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FUTEBOL 2018

Palmeiras vende Róger Guedes para a China por 10 milhões de euros

Palmeiras vende Róger Guedes para a China por 10 milhões de euros

DAS AGÊNCIAS

12/07/2018 - 19h30
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O artilheiro do Campeonato Brasileiro vai jogar na China. O atacante Róger Guedes não é mais jogador do Atlético-MG e, na tarde desta quinta quinta-feira, foi negociado pelo Palmeiras com o Shandong Luneng, da China, por 9,2 milhões de euros (R$ 41,6 milhões), conforme apurado em primeira mão pela Gazeta Esportiva. A rescisão contratual com o Galo já foi publicada no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

O Palmeiras detém apenas 25% dos direitos econômicos de Róger Guedes e, conforme contrato, precisaria repassar 10% deste montante ao Atlético-MG como taxa de vitrine. O Galo, porém, após muita negociação, conseguiu subir sua parte para 2,5 milhões de euros (R$ 11,3 milhões). O Verdão e o Criciúma, por sua vez, ainda não se manifestaram sobre as porcentagens acordadas.

Foi ventilada possibilidade, inclusive, de o Verdão emprestar o atacante até o final do ano, para em seguida, negociá-lo em definitivo – quando a obrigatoriedade de repassar parte da quantia ao Galo não existiria mais. No entanto, por pressão dos envolvidos no negócio, a transação em definitivo foi concretizada.

Antes de tentar a contratação do atacante, os chineses miraram Dudu. O Palmeiras, no entanto, mesmo com a intenção do camisa 7 de deixar o clube, recusou as ofertas de 12 e 15 milhões de euros (R$ 67 milhões). O atacante foi seduzido com uma oferta de R$ 2 milhões mensais de salário, além de uma luva de mais de R$ 30 milhões pela assinatura do acordo.

Por contrato, o Palmeiras tinha a possibilidade de pagar mais R$ 5 milhões e adquirir outros 25% dos direitos no fim de 2016, mas preferiu não fazê-lo. O jogador foi campeão brasileiro naquela temporada, mas caiu de produção e teve problemas de ambiente em 2017.

Róger Guedes chegou ao Atlético-MG no início de janeiro e rapidamente ganhou a titularidade. No entanto, na troca do comando técnico de Oswaldo de Oliveira para Thiago Larghi, o atleta teve problemas de disciplina. Irritado com algumas substituições, o atacante mostrou descontentamento.

O comportamento do atleta e Roger Guedes chegou ao limite para a diretoria atleticana no duelo contra o Vasco, na estreia do Campeonato Brasileiro, quando após um erro infantil entregou o gol da vitória carioca. Naquela semana, o clube decidiu devolve-lo ao Verdão.

O clube paulista, no entanto, não aceitou e disse ao Galo que poderia liberar o atleta para buscar outra casa. Líderes do grupo atleticano entraram em defesa. O lateral-esquerdo Fábio Santos, o volante Elias, o zagueiro Leonardo Silva e o goleiro Victor foram até a diretoria e pediram a permanência do atleta. O Galo atendeu o pedido.

Roger, então na reserva, ouviu os conselhos dos jogadores mais experientes, falou menos e trabalhou mais. Pouco depois, voltou a ganhar oportunidades. Com bons jogos, ele virou titular e peça importante para Thiago Larghi. O atleta deixa a equipe atleticana na artilharia do Campeonato Brasileiro, com nove gols, e, mais que isso, com propostas de valorização salarial para permanecer. Nada que mudasse seu pensamento de fazer carreira, pelo menos por enquanto, longe de Belo Horizonte.

copa do mundo 2026

Brasil chega à Copa atrás dos favoritos, mas ainda com força para brigar pelo hexa

27/05/2026 08h03

Reprodução

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A convocação de Carlo Ancelotti recolocou a Seleção Brasileira no centro das discussões sobre a Copa do Mundo de 2026. Com Neymar de volta, Vinicius Jr. em papel de protagonismo e jovens como Endrick e Rayan no grupo, o Brasil chega ao Mundial com talento, mas sem o favoritismo absoluto de outros ciclos. Se compararmos elencos e resultados recentes, nossa seleção está atrás de rivais com ciclos mais consolidados.

As projeções recentes colocam França, Espanha, Portugal, Inglaterra e Argentina no mesmo pelotão ou acima do Brasil. A diferença não está apenas nos nomes convocados. Títulos, finais, experiência em mata-mata e capacidade de manter desempenho sob pressão ajudam a explicar essa hierarquia.

As apostas já começaram e devem movimentar o torneio. E se você quer também participar dessa emoção e aprender como apostar na Copa do Mundo com Superbet, antes de palpitar nos jogos, fique por dentro dos favoritos.

Para facilitar o seu trabalho preparamos um resumo sobre as seleções mais forte que vão disputar a taça, seus elencos, resultados recentes, caminhos e, também, possíveis cruzamentos.

Espanha e França chegam com peso de decisão recente

A Espanha aparece no topo de muitas projeções porque transformou renovação em resultado. Campeã da Eurocopa de 2024 ao vencer a Inglaterra por 2 a 1 na final, mostrou que não vive apenas de promessa. Lamine Yamal e Nico Williams deram velocidade pelos lados, Rodri comandou o meio-campo, e nomes como Pedri, Fabián Ruiz e Dani Olmo reforçam um time jovem, técnico e testado em jogo grande.

