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Raphael Veiga deixa o Palmeiras com coleção de títulos e status de ídolo apesar de declínio

Ao todo, ele disputou 384 partidas e anotou 109 gols

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Raphael Veiga não jogará mais pelo Palmeiras na sequência da temporada. O meia de 30 anos foi anunciado pelo América, do México, cedido por empréstimo de um ano.

Veiga marcou seu nome na história do clube alviverde nas últimas sete temporadas. Ao todo, ele disputou 384 partidas e anotou 109 gols, se colocando no posto de maior artilheiro do time no século.

O meia foi contratado pelo Palmeiras em 2017, junto ao Coritiba, equipe que o revelou. Na época, quem acertou a sua chegada foi o executivo de futebol Alexandre Mattos, hoje no Santos.

No ano seguinte, Veiga foi emprestado ao Athletico-PR, onde teve uma temporada de destaque. Ele contribuiu com nove gols e oito assistências no título da Copa Sul-Americana de 2018.

ANOS DE DESTAQUE E MUITOS TÍTULOS PELO PALMEIRAS

No retorno do empréstimo, Raphael Veiga não obteve tanto espaço entre os titulares sob o comando de Felipão, Mano Menezes e Vanderlei Luxemburgo. Porém, depois da chegada de Abel Ferreira, o jogador começou a deslanchar no time paulista.

Pouco tempo depois do início da trajetória do técnico português, Veiga foi titular nas finais da Libertadores, contra o Santos, e da Copa do Brasil, diante do Grêmio. Frente aos gaúchos, inclusive, ele anotou duas assistências que ajudaram no título do Palmeiras.

Em 2021, o meia marcou 18 gols na temporada, balançando as redes na decisão da Libertadores, diante do Flamengo. Na sequência, Veiga anotou 19 tentos em 2022 e alcançou a marca de 34 participações diretas a gol no ano seguinte.

Considerado ídolo da torcida palmeirense, Raphael Veiga conquistou um total de 11 títulos: duas Libertadores, dois Campeonatos Brasileiros, uma Copa do Brasil, uma Recopa Sul-Americana, uma Supercopa Rei e quatro Estaduais.

Diferentemente de temporadas anteriores, Raphael Veiga teve um declínio em 2025, muito impactado por lesões. Ele finalizou o ano com sete gols marcados, sua pior marca desde 2019.

EMPRÉSTIMO AO AMÉRICA

Após uma temporada abaixo do seu padrão com a camisa alviverde, Raphael Veiga optou por deixar a equipe rumo ao futebol mexicano, sua primeira experiência no exterior.

Depois do período de um ano de empréstimo, o América terá a opção de comprar o atleta em definitivo por um valor definido no contrato a partir de metas traçadas. Ele tem contrato com o Palmeiras até dezembro de 2028.

Segundo apurou o Estadão, Veiga acredita que uma mudança de rumo seja positivo para a sua carreira neste momento. Ele considera a liga mexicana competitiva e vê no América a chance de recuperar o seu bom futebol.

Fortalecimento

Com hino e nova campanha, time pantaneiro aposta em identidade regional para ampliar vôlei em MS

Equipe lançou uma campanha de fortalecimento institucional para a temporada 2026

18/05/2026 15h46

Time pantaneiro aposta em identidade regional para ampliar apoio

Time pantaneiro aposta em identidade regional para ampliar apoio Foto: Divulgação

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A equipe masculina de voleibol Pantanal God’s, que representa Corumbá e Ladário em competições estaduais e regionais, lançou uma campanha de fortalecimento institucional para a temporada 2026. A principal ação é a criação de um hino oficial, desenvolvido para acompanhar o time nas competições e ações de divulgação, além de reforçar a identidade regional ligada ao Pantanal e à onça-pintada.

A iniciativa ocorre em meio à sequência de resultados obtidos pela equipe nos últimos anos, o que inclui o bicampeonato da fase regional da Liga MS de Vôlei e títulos em torneios realizados em cidades do interior, como Jardim e Aquidauana, além de competições disputadas na Bolívia.

A partir deste ano, o projeto também passa a contar com parceria da Associação Integra Pantanal (Assinp), que deve atuar nas ações de mobilização e divulgação da equipe durante a temporada.

Segundo os organizadores, a campanha busca ampliar o vínculo com moradores da região para atrair patrocinadores e aumentar o engajamento da torcida para as etapas decisivas da Liga MS deste ano.

A letra e a melodia do hino fazem referência ao Pantanal e ao conceito de “vôlei de fronteira”, expressão utilizada pela equipe para destacar a representação esportiva da região. A composição também cita a onça-pintada, animal símbolo do bioma pantaneiro e estampado no uniforme do time.

