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Maurren Maggi volta à Universíade como chefe de delegação do atletismo

A Universíade é um evento esportivo que ocorre a cada dois anos

AGÊNCIA BRASIL

06/08/2017 - 12h01
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Era 2001, e Maurren Maggi voltava às competições internacionais depois de sair da Olimpíada de Sidney com uma lesão na coxa. Naquele ano, seu retorno ganhou impulso com o ouro no salto em distância na Universíade de Pequim, cidade em que se consagrou como campeã olímpica sete anos depois, na mesma modalidade. A vitória na "olimpíada universitária" é uma boa recordação no currículo da atleta. Agora, ela desembarca em Taipei na segunda quinzena de agosto como chefe de delegação do atletismo brasileiro na Universíade de 2017, que começa no dia 19.

"Participar de uma Universíade sempre foi muito legal, muito positivo. Tenho duas nas costas, nas duas trouxe medalha, e eu sempre tive boas recordações", recorda Maurren, que lembra que sua principal adversária em 2001 era a dona da casa. "A favorita era uma chinesa, e dentro da China tive que desbancá-la. Isso foi muito legal para mim, porque tinha voltado de lesão e mesmo assim consegui saltar longe".

A Universíade é um evento esportivo que ocorre a cada dois anos. Neste ano, participam mais de 9 mil atletas-estudantes de 170 países, durante 12 dias de competição. A primeira edição ocorreu em 1959, na Itália.

Maurren disputou a Universíade de 1999 cursando comunicação social, e, na de 2001, estudava educação física. Maurren não concluiu esses cursos e se formou em gestão esportiva, quando retornou ao Brasil, em 2005. "É muito difícil conciliar, mas não é impossível. É um momento em que você descansa o corpo e prepara a mente".

Equipe

Para garantir o melhor time possível na Universíade de 2017, Maurren conta que chegou a conversar com técnicos para pedir a liberação dos melhores atletas de seus clubes. Para competir no evento, é preciso ter até 28 anos, estar matriculado em uma universidade e atingir os índices. Esses critérios excluíram alguns nomes brasileiros que estão no auge da carreira, mas já passaram dos 28, lamenta a chefe de delegação. Mas puderam ser incluídos outros como os fundistas Aldemir Gomes e Tatiele de Carvalho, e a atleta do heptatlo Vanessa Spínola. Os três estiveram nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

"A maioria deles estará voltando do mundial [de atletismo, em Londres] e indo para a Universíade. Meu objetivo é conversar muito com os atletas e, a partir daí, abrir portas e divulgar a Universíade como uma competição forte, porque nem todo mundo conhece o mundial universitário, e eu considero como uma das mais fortes que tem".

O clima "olímpico" é outro ponto positivo da Universíade, na visão de Maurren Maggi. Com uma vila de 34 prédios e a expectativa de receber 10 mil atletas, a Universíade de Taipei terá a oferecer uma experiência de amadurecimento a atletas que ainda não disputaram uma olimpíada. "Sem dúvida nenhuma traz um crescimento. A experiência que eu tive de ficar na Vila Olímpica, em contado com todas as modalidades, foi muito positiva pra mim".

Pela frente, os atletas brasileiros devem encontrar alguns dos melhores de suas modalidades. "Eles podem ter uma noção dos adversários, porque o atleta que está crescendo para competir em uma Olimpíada, se estiver matriculado em universidade, estará lá. As minhas melhores adversárias sempre estiveram na Universíade e sempre foi um páreo duro".

Seleção feminina

Brasil derrota Argentina e é campeão Sul-Americano Sub-17 feminino

Seleção se consolida como maior vencedora da categoria com seis taças

10/05/2026 13h30

Staff Images / CBF

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Na noite deste sábado (9), a Seleção Feminina Sub-17 de futebol venceu a Argentina por 3 a 2 e conquistou o título do Sul-Americano.

A partida ocorreu no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Esta foi a primeira vez que a Amarelinha foi campeã sob comando da técnica Rilany Silva.

Apesar da Argentina abrir o placar aos 4 minutos de jogo, o Brasil sempre foi superior durante toda a partida. E empatou conseguiu o empate ainda no primeiro tempo com gol de Gamonal, aos 28 minutos.

Nos acréscimos da etapa inicial, Nicolly ficou de cara para o gol, mas sofreu um pênalti, convertido por Helena, colocando o Brasil na frente do placar.

Ainda na primeira etapa, Nicolly Manuel balançou a rede das “Hermanas” para ampliar a vantagem.

Na segunda etapa, o time argentino conseguiu se sobrepor e marcou seu segundo, mas não foi o suficiente para tirar o título do Brasil.

Campanha do título

A Amarelinha fez campanha invicta no torneio continental. Cinco vitórias e um empate, 21 gols marcados e apenas seis sofridos. 

Com mais essa conquista, o Brasil segue sendo o maior vencedor da competição.

São seis títulos: 2010, 2012, 2018, 2022, 2024 e 2026. Paraguai e Colômbia já ergueram o troféu do Sul-Americano uma vez. Já a Venezuela é bicampeã do torneio.

A classificação para a final do Sul-Americano já havia garantido a Seleção na Copa do Mundo Feminina Sub-17 deste ano, em Marrocos entre outubro e novembro.

Queda

João Fonseca lamenta oportunidades perdidas contra sérvio: 'Ele ficou mais solto e cresceu'

Após vencer o primeiro set, brasileiro não conseguiu aproveitar a instabilidade emocional do adversário

09/05/2026 23h00

João Fonseca

João Fonseca Foto: X/Reprodução

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Eliminado na estreia do Roma Open, o brasileiro João Fonseca lamentou oportunidades desperdiçadas diante do sérvio Hamad Medjedovic neste sábado. Após vencer o primeiro set, o brasileiro não conseguiu aproveitar a instabilidade emocional do adversário, que chegou a quebrar a raquete, e levou a virada.

Eliminado na estreia do Roma Open, o brasileiro João Fonseca lamentou oportunidades desperdiçadas diante do sérvio Hamad Medjedovic neste sábado. Após vencer o primeiro set, o brasileiro não conseguiu aproveitar a instabilidade emocional do adversário, que chegou a quebrar a raquete, e levou a virada.

O segundo set parecia favorável ao brasileiro até que, no oitavo game, Medjedovic buscou a quebra e chegou a 5/3 no placar. "Nas oportunidades eu tive de fazer meu saque, ele me fez jogar o ponto. Botou duas devoluções bem, depois errei duas direitas", afirmou Fonseca à ESPN.

"São oportunidades que não posso perder, ainda mais no momento em que eu estava melhor na partida", completou o brasileiro, que agora acumula duas derrotas consecutivas.

"O 'se' não existe, mas se eu fizesse meu saque, ele poderia ficar mais pressionado", disse Fonseca, que cumprimentou o sérvio de maneira fria ao final da partida. Durante o confronto, o brasileiro apontou que o adversário atrapalhou um de seus saques.

"É isso que me machuca tanto. Eu poderia fazer ele pensar um pouco mais e ter ganho a partida", disse ele sobre ter desperdiçado as oportunidades. "Foi um momento que ele ficou mais solto e cresceu na partida."

Após um vitória por WO em Madri seguida por duas eliminações seguidas, João Fonseca agora se prepara para a disputa de Roland Garros, a partir de 24 de maio.

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