Esportes

FÓRMULA 1

Grid de largada do GP de Barcelona têm Russell na pole e Bortoleto em 12º

Brasileiro terminou o Q2 apenas com a 12ª posição e não conseguiu confirmar a vaga entre os dez melhores para o grid de largada

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George Russell, o britânico da Mercedes, conquistou a terceira pole position da temporada na manhã deste sábado (13), após treino classificatório no Circuito de Barcelona-Catalunha, na cidade de Montmeló. Já o brasileiro Gabriel Bortoleto conseguiu a 12ª posição e foi eliminado no Q2.

Enquanto o piloto na terceira posição do campeonato cresceu nos momentos finais e liderou o Q2 e Q3, o cenário é diferente do lado do Brasil, já que na última semana, em Mônaco, Bortoleto não conseguiu disputar a segunda fase após sofrer um acidente e ficou em 16º.

Com o tempo de 1min14s679, Russell superou Lewis Hamilton (Ferrari) e Kimi Antonelli (Mercedes), e formaram as três primeiras posições. Lando Norris (McLaren), Max Verstappen (Red Bull), Isack Hadjar (Red Bull), Oscar Piastri (McLaren), Liam Lawson (Racing Bulls), Nico Hülkenberg (Audi) e Charles Leclerc (Ferrari) completam as dez primeiras colocações.

Já o brasileiro Gabriel Bortoleto conseguiu a 12ª posição e foi eliminado no Q2. Na última semana, em Mônaco, ele não conseguiu disputar a segunda fase após sofrer um acidente e ficou em 16º.

Q1 sem surpresas

A disputa no treino classificatório começou sem grandes surpresas no Circuito de Montmeló, com Lewis Hamilton (Ferrari), George Russell (Mercedes) e Charles Leclerc (Ferrari) garantindo os melhores tempos. O heptacampeão fez 1min15s625 e garantiu a primeira colocação.

O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, garantiu a 14ª posição e conseguiu passar para o Q2, com 1min16s616. Na última semana, em Mônaco, o jovem piloto até conseguiu passar para a segunda etapa, mas errou em um dos trechos, sofreu um acidente nos últimos instantes e não pôde participar.

Já o experiente Fernando Alonso, da Aston Martin, vai largar na última colocação dentro de casa. Bicampeão da Fórmula 1, o piloto teve a pior colocação no grid de largada no GP de Barcelona, após terminar em 20º na corrida de 2022.

Os eliminados do Q1 foram: Esteban Ocon (Haas), Alexander Albon (Williams), Sérgio Pérez (Cadillac), Valtteri Bottas (Cadillac), Lance Stroll (Aston Martin) e Fernando Alonso (Aston Martin).

Bortoleto eliminado no Q2

O brasileiro terminou o Q2 apenas com a 12ª posição e não conseguiu confirmar a vaga entre os dez melhores para o grid de largada. O jovem teve desempenho semelhante durante o TL1 e o TL3. Apenas durante o segundo treino livre ele conseguiu estar entre os primeiros, fechando com a 8ª colocação.

Já a liderança ficou com George Russell, com 1min15s228. Ele foi seguido por Charles Leclerc e Kimi Antonelli. Líder do Q1, o britânico Lewis Hamilton ficou com a 5ª posição.

Os eliminados do Q2 foram, respectivamente: Arvid Lindblad (Racing Bulls), Gabriel Bortoleto (Audi), Franco Colapinto (Alpine), Pierre Gasly (Alpine), Oliver Bearman (Haas) e Carlos Sainz (Williams).

Q3 tem acidente com Leclerc

Em mais um final de semana frustrante, o monegasco Charles Leclerc sofreu outro acidente em circuito. Na tentativa de volta mais rápida, o piloto da Ferrari saiu de traseira e colidiu contra o muro.

Durante o GP de Mônaco, no último domingo (7), ele perdeu o controle na curva Antony Noghès durante a relargada e abandonou a prova na volta 65.

Na última tentativa, os pilotos da Mercedes protagonizaram mais uma disputa acirrada na pista. Kimi Antonelli tinha o melhor desempenho, mas foi ultrapassado pelo companheiro George Russell, com 1min14s679. Com uma ótima performance, o experiente Lewis Hamilton se "infiltrou" entre os rivais e conquistou a segunda posição, com 1min14s743.

