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Qatar ou Catar? Leia mais sobre a grafia do país que sedia a Copa do Mundo

A forma de escrever o nome do país pode causar dúvidas

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Começa neste domingo a Copa do Mundo do... Qatar? Catar? Gatar?

À espera do início das partidas, torcedores e comentaristas estão tentando decidir como escrever e pronunciar o nome do país que sedia o evento, realizado de 20 de novembro a 18 de dezembro.

Alguns, como é o caso desta Folha de S.Paulo, optam pela grafia Qatar com Q de "quibe". Outros preferem Catar com C de "coalhada".

Há também quem diga a palavra em voz alta com um G de "grão-de-bico". Mas quem é que está certo?

De certa maneira, todos estão certos e errados. Essas grafias são tentativas de transliteração -ou seja, de adaptar letras de um alfabeto a um outro. Como há um bocado de letras e sons em árabe que não têm nenhum equivalente no português, esse processo é bem árduo.

No caso do país que sedia a Copa, o grande problema está na primeira letra. O nome começa com um som que os linguistas chamam de "oclusiva uvular surda". É como se fosse um Q de "queijo", só que produzido mais atrás na garganta, com mais força. No alfabeto fonético, esse som é representado pelo Q mesmo.

Por isso a grafia mais técnica é essa: Qatar. É inclusive o que recomenda o Manual de Redação da Folha de S.Paulo, na página 251. O Q tem essa vantagem de diferenciar um som mais gutural do C que a gente usa em português em palavras como "cabelo" e "carro".

Mas isso não quer dizer que Catar está errado. É apenas uma outra solução para um problema que é sempre insolúvel.

Quem está interessado em aprender a pronúncia do nome em árabe vai precisar se esforçar um pouquinho mais. O Q não é o único desafio. O T da segunda sílaba de Qatar é também mais enfático do que o do português.

De novo, o som sai mais do fundo da garganta, com mais esforço. Já o R é mais fácil, porque parece o da palavra em português "cantar". A sílaba tônica é a primeira. Ou seja: QAtar e não qaTAR.

Só isso? Não. Até agora, este Orientalíssimo blog estava tratando da pronúncia da palavra Qatar no árabe padrão. Só que, no dialeto do próprio Qatar, o nome é dito de outro jeito. O Q vira G e o A pende ao I. Ou seja, fica parecido com Gatar ou Guitar.

É complicado mesmo. Quem estiver curioso pode dar uma olhada no vídeo abaixo, que explica - infelizmente, só em inglês - essas variações de pronúncia.

Garantido

Ancelotti garante Neymar na Copa e descarta corte por lesão

Treinador disse que santista jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita

30/05/2026 23h00

Ancelotti

Ancelotti Divulgação

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Carlo Ancelotti confirmou que Neymar continuará integrado ao grupo da seleção brasileira e jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita, que o tirou de campo nos primeiros dias de trabalho para a competição em Teresópolis (RJ).

O treinador italiano afirmou que levou Neymar por uma decisão técnica e que vai esperar sua recuperação, sem possibilidade de corte. A previsão é que ele possa estar em campo em duas ou três semanas, o que significaria estar pronto para enfrentar o Haiti, no dia 19 de junho, na segunda partida pelo Grupo C.

"Acreditamos que ele vai se recuperar o mais rápido possível. Está trabalhando bem, está motivado e tem condições de evoluir rapidamente. Para ser claro, ele permanecerá conosco durante esse período de recuperação. A expectativa é que esteja disponível o quanto antes. Talvez não para o primeiro jogo, mas acreditamos que poderá se recuperar para a segunda partida. Não temos dúvidas sobre isso", disse Ancelotti em entrevista neste sábado, 30, na Granja Comary.

"Os 26 escolhidos para a Copa são esses. Neymar teve esse pequeno problema, mas está trabalhando muito bem individualmente para estar pronto o mais rápido possível", afirmou o treinador.

