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Tiroteio na Casa Branca; o que se sabe sobre

Presidente Trump estava no local no momento da troca de tiros e suspeito foi "neutralizado"

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Agentes do Serviço Secreto trocaram tiros com um homem que abriu fogo próximo à Casa Branca neste sábado, 23. O atirador, identificado no início da madrugada pelo The New York Times como Nasire Best, morreu e um pedestre ainda foi ferido pelas balas.

Nenhum dos agentes acabou machucado durante o incidente. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estava na Casa Branca, também não foi ferido.

O incidente ainda está sob investigação das autoridades americanas. É a quarta ameaça armada sofrida por Trump em menos de dois anos.

Na principal delas, durante a campanha de 2024, ele sobreviveu a duas tentativas de assassinato. Em julho daquele ano, uma bala lhe arranhou a orelha enquanto ele discursava em Butler, no Estado da Pensilvânia.

O que aconteceu na Casa Branca?

No final da tarde deste sábado, 23, por volta de 18h (horário local; 19h, no horário de Brasília), um homem que estava no entorno da Casa Branca sacou uma arma da mochila e atirou contra oficiais do Serviço Secreto.

Eles responderam, dando início a um tiroteio. Um pedestre foi atingido - ainda não se sabe por quem. Não há informações oficiais sobre seu estado de saúde, porém um agente informou à CNN que é “crítico”. O atirador, também atingido, foi levado ao hospital. Ele morreu.

Uma fotógrafo do New York Times que estava na Casa Branca disse ter ouvido algo entre 20 a 30 tiros.

E depois?

Em razão da troca de tiros, a Casa Branca acionou o protocolo de lockdown que durou cerca de 40 minutos, segundo a imprensa americana. Durante o lockdown, a Casa Branca é isolada para proteger o presidente e demais funcionários.

A entrada e saída de pessoas é controlada até que a situação se normalize. Policiais isolaram o local do incidente para reunir provas. Novas informações devem ser reveladas neste domingo.

Trump estava na Casa Branca?

Sim, o presidente dos Estados Unidos estava na Casa Branca no momento da troca de tiros.

Quem era o atirador?

Autoridades disseram à Reuters que o homem que abriu fogo contra a polícia é um uma pessoa “com distúrbios emocionais” e que uma medida protetiva já havia sido emitida contra ele anteriormente.

Mais tarde, o New York Times disse que o atirador foi identificado por dois oficiais com envolvidos na investigação como Nasire Best.

 

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reconciliação

A caminho de Pequim, Trump diz que pedirá a Xi que 'abra' a China

Presidente dos Estados Unidos deve passar dois dias no país asiático em busca de arcordos comerciais, inclusive na área da agropecupária

13/05/2026 07h31

Depois da criação de uma série de taxas, Donald Trump visita a China em busca de uma reaproximação comercial

Depois da criação de uma série de taxas, Donald Trump visita a China em busca de uma reaproximação comercial

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira, 13, a bordo do avião presidencial, que pedirá que o presidente da China, Xi Jinping, "abra" o país, durante a visita a Pequim que começa na quinta-feira, 14 (pelo horário local). 

Ao rebater a informação do canal CNBC de que o presidente da Nvidia, Jensen Huang, não estaria na comitiva que visitará a China, Trump disse na rede Truth Social estar acompanhado do executivo e de um numeroso grupo de representantes de empresas americanas.

Segundo Trump, os presidentes da Apple, Tim Cook, da Tesla, Elon Musk, da BlackRock, Larry Fink, e do Citi, Jane Fraser, entre outros, estão "viajando para o Grande País da China, onde pedirei ao presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que essas pessoas brilhantes possam trabalhar sua magia e ajudar a levar a República Popular a um nível ainda mais alto".

"De fato, prometo que, quando estivermos juntos, o que será em questão de horas, farei esse meu primeiro pedido a Xi. Nunca vi ou ouvi falar de qualquer ideia que seria mais benéfica para nossos incríveis países", concluiu o presidente americano.

 

MUNDO

Cessar-fogo na guerra do Irã é posto à prova após ataques de drones e navio incendiado

Emirados Árabes Unidos atribuíram o ataque ao Irã, embora nenhum grupo tenha reivindicado a autoria da ofensiva até o momento

10/05/2026 12h44

Os episódios marcaram as mais recentes ameaças ao cessar-fogo de um mês, que o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, diz permanecer em vigor.

