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Futebol 2018

Por R$ 44 milhões, São Paulo
acerta venda de Pratto ao River Plate

Por R$ 44 milhões, São Paulo
acerta venda de Pratto ao River Plate

Globo Esporte

08/01/2018 - 17h28
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O São Paulo acertou a venda de Lucas Pratto ao River Plate na manhã desta segunda-feira (8). Os clubes chegaram a um acordo pela transferência do centroavante por 11,5 milhões de euros (R$ 44,4 milhões), mais uma quantia variável condicionada à performance.

A informação do São Paulo nos bastidores é que, dos 11,5 milhões euros, o clube receberá 8,5 milhões de euros (R$ 32,90 milhões). Embora tenha 50% dos direitos econômicos, a diferença se dá por cláusulas acertadas na época da contratação de Pratto do Atlético-MG, que protegem o São Paulo.

Pratto voltará para a Argentina para ficar mais próximo da filha, que mora em Buenos Aires, e também de olho em uma vaga na seleção para a Copa do Mundo, na Rússia.

O atacante está definindo detalhes da viagem para a Argentina, o que deve acontecer entre esta terça e quarta. Mas, antes de sair, o centroavante deseja explicar os motivos pelos quais tomou a decisão de ir para o River. A despedida poderá ser depois do treino desta segunda-feira, no CT da Barra Funda.

Em fevereiro de 2017, o São Paulo pagou 6,2 milhões de euros (R$ 20,5 milhões na cotação da época) ao Atlético-MG por 50% dos direitos do atacante.

O contrato estabelecia ainda que ao final de cada um dos três anos seguintes, o São Paulo poderia pagar mais 1,5 milhão de euros para adquirir mais 15%. Assim, ficaria com 65% no início de 2018, 80% no início de 2019 e 95% no início de 2020.

Reforço - No último domingo, o Tricolor anunciou oficialmente o acerto com o meia-atacante Diego Souza, com quem assinou contrato de dois anos após comprar 45% dos direitos econômicos por R$ 10 milhões do Sport. Ex-Palmeiras, Grêmio e Flamengo, o jogador de 32 anos é presença constante nas listas de convocações do técnico Tite para a seleção brasileira.

Seleção feminina

Brasil derrota Argentina e é campeão Sul-Americano Sub-17 feminino

Seleção se consolida como maior vencedora da categoria com seis taças

10/05/2026 13h30

Staff Images / CBF

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Na noite deste sábado (9), a Seleção Feminina Sub-17 de futebol venceu a Argentina por 3 a 2 e conquistou o título do Sul-Americano.

A partida ocorreu no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Esta foi a primeira vez que a Amarelinha foi campeã sob comando da técnica Rilany Silva.

Apesar da Argentina abrir o placar aos 4 minutos de jogo, o Brasil sempre foi superior durante toda a partida. E empatou conseguiu o empate ainda no primeiro tempo com gol de Gamonal, aos 28 minutos.

Nos acréscimos da etapa inicial, Nicolly ficou de cara para o gol, mas sofreu um pênalti, convertido por Helena, colocando o Brasil na frente do placar.

Ainda na primeira etapa, Nicolly Manuel balançou a rede das “Hermanas” para ampliar a vantagem.

Na segunda etapa, o time argentino conseguiu se sobrepor e marcou seu segundo, mas não foi o suficiente para tirar o título do Brasil.

Campanha do título

A Amarelinha fez campanha invicta no torneio continental. Cinco vitórias e um empate, 21 gols marcados e apenas seis sofridos. 

Com mais essa conquista, o Brasil segue sendo o maior vencedor da competição.

São seis títulos: 2010, 2012, 2018, 2022, 2024 e 2026. Paraguai e Colômbia já ergueram o troféu do Sul-Americano uma vez. Já a Venezuela é bicampeã do torneio.

A classificação para a final do Sul-Americano já havia garantido a Seleção na Copa do Mundo Feminina Sub-17 deste ano, em Marrocos entre outubro e novembro.

Queda

João Fonseca lamenta oportunidades perdidas contra sérvio: 'Ele ficou mais solto e cresceu'

Após vencer o primeiro set, brasileiro não conseguiu aproveitar a instabilidade emocional do adversário

09/05/2026 23h00

João Fonseca

João Fonseca Foto: X/Reprodução

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Eliminado na estreia do Roma Open, o brasileiro João Fonseca lamentou oportunidades desperdiçadas diante do sérvio Hamad Medjedovic neste sábado. Após vencer o primeiro set, o brasileiro não conseguiu aproveitar a instabilidade emocional do adversário, que chegou a quebrar a raquete, e levou a virada.

Eliminado na estreia do Roma Open, o brasileiro João Fonseca lamentou oportunidades desperdiçadas diante do sérvio Hamad Medjedovic neste sábado. Após vencer o primeiro set, o brasileiro não conseguiu aproveitar a instabilidade emocional do adversário, que chegou a quebrar a raquete, e levou a virada.

O segundo set parecia favorável ao brasileiro até que, no oitavo game, Medjedovic buscou a quebra e chegou a 5/3 no placar. "Nas oportunidades eu tive de fazer meu saque, ele me fez jogar o ponto. Botou duas devoluções bem, depois errei duas direitas", afirmou Fonseca à ESPN.

"São oportunidades que não posso perder, ainda mais no momento em que eu estava melhor na partida", completou o brasileiro, que agora acumula duas derrotas consecutivas.

"O 'se' não existe, mas se eu fizesse meu saque, ele poderia ficar mais pressionado", disse Fonseca, que cumprimentou o sérvio de maneira fria ao final da partida. Durante o confronto, o brasileiro apontou que o adversário atrapalhou um de seus saques.

"É isso que me machuca tanto. Eu poderia fazer ele pensar um pouco mais e ter ganho a partida", disse ele sobre ter desperdiçado as oportunidades. "Foi um momento que ele ficou mais solto e cresceu na partida."

Após um vitória por WO em Madri seguida por duas eliminações seguidas, João Fonseca agora se prepara para a disputa de Roland Garros, a partir de 24 de maio.

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