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PAULISTA

Corinthians goleia Linense e entra em briga por vaga

Corinthians goleia Linense e entra em briga por vaga

g1

05/03/2014 - 23h16
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O Corinthians contou com ajuda dentro e fora de campo para voltar de vez à briga por uma vaga na segunda fase do Campeonato Paulista. Dentro das quatro linhas, Jadson e Luciano brilharam na vitória por 4 a 0 sobre o Linense, nesta quarta-feira, em Lins – dois gols de cada. Fora dele, o Ituano perdeu para o Comercial, estacionou na tabela e viu o Timão colar.

A três rodadas do fim da primeira fase, os comandados de Mano Menezes precisam tirar só um ponto de diferença da equipe de Itu. Com a derrota, a equipe de Lins estaciona nos dez pontos e entra na zona de rebaixamento, à frente apenas de Atlético Sorocaba, Oeste e Paulista (os quatro piores no geral serão rebaixados).

Com quatro vitórias seguidas e um show da dupla artilheira, o Timão chegou aos 20 pontos no Grupo B do Paulista – o Ituano ficou com 21, e o líder Botafogo foi a 25: os dois primeiros da chave avançam. Além dos dois gols, Jadson deu assistência perfeita para um gol de Luciano, que tem quatro marcados em apenas duas partidas com a camisa alvinegra.

Na próxima rodada, o Corinthians tem um clássico decisivo contra o São Paulo, às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu. O Linense visita o XV de Piracicaba na próxima terça-feira, às 19h30m, em jogo marcado para o Estádio Barão de Serra Negra.

Noite de golaços

O adversário era o Linense, que briga contra o rebaixamento e tem o título de pior ataque do Paulistão. Mas mesmo diante de uma equipe limitada, é possível constatar que Jadson fez os melhores 45 minutos de um corintiano neste ano. Livre para criar jogadas e organizar o meio-campo alvinegro, o camisa 10 teve mais uma atuação precisa, e com muito brilho. Dois golaços e uma assistência precisa para Luciano, outro com início avassalador no clube.

O começo foi morno, como de costume no Corinthians de Mano Menezes. O Linense teve um trio de atacantes veteranos para tentar curar a seca de gols: Rodriguinho, ex-Santo André e Fluminense, Anselmo, ex-Palmeiras, e Rodrigo Tiuí, ex-Flu e Santos, não levaram perigo a Cássio, que virou espectador privilegiado do show de Jadson.

O meia se livrou da marcação com facilidade e fez o que faltava ao Corinthians no ano passado: arriscou de fora da área. A ousadia teve sua recompensa aos 17 minutos, quando recebeu na intermediária, girou e acertou uma bomba certeira para abrir o placar.

Com Jadson, o Timão também ganhou um batedor de faltas, algo que a equipe não tinha desde a saída do zagueiro Chicão, no meio do ano passado. Na bola parada, o meia buscou o ângulo mais uma vez e fez 2 a 0. O último gol de falta do Timão havia saído em agosto de 2013, marcado por Alexandre Pato, que foi trocado por Jadson com o São Paulo.

Sem marcação alguma no meio-campo, Jadson continuou castigando o Linense. Na medida, deu assistência para o novato Luciano chutar colocado de pé esquerdo e fazer seu terceiro gol em dois jogos pelo Timão. Um golaço! O adversário é muito fraco, mas o Corinthians fez sua obrigação com sobras.

Iluminado faz mais um

A pedido de Mano Menezes, o Timão ficou mais relaxado no segundo tempo, tocou bastante e bola e criou menos chances. Com isso, o Linense se arriscou no campo ofensivo, mas não criou a ponto de tentar diminuir o placar. O ritmo lento contrastou com a eficiência da primeira etapa.

Mesmo sem forçar, o Corinthians fez mais um. Importante no ataque, Fagner fez cruzamento perfeito para Luciano cabecear e anotar o quarto gol em dois jogos. Com a vantagem de quatro gols, Mano lançou Renato Augusto para dar ao meia rodagem após uma sequência de lesões.

Por um acordo com o São Paulo, o Timão não poderá ter Jadson no clássico de domingo contra o rival tricolor, no Pacaembu. O camisa 10 vai fazer muita falta, e o desafio de Mano é levar a campo uma formação que possa manter o alto nível dos últimos jogos. Agora, o Corinthians tem bola para buscar a classificação à segunda fase.

Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

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A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

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