Perguntado se chamaria Neymar no dia 18 de maio, quando divulgou a lista de 26 convocados, caso soubesse que a lesão na panturrilha direita era de grau 2, portanto, mais grave do que o imaginado,, Ancelotti fez uma brincadeira:

"Na Itália falamos que, se minha avó fosse uma roda, seria um carro. O 'se' não existe. Neymar está entre os 26 por uma decisão nossa", afirmou.

Neymar monopolizou boa parte da entrevista. Lembraram Ancelotti de que ele disse várias vezes que só levaria à Copa jogadores que estivessem 100% fisicamente. O treinador afirmou que acredita que o camisa 10 do Santos estará bem durante o Mundial

"Talvez, em março, eu não tenha me expressado bem. A ideia era que ele pudesse estar totalmente recuperado durante a competição Infelizmente, por azar, isso não aconteceu com alguns jogadores É o caso de Éder Militão, Rodrygo e Estêvão, que não conseguiram chegar à Copa em plenas condições físicas."

A convocação para a Copa foi a primeira de Neymar na era Ancelotti e, portanto, marca o primeiro contato do treinador com o atacante dentro do ambiente da seleção.

"Creio que Neymar é muito querido e respeitado por todos. É um jogador muito amado pelos companheiros. Conversamos com ele sobre tudo, principalmente sobre a importância que pode ter neste momento. Ele entendeu muito bem qual é o seu papel nesta Copa do Mundo", disse Ancelotti.

"Acredito que, a cada dia, ele está trabalhando da melhor forma possível para estar pronto e disponível. Além da questão física, sua presença é importante para o ambiente do grupo. É um jogador que compreende bem a função que tem dentro da equipe neste momento", completou.

Antes da convocação, Ancelotti e o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, ligaram para o jogador para explicar que, num primeiro momento, ele seria reserva e para saber se aceitaria essa condição. A resposta foi positiva.

Neste domingo, sem Neymar, o Brasil enfrenta o Panamá, no Maracanã, no amistoso de despedida da seleção brasileira antes da viagem para a Copa do Mundo. Ancelotti confirmou que a equipe vai entrar em campo com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha. O treinador disse que utilizará todos os demais jogadores, com mudanças no segundo tempo.

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Carlo Ancelotti confirmou que Neymar continuará integrado ao grupo da seleção brasileira e jogará a Copa do Mundo de 2026, independentemente da lesão na panturrilha direita, que o tirou de campo nos primeiros dias de trabalho para a competição em Teresópolis (RJ).

O treinador italiano afirmou que levou Neymar por uma decisão técnica e que vai esperar sua recuperação, sem possibilidade de corte. A previsão é que ele possa estar em campo em duas ou três semanas, o que significaria estar pronto para enfrentar o Haiti, no dia 19 de junho, na segunda partida pelo Grupo C.

"Acreditamos que ele vai se recuperar o mais rápido possível. Está trabalhando bem, está motivado e tem condições de evoluir rapidamente. Para ser claro, ele permanecerá conosco durante esse período de recuperação. A expectativa é que esteja disponível o quanto antes. Talvez não para o primeiro jogo, mas acreditamos que poderá se recuperar para a segunda partida. Não temos dúvidas sobre isso", disse Ancelotti em entrevista neste sábado, 30, na Granja Comary.

"Os 26 escolhidos para a Copa são esses. Neymar teve esse pequeno problema, mas está trabalhando muito bem individualmente para estar pronto o mais rápido possível", afirmou o treinador.

Perguntado se chamaria Neymar no dia 18 de maio, quando divulgou a lista de 26 convocados, caso soubesse que a lesão na panturrilha direita era de grau 2, portanto, mais grave do que o imaginado,, Ancelotti fez uma brincadeira:

"Na Itália falamos que, se minha avó fosse uma roda, seria um carro. O 'se' não existe. Neymar está entre os 26 por uma decisão nossa", afirmou.

