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BRASILEIRÃO

Palmeiras bate Fortaleza e se mantém na disputa pela liderança

Palmeiras bate Fortaleza e se mantém na disputa pela liderança

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Com futebol nada brilhante e gol de bola parada, o Palmeiras somou neste domingo, no Castelão, três pontos muito importantes no Campeonato Brasileiro. A equipe alviverde ganhou por 1 a 0 do Fortaleza e se manteve firme na disputa pelo título da competição. Em uma rodada que teve vitória do líder Flamengo no sábado, o resultado na capital cearense é fundamental para se manter apenas três pontos atrás do primeiro colocado.

Vice-líder, o Palmeiras venceu graças a um gol de Willian, no começo do segundo tempo. Isso salvou a equipe de retornar de Fortaleza com um empate por 0 a 0, embora pelo nível técnico da partida o placar sem gols seria justo. Os dois times fizeram um jogo de poucas emoções. Prevaleceu o oportunismo do time alviverde contra a falta de qualidade do Fortaleza para finalizar.

Os dois times sentiram uma enorme falta dos desfalques no Castelão. Com baixas ofensivas, as equipes fizeram uma partida de pouca emoção e sem qualidade no ataque. A ausência no Fortaleza de Wellington Paulista e Felipe Pires deixou o time com pouco entrosamento, enquanto o Palmeiras, sem contar com Dudu, diminuiu a capacidade de furar a defesa adversária.

O técnico Mano Menezes escalou Zé Rafael na vaga de Dudu, porém isso não deu resultado. O Palmeiras avançava bem até o ataque, mas depois, no trecho final do campo, a jogada desandava. Faltavam velocidade e drible para surpreender os zagueiros. O time tentava compensar essa falha com muitos passes para o lado, sem levar perigo ou sequer arriscar um chute a gol para surpreender.

A pouca criatividade fez o primeiro tempo terminar sem gols. No entanto, isso logo mudou graças a uma bola parada e ao oportunismo do Palmeiras. Em um escanteio aos dois minutos da etapa final, a bola caiu nos pés de Willian, que chutou cruzado e contou com um desvio para marcar. A vantagem melhorou o jogo, pois o Fortaleza resolveu se arriscar mais, apesar das limitações.

Mesmo com a vitória parcial, o Palmeiras errava por continuar sem alternativas para o contra-ataque. O time não tinha opções de velocidade e buscou consertar o problema ao buscar substituições em outros setores. O meia Lucas Lima entrou para dar mais qualidade no passe e o centroavante Deyverson teve como papel ajudar a segurar a bola. Ainda assim, o time não evoluiu.

O Fortaleza pressionou mais no segundo tempo. O lateral-direito Tinga deu bastante trabalho e as bolas paradas assustavam. Enquanto isso, o Palmeiras se via acuado. O atacante Carlos Eduardo entrou como aposta para dar velocidade nos contra-ataques e finalmente o time conseguiu voltar a ameaçar. O problema foi a falta de pontaria e até alguns lances bisonhos, como furadas e erros técnicos.

Nos minutos finais o Palmeiras conseguiu segurar o resultado pela qualidade da defesa e também pela limitação técnica do Fortaleza em criar perigo. Pelo menos a equipe de Mano Menezes iniciou o segundo turno com vitória.

O Palmeiras voltará a campo pelo Brasileirão na próxima quinta-feira, quando receberá o CSA, às 19h15, no Pacaembu, em São Paulo. Já o Fortaleza, que estacionou nos 23 pontos, terá pela frente no mesmo dia o Athletico, às 21h30, na Arena da Baixada, em Curitiba.

FICHA TÉCNICA

FORTALEZA 0 X 1 PALMEIRAS

FORTALEZA - Felipe Alves (Marcelo Boeck); Tinga, Quintero, Jackson e Carlinhos; Felipe, Gabriel Dias (Juninho) e Edinho (Kieza); Romarinho, André Luis e Osvaldo. Técnico: Zé Ricardo.

PALMEIRAS - Weverton; Marcos Rocha, Gómez, Vitor Hugo e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Scarpa; Willian (Carlos Eduardo), Zé Rafael (Lucas Lima) e Luiz Adriano (Deyverson). Técnico: Mano Menezes.

GOL - Willian, aos 2 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Marcos Rocha, Felipe Alves, Felipe, André Luís e Carlinhos.

