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GIBA UM

"Com gratidão por nosso tempo juntos, Tom e eu decidimos amigavelmente assinar o divórcio."

da übermodelo GISELE BÜNDCHEN // ao anunciar seu divórcio

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A Receita Federal estuda iniciativas 3 para a abertura das chamadas lojas francas, que operam em fronteiras terrestres brasileiras.

Uma das propostas seria a autorização para abertura de estabelecimentos em cidades sem unidades da Receita.

Mais: hoje, esse tipo de comércio está limitado a municípios de controle aduaneiro. A estimativa é que a liberação mais que duplicaria o número de localidades habilitadas a receber lojas francas hoje são 33 cidades em dez estados. 

IN: Fantasia: Wandinha Addams

OUT: Fantasia: Arlequina

Renovação provisória

Nos últimos dias, assessores de Lula levantaram uma série de indicadores com o objetivo de desmontar a propaganda de Jair Bolsonaro, que dizia ter concedido mais de 400 mil títulos de posse para agricultores em seu governo.

Desse total, 88% não teriam sido documentos definitivos, mas apenas renovações provisórias de registros de ocupação de terra da União. Mais: nos governos do PT, cerca de 750 mil famílias foram beneficiadas pela reforma agrária contra apenas nove mil na gestão Bolsonaro.

BARRADOS

No núcleo central da campanha de Bolsonaro, cada um à sua maneira, Ciro Nogueira (PP) da Casa Civil e Valdemar Costa Neto (PL), participaram da estratégia adotada em busca da Presidência.

Contudo, em todos seus comícios e mesmo demais eventos segmentados espalhados pelo país, o presidente nunca chamou qualquer um deles para participar. E nem na reunião emergencial convocada por Bolsonaro na quarta-feira passada (26) os dois não foram chamados.

Cálculos

Uma dívida de R$ 20 milhões do PROS com a Justiça Eleitoral foi fator determinante para sua incorporação pelo Solidariedade. Se o M&A (fusões e aquisições) partidário se desse pelo modelo de fusão, como pensado originalmente, a nova sigla teria de assumir o débito, hipótese que acabou rechaçada pelas lideranças do Solidariedade.

Nessa circunstância, os dirigentes do antigo PROS terão de responder pelo passivo junto à Justiça Eleitoral. Detalhe: Paulinho da Força não será o presidente.

RECAÍDA

Lula e alguns de seus seguidores adotaram, na fase final da campanha, o uso de cores neutras, especialmente branco, por sugestão da ex-presidenciável Simone Tebet.

Num dos últimos comícios do PT, em Minas Gerais, Tebet é que teve uma recaída. Vestiu vermelho contrariando sua própria recomendação, mas ganhando aplausos dos petistas.

Simone sai da guerra em alta: muita gente comenta agora que, se lançada mais cedo, ela poderia ter sido a candidata da “terceira via”.

Pegar a doença

Durante o último debate dos candidatos ao governo no Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) e Onyx Lorenzoni (PL), o ex-ministro foi no mínimo surreal ao afrontar o seu adversário dizendo que no seu governo ele havia guardado o dinheiro, mas não o suficiente para comprar vacinas.

O tucano respondeu que a obrigação de comprar vacinas era do Ministério da Saúde e que a reserva feita era para gastos emergenciais. Então veio a surrealidade, quando Lorenzoni disse que “a melhor vacina que existe é pegar a doença”.

Nova programação

A Rede Globo como todos os anos promove um evento para divulgar as novidades de sua grade de programação do ano seguinte.

E este ano não foi diferente, reunindo parte de seu elenco, divulgou as novas atrações e novidades em formatos e serviços publicitários para TV aberta, 26 canais por assinatura, streaming e plataformas digitais anunciadas por Paulo Marinho, diretor-presidente do grupo e Manzar Feres, diretora de Negócios Integrados em Publicidade, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Tatá Werneck (primeira foto com Rafa Vitti) arrancou risos da plateia, ao brincar com Tony Ramos (segunda foto com Tati Machado), Rômulo Estrela e seu marido Rafa Vitti.

Entre tantas novidades está a volta do Linha Direta (atração dos anos 90) que agora será comandado por Pedro Bial; e estreia de outro reality-show culinário chamado Minha Mãe Cozinha Melhor Que a Sua que será apresentado por Leandro Hassum, onde as mães dos famosos irão orientar os filhos na cozinha, que contará com os chefs, João Diamante e Paola Carosella.

Entre tantos que passaram por lá também estavam Maju Coutinho e Poliana Abritta (terceira foto); e Sophie Charlotte e Leticia Colin, que cantaram a abertura da novela que protagonizam Todas as Flores.

Velhos amigos

Para quem não tem nem ideia, a relação entre Jair Bolsonaro e Roberto Jefferson é mais antiga do que se pensa.

Em 2003, Eduardo Bolsonaro, então um jovem estudante de Direito de 19 anos, ocupava um cargo de liderança no PTB, comandado por Jefferson. Em maio de 2020, o petebista postou uma foto nas redes sociais empunhando um fuzil e manifestando apoio a Bolsonaro para combater o comunismo. A história acabou sendo eclipsada pela campanha de Bolsonaro.