COMO FICOU O GRID DE LARGADA NO GP DE BARCELONA NA FÓRMULA 1

1. George Russell (ING/Mercedes), 1min14s679

2. Lewis Hamilton (ING/Ferrari), 1min14s743

3. Kimi Antonelli (ITA/Mercedes), 1min14s998

4. Lando Norris (ING/McLaren), 1min15s001

5. Max Verstappen (HOL/Red Bull), 1min15s021

6. Isack Hadjar (FRA/Red Bull), 1min15s077

7. Oscar Piastri (AUS/McLaren), 1min15s090

8. Liam Lawson (NZL/Racing Bulls), 1min16s542

9. Nico Hülkenberg (ALE/Audi), 1min16s657

10. Charles Leclerc (MON/Ferrari), sem tempo

11. Arvid Lindblad (ING/Racing Bulls), 1min15s840

12. Gabriel Bortoleto (BRA/Audi), 1min16s001

13. Franco Colapinto (ARG/Alpine), 1min16s191

14. Pierre Gasly (FRA/Alpine), 1min16s261

15. Oliver Bearman (ING/Haas), 1min16s389

16. Carlos Sainz (ESP/Williams), 1min17s827

17. Esteban Ocon (FRA/Haas), 1min17s073

18. Alexander Albon (TAI/Williams), 1min17s424

19. Sérgio Pérez (MEX/Cadillac), 1min17s545

20. Valtteri Bottas (FIN/Cadillac), 1min17s757

21. Lance Stroll (CAN/Aston Martin), 1min18s758

22. Fernando Alonso (ESP/Aston Martin), 1min18s815

manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

Surpresa

Badosa leva susto de argentina, mas vira com apoio de brasileiros e vai às quartas do SP Open

A torcida brasileira abraçou a rivalidade com a Argentina e deu um baita empurrão em Badosa

17/09/2026 23h00

Foto: Reprodução

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Paula Badosa precisou suar mais do que o imaginado para avançar à terceira rodada do SP Open, nesta quinta-feira. Principal favorita do WTA a nível WTA 250, a espanhola perdeu o primeiro set para a argentina Jazmin Ortenzi, mas conseguiu a virada, empurrada por apoio das arquibancadas brasileiras, avançando com 4/6, 6/2 e 6/2.

Apenas a 160ª do mundo, Ortenzi entrou na quadra Maria Esther Bueno, no Parque Villa-Lobos, tentando aprontar diante da ex-número 2 do mundo e conseguiu parte de sua missão, ao sair de um 1 a 4 para 6 a 4, com cinco pontos seguidos no primeiro set.

A alegria da argentina parou por aí. A torcida brasileira abraçou a rivalidade com a Argentina e deu um baita empurrão em Badosa, que se mostrou soberana nos dois sets a seguir, abraçada pela torcida local.

A espanhola não se intimidou com a quebra no primeiro game do segundo set, devolveu a seguir e logo virou para 4 a 1. Aproveitando novo break, fechou com 6 a 2 na primeira oportunidade, levando a definição para o terceira set.

Mais concentrada, Badosa logo abriu 2 a 0. Em set no qual permitiu uma quebra, mas pontuou no serviço de Ortenzi em três oportunidades, repetiu a parcial anterior, definindo novamente na primeira chance.

Em disputa apenas de estrangeiras após queda de todas as cinco representantes brasileiras, Badosa terá pela frente nesta sexta-feira a norte-americana Mary Stoiana, 116ª do mundo, e que se garantiu entre as oito melhores ao superar a tcheca Dominika Salkova por 7/6 (7/5) e 6/1.

Terceira favorita no Parque Villa-Lobos, Solana Sierra foi outra tenista argentina eliminada no dia, com derrota em sets diretos para a holandesa Suzan Lamens, parciais de 6/3 e 6/2. Já a francesa Anna Blinkova, cabeça de chave 4, não decepcionou. Ela bateu a tcheca Vendula Valdmannova com 6/3 e 6/0.

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