PÚBLICO E RENDA - Não disponíveis.

ÁRBITRO - Marcelo de Lima Henrique (RJ).

LOCAL - Arena Castelão, em Fortaleza (CE).

ginástica

Rebeca Andrade anuncia retorno às competições neste ano após pausa em 2025

Maior medalhista olímpica do Brasil se ausentou para cuidar da saúde mental e ficar com a família

12/04/2026 22h00

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo Foto: Luiza Moraes / COB

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Maior medalhista olímpica do Brasil, Rebeca Andrade anunciou neste domingo que está de volta às competições. Depois de tirar um tempo em 2025 para cuidar da saúde mental e ficar com a família, a ginasta de 26 anos se diz pronta para voltar a representar as cores do País.

Rebeca esteve prestigiando a etapa brasileira do Sail GP, competição internacional de vela, onde conversou com a reportagem do SporTV. Segundo ela, "está mantido (o plano de voltar a competir em 2026). Já conversei com o Chico direitinho, e ele já decidiu as competições que eu vou participar, mas todo mundo vai saber também".

Apesar de confirmar o retorno às atividades, Rebeca não cravou uma data exata para competir. "Estou bem animada. 2025 foi um ano muito importante para mim para eu cuidar da minha mente, cuidar do meu corpo. Ter mais esse momento com a minha família, com meus amigos para poder aproveitar também", acrescentou.

A ginasta foi o principal nome do Brasil em 2024, na Olimpíada de Paris. Depois disso, decidiu tirar um tempo 'sabático' para passar mais tempo com a família e cuidar da saúde mental. Rebeca é uma das principais representante da luta pela valorização do trabalho psicológico no esporte.

"Fazer viagens que um atleta de alto rendimento não consegue fazer. A gente tem que sempre se doar 100% para as competições, para a sua equipe, para todo mundo. Ter tido esse tempo para mim foi essencial. Esse ano eu já comecei com a energia lá em cima, estou muito animada para voltar", disse ao SporTV quando questionada sobre o que fez durante o período em que esteve afastada do esporte.

Em Paris-2024, Rebeca conquistou a medalha de ouro no solo, prata no individual geral e no salto, e bronze na categoria de equipes. Além dessas conquistas, ela também faturou o ouro no salto e prata no individual geral em Tóquio-2020.

VITÓRIA

Brasil garante duas medalhas na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica

Jojô leva bronze na fita e conjunto fica com a prata na série mista

12/04/2026 21h00

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas CBG/Divulgação

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A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas. Neste domingo (12), a capixaba Geovanna Santos, a Jojô, conquistou o bronze na exibição com a fita. Já no conjunto, a série mista - em que as atletas se apresentam com três arcos e duas maças (aparelho semelhante a um pino de boliche) - valeu a prata.

O pódio de Jojô foi o primeiro dela em uma etapa de Copa do Mundo e o segundo do Brasil no individual. Ela repetiu o feito da paranaense Bárbara Domingos, a Babi, que foi bronze em Sofia (Bulgária), em 2023, também na fita.

Na final deste domingo, a capixaba obteve 27.600 de nota, ficando atrás somente da alemã Darja Varfolomeev (29.650) e de Rin Chaves, dos Estados Unidos (27.800).

No conjunto, a exibição do quinteto composto pela alagoana Duda Arakaki, a paulista Nicole Pírcio, a capixaba Sofia Madeira, as paranaenses Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves e a amazonense Maria Paula Caminha, ao som da música Abracadabra, de Lady Gaga, valeu o segundo lugar, com 28.100 de pontuação.

A China ficou com o ouro (28.950). O bronze foi para a Rússia (27.400), que compete como país neutro, devido à punição do Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo conflito militar na Ucrânia.

Elas também disputaram a final da apresentação com cinco bolas, mas ficaram na oitava e última colocação (21.400), no embalo da canção Feeling Good, de Michael Bublé. A vitória foi novamente das chinesas (27.300), com Rússia (25.950) e Belarus (25.600) completando o pódio. As bielorrussas, assim como as russas e pela mesma razão, também competem como atletas neutras.

Babi também se apresentou neste domingo, mas ficou longe da briga por medalhas. A paranaense ficou na oitava e última colocação tanto na exibição com a bola (23.150) como com as maças (25.650).

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