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Brasil chega à Copa atrás dos favoritos, mas ainda com força para brigar pelo hexa

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A convocação de Carlo Ancelotti recolocou a Seleção Brasileira no centro das discussões sobre a Copa do Mundo de 2026. Com Neymar de volta, Vinicius Jr. em papel de protagonismo e jovens como Endrick e Rayan no grupo, o Brasil chega ao Mundial com talento, mas sem o favoritismo absoluto de outros ciclos. Se compararmos elencos e resultados recentes, nossa seleção está atrás de rivais com ciclos mais consolidados.

As projeções recentes colocam França, Espanha, Portugal, Inglaterra e Argentina no mesmo pelotão ou acima do Brasil. A diferença não está apenas nos nomes convocados. Títulos, finais, experiência em mata-mata e capacidade de manter desempenho sob pressão ajudam a explicar essa hierarquia.

As apostas já começaram e devem movimentar o torneio. E se você quer também participar dessa emoção e aprender como apostar na Copa do Mundo com Superbet, antes de palpitar nos jogos, fique por dentro dos favoritos.

Para facilitar o seu trabalho preparamos um resumo sobre as seleções mais forte que vão disputar a taça, seus elencos, resultados recentes, caminhos e, também, possíveis cruzamentos.

Espanha e França chegam com peso de decisão recente

A Espanha aparece no topo de muitas projeções porque transformou renovação em resultado. Campeã da Eurocopa de 2024 ao vencer a Inglaterra por 2 a 1 na final, mostrou que não vive apenas de promessa. Lamine Yamal e Nico Williams deram velocidade pelos lados, Rodri comandou o meio-campo, e nomes como Pedri, Fabián Ruiz e Dani Olmo reforçam um time jovem, técnico e testado em jogo grande.

O ponto mais forte da Espanha é a sensação de projeto em andamento. Não é uma seleção envelhecida tentando segurar um ciclo, nem um grupo jovem demais para ser confiável. É um elenco que já venceu um torneio relevante e chega à Copa com base clara.

A França tem outro tipo de força. Foi campeã mundial em 2018, vice em 2022 e segue com Kylian Mbappé como um dos jogadores mais decisivos do planeta. Ao redor dele, aparecem Dembélé, Tchouaméni, Camavinga, Theo Hernández e Saliba, formando um elenco físico, profundo e acostumado às grandes competições.

Mesmo quando não encanta, a França compete. Essa talvez seja sua maior vantagem neste momento. O time de Didier Deschamps já provou que sabe atravessar mata-mata, resistir a jogos difíceis e chegar longe mesmo com oscilações.

Portugal, Inglaterra e Argentina têm argumentos diferentes

Portugal ganhou força depois do título da Nations League de 2025, conquistado sobre a Espanha nos pênaltis após empate por 2 a 2. Cristiano Ronaldo ainda é personagem central, mas o elenco já não depende apenas dele. Bruno Fernandes, Bernardo Silva, Vitinha, Rafael Leão e Nuno Mendes dão profundidade técnica a uma seleção com várias soluções ofensivas.

A Inglaterra segue perseguindo um título que escapa há décadas. A derrota para a Espanha na final da Euro 2024 reforçou a sensação de que talento não falta, mas ainda falta transformar campanha forte em conquista. Harry Kane, Jude Bellingham, Bukayo Saka, Phil Foden, Cole Palmer e Declan Rice formam uma base de alto nível.

A Argentina entra com o argumento mais direto: sabe ganhar. Foi campeã mundial em 2022 e campeã da Copa América em 2024, vencendo a Colômbia na final com gol de Lautaro Martínez na prorrogação. Messi já não vive o auge físico, mas ainda influencia o jogo, enquanto De Paul, Enzo Fernández, Mac Allister, Julián Álvarez e Lautaro sustentam uma base competitiva.

Brasil precisa transformar talento em campanha confiável

O Brasil não fica atrás por falta de jogadores. Vinicius Jr. é um dos atacantes mais perigosos do mundo, Raphinha vive fase madura, Rodrygo oferece versatilidade, Endrick e Rayan trazem juventude, e Neymar pode acrescentar criatividade se estiver fisicamente bem.