Considerada o maior felino das Américas, a onça foi incorporada à identidade visual do projeto como representação de força, resistência, coragem e intensidade, características associadas pelos integrantes ao desempenho dos atletas em quadra.

Responsável pelo projeto e atleta da equipe, Leonardo Cabral afirmou que o hino busca consolidar a identidade do Pantanal God’s dentro e fora das quadras.

“O Pantanal God’s não é só um time, é a representação de duas cidades que respiram esporte. Ter uma trilha sonora própria eleva o patamar profissional do projeto e fortalece a torcida”, disse.

Além da disputa esportiva, o grupo mantém ações de arrecadação para custear viagens, inscrições e estrutura da equipe. Atualmente, o projeto é mantido por meio de associativismo, rifas colaborativas, venda de camisetas oficiais e apoio de colaboradores.

O hino oficial será utilizado na abertura das transmissões digitais da equipe, em conteúdos publicados nas redes sociais e na entrada dos atletas em quadra durante partidas estaduais, incluindo jogos no Ginásio Guanandizão, em Campo Grande.

Serviço

A música está disponível na página oficial do Pantanal God’s no Facebook, onde também são divulgados os cronogramas de treinos e jogos da temporada.

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futebol

Como a IA Convocaria a seleção Brasileira para a Copa do Mundo 2026

A IA sugere uma formação tática que privilegia a posse de bola, a pressão pós-perda e a capacidade de desequilíbrio individual

18/05/2026 14h10

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Uma análise fria e precisa dos talentos brasileiros

Em um cenário onde a tecnologia avança a passos largos, a inteligência artificial (IA) surge como uma ferramenta capaz de revolucionar diversas áreas, inclusive o futebol.

Ao invés de paixões e preferências pessoais, a IA baseia suas decisões em dados concretos, estatísticas de desempenho e projeções táticas.

Com isso em mente, propusemos à IA a tarefa de convocar a Seleção Brasileira para a próxima Copa do Mundo, considerando apenas jogadores brasileiros e nacionalizados que se destacaram nas temporadas 2024/25 e 2025/26.

Critérios rigorosos para uma convocação impecável

A IA utilizou um conjunto de critérios rigorosos para montar a lista final. Foram analisadas métricas avançadas de desempenho, como notas médias em plataformas especializadas (Sofascore, WhoScored), participações diretas em gols (gols e assistências), consistência defensiva, capacidade de criação de chances, e o impacto tático dos atletas em ligas de alto nível, tanto na Europa quanto no Brasil.

A prioridade foi dada a jogadores que demonstraram alta regularidade e que se encaixam em um modelo de jogo moderno, caracterizado por transições rápidas, pressão alta e criatividade no terço final do campo.

Os Escolhidos: uma mistura de experiência e juventude promissora

A convocação da IA revela uma equipe equilibrada, com a solidez de nomes já consagrados e a efervescência de jovens talentos que despontam no cenário mundial. A lista final de 23 jogadores é a seguinte:

 

A Formação Ideal: 4-3-3 com Dinamismo e Pressão

A IA sugere uma formação tática que privilegia a posse de bola, a pressão pós-perda e a capacidade de desequilíbrio individual. A escalação titular ideal, em um 4-3-3, seria:

  •  Goleiro: Alisson
  •  Defesa: Yan Couto, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Guilherme Arana
  •  Meio-Campo: Bruno Guimarães, Douglas Luiz, Lucas Paquetá
  •  Ataque: Raphinha, Vinícius Jr, Rodrygo (atuando como um falso 9 ou flutuando pelas pontas)

Essa formação busca explorar a velocidade e o drible de Vinícius Jr e Raphinha, a capacidade de criação de Paquetá e Douglas Luiz, e a solidez defensiva de Bruno Guimarães e da linha de zaga. A presença de Rodrygo oferece versatilidade, podendo atuar em diversas posições no ataque.

O Veredito da IA: Um Time para o Futuro

A convocação da IA reflete uma abordagem pragmática e orientada por dados, focando no momento técnico e na saúde física dos atletas.

A ausência de jogadores naturalizados de grande destaque (como Rodrigo Garro, que optou por não se naturalizar brasileiro) demonstra que a base de talentos natos do Brasil ainda é vasta e suficiente para formar um elenco de elite mundial.

Este é um time que, na teoria da IA, estaria pronto para competir em alto nível na Copa do Mundo, combinando experiência, juventude e um futebol dinâmico e ofensivo.

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