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CLÁUDIO HUMBERTO

"Campeões na mentira e na enganação"

Deputada Bia Kicis (PL-DF) ao comparar o que dizem e o que fazem Lula e os ministros

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“Campeões na mentira e na enganação”
Deputada Bia Kicis (PL-DF) ao comparar o que dizem e o que fazem Lula e os ministros

Câmara torrou R$34 milhões com aluguel de veículos
Entre a infinidade de regalias que o pagador de impostos rala para bancar aos parlamentares, uma das mais caras é o aluguel de veículos, que passou os R$34 milhões em 2023. O deputado pode alugar carrões, barcos, aeronaves ou seja lá o que vão usar para circularem por aí.

Com R$253,9 mil torrados entre fevereiro e dezembro, o deputado Sidney Leite (PSD-AM) lidera o ranking. Com carrões, o parlamentar gastou R$60,2 mil. Outros R$193,7 mil foram usados para alugar aeronaves.

Caminhão de dinheiro
Só em junho, Sidney descarregou R$104,4 mil na “Cleiton Táxi Aéreo”. Uma nota de R$68,4 mil dia 1 e outra de R$36 mil no dia 12.

Classe adorada
A empresa não tem do que reclamar da classe política. Só na última campanha eleitora, faturou R$3,6 milhões de candidatos de várias siglas.

Barcos e carros
A prata da gastança vai para o Delegado Éder Mauro (PL-PA), R$244 mil entre aluguel de carros e fretamento de embarcações.

Sem piedade
Dos 546, entre suplentes e titulares, que assumiram o cargo em algum momento, só 76 não gastaram com a regalia. Outros 470 não tiveram dó.

Lula ignora ministros, mas recebe prefeitos gringos
Enquanto os ministros Márcio França (Micro e Pequenas Empresas) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) pelejam, e não conseguem, por um despacho privado com o chefe, dois prefeitos gringos foram recebidos numa boa após Lula arrumar espaço na agenda para reuniões com os políticos.

Em junho, o petista se reuniu com Roberto Gualtieri, prefeito de Roma (Itália), e Anne Hidalgo, prefeita de Paris (França).

Mais moral do que ministro
Três prefeitos brasileiros despacharam com Lula: Edvaldo Nogueira (Aracaju-SE), João Campos (Recife-PE) e Edinho Silva, (Araraquara-SP)

Governadores, check
Lula também despachou com oito governadores, dois em mais de uma reunião: Cláudio Castro (Rio de Janeiro) e Elmano Freitas (Ceará).

Entrada liberada
A lista dos que estiveram com Lula, ao contrário dos dois ministros, tem sindicalista, ex-políticos, marketeiro, cartola e até banda internacional.

Desejos
Líder em pesquisa para prefeitura de Belo Horizonte, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) vê com ironia movimento para impedi-lo de disputar o pleito deste ano, diz que o desejo da esquerda é que ele seja cassado.

Pacote de maldade
Entidades que geram emprego preveem queda nos postos de trabalho caso o pacotão de maldade do governo Lula com a reoneração da folha avance. Nas contas da Feninfra, serão 330 mil demissões em 2 anos.

Calendário da maldade
O pacote de maldades anunciado pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda), que mira 17 setores que mais empregam e pode fechar milhares de emprego, se prosperar, só entra em vigor em abril.

Cadê?
André Fernandes (PL-CE) empunhou cartaz e apito para protestar contra corte de R$310 milhões de universidades federais. Estranhou ausência de manifestantes, “deve ser porque este corte foi feito com muito amor”.

Olho nos dividendos
Junio Amaral (PL-MG) diz que o governo Lula é responsável pelo recorde de mortes por dengue em 2023 após rejeitar vacina japonesa, “Lula quis priorizar a produção nacional para ganho político”, avalia o deputado.

No precinho
No primeiro ano de governo, Lula liberou em emendas pix mais do que o dobro do último ano de Jair Bolsonaro, R$7,2 bilhões. Em 2022, a gestão Bolsonaro liberou, por meio da ferramenta, R$3,4 bilhões.

Prioridade nº1
O ano começa com auxiliares do presidente Lula desenhando a melhor estratégia para vencer a primeira grande batalha no Congresso. O governo traçou como prioridade a regulamentação da reforma tributária.

Malas prontas
Se nada sair do previsto, Flávio Dino deixa o Ministério da Justiça e Segurança Pública na próxima semana. Antes, participa de evento lacração promovido por Lula para lembrar a quebradeira do 8 de janeiro.

Pensando bem...
...com governo velho, só nos resta torcer por um “ano novo, vida nova”.

PODER SEM PUDOR

Talentos revelados

Eleito presidente, Tancredo Neves foi procurado pelo deputado Ulysses Guimarães, que pretendia “queimar” a escolha para o Ministério da Justiça do deputado pernambucano Fernando Lyra, que faria História no cargo. Ulysses o chamou de “jurista de Caruaru” e Tancredo reagiu ao seu estilo:

- Ulysses, não foi você quem indicou o Pedro Simon para a Agricultura?

- Fui eu.

- Pois é. A única fazenda que ele conhece é tecido “do loja” – disse Tancredo, referindo-se bem humorado à ascendência árabe de Simon.

CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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