Neymar monopolizou boa parte da entrevista. Lembraram Ancelotti de que ele disse várias vezes que só levaria à Copa jogadores que estivessem 100% fisicamente. O treinador afirmou que acredita que o camisa 10 do Santos estará bem durante o Mundial

"Talvez, em março, eu não tenha me expressado bem. A ideia era que ele pudesse estar totalmente recuperado durante a competição Infelizmente, por azar, isso não aconteceu com alguns jogadores É o caso de Éder Militão, Rodrygo e Estêvão, que não conseguiram chegar à Copa em plenas condições físicas."

A convocação para a Copa foi a primeira de Neymar na era Ancelotti e, portanto, marca o primeiro contato do treinador com o atacante dentro do ambiente da seleção.

"Creio que Neymar é muito querido e respeitado por todos. É um jogador muito amado pelos companheiros. Conversamos com ele sobre tudo, principalmente sobre a importância que pode ter neste momento. Ele entendeu muito bem qual é o seu papel nesta Copa do Mundo", disse Ancelotti.

"Acredito que, a cada dia, ele está trabalhando da melhor forma possível para estar pronto e disponível. Além da questão física, sua presença é importante para o ambiente do grupo. É um jogador que compreende bem a função que tem dentro da equipe neste momento", completou.

Antes da convocação, Ancelotti e o diretor de seleções da CBF, Rodrigo Caetano, ligaram para o jogador para explicar que, num primeiro momento, ele seria reserva e para saber se aceitaria essa condição. A resposta foi positiva.

Neste domingo, sem Neymar, o Brasil enfrenta o Panamá, no Maracanã, no amistoso de despedida da seleção brasileira antes da viagem para a Copa do Mundo. Ancelotti confirmou que a equipe vai entrar em campo com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha. O treinador disse que utilizará todos os demais jogadores, com mudanças no segundo tempo.

Outra vez!

Nos pênaltis, PSG derrota o Arsenal e conquista o bicampeonato da Champions League

Brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal

30/05/2026 15h30

Brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal,

Brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal, Foto: Getty Images

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Após empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, o Paris Saint-Germain se tornou a segunda equipe a revalidar o título na era Champions League ao vencer o Arsenal nos pênaltis por 4 a 3 após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, neste sábado na Puskas Arena, em Budapeste.

O brasileiro Gabriel Magalhães perdeu o último pênalti do Arsenal, que definiu o bicampeonato dos franceses. O clube parisiense repetiu o feito do Real Madrid de 2017, que foi o primeiro a conquistar dois títulos consecutivos da Champions - no ano seguinte, o Real somou mais uma Orelhuda a sua coleção.

O PSG chegou ao bicampeonato embalado por uma campanha dominante no mata-mata. Os franceses marcaram 45 gols na competição na temporada, com 19 deles saindo nas fases decisivas, nas quais eliminaram os gigantes Chelsea, Liverpool e Bayern de Munique e superaram o Arsenal.

Liderado por Luis Enrique, que chegou ao terceiro título da competição, o PSG está invicto há 12 jogos de mata-mata e passou na final pelo único time invicto na Champions. O time do técnico Mikel Arteta havia sofrido até a final apenas seis gols e ficou 9 dos 14 jogos sem ser vazado. Se mantivesse a escrita, conquistaria o título inédito, já que saiu na frente em Budapeste.

Arteta iniciou a decisão com o alemão Kai Havertz no lugar do sueco Viktor Gyökeres no ataque, e a aposta funcionou logo no início do jogo. Autor do gol do título do Chelsea na vitória por 1 a 0 na final da Champions de 2021 contra o Manchester City, Havertz abriu o placar aos 6 minutos do primeiro tempo.

Em uma jogada próxima à linha do meio campo, o brasileiro Marquinhos tentou afastar uma bola que explodiu em Trossard e sobrou para o atacante alemão. Ele disparou pela esquerda, invadiu a área e disparou um chute forte e preciso, quase sem ângulo. A bola passou por cima do goleiro Safonov.

Em vantagem no placar, o Arsenal soube preencher os espaços e dificultou muito as criações ofensivas do Paris Saint-Germain, que tinha muito mais posse de bola (cerca de 80%) e até conseguia finalizar, mas sem qualidade para superar o goleiro Raya no primeiro tempo.

Os times voltaram sem alterações para a segunda etapa. Neutralizado no primeiro tempo, o PSG precisa de mais velocidade para desestabilizar o efetivo esquema defensivo rival ou mais brilho de suas estrelas. Apagado na decisão até então, o georgiano Kvaratskhelia sofreu pênalti aos 17 minutos. Após uma tabela com Dembélé, ele foi derrubado com uma falta por trás de Mosquera. Dembélé cobrou forte e rasteiro no canto direito de Raya, que pulou para o lado errado, e empatou.

Logo após o gol, Arteta mexeu no Arsenal e colocou Jurrien Timber e Gyökeres nos lugares de Mosquera, pendurado com cartão amarelo no começo do segundo tempo, e Odegaard. Havertz foi recuado para o meio-campo. O time francês cresceu no jogo.

Aos 32, Kvaratskhelia apareceu novamente com perigo para a defesa do Arsenal. Ele partiu em velocidade pela esquerda e conseguiu a finalização, que desviou em Lewis-Skelly e bateu na trave. O georgiano, visivelmente cansado, foi substituído aos 38 por Barcola. Poucos momentos antes, Gabriel Martinelli e Madueke entraram no lugar de Trossard e Saka no Arsenal.

O time francês desperdiçou uma ótima chance de definir o duelo nos 90 minutos, quando Vitinha finalizou, de fora da área, por cima do gol de Raya, aos 43. Já nos acréscimos, Dembélé mancava demonstrando desconforto na perna direita e feoi substituído por Gonçalo Ramos. No último lance do tempo regulamentar, Barcola puxou o contra-ataque pela esquerda e finalizou para fora.

Na prorrogação, o Arsenal colocou Eze e Zubimendi nos lugares de Havertz e Lewis-Skelly e conseguiu seus primeiros escanteios na partida. O PSG, com continua com mais volume de jogo, mas o Arsenal conseguia algum perigo. No final do primeiro tempo da prorrogação, Madueke passou por Nuno Mendes e pareceu ser derrubado dentro da área. Apesar das reclamações do Arsenal, o pênalti não foi marcado.

O segundo tempo da prorrogação deixou nítido os jogadores esgotados fisicamente. Os dois times chegaram a finalizar, mas os atletas pareciam mais receosos em cometer algum erro do que de buscar o gol para definir o título.

Na disputa de pênaltis, Gonçalo Ramos, Doue, Hakimi e Beraldo marcaram para o PSG, com Nuno Mendes desperdiçando. Gyökeres, Declan Rice, Gabriel Martinelli fizeram para o Arsenal. Èze e Gabriel Magalhães erraram suas cobranças.

FICHA TÉCNICA

PARIS SAINT-GERMAIN 1 (4) X (3) 1 ARSENAL

PARIS SAINT-GERMAIN - Safonov; Hakimi, Marquinhos (Zabarnyi), Pacho e Nuno Mendes; Fabian Ruiz (Zaire-Emery), Vitinha (Beraldo) e João Neves; Doue, Dembélé (Gonçalo Ramos) e Kvaratskhelia (Barcola). Técnico: Luis Enrique.

ARSENAL - Raya; Mosquera (Timber), Saliba, Gabriel e Hincapie; Odegaard (Gyökeres), Rice e Lewis-Skelly (Zubimendi); Saka (Mandueke), Havertz (Eze) e Trossard (Gabriel Martinelli). Técnico: Mikel Arteta.

GOLS - Havertz, aos 6 do primeiro tempo, e Dembélé, aos 20 do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Mosquera, Saka e Declarn Rice (Arsenal); João Neves e Nuno Mendes (PSG).

ÁRBITRO - Daniel Siebert (ALE).

LOCAL: Puskas Arena, em Budapeste (Hungria).

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