Os episódios marcaram as mais recentes ameaças ao cessar-fogo de um mês, que o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, diz permanecer em vigor. Ilustração/Reprodução/Internet

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Frágil, o cessar-fogo na guerra do Irã foi novamente posto à prova neste domingo (10), quando um drone provocou um pequeno incêndio em um navio na costa do Catar. Os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait também relataram a entrada de drones em seus espaços aéreos.

Os Emirados Árabes Unidos atribuíram o ataque ao Irã, embora nenhum grupo tenha reivindicado a autoria da ofensiva até o momento. Não houve relatos de vítimas.

O Irã e seus grupos armados aliados possuem uma grande frota de drones e os utilizaram para realizar centenas de ataques desde o início da guerra.

Os episódios marcaram as mais recentes ameaças ao cessar-fogo de um mês, que o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, diz permanecer em vigor.

A pausa nos combates enfrentou dificuldades, com o Irã restringindo o tráfego pelo Estreito de Ormuz, uma hidrovia estratégica essencial para o fluxo global de petróleo, e os Estados Unidos impondo um bloqueio aos portos iranianos.

O Irã tem bloqueado grande parte do estreito desde os ataques conjuntos de 28 de fevereiro realizados pelos EUA e por Israel, que deram início à guerra e provocaram uma disparada global nos preços dos combustíveis, além de abalarem os mercados mundiais.

Um dos principais pontos de impasse nas negociações é o destino do estoque iraniano de urânio altamente enriquecido.

A agência nuclear da ONU afirma que o Irã possui mais de 440 quilos de urânio cujo nível de enriquecimento chega a 60% de pureza - uma distância curta em relação aos níveis necessários para armas nucleares.

Em entrevista à mídia estatal iraniana, um porta-voz das Forças Armadas iranianas afirmou que as tropas estavam em “prontidão total” para proteger os locais onde o urânio é armazenado.

“Consideramos possível que eles pretendessem roubá-lo por meio de operações de infiltração ou operações com helicópteros”, disse o general de brigada Akrami Nia à agência de notícias Irna no fim deste sábado, 9. Ele não forneceu mais detalhes.

A maior parte do urânio altamente enriquecido do Irã ainda está provavelmente no complexo nuclear de Isfahan, afirmou o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Mariano Grossi, à Associated Press no mês passado.

A instalação de Isfahan foi bombardeada por ataques aéreos de EUA e Israel durante a guerra de 12 dias do ano passado, mas enfrentou ataques menos intensos neste ano.

Alvos dos ataques de drones 

Ataques de drones têm como alvo países árabes do Golfo. O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos informou neste domingo que derrubou dois drones, atribuindo o ataque ao Irã.

No Kuwait, o porta-voz do Ministério da Defesa, general de brigada Saud Abdulaziz Al Otaibi, afirmou que drones hostis entraram no espaço aéreo do Kuwait na manhã de domingo e que as forças responderam “de acordo com os procedimentos estabelecidos”. O ministério não informou de onde os drones vieram.

Enquanto isso, o Ministério da Defesa do Catar informou que um drone atingiu um navio comercial que seguia de Abu Dhabi para um porto no sul do país, provocando um pequeno incêndio que foi controlado.

O Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido afirmou que o ataque ocorreu a 23 milhas náuticas (43 quilômetros) a nordeste da capital do Catar, Doha. O órgão não forneceu detalhes sobre o proprietário ou a origem do navio, e não houve reivindicação de autoria.

Houve vários ataques contra navios no Golfo Pérsico na última semana. Na sexta-feira, 8, os EUA atacaram dois petroleiros iranianos após afirmarem que as embarcações tentavam romper o bloqueio aos portos iranianos.

A marinha da Guarda Revolucionária do Irã reiterou neste domingo seu alerta de que qualquer ataque contra petroleiros iranianos ou embarcações comerciais será respondido com um “ataque pesado” contra uma das bases americanas na região e contra navios inimigos.

O Paquistão continua mediando durante o cessar-fogo. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou neste domingo que recebeu uma ligação da sua contraparte do Catar, o sheik Mohammed bin Abdulrahman Al Thani. Os dois líderes discutiram a evolução da situação regional e revisaram os esforços de paz em andamento.

Sharif escreveu no X que os países compartilham “laços fraternos” e afirmou esperar uma futura visita do líder do Catar ao Paquistão.

 

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