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grupo b

Inglaterra faz partida "caseira", com vaga já encaminhada

Na última rodada da etapa de grupos, ingleses enfrentam o País de Gales, às 15h

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A Inglaterra enfrenta o País de Gales hoje, às 15h (de MS), no estádio Ahmed bin Ali, na cidade de Al Rayyan, no Catar, para confirmar a vaga para as oitavas de final da Copa do Mundo.

A partida “caseira”, já que ambas as seleções fazem parte do Reino Unido, deve garantir os ingleses na próxima fase, já que, para avançar, o rival precisa não só vencer, mas aplicar uma goleada com mais de quatro gols de diferença.

Com quatro pontos, os ingleses golearam o Irã, por 6 a 2, mas empataram, por 0 a 0, com os Estados Unidos.

Na liderança momentânea do Grupo B, até uma derrota por menos de quatro gols garante a seleção inglesa na segunda fase da Copa.

Do outro lado, os galeses somaram apenas um ponto até agora, em um empate com os Estados Unidos, na primeira rodada. E por ter perdido por 2 a 0 contra o Irã, a seleção galesa tem um saldo negativo de dois gols.

Para avançar, precisa da vitória e de uma goleada que recupere esse saldo e retire do rival, resultado muito difícil, já que a equipe penou para fazer um único gol na competição.

Como a vaga está praticamente assegurada, o técnico inglês Gareth Southgate não confirmou se o atacante Harry Kane vai estar em campo contra o País de Gales. 

O treinador afirmou que tem um grupo completo para o jogo e que escolherá o time que possa efetivamente vencer. 

Kane sofreu uma lesão no pé na primeira partida, contra o Irã, mas esteve em campo no empate sem gols com os Estados Unidos.

Durante coletiva de imprensa ontem, Southgate foi perguntado se haveria a possibilidade de poupar a estrela inglesa na partida, mas o comandante não respondeu claramente.

“Obviamente vamos escolher um time que achamos que possa vencer o jogo. Essa é nossa prioridade sempre. Ele [Harry Kane] está bem. Apesar de todos ficarem dizendo que é o tornozelo dele – e eu não sei por que isso, é o pé dele –, ele tem treinado bem. Temos o time inteiro disponível para escolher. É algo que torna a decisão difícil, mas você sempre quer um grupo perfeitamente bem. E, no momento, é o que temos”, limitou-se a dizer o técnico.

Sem ser modesto, Southgate não negou o favoritismo da Inglaterra na partida e afirmou que a equipe já está acostumada com a pressão, mas elogiou o adversário.

“Estamos acostumados com isso, na verdade. Em termos de ranking, sim, é o caso [de ser favorito], e você tem de aceitar a responsabilidade quando entra em campo. Estamos acostumados a jogar com essa sensação, simples assim”, afirmou Southgate.

O treinador também elogiou a estrela do País de Gales, Garreth Bale. Southgate classificou o atacante como “capaz de ser brilhante” e um grande adversário em campo.

OUTROS JOGOS

Ainda pelo Grupo B, Irã e Estados Unidos duelam para passar à próxima fase da competição. A partida será também às 15h (de MS), no estádio Al Thumama.

Mais cedo, porém, outras duas partidas ocorrem simultaneamente na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, pela chave A.

O já eliminado Catar entra em campo pela última vez na competição, para enfrentar a Holanda, às 11h (de MS), no estádio Al Bayt.

No mesmo horário, Equador e Senegal se enfrentam no Estádio Internacional Khalifa.

Holanda e Senegal estão empatados com quatro pontos no Grupo A, seguidos por Equador, com três. Quem vencer garantirá a vaga para o mata-mata do mundial.

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Esporte

Justiça determina que Vasco e Boca Juniors seja realizada no Maracanã

Partida pela Copa Sul-Americana está marcada para o dia 20

10/10/2026 22h00

Érica Ramalho/Governo do Rio de Janeiro

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A Justiça do Rio de Janeiro determinou que a concessionária Fla-Flu Serviços S.A. disponibilize o Maracanã para a partida entre Vasco da Gama e Boca Juniors, marcada para o dia 20 deste mês pela semifinal da Copa Sul-Americana. A decisão é do desembargador Marco Antônio Ibrahim, da 23ª. Câmara de Direito Privado.

O magistrado considerou integralmente as questões relatadas pelo Grupo de Atuação de Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor, reproduzindo a recomendação encaminhada à concessionária e o ofício enviado pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, ao governador do estado.

Na decisão, o desembargador ressaltou que a segurança dos torcedores e dos moradores do entorno do estádio deve prevalecer sobre os argumentos relacionados à preservação do gramado, utilizados pela concessionária para negar a utilização do Maracanã. 

Ao fundamentar a decisão, o magistrado também considerou a manifestação técnica do Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (Bepe), da Polícia Militar, que apontou o Maracanã como a alternativa preferencial para o confronto, em razão de suas condições estruturais, logísticas e operacionais.

O desembargador também reconheceu a urgência da medida, considerando o prazo de 10 de outubro estabelecido para que o Vasco indicasse à Conmebol o estádio onde seria realizada a partida.

Pedido

Federações europeias pressionam Uefa pelo fim do formato da 'Super Data Fifa': 'Um desastre'

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações

09/10/2026 23h00

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações Foto: X

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As federações europeias de futebol pressionaram a Uefa pela mudança do período conhecido como Super Data Fifa.

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações. O alto número de jogos e o desgaste físico dos atletas trouxeram problemas para os clubes. Jogadores como Kylian Mbappé, Cody Gakpo, Alexander Isak e Brian Brobbey estiveram entre as baixas registradas durante o período. As informações são do jornal The Guardian.

Uma das principais reclamações envolve justamente a concentração de partidas em um intervalo maior. As seleções europeias disputaram quatro jogos da Liga das Nações, que normalmente eram realizados em uma janela de 11 dias. A mudança, aprovada pelo Conselho da Fifa em 2023, uniu os períodos de setembro e outubro com a proposta de reduzir as viagens e melhorar o bem-estar dos jogadores. Na prática, porém, o calendário gerou insatisfação entre os clubes e as federações.

A oposição ao formato ganhou força durante uma reunião das associações nacionais da Uefa, realizada em Berlim, na quinta-feira, 8. Segundo o The Guardian, as críticas foram praticamente unânimes, e diferentes dirigentes se manifestaram contra a mudança. Um dos presidentes de federação classificou o período como "um desastre", enquanto outros consideraram o calendário "inviável". Entre os participantes que se posicionaram contra a alteração estavam a presidente da Federação Inglesa de Futebol (FA), Debbie Hewitt, e o diretor executivo da entidade, Mark Bullingham.

O número de lesões foi um dos principais motivos de preocupação. Além dos jogadores que desfalcaram seus clubes após os compromissos internacionais, as federações com elencos menores temem ter menos opções para poupar atletas durante uma sequência tão intensa de partidas. A situação também pode provocar diferenças competitivas na Liga das Nações, já que seleções com maior profundidade no elenco têm mais possibilidades de fazer alterações sem perder rendimento.

Outro problema apontado pelas entidades envolve a questão financeira. Com dois jogos em casa concentrados em um intervalo curto, algumas federações relataram dificuldades para organizar campanhas de divulgação e vender ingressos. As partidas das seleções representam uma importante fonte de arrecadação para essas organizações, que dependem da receita dos eventos para financiar suas atividades.

Diante das críticas, várias federações defenderam o retorno ao modelo anterior, que previa cinco janelas internacionais de duas semanas ao longo da temporada. Apesar da pressão por mudanças, a alteração do calendário não deve ser simples, uma vez que a programação internacional já está definida até 2030. A discussão também ocorre em meio a divergências entre a Uefa e a Fifa sobre questões relacionadas à organização do futebol mundial.

Ainda assim, houve dirigentes que apontaram benefícios na pausa mais longa, principalmente pelo tempo adicional de trabalho para os técnicos das seleções com seus jogadores. A tendência, porém, é que a Uefa seja pressionada a defender uma revisão do formato junto à Fifa, diante da insatisfação manifestada pelas federações europeias.


 

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