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FORMULA 1

Verstappen vibra ao igualar recorde de Senna em Ímola e Pérez lamenta 11º lugar

O holandês alcançou o feito de Ayrton Senna de conquistar oito poles consecutivas

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Max Verstappen não conteve a emoção ao cravar a pole position no GP da Emilia-Romagna de Fórmula 1 neste sábado.

O holandês esteve mais vibrante do que o normal, e não à toa. Ele alcançou o feito de Ayrton Senna de oito poles consecutivas e nunca escondeu que o brasileiro é um de seus ídolos de infância, o que fez o dia ser ainda mais especial.

"É uma estatística muito especial, ainda mais considerando que recentemente completou 30 anos da morte de Ayrton Senna. Então estou feliz de ter a pole aqui, de qualquer forma, é uma boa memória de um cara excepcional principalmente em classificação. Então é um dia ótimo para mim e para a equipe, estou muito feliz", afirmou.

O holandês admitiu que enfrentou problemas nos treinos livres, mas viu as melhorias da Red Bull funcionarem no classificatório. "Um fim de semana muito difícil até agora, então estou muito feliz de estar na pole, não esperava isso. Fizemos algumas mudanças pouco antes da classificação e parece que isso melhorou muito o carro e eu consegui ir um pouco melhor. Essa pista é muito legal, sempre estamos no limite, peguei um pouco de brita no final. Ainda estou um pouco em êxtase, a adrenalina nessa pista é muito alta", completou.

Max Verstappen terá ao seu lado na primeira fila Oscar Piastri, que cravou o segundo melhor tempo do dia com o carro da McLaren. Lando Norris é o terceiro. Já Sérgio Pérez, companheiro de equipe do tricampeão mundial, sairá apenas do 11º lugar.

"Não tem sido, no geral, um bom fim de semana. Nós mexemos no carro inteiro. No Q1, saímos com um pneu novo e depois começamos o Q2 com compostos usados. Cometi um erro na chicane e perdi dois décimos que precisava para avançar ao Q3. Acho que fizemos um bom progresso com o carro, e o Max mostra bem isso, mas não tive uma chance de mostrar", disse o mexicano.

Os pilotos voltam às pistas neste domingo, às 10h, pelo horário de Brasília, para a corrida do GP da Emília-Romagna de Fórmula 1.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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