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Santos vê risco de rebaixamento para a Série B chegar em quase 60% após derrota para o Flamengo

Vojvoda pediu apoio dos torcedores do Santos na luta contra o rebaixamento

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O Santos continua em situação difícil no Campeonato Brasileiro e com o risco de queda cada vez maior. No último domingo, o time de Juan Pablo Vojvoda perdeu para o Flamengo por 3 a 2, no estádio do Maracanã. Com o revés, permaneceu na zona de rebaixamento, na 17ª sétima posição, com 33 pontos. A primeira equipe fora da degola é o Vitória, que soma 35, mas tem um jogo a mais.

De acordo com o Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o risco de queda do Santos para a Série B do Campeonato Brasileiro é de 59,4%. Antes da derrota para o Flamengo, a probabilidade era de 50,5%.

Os outros integrantes da zona de rebaixamento são: Juventude (18º com 32 pontos), Fortaleza (19º, com 30), e Sport (lanterna, com 17 pontos). Assim como o Santos, Fortaleza e Sport possuem uma partida a menos.

O Santos ainda tem seis jogos para realizar no Campeonato Brasileiro. O time de Juan Pablo Vojvoda encara: Palmeiras (casa), Mirassol (casa), Internacional (fora), Sport (casa), Juventude (fora) e Cruzeiro (casa).

Vojvoda pediu apoio dos torcedores do Santos na luta contra o rebaixamento. "Quando termina o jogo, eles vão avaliar, ver se fizemos um bom jogo, se não, mas durante o jogo eu quero esse torcedor da Vila que leve a gente para frente. Esse torcedor que eu quando vinha jogar e era visitante eu sentia o torcedor e dizia: 'Na Vila é complicado'. Então eu quero esse torcedor. Depois, o torcedor tem todo o direito de avaliar como respondeu o time. Estamos em um momento que temos que estar juntos, um momento que precisamos do torcedor, os jogadores precisam dos torcedores, e preciso também deles", afirmou o treinador.

RISCO DE REBAIXAMENTO SEGUNDO A UFMG:

SPORT - 100%

Fortaleza - 92,6%

Juventude - 76,8%

Santos - 59,4%

Vitória - 51,9%

Internacional - 16,9%

Grêmio - 1,7%

Ceará - 0,19%

Corinthians - 0,19%

Red Bull Bragantino - 0,18%

Vasco - 0,15%

Atlético-MG - 0,009%

São Paulo - 0,001%

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crise

Assembleia Geral pode ser convocada para avaliar destituição de Infantino na Fifa

A insatisfação começou com as suspeitas de interferência durante o último mundial, com a revogação do cartão vermelho de Folarin Balogun

02/08/2026 23h00

Foto: Fifa

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A crise em torno do presidente da Fifa, Gianni Infantino, pode ganhar novos desdobramentos em breve. O jornal britânicoThe Guardian apontou que existem movimentações para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para avaliar a destituição do mandatário do cargo máximo da entidade.

O portal revelou que o plano para a realização da assembleia estava em andamento antes mesmo da tentativa de criar a Fifa Forward Enterprise (FFE), projeto que previa abrir os direitos comerciais da entidade para aporte de investidores privados nas principais competições da Fifa, como a Copa do Mundo.

A insatisfação começou com as suspeitas de interferência durante o último mundial, com a revogação do cartão vermelho de Folarin Balogun. Na época, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter telefonado para Infantino para pedir a anulação da punição ao atacante, que até então era um dos principais jogadores da seleção norte-americana no torneio.

O Conselho da Fifa é formado por 28 representantes das seis confederações, oito vice-presidentes e Gianni Infantino. O órgão é responsável pela tomada de decisões da entidade. Segundo as regras da Fifa, é necessário uma moção de 50% ou 19 dos 37 membros para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária.

Os rumores apontam que os dirigentes insatisfeitos com a presidência de Infantino chegavam a dois dígitos antes da polêmica. O The Guardian informou que os membros planejavam pedir a renúncia de Infantino caso ele recusasse abrir uma investigação independente sobre o caso Balogun.

Essa é considerada a maior derrota de Infantino desde que assumiu a presidência da entidade máxima do futebol em 2016. Uefa, Concacaf e a Confederação Asiática de Futebol (AFC) se posicionaram contra a decisão do mandatário. Além de outros envolvidos, como o Real Madrid, considerado o maior clube do mundo, que comemorou o recuo da entidade em relação ao projeto Fifa Forward Enterprise.

Vale destacar que dos 37 membros do conselho, 14 são da Europa e América do Norte. Ainda seria necessário o apoio de outras partes envolvidas para convocar a Assembleia Geral Extraordinária. Responsável pelo futebol sul-americano, a Conmebol não tomou um posicionamento claro e solicitou mais informações sobre o polêmico projeto.

Gancho

Fernando Diniz, do Corinthians, é denunciado pelo STJD e pode pegar três jogos de suspensão

Comandante alvinegro foi enquadrado no artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva

01/08/2026 23h00

Foto: Divulgação

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O técnico Fernando Diniz pode virar desfalque do Corinthians nas próximas rodadas do Campeonato Brasileiro. A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o treinador pelo episódio envolvendo o volante Jadson, do Athletico-PR, durante o empate sem gols entre as equipes, na última quinta-feira, na Neo Química Arena, pela 21ª rodada da competição.

O comandante alvinegro foi enquadrado no artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata da prática de "ato desleal ou hostil durante a partida". A pena prevista varia de uma a três partidas de suspensão.

A denúncia tem como base a confusão registrada ainda no primeiro tempo do confronto. Durante o desentendimento entre jogadores, Jadson se aproximou de Fernando Diniz, que reagiu dando um tapa na mão do volante. O lance foi rapidamente contido pelo quarto árbitro, mas o treinador recebeu cartão amarelo ainda durante a partida.

Na súmula, o árbitro Paulo Cesar Zanovelli justificou a advertência ao técnico do Corinthians por "atuar de maneira a mostrar desrespeito ao jogo" ao empurrar o adversário com a bola fora de disputa. O relato foi utilizado pela Procuradoria do STJD como fundamento para oferecer a denúncia.

O julgamento de Fernando Diniz está marcado para a próxima terça-feira. Até lá, o treinador segue apto para comandar normalmente o Corinthians. Caso seja condenado, a suspensão passará a valer nas próximas partidas do Campeonato Brasileiro, desfalcando a equipe na sequência da competição.

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