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Fórmula Indy

Pagenaud
vence GP de Indianápolis

Pagenaud
vence GP de Indianápolis

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11/05/2014 - 00h00
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Simon Pagenaud escreveu seu nome na história da Fórmula Indy ao conquistar, neste sábado, a vitória do GP de Indianápolis, quarta etapa da temporada 2014 e corrida de estreia do circuito misto de Indianápolis.

O segundo lugar ficou para o piloto da Andretti, Ryan Hunter-Reay, seguido por Helio Castroneves em terceiro.

Tony Kanaan, que largou em nono, ficou com a 10ª posição.

A corrida

Logo na largada, que no GP de Indianápolis foi dada parada, o colombiano Sebastian Saavedra deixou seu carro apagar e ficou parado e teve seu carro fortemente atingido pelo Andretti de seu compatriota Carlos Muñoz e na sequência pelo russo Mikhail Aleshin. Por causa do acidente, os três abandonaram a prova.

Na relargada, dada na sétima volta e desta vez em movimento, Ryan Hunter-Reay, que herdou a ponta depois do acidente com Saavedra, conseguiu manter a liderança, seguido por Jack Hawksworth em segundo e Simon Pagenaud.

Na volta seguinte, Hawksworth aproveitou a longa extensão da pista para embutir no vácuo de Hunter-Reay para tomar a primeira posição. De carona com o britânico veio Pagenaud, que também ultrapassou Hunter-Reay.

Mais atrás, Helio Castroneves, décimo do grid, já era oitavo na 11ª volta. Tony Kanaan, que largou em nono, não conseguiu acompanhar Helinho e a esta altura da prova ocupava a 15ª posição.

A partir da 20ª volta, os pilotos começaram a fazer suas paradas para troca de pneus e abastecimento e o primeiro a entrar nos pits foi o brasileiro Helio Castroneves, que neste sábado completou 39 anos.

Na 32ª volta, com todos os pit stops feitos, Hawksworth, que perdeu algumas posições depois de sua parada, voltou à liderança, seguido por Pagenaud e Hunter-Reay.

Mais atrás, Helinho colocou por dentro de James Hinchcliffe e tomou a sétima posição do canadense. Quem não fazia uma boa corrida era Josef Newgarden, que largou em 15º e a esta altura ocupava a 20ª posição.

Completada a primeira metade da prova, Hawksworth seguia líder com folga, seguido por Pagenaud em segundo e Hunter-Reay, em terceiro.

Um pouco mais atrás, Will Power pegou o vácuo de Scott Dixon e ultrapassou o neozelandês. Na tentativa de dar o troco, Dixon acabou tocando o carro de Power e saiu da pista, causando a segunda bandeira amarela da corrida.

Com carro de segurança na pista, alguns pilotos optaram em parar nos pits, entre eles, o então líder Jack Hawksworth, que deu de presente a liderança para Hunter-Reay.

Na relargada, dada na volta 48, Hunter-Reay segurou a ponta, seguido por Justin Wilson e pelo estreante Carlos Huertas. Logo depois, Martin Plowman decolou na zebra e acertou o carro do francês Franck Montagny, causando a terceira bandeira amarela da prova.

Na relargada, dada na 52ª volta, Hunter-Reay não conseguiu segurar a pressão e perdeu a liderança para Justin Wilson, que trouxe Huertas de carona e jogou Hunter-Reay para terceiro.

Ainda durante a relargada, Juan Pablo Montoya acertou o carro de Graham Rahal, que acabou batendo no muro e causando a quarta bandeira amarela.

Com o carro de segurança na pista, alguns pilotos pararam para trocar pneus, reabastecer e quem se beneficiou com as paradas foi Helio Castroneves, que herdou a primeira posição.

Em mais uma relargada, autorizada quando faltavam 26 voltas para o final, Helinho segurou a ponta, enquanto Charlie Kimball jogou para cima, tomou a vice-liderança de Jack Hawksworth e partiu para o ataque sobre Helinho. Mais atrás, Tony Kanaan ultrapassou Carlos Huertas e assumiu a nona posição.

Faltando 13 voltas para o final, Helinho foi obrigado a parar para reabastecer e acabou perdendo a liderança. Como outros pilotos também pararam, Oriol Servià acabou herdando a liderança, seguido por Pagenaud e Hunter-Reay.

Faltando cinco voltas para o final, Servià, que liderava a prova, precisou parar para reabastecer e perdeu a liderança. Com isso, Pagenaud assumiu a ponta, com Hunter-Reay em segundo e Helinho em terceiro, até a bandeirada quadriculada.

Pedido

Federações europeias pressionam Uefa pelo fim do formato da 'Super Data Fifa': 'Um desastre'

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações

09/10/2026 23h00

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações

Harry Kane, em partida entre Inglaterra e Tchéquia pela Liga das Nações Foto: X

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As federações europeias de futebol pressionaram a Uefa pela mudança do período conhecido como Super Data Fifa.

Com 16 dias de duração, a janela reuniu amistosos e partidas da Liga das Nações. O alto número de jogos e o desgaste físico dos atletas trouxeram problemas para os clubes. Jogadores como Kylian Mbappé, Cody Gakpo, Alexander Isak e Brian Brobbey estiveram entre as baixas registradas durante o período. As informações são do jornal The Guardian.

