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Campeonato Gaúcho

Grêmio derrota Brasil-RS e vai para decisão do Gaúcho

Grêmio derrota Brasil-RS e vai para decisão do Gaúcho

terra

26/03/2014 - 20h53
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O Grêmio não decepcionou os torcedores na noite desta quarta-feira. Em semifinal disputada na Arena, a equipe tricolor recebeu o Brasil de Pelotas, clube do interior gaúcho de melhor campanha durante a primeira fase do Estadual, e venceu por 2 a 1 – o resultado coloca o time do técnico Enderson Moreira na final do torneio, na qual aguarda o vencedor de Inter x Caxias, que se enfrentam ainda nesta quarta.

Nesta quarta, o clube da capital do Rio Grande do Sul teve trabalho nos primeiros instantes da partida, mas dominou a partida após sair na frente em gol que contou com a sorte. O Brasil de Pelotas, por sua vez, não conseguiu manter durante toda a partida o ritmo apresentado no início do confronto.

A equipe tricolor volta a campo pelo Campeonato Gaúcho já neste domingo, pela partida de ida da final da competição. O duelo de volta que decidirá o campeão gaúcho de 2014 está marcado apenas para 15 dias mais tarde, no dia 13 de abril.  

Com o setor visitante lotado de “xavantes”, o Brasil de Pelotas se sentiu em casa e começou o duelo na Arena Grêmio de igual para igual com os donos da casa. A equipe tricolor passou a criar chances apenas após a primeira meia hora de partida – a primeira grande chance veio aos 36min, em chute de fora da área de Ramiro que deu trabalho ao goleiro adversário.

A abertura do placar na Arena Grêmio ocorreu ainda no primeiro tempo e contou com boa parcela de sorte. Luan lançou Dudu na grande área e o atacante bateu forte cruzado – a bola iria para fora, mas Fernando Cardozo tentou cortar e jogou contra o próprio patrimônio. O gol foi dado pela arbitragem a Dudu, que deixou a equipe da capital na frente.

Na volta para a etapa final, o Grêmio se soltou mais no confronto. O marcador foi ampliado logo aos 4min em rápida jogada do ataque gremista. Luan roubou a bola no campo ofensivo e avançou com liberdade para driblar o goleiro e empurrar para o gol vazio. O Brasil de Pelotas ensaiou uma pressão e diminuiu aos 39min com Gustavo Papa, mas não conseguiu igualar o marcador - mesmo assim, saiu aplaudido pelos seus torcedores.

Pedido

Federações europeias pressionam Uefa pelo fim do formato da 'Super Data Fifa': 'Um desastre'

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações

09/10/2026 23h00

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações Foto: X

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As federações europeias de futebol pressionaram a Uefa pela mudança do período conhecido como Super Data Fifa.

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações. O alto número de jogos e o desgaste físico dos atletas trouxeram problemas para os clubes. Jogadores como Kylian Mbappé, Cody Gakpo, Alexander Isak e Brian Brobbey estiveram entre as baixas registradas durante o período. As informações são do jornal The Guardian.

Uma das principais reclamações envolve justamente a concentração de partidas em um intervalo maior. As seleções europeias disputaram quatro jogos da Liga das Nações, que normalmente eram realizados em uma janela de 11 dias. A mudança, aprovada pelo Conselho da Fifa em 2023, uniu os períodos de setembro e outubro com a proposta de reduzir as viagens e melhorar o bem-estar dos jogadores. Na prática, porém, o calendário gerou insatisfação entre os clubes e as federações.

A oposição ao formato ganhou força durante uma reunião das associações nacionais da Uefa, realizada em Berlim, na quinta-feira, 8. Segundo o The Guardian, as críticas foram praticamente unânimes, e diferentes dirigentes se manifestaram contra a mudança. Um dos presidentes de federação classificou o período como "um desastre", enquanto outros consideraram o calendário "inviável". Entre os participantes que se posicionaram contra a alteração estavam a presidente da Federação Inglesa de Futebol (FA), Debbie Hewitt, e o diretor executivo da entidade, Mark Bullingham.

