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OPINIÃO

Ministro diz que Copa aquece economia em meio à crise financeira internacional

Ministro diz que Copa aquece economia em meio à crise financeira internacional

AGÊNCIA BRASIL

03/06/2014 - 17h45
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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse hoje (3) que a Copa do Mundo está aquecendo a economia das cidades-sede num momento de crise financeira internacional. Na abertura de Seminário Turismo e Hospitalidade, Carvalho disse que o mundial é também uma oportunidade para fortalecer o setor de turismo e o comércio.

“Num momento de crise internacional, num momento de PIB [Produto Interno Bruto] pequeno que nós temos, [a Copa] é um chamado que temos para desenvolver um setor como esse, que tem uma enorme potencialidade”, disse.

“A copa já está ajudando a economia, está gerando empregos desde a construção das obras de infraestrutura, dos estádios. Temos um reaquecimento da economia nessas 12 cidades-sede durante o evento, sobretudo o setor de turismo, hotelaria, bares. O comércio das cidades sem dúvida vai ter um aquecimento importante”, acrescentou.

O ministro voltou a admitir atrasos em obras para a Copa, mas disse que o governo está satisfeito com o que foi possível construir a tempo. Segundo ele, o que não for concluído antes do Mundial, ficará pronto nos meses seguintes e ficará como legado para a população.

“Naquilo que é mais importante e mais reclamado, que é a mobilidade urbana, o transporte coletivo, as obras que não ficarem prontas para a Copa vão ficar prontas em agosto, setembro. Qual o problema? O povo brasileiro vai usufruir para o resto da vida daquele benefício”, avaliou.

Questionado se, em ano eleitoral, eventuais problemas durante a realização da Copa podem ser usados politicamente, Carvalho disse que os brasileiros saberão separar o evento esportivo da eleição. “Quem acha que a vitória da seleção vai ajudar o governo, que a derrota da seleção vai ajudar a oposição, nós sabemos, pela história, que vai se dar mal, vai quebrar a cara. Não é assim. O povo brasileiro tem maturidade para separar o que é um evento esportivo e uma eleição, que é uma questão seríssima, que define o futuro do país”.

Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

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A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

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