A questão é coletiva. Espanha, França e Argentina chegam com respostas recentes em torneios grandes. Portugal vem de título europeu de seleções. A Inglaterra, mesmo sem taça, tem uma geração que bateu na trave em finais. O Brasil ainda precisa mostrar que Ancelotti conseguiu transformar peças fortes em um time confiável.

O grupo contra Marrocos, Haiti e Escócia pode ajudar nesse processo. Mas, para brigar pelo hexa, a Seleção terá que crescer rápido. Em 2026, camisa e talento seguem pesando, mas os principais rivais chegam com resultados recentes que o Brasil ainda busca recuperar.
 

Brasileirão Série D

Derrota fora de casa deixa Operário perto da eliminação na Série D

Time sul-mato-grossense perde por 2 a 0 para o Abecat/GO e agora depende de combinação improvável de resultados para seguir vivo na competição

24/05/2026 13h32

Foto: Regiane Sousa/Abecat

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O Operário ficou muito perto da eliminação na Série D do Campeonato Brasileiro após ser derrotado por 2 a 0 pelo Abecat/GO, na tarde deste sábado (23), no estádio Luiz Benedito, em Ouvidor (GO).

Sem conseguir reagir fora de casa, o Galo sofreu um duro golpe na luta pela classificação e agora depende praticamente de um “milagre” para seguir com chances de avançar à próxima fase da competição.

A equipe sul-mato-grossense até tentou equilibrar o jogo, mas encontrou dificuldades diante da pressão do time goiano, que aproveitou melhor as oportunidades criadas.

O Abecat abriu o placar ainda no primeiro tempo, aos 36 minutos, com Carlos Eduardo Antônio dos Santos. Na etapa final, Juliano Alexandre Borges ampliou também aos 36 minutos e decretou a vitória dos donos da casa.

O resultado aumenta ainda mais a pressão sobre o Operário, que segue em situação delicada no grupo e vê a classificação cada vez mais distante. Além da derrota, o time teve dificuldades ofensivas e pouco conseguiu produzir durante os 90 minutos.

A partida também foi marcada por nervosismo do lado operariano. O treinador de goleiros Adoni Gabriel Gazzi Cruz foi expulso aos 27 minutos do segundo tempo após reclamação acintosa contra a arbitragem.

Segundo a súmula, ele teria deixado a área técnica fazendo gestos ofensivos e reclamando das decisões do árbitro.

Dentro de campo, o Operário ainda acumulou cartões amarelos e mostrou desorganização em alguns momentos do confronto. O Abecat controlou boa parte do duelo e administrou a vantagem até o apito final.

Com mais uma derrota fora de casa, o Galo agora precisa de uma sequência quase perfeita nas rodadas restantes e ainda torcer por combinações de resultados para continuar sonhando com vaga na próxima fase da Série D.

Situação do Grupo

Na liderança isolada, o Uberlândia (MG) soma 16 pontos, seguido pelo Betim (MG), com 12. Na terceira colocação aparece o CRAC (GO), com 11 pontos. Em quarto lugar, fechando a zona de classificação, está o Ivinhema (MS), também com 11 pontos.

Na penúltima posição aparece o Abecat (GO), com seis pontos, enquanto o Operário (MS) ocupa a última colocação do Grupo A11, também com 6 pontos.

Classificação do Grupo A11 da Série D do Brasileirão.

 

 

 

futebol

Grêmio vence de virada e empurra Santos para a zona de rebaixamento do Brasileirão

Com a vantagem no placar, o Grêmio passou a abusar do toque de bola e se posicionou no contra-ataque e Santos voltou a apresentar queda de rendimento

23/05/2026 21h00

Com a vantagem no placar, o Grêmio passou a abusar do toque de bola e se posicionou no contra-ataque e Santos voltou a apresentar queda de rendimento

Com a vantagem no placar, o Grêmio passou a abusar do toque de bola e se posicionou no contra-ataque e Santos voltou a apresentar queda de rendimento Lucas Uebel

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Grêmio e Santos fizeram um dos melhores jogos do Campeonato Brasileiro, neste sábado, em Porto Alegre, em duelo válido pela 17ª rodada. A vitória, por 3 a 2, de virada, afastou o time gaúcho, com 21 pontos, da zona de rebaixamento e deixou o alvinegro paulista na zona de degola, com 18.