O número de lesões foi um dos principais motivos de preocupação. Além dos jogadores que desfalcaram seus clubes após os compromissos internacionais, as federações com elencos menores temem ter menos opções para poupar atletas durante uma sequência tão intensa de partidas. A situação também pode provocar diferenças competitivas na Liga das Nações, já que seleções com maior profundidade no elenco têm mais possibilidades de fazer alterações sem perder rendimento.

Outro problema apontado pelas entidades envolve a questão financeira. Com dois jogos em casa concentrados em um intervalo curto, algumas federações relataram dificuldades para organizar campanhas de divulgação e vender ingressos. As partidas das seleções representam uma importante fonte de arrecadação para essas organizações, que dependem da receita dos eventos para financiar suas atividades.

Diante das críticas, várias federações defenderam o retorno ao modelo anterior, que previa cinco janelas internacionais de duas semanas ao longo da temporada. Apesar da pressão por mudanças, a alteração do calendário não deve ser simples, uma vez que a programação internacional já está definida até 2030. A discussão também ocorre em meio a divergências entre a Uefa e a Fifa sobre questões relacionadas à organização do futebol mundial.

Ainda assim, houve dirigentes que apontaram benefícios na pausa mais longa, principalmente pelo tempo adicional de trabalho para os técnicos das seleções com seus jogadores. A tendência, porém, é que a Uefa seja pressionada a defender uma revisão do formato junto à Fifa, diante da insatisfação manifestada pelas federações europeias.


 

Esporte

Alison dos Santos concorre ao prêmio Melhor do Ano da World Athetics

Brasileiro quebrou o recorde mundial nos 400m com barreiras

06/10/2026 22h00

Gustavo Alves/CBAt

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Atual recordista mundial nos 400 metros com barreiras, o brasileiro Alison dos Santos foi indicado nesta terça-feira (6) ao prêmio de Melhor Atleta do Ano da Federação Internacional de Atletismo (World Athetics). Piu fez uma temporada memorável, com direito à quebra de recorde na Diamond League Zurique (Suiça) e a conquista da Liga Diamante, prinicipal circuito de atletimo, pela terceira vez na carreira. E teve mais: Alison levantou o troféu da edição inaugural do Mundial de Atletismo Ultimate, em Budapeste (Hungria), que reuniu os melhores do mundo.

Além do paulista de São Joaquim da Barra, outros nove atletas homens concorrem com Piu ao prêmio, entre eles o sueco Mondo Duplantis (recordista mundial no salto com vara) e o queniano Sebastian Sawe, que este ano foi o mais rápido na história da maratona de Londres, com o tempo de 1h59min30. Na relação de 10 corredoras mulheres indicadas não constam representantes brasileiras.

Os finalistas ao prêmio de Melhor Atleta do Ano serão definidos  por meio de votação até meia-noite de 17 de outubro (horário da Europa Central). Quatro grupos estão aptos a votar, cada um com 25% de peso: fãs da World Athetics (clique AQUI para votar); atletas que tenham disputado competições da World Athetics Series 2026; profissionais da imprensa; e integrantes da “Família World Athletics”, como membros do Conselho e de comissões, organizadores de competições e representantes de atletas.

Os três finalistas em cada gênero serão anunciados nos dias 10 e 11 de novembro. A entrega do prêmio Melhor Atleta do Ano será em Mônaco, em 29 de novembro. 

Duas vezes medalhista olímpico (bronze em Tóquio 2020 e Paris 2024), Piu estabeleceu o novo recorde mundial na prova dos 400m com barreiras ao cravar 45s80 na Diamond Lague Zurique (Suíça), superando a marca anterior (45s94) do norueguês Karsten Warholm, obtida em 2021 na Olimpíada de Tóquio. O paulista também foi tricampeão da Liga Diamante ao vencer todas as seis etapas da Diamond League que disputou: Shaoxing (China), Xiamen (China), Oslo (Noruega), Estocolmo (Suécia), Silésia (Polônia), Zurique (Suíça) e Bruxelas (Bélgica). Piu já arrematara a Liga Diamente em 2022 e 2024.

Em setembro, Alison do Santos também venceu a primeira edição do Mundial de Atletismo Ultimate, em Budapeste (Hungria), que reuniu os melhores do planeta, entre eles o norte-americano Rai Benjamin e o norueguês Warholm.  

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