Uma das principais reclamações envolve justamente a concentração de partidas em um intervalo maior. As seleções europeias disputaram quatro jogos da Liga das Nações, que normalmente eram realizados em uma janela de 11 dias. A mudança, aprovada pelo Conselho da Fifa em 2023, uniu os períodos de setembro e outubro com a proposta de reduzir as viagens e melhorar o bem-estar dos jogadores. Na prática, porém, o calendário gerou insatisfação entre os clubes e as federações.

A oposição ao formato ganhou força durante uma reunião das associações nacionais da Uefa, realizada em Berlim, na quinta-feira, 8. Segundo o The Guardian, as críticas foram praticamente unânimes, e diferentes dirigentes se manifestaram contra a mudança. Um dos presidentes de federação classificou o período como "um desastre", enquanto outros consideraram o calendário "inviável". Entre os participantes que se posicionaram contra a alteração estavam a presidente da Federação Inglesa de Futebol (FA), Debbie Hewitt, e o diretor executivo da entidade, Mark Bullingham.

O número de lesões foi um dos principais motivos de preocupação. Além dos jogadores que desfalcaram seus clubes após os compromissos internacionais, as federações com elencos menores temem ter menos opções para poupar atletas durante uma sequência tão intensa de partidas. A situação também pode provocar diferenças competitivas na Liga das Nações, já que seleções com maior profundidade no elenco têm mais possibilidades de fazer alterações sem perder rendimento.

Outro problema apontado pelas entidades envolve a questão financeira. Com dois jogos em casa concentrados em um intervalo curto, algumas federações relataram dificuldades para organizar campanhas de divulgação e vender ingressos. As partidas das seleções representam uma importante fonte de arrecadação para essas organizações, que dependem da receita dos eventos para financiar suas atividades.

Diante das críticas, várias federações defenderam o retorno ao modelo anterior, que previa cinco janelas internacionais de duas semanas ao longo da temporada. Apesar da pressão por mudanças, a alteração do calendário não deve ser simples, uma vez que a programação internacional já está definida até 2030. A discussão também ocorre em meio a divergências entre a Uefa e a Fifa sobre questões relacionadas à organização do futebol mundial.

Ainda assim, houve dirigentes que apontaram benefícios na pausa mais longa, principalmente pelo tempo adicional de trabalho para os técnicos das seleções com seus jogadores. A tendência, porém, é que a Uefa seja pressionada a defender uma revisão do formato junto à Fifa, diante da insatisfação manifestada pelas federações europeias.


 

Esporte

Alison dos Santos concorre ao prêmio Melhor do Ano da World Athetics

Brasileiro quebrou o recorde mundial nos 400m com barreiras

06/10/2026 22h00

Gustavo Alves/CBAt

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Atual recordista mundial nos 400 metros com barreiras, o brasileiro Alison dos Santos foi indicado nesta terça-feira (6) ao prêmio de Melhor Atleta do Ano da Federação Internacional de Atletismo (World Athetics). Piu fez uma temporada memorável, com direito à quebra de recorde na Diamond League Zurique (Suiça) e a conquista da Liga Diamante, prinicipal circuito de atletimo, pela terceira vez na carreira. E teve mais: Alison levantou o troféu da edição inaugural do Mundial de Atletismo Ultimate, em Budapeste (Hungria), que reuniu os melhores do mundo.

Além do paulista de São Joaquim da Barra, outros nove atletas homens concorrem com Piu ao prêmio, entre eles o sueco Mondo Duplantis (recordista mundial no salto com vara) e o queniano Sebastian Sawe, que este ano foi o mais rápido na história da maratona de Londres, com o tempo de 1h59min30. Na relação de 10 corredoras mulheres indicadas não constam representantes brasileiras.

Os finalistas ao prêmio de Melhor Atleta do Ano serão definidos  por meio de votação até meia-noite de 17 de outubro (horário da Europa Central). Quatro grupos estão aptos a votar, cada um com 25% de peso: fãs da World Athetics (clique AQUI para votar); atletas que tenham disputado competições da World Athetics Series 2026; profissionais da imprensa; e integrantes da “Família World Athletics”, como membros do Conselho e de comissões, organizadores de competições e representantes de atletas.

Os três finalistas em cada gênero serão anunciados nos dias 10 e 11 de novembro. A entrega do prêmio Melhor Atleta do Ano será em Mônaco, em 29 de novembro. 

Duas vezes medalhista olímpico (bronze em Tóquio 2020 e Paris 2024), Piu estabeleceu o novo recorde mundial na prova dos 400m com barreiras ao cravar 45s80 na Diamond Lague Zurique (Suíça), superando a marca anterior (45s94) do norueguês Karsten Warholm, obtida em 2021 na Olimpíada de Tóquio. O paulista também foi tricampeão da Liga Diamante ao vencer todas as seis etapas da Diamond League que disputou: Shaoxing (China), Xiamen (China), Oslo (Noruega), Estocolmo (Suécia), Silésia (Polônia), Zurique (Suíça) e Bruxelas (Bélgica). Piu já arrematara a Liga Diamente em 2022 e 2024.

Em setembro, Alison do Santos também venceu a primeira edição do Mundial de Atletismo Ultimate, em Budapeste (Hungria), que reuniu os melhores do planeta, entre eles o norte-americano Rai Benjamin e o norueguês Warholm.  

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