasileira. Segundo o órgão, que encomendou a pesquisa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o torneio movimentou R$ 20,7 bilhões: R$ 11 bilhões foram gastos de turistas, comitê organizador local e de investimentos privados e públicos e R$ 9,7 bilhões de incremento no Produto Interno Bruto (PIB).
Ainda de acordo com o estudo, dos R$ 9,7 bilhões, 58% ficaram com as seis cidades que sediaram o evento (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador) e 42% foi distribuído por todo o país.
Foi calculada a criação de 303 mil vagas de empregos. O número não é preciso, pois não leva em consideração as pessoas que podem ter recebido horas extras.
Entre as cidades, o Rio de Janeiro foi a que mais ganhou com o evento (R$ 2,8 bilhões a mais no PIB do município) e também foi a que mais recebeu turistas, cerca de 78 mil pessoas. Brasília foi a sede que menos recebeu visitantes, com pouco mais de 12 mil pessoas.
Para realizar a pesquisa, foram ouvidas 17 mil pessoas e também foram levados em consideração os gastos e investimentos para a realização do torneio. De acordo com o ministério, os investimentos feitos até a Copa das Confederações, que ocorreu em junho de 2013, representam 77% do total previsto para as seis cidades-sede e 36% do valor estipulado para as 12 cidades que sediarão jogos do Mundial.
O ministério afirmou que, para a Copa do Mundo, são esperados valores três vezes maiores do que os da Copa das Confederações.