Mais: há dias, o Padre Kelmon, espécie de “candidato laranja” à Presidência, esteve com Jair Bolsonaro num ato da campanha e na véspera, Michelle Bolsonaro referiu-se a ele como “o padre mais amado do Brasil”.

No dia seguinte, o Padre Kelmon estava no condomínio de Roberto Jefferson, em Comendador Levy Gasparian, para negociar a prisão do correligionário (a cidade fica a duas horas do Rio).

Ilusão de ótica

Na quinta-feira (27) a cantora e apresentadora Jojo Toddynho e atriz Vitória Strada (foto à esquerda), Cauã Reymond (centro) e Marcella Ricca (à direita) se reuniram para o lançamento da nova fragrância do perfume de Jean Paul Gautier chamado Scandal Le perfurm na versão feminina e masculina.

Jojo que estava com um vestido transparente mas que continha várias silhuetas femininas cobriu somente as partes estratégicas e brincou: “Scandal Le Parfum é feito para mulheres ousadas e livres tem até em sua composição notas de baunilha preta, feito pensando em mim”.

Vitória Strada também estava com uma blusa que imitava os seios nus de uma mulher que chamou muito a atenção, mas era só ilusão de ótica.

Antecipação

A equipe econômica busca soluções para cobrir os dispêndios feitos pelo governo fora do teto de gastos.

Uma das propostas é antecipar o pagamento dos dividendos da Petrobras referentes ao quarto trimestre, repetindo expediente já adotado na distribuição dos lucros no segundo trimestre do ano.

Com a nova parcela de dividendos aprovada em julho, o valor da remuneração da União somará R$ 64,1 bilhões neste ano.

Provocação

Há dias, na última entrevista de Jair Bolsonaro ao SBT, o presidente inspirado por sugestões de assessores, deveria convidar, publicamente, o adversário Lula, em rede nacional, para assumir o “Ministério da Picanha e da Cerveja”.

O chiste deveria desafiar o petista a dar um jeito nas famílias brasileiras terem acesso a carne e bebidas prometidas. Em cima da hora, Bolsonaro recuou.

Absolvido

O promotor espanhol Luis Garcia Canton absolveu o jogador Neymar Jr. e todos os réus por supostas irregularidades na transferência do atleta para o Barcelona em 2013.

“Não há o menor indício de crime”. Os procuradores pediam uma pena de dois anos de prisão para Neymar e o pagamento de uma multa de 10 milhões de euros (cerca de R$ 53,3 milhões) e para o ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell, uma pena de cinco anos de prisão e cerca de 8,4 milhões de euros (R$ 44,8 milhões).

Uma fonte próxima de Neymar disse que agora absolvido entrará com reivindicação de má fé e abuso de processo e o direito de reclamar por danos, contra a empresa brasileira de investimentos DIS, que detinha 40% dos direitos sobre o jogador.

SUPLENTE

Aposentado como professor da Universidade Federal de São Carlos (SP), o historiador (e comentarista ) Marco Antônio Villa tem se dedicado a escrever livros e a seu canal no Youtube.

Só que, ao mesmo tempo que colheu seguidores, colecionou desafetos. Suas críticas a bolsonaristas e ao PT lhe renderam dezenas de processo.

Este ano, Villa, lançou-se candidato a deputado federal por São Paulo pelo Cidadania. Não foi eleito (1,8 mil votos) mas ficou como primeiro suplente.

MISTURA FINA

NA semana passada, antes do debate e antes das eleições, Paulo Guedes (Economia) conversava com jornalistas e cometeu uma gafe ao dizer que o governo “rouba menos” – mas logo se corrigiu.

“Eu, se fosse o Bolsonaro, diria o seguinte: tudo o que o Lula fizer eu faço mais porque nós roubamos menos. Nós não roubamos. Quem rouba não consegue pagar. Se paga um salário de R$ 1.200, eu pago R$ 1.400”.

NO setor sucroalcooleiro, a francesa Tereos entrou na disputa pelos ativos da BP Bunge Bioenergia. São 11 usinas de etanol, com capacidade de moagem de 32 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra.

O pacote é avaliado em cerca de R$ 10 bilhões. Além de Tereos, o fundo Mubadala também é apontado como candidato à operação.

Mais: dona de sete usinas de açúcar e etanol no país, a subsidiária brasileira da Tereos vive um boom de exportações de etanol, na esteira da crise energeticamente internacional.

EM pouco mais de uma semana, o deputado eleito Nikolas Ferreira (PL-MG), foi alvo de duras punições no Instagram. Primeiro, ficou sem permissão para fazer lives após bloqueio motivado por violar regras da plataforma. Depois, teve uma conta reserva, com 2,2 milhões de seguidores, suspensa. Nos dois episódios, as medidas foram revertidas após recursos, considerados, no mínimo estranho.

ACIONADA pelo STF, a área de inteligência da Polícia Federal já identificou a origem da fake news contra o ministro Gilmar Mendes.

As postