Os mais ricos do mundo

Enquanto Elon Musk tem patrimônio de R$ 4,68 trilhões, Jeff Bezos ganhou R$ 510 bilhões em 30 dias

Musk é a pessoa mais rica do mundo.

Jeff Bezos voltou ao segundo posto entre os bilionários do planeta depois que investidores privados elevaram o valor de mercado da Blue Origin, sua fabricante de foguetes, e da startup de inteligência artificial industrial Prometheus.

O salto levou seu patrimônio a US$ 370 bilhões (R$ 1,85 trilhão) à 0h de 1º de outubro, no horário do leste dos EUA, segundo a Forbes.

O avanço de cerca de US$ 102 bilhões (R$ 510 bilhões) em um mês tirou Larry Page do segundo lugar pela primeira vez desde maio de 2025. Cargo que o cofundador do Google ocupava havia dez meses seguidos.

Page caiu para o terceiro posto mesmo com ganho de US$ 8 bilhões (R$ 40 bilhões), alcançando US$ 286 bilhões (R$ 1,43 trilhão).

Elon Musk é a pessoa mais rica do mundo, posição que ocupa desde maio de 2024. Em junho, tornou-se o primeiro trilionário da história. No mês seguinte, sua fortuna caiu para menos de US$ 700 bilhões (R$ 3,5 trilhões), algo que não acontecia desde dezembro. Em agosto, porém, o patrimônio voltou a crescer e se aproximou dos US$ 900 bilhões (R$ 4,5 trilhões).

Mudanças no topo da lista

Sergey Brin, parceiro de Page na fundação do Google, recuou da quarta para a quinta posição, mesmo com acréscimo de cerca de US$ 7 bilhões (R$ 35 bilhões) em seu patrimônio, que agora soma US$ 263 bilhões (R$ 1,315 trilhão).

Michael Dell assumiu o posto de Brin, e seu patrimônio somou aproximadamente US$ 28 bilhões (R$ 140 bilhões) e chegou a US$ 268 bilhões (R$ 1,34 trilhão).

As ações da Dell Technologies subiram 18% com a procura crescente por servidores voltados à inteligência artificial. O que colocou brevemente o fundador da empresa como segundo colocado do ranking ainda em setembro. Apenas três integrantes do grupo dos dez maiores bilionários mantiveram exatamente a mesma colocação do mês anterior.

Zuckerberg e Musk seguem em alta

Mark Zuckerberg permaneceu no quinto posto, mas viu seu patrimônio crescer cerca de US$ 55 bilhões (R$ 275 bilhões), somando US$ 251 bilhões (R$ 1,255 trilhão). O impulso veio da valorização de 27% nos papéis da Meta, controladora do Facebook, puxada pelo lançamento do assistente de inteligência artificial Muse.

Esse valor supera o dobro do patrimônio de Bezos. No segundo lugar, e é mais de seis vezes o montante de Warren Buffett, que retornou à lista dos dez primeiros mesmo após perder US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões) no período.

Quedas na lista dos mais ricos

Buffett assumiu a vaga do magnata espanhol do setor de moda rápida Amancio Ortega, cujo montante recuou cerca de US$ 6 bilhões (R$ 30 bilhões), para US$ 141,8 bilhões (R$ 709 bilhões).

Larry Ellison foi o único outro nome do grupo a perder valor no mês. Com queda de aproximadamente US$ 13 bilhões (R$ 65 bilhões), e encerrou o período em US$ 179 bilhões (R$ 895 bilhões).

O recuo de 8% nas ações da Oracle fez Ellison cair da sétima para a oitava colocação entre os bilionários mais abastados. Juntos, os dez nomes do topo somam US$ 3,1 trilhões (R$ 15,5 trilhões), ante US$ 2,8 trilhões (R$ 14 trilhões) registrados um mês antes.

O que explica tamanha oscilação

Avaliações feitas por fundos e investidores privados em empresas ainda não listadas em bolsa, como a Blue Origin, costumam provocar saltos expressivos no patrimônio de seus donos. O mesmo vale para negócios ligados à inteligência artificial, setor que tem atraído aportes bilionários e inflado rapidamente o valor atribuído a startups do ramo, caso da Prometheus.