A partida começou em alta rotação. O Santos começou no ataque e Arão, de cabeça, acertou a trave direita de Weverton, com menos de dois minutos.

O lance não abalou o Grêmio, que, organizado, também buscou ser agressivo e respondeu na 'mesma moeda'. Viery surgiu na pequena área e cabeceou para boa defesa de Brazão.

O ritmo seguiu intenso, com as equipes se revezando no campo de ataque. Aos 18, o time alvinegro realizou uma bela troca de passes e Gabriel Barbosa reclamou de um empurrão de Viery dentro da área não apontado pelo árbitro.

O lance serviu para esquentar ainda mais o clima. Os jogadores e os treinadores começaram a reclamar em quase todas as jogadas.

O Santos seguiu mais efetivo e aos 22 minutos, Rony, em jogada individual, forçou Weverton a fazer boa defesa. Aos 25, o Grêmio também teve seu momento polêmico, quando Lucas Veríssimo derrubou Carlos Vinícius muito perto da linha da grande área.

Em um jogo equilibrado, um erro pode ser decisivo. E ocorreu aos 31 minutos, quando Caio Paulista falhou no meio de campo, ao perder a bola para Miguelito. O boliviano carregou a bola livre até a saída de Weverton e tocou para Gabriel Barbosa, sem goleiro, abrir o placar.

Mas o Grêmio não se abateu com a desvantagem e buscou o empate aos 40 minutos, com o atacante Carlos Vinícius, que subiu mais que toda a zaga santista para fazer 1 a 1, após belo trabalho de Amuzu na armação da jogada.

O primeiro tempo foi disputado até o final. Nos acréscimos, Noriega assustou Brazão, enquanto Escobar fez Weverton fazer mais uma defesa. Ao final dos primeiros 45 minutos, o Santos esteve melhor.

Como o empate não era bom para as equipes, o segundo tempo manteve o ritmo intenso. O Grêmio começou melhor, mas uma falha de Enamorado proporcionou uma roubada de bola de Escobar, que tocou para Bontempo. A bola foi rolada para Gabriel Barbosa, que bateu com categoria: 2 a 1, aos dez minutos.

Mas a reação do Grêmio foi imediata. Pavón cruzou da direita e Carlos Vinícius dominou com grande categoria a bola e bateu firme, cruzado para empatar, aos 14 minutos.

Embalado, o Santos pressionou na marcação e em jogada rápida construída desde campo defensivo conseguiu a virada aos 19 minutos, com Tetê, que entrara na partida oito minutos antes no lugar de Enamorado.

Com a vantagem no placar, o Grêmio passou a abusar do toque de bola e se posicionou no contra-ataque. O Santos voltou a apresentar queda de rendimento físico e o técnico Cuca não optou por fazer modificações até os 37 minutos.

Mas quando Robinho Jr e Lautaro Diaz entraram, Gustavo Henrique foi expulso, aos 40, por falta em Arthur, prejudicando o plano de Cuca e facilitando o Grêmio para garantir os três pontos.

FICHA TÉCNICA

GRÊMIO 3 X 2 SANTOS

GRÊMIO - Weverton; Pavón (Marcos Rocha), Luís Eduardo, Viery e Caio Paulista; Perez, Noriega (Arthur) e Braithwaite; Enamorado (Tetê), Amuzu e Carlos Vinícius (Wagner Leonardo). Técnico: Luís Castro.

SANTOS - Gabriel Brazão; Igor Vinícius (Davizinho), Frías, Lucas Veríssimo e Escobar; Willian Arão (Lautaro Diaz), Gustavo Henrique e Miguelito (Samuel Pierri); Gabriel Bontempo, Rony (Robinho Jr.) e Gabriel Barbosa (Moisés). Técnico: Cuca.

GOLS - Gabriel Barbosa aos 31 e Carlos Vinícius aos 40 minutos do primeiro tempo. Gabriel Barbosa aos dez, Carlos Vinícius aos 14 e Tetê aos 19 do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Igor Vinícius, Pavón, Gustavo Henrique.

CARTÃO VERMELHO - Gustavo Henrique.

ÁRBITRO - Bruno Arleu de Araújo (RJ).

RENDA - R$ 2.437.715,08.

PÚBLICO - 37.385 torcedores.

LOCAL - Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).

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