O ponto mais forte da Espanha é a sensação de projeto em andamento. Não é uma seleção envelhecida tentando segurar um ciclo, nem um grupo jovem demais para ser confiável. É um elenco que já venceu um torneio relevante e chega à Copa com base clara.

A França tem outro tipo de força. Foi campeã mundial em 2018, vice em 2022 e segue com Kylian Mbappé como um dos jogadores mais decisivos do planeta. Ao redor dele, aparecem Dembélé, Tchouaméni, Camavinga, Theo Hernández e Saliba, formando um elenco físico, profundo e acostumado às grandes competições.

Mesmo quando não encanta, a França compete. Essa talvez seja sua maior vantagem neste momento. O time de Didier Deschamps já provou que sabe atravessar mata-mata, resistir a jogos difíceis e chegar longe mesmo com oscilações.

Portugal, Inglaterra e Argentina têm argumentos diferentes

Portugal ganhou força depois do título da Nations League de 2025, conquistado sobre a Espanha nos pênaltis após empate por 2 a 2. Cristiano Ronaldo ainda é personagem central, mas o elenco já não depende apenas dele. Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Vitinha, Rafael Leão e Nuno Mendes dão profundidade técnica a uma seleção com várias soluções ofensivas.

A Inglaterra segue perseguindo um título que escapa há décadas. A derrota para a Espanha na final da Euro 2024 reforçou a sensação de que talento não falta, mas ainda falta transformar campanha forte em conquista. Harry Kane, Jude Bellingham, Bukayo Saka, Phil Foden, Cole Palmer e Declan Rice formam uma base de alto nível.

A Argentina entra com o argumento mais direto: sabe ganhar. Foi campeã mundial em 2022 e campeã da Copa América em 2024, vencendo a Colômbia na final com gol de Lautaro Martínez na prorrogação. Messi já não vive o auge físico, mas ainda influencia o jogo, enquanto De Paul, Enzo Fernández, Mac Allister, Julián Álvarez e Lautaro sustentam uma base competitiva.

Brasil precisa transformar talento em campanha confiável

O Brasil não fica atrás por falta de jogadores. Vinicius Jr. é um dos atacantes mais perigosos do mundo, Raphinha vive fase madura, Rodrygo oferece versatilidade, Endrick e Rayan trazem juventude, e Neymar pode acrescentar criatividade se estiver fisicamente bem.

A questão é coletiva. Espanha, França e Argentina chegam com respostas recentes em torneios grandes. Portugal vem de título europeu de seleções. A Inglaterra, mesmo sem taça, tem uma geração que bateu na trave em finais. O Brasil ainda precisa mostrar que Ancelotti conseguiu transformar peças fortes em um time confiável.

O grupo contra Marrocos, Haiti e Escócia pode ajudar nesse processo. Mas, para brigar pelo hexa, a Seleção terá que crescer rápido. Em 2026, camisa e talento seguem pesando, mas os principais rivais chegam com resultados recentes que o Brasil ainda busca recuperar.
 

Futebol

Guardiola manda recado ao próximo técnico do Manchester City: 'Copiar e colar não funciona'

Em entrevista coletiva, o treinador espanhol aconselhou o próximo técnico a não tentar repetir sua fórmula de sucesso no Etihad Stadium

24/05/2026 23h00

Treinador do Manchester City, Pep Guardiola

Treinador do Manchester City, Pep Guardiola Foto: Arquivo

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 Às vésperas de sua despedida do Manchester City, Pep Guardiola preferiu falar menos sobre legado e mais sobre futuro do clube sem ele. Em entrevista coletiva, o treinador espanhol aconselhou o próximo técnico a não tentar repetir sua fórmula de sucesso no Etihad Stadium.

Depois de dez temporadas, 20 títulos e uma transformação profunda na identidade do City, Guardiola afirmou que o substituto precisará encontrar o próprio estilo para dar sequência ao trabalho.

"Seja você mesmo. Copiar e colar não funciona neste tipo de trabalho, (o próximo técnico) precisa ser único, natural, ser ele mesmo. Cada um é de um jeito, tem que ser assim", afirmou Guardiola.

O técnico também reforçou a confiança na estrutura do Manchester City para amparar a nova comissão técnica, repetindo o apoio que, segundo ele, recebeu ao longo de sua passagem.

"O clube vai apoiar (o novo treinador) incondicionalmente. Assim como fizeram comigo, eles vão fazer com o próximo e sua comissão técnica", completou.

Neste domingo, Guardiola fará seu último jogo no comando do City diante do Aston Villa, no Etihad Stadium, pela rodada final do Campeonato Inglês.

Apesar de encerrar a temporada sem o título da Premier League e deixar o cargo um ano antes do fim do contrato, o espanhol sai como um dos maiores nomes da história do clube. Sob seu comando, o City acumulou conquistas e consolidou uma era dominante no futebol inglês.

Nos bastidores, a imprensa britânica aponta o italiano Enzo Maresca, ex-Chelsea, como favorito para assumir a vaga. Guardiola, no entanto, evitou qualquer comentário sobre o sucessor e preferiu falar do próprio futuro.

O técnico indicou que pretende se afastar do futebol por tempo indeterminado, priorizando a vida pessoal após anos de rotina intensa no esporte.

"Não tenho qualquer plano sobre o meu futuro, só descansar e recuperar o tempo que eu perdi com meus filhos. Quero fazer muitas coisas que não fiz, e nem por um segundo pensar em nada relacionado ao futebol nos próximos anos. Preciso descansar", disse.

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