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PALMEIRAS

Valdivia tem fase mais ativa desde retorno

Valdivia tem fase mais ativa desde retorno

FOLHAPRESS

01/03/2014 - 12h00
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Desde seu retorno ao Brasil, em 2010, Valdivia nunca foi tão artilheiro e assíduo pelo Palmeiras quanto nesta temporada.

Com o gol anotado diante do São Bernardo, anteontem, o chileno chegou a quatro gols no ano em sete jogos. Em 2010, o camisa 10 foi às redes seis vezes, mas obteve o número em 32 jogos.

Em 2013 e 2011, foram quatro gols. Em 2012, ano em que o clube foi rebaixado no Brasileiro, foram apenas três gols em 36 partidas.

O melhor desempenho de Valdivia como artilheiro tem a ver com uma mudança de posicionamento.

Desde sua chegada ao clube, o técnico Gilson Kleina vem insistindo para que Valdivia jogue mais dentro da área, mas próximo aos atacantes.

"Ele é a nossa cabeça pensante, mas precisa entender a importância de estar mais dentro da área, mais próximo do gol", explica. "Começamos isso com ele no ano passado e ele está entendendo o que estamos passando a ele", afirma Kleina.

Participativo

Com sete participações em onze jogos do Palmeiras na temporada, Valdivia, atualmente, vive sua fase mais ativa pelo clube desde o retorno ao Brasil, em 2010.

O meia tem, em 2014, índice de 63% de participação em jogos. A porcentagem é muito maior do que a do ano passado, quando ele atuou em 27 dos 67 jogos do time no ano participação de 40%.

Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo no início do mês, Valdivia credita esta fase mais participativa, e livre de lesões, ao trabalho que faz com o especialista em reabilitação física cubano José Amador, contratado pela seleção do Chile para ajudá-lo a se livrar de dores musculares.

Contudo, apesar do melhor desempenho, Valdivia ainda tem um grande déficit a recuperar no que diz respeito a participações em jogos do Palmeiras.

Desde a volta de Valdivia ao clube, o Palmeiras disputou 254 jogos. Valdivia esteve em apenas em 116 deles, chegando a apenas 47% de participação.
 

Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

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A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

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