A vida humana é um constante ir e vir. Estamos vindo de um ano marcado por muitas alegrias e tristezas, que agora dá lugar ao novo ano.
Estamos vindo de lutas para superar crises e dificuldades, e agora entramos em caminhos desconhecidos que vão exigir atenção, paciência e personalidade.
As experiências vividas e partilhadas nos trouxeram até aqui, mostrando possibilidades que poderão contribuir na escolha e no seguimento de maneiras novas de pensar e de agir.
Possibilidades suficientes em mostrar que será preciso acreditar em uma nova possibilidade.
Mais um ano está findando. Emoções novas hão de vir. Atividades novas serão propostas.
Escolhas desafiantes se apresentarão. Exigirão prudência no escolher, calma no decidir, coragem no aceitar e seriedade no tratar.
O caminho continuará aberto. Todos os seres humanos poderão efetuar suas escolhas e decidir a maneira de realizá-las.
Não haverá lugar para os acomodados. Não haverá espaço para os indecisos. Será necessário analisar seriamente como agir frente aos desafios, traçando propostas corajosas para fazer o melhor neste ano que inicia.
Será preciso ser alguém que possua convicções que não permitam o medo e o desânimo.
Teremos de ser seres humanos sabedores de nossas responsabilidades, que tenham consciência clara de que deverão transmitir experiências de lições que não decepcionem, mas que edifiquem caminhos de alegria e de amor.
Essa responsabilidade será como uma luz a iluminar os caminhos, mostrando o que seja possibilidade e o que seja evitado em benefício da própria felicidade.
Essa felicidade é um tesouro por todos cobiçado, vai se afirmando e se propagando na medida em que seja cultivado e partilhado. Não aceitará ser enclausurado, pois não é monopólio de ninguém.
Continua disponível a todos quanto dedicarem seus dons em favor dos empobrecidos.
Felizes aqueles e aquelas que descobrirem esse caminho! Felizes aqueles e aquelas que, na humildade e na obediência a Deus, souberem levar para sua família e para sua comunidade os valores evangélicos de solidariedade e de serviço aos necessitados, porque a eles pertencerá o Reino de Deus.
São pessoas. São famílias que, apesar de desprovidas de bens materiais, tiverem um coração aberto e generoso.
Felizes as pessoas que, tendo posição privilegiada em riquezas materiais ou culturais, tomarem atitudes de generosidade, partilhando não sobras, mas o fruto da fé, fazendo mais pessoas felizes.
Essa seria a maneira nobre de encerrar o ano de dois mil e vinte e dois e iniciar o ano novo de dois mil e vinte e três. Um iniciar com a alma limpa e o coração humilde.
Iniciar o novo ano com objetivos claros iluminados pela fé no Senhor de todas as nações e de todas as crenças.
E a generosidade poderia ser celebrada a cada dia e a cada gesto humanitário, sabendo que essa generosidade abre novos caminhos de amor e de partilha. E revela a face do gosto de Deus.
Diante de tantas faces desfiguradas pela fome, pela doença, pela decepção, e tantas que escondem alguma dor, é maravilhoso quando alguém, como Verônica, limpa esse rosto, mostrando a face amável da felicidade.
!["[Lula] não consegue organizar a própria gestão e quer dar pitaco em convocação da Seleção?"](https://cdn.correiodoestado.com.br/img/c/90/90/dn_arquivo/2022/10/claudio-humberto_1.jpeg)