Oscilações do mercado acionário também pesam diretamente: altas ou quedas de poucos pontos percentuais nas ações da Dell Technologies. Da Meta, da SpaceX ou da Oracle bastam para mudar de lugar quem está entre os mais abastados do planeta. Por isso, a composição desse grupo seleto muda com frequência, mesmo sem qualquer evento concreto na vida pessoal dos bilionários envolvidos.

O retrato de outubro reforça como setores como aeroespacial, tecnologia e inteligência artificial concentram boa parte da riqueza global hoje.

A University of Pennsylvania, a University of Texas e a Harvard University, instituições historicamente associadas à formação de fundadores de grandes empresas de tecnologia. Seguem no centro do debate sobre como esse tipo de concentração patrimonial se forma e se mantém ao longo do tempo.

Realização

Neymar tinha um sonho inusitado na infância e, aos 34 anos, finalmente o realizou

Em entrevista à Revistaquem, o atacante do Santos explicou a história.

02/10/2026 13h13

Continue Lendo...

Uma lembrança de infância virou produto nas prateleiras: Neymar lançou a Futi, sua primeira linha de biscoitos colecionáveis, que combina futebol e nostalgia. A marca nasceu de um episódio simples vivido ao lado da mãe, Nadine Gonçalves, quando o craque ainda era menino na Baixada Santista.

Em entrevista à Revistaquem, o atacante do Santos explicou que a história ganhou uma versão diferente do que realmente aconteceu. Segundo ele, nunca houve um projeto de vida para montar uma fábrica, foi uma reação espontânea a uma vontade comum de criança.

O pedido simples que virou símbolo

Ele contou que, quando pequeno, pediu à mãe para comprar uma bolacha, e ela não tinha como atender o pedido naquele momento. Diante da tristeza da mãe, respondeu com uma frase que carregaria consigo pelo resto da vida: prometeu que um dia teriam dinheiro para comprar uma fábrica inteira do produto.

Para Neymar, a promessa era uma forma de aliviar o momento difícil sem preocupar Nadine. Com o tempo, porém, a frase de criança ganhou outro peso e se transformou numa lembrança de afeto e superação dentro da família.

Da memória afetiva ao produto nas prateleiras

A nova linha nasceu de uma parceria entre a NR Sports e a Biscoitê. Para Neymar, o projeto é mais do que um produto comercial. Ele descreveu a iniciativa como uma maneira de reconectar sua trajetória no esporte com fragmentos da própria infância.

O sabor e a identidade visual dos biscoitos foram inspirados em recordações pessoais, ligadas à experiência de reunir a família e se divertir. O pacote também traz miniaturas no estilo Lego que recriam o atacante com camisas de clubes, como o Barcelona, e da Seleção Brasileira.

Uma história que atravessa anos de carreira

Neymar já havia relembrado o episódio da bolacha em declarações anteriores. Em conversa com Casemiro Miguel, contou que a mãe se emocionou por não conseguir atender ao pedido e precisou priorizar outros alimentos naquele momento.

Na ocasião, Neymar garantiu à mãe que um dia teria recursos suficientes para comprar uma fábrica de bolacha. A promessa foi uma forma de consolá-la sem deixá-la preocupada com as limitações financeiras daquele momento. Anos depois, Neymar reconhece que o episódio ainda mexe com suas emoções sempre que é lembrado.

Neymar também associa essa história às visitas ao Instituto Neymar Jr., projeto social que mantém na Baixada Santista. Para o jogador, revisitar essa memória reforça o caminho percorrido desde a infância até o topo do futebol mundial.

Curiosidades

Países mais felizes têm uma curiosa ligação com gatos, aponta análise de 93 nações

Trabalhos anteriores já associavam animais de estimação à felicidade.

02/10/2026 12h44

Foto: HONG SON/Pexels

Continue Lendo...

Uma análise de 93 países encontrou uma associação entre a presença de gatos, a exposição ao parasita Toxoplasma gondii e a felicidade nacional. Embora a maioria das pessoas associe o bem-estar a fatores econômicos e de saúde, os pesquisadores identificaram padrões que relacionam animais de estimação e infecções parasitárias à satisfação dos cidadãos.

A análise partiu de uma observação simples: se gatos reduzem a solidão e o estresse dos indivíduos, nações com mais felinos também poderiam ter populações mais felizes. Ao mesmo tempo, como o Toxoplasma gondii usa gatos para se reproduzir e se dissemina pelo ambiente, a infecção poderia seguir na direção oposta à felicidade.

Gatos e parasitas na vida das nações

Trabalhos anteriores já associavam animais de estimação à redução da solidão, ao menor estresse e à melhora do humor. Os gatos, contudo, têm um papel específico no ciclo de vida do Toxoplasma gondii: o parasita se multiplica nesses animais e chega ao ambiente pelas fezes.

Humanos podem se infectar ao consumir carne contaminada mal cozida ou pelo contato com fezes de gatos.

Na maioria das pessoas saudáveis, a infecção não provoca sintomas óbvios. Estudos anteriores, porém, associaram a exposição ao parasita a mudanças no humor, no comportamento e na saúde mental. A análise investigou, então, se nações com mais gatos poderiam ser mais felizes, enquanto a exposição ao parasita seguiria na direção oposta.

O que a comparação entre 93 Países revelou

Os pesquisadores cruzaram dados de 93 nações sobre felicidade, densidade de gatos, renda, PIB per capita, gastos com saúde e exposição ao Toxoplasma gondii. Para comparar países de tamanhos diferentes, calcularam o número de gatos por 10 mil pessoas. Os escores de felicidade vieram de médias referentes ao período de 2022 a 2024.

A exposição ao parasita foi medida por meio de anticorpos identificados em gestantes, um indicador indireto disponível de forma consistente nos 93 países estudados. Os pesquisadores usaram anticorpos IgM para identificar infecções recentes e anticorpos IgG para indicar infecções passadas, que podem resultar em uma infecção mais duradoura e inativa.

Mais gatos, maior felicidade; mais parasita, menos

Os resultados apontaram em duas direções opostas: nações com mais gatos por habitante tenderam a apresentar níveis mais altos de felicidade. Já os países com maior exposição ao Toxoplasma gondii tenderam a apresentar níveis mais baixos de satisfação.

A equipe, liderada por pesquisadores do México e de instituições internacionais, ressaltou que esses padrões aparecem no nível dos países e não comprovam o que ocorre com proprietários individuais de gatos.

"O que descobrimos é que Países com mais gatos tenderam a relatar maiores níveis de felicidade, enquanto Países com maior exposição ao Toxoplasma gondii tenderam a relatar menores níveis de felicidade," afirmaram os autores em comunicação à Earth. "Claro, essas são associações no nível de país, então não podemos dizer que ter mais gatos deixa as pessoas mais felizes ou que Toxoplasma deixa as pessoas menos felizes, mas os padrões são interessantes o suficiente para merecer investigação adicional."

Riqueza como fator explicativo

A análise também encontrou uma relação entre a presença de gatos e a riqueza: países com mais gatos por pessoa tenderam a ter renda mais alta. Maior PIB per capita e gastos maiores com saúde, e nações mais ricas também apresentaram menor exposição ao Toxoplasma gondii.

Esse achado sugere que a riqueza nacional pode explicar parte da relação observada. Tanto pela capacidade de manter mais animais de estimação quanto pelas melhores condições sanitárias, que reduzem a transmissão do parasita.

Segundo os pesquisadores, fatores econômicos explicaram 47% das variações observadas na felicidade entre os países. A densidade de gatos continuou associada de forma independente à felicidade nacional mesmo depois do controle pela riqueza. A investigação continua para entender como economia, saúde, animais de estimação e infecções parasitárias se relacionam com o bem-estar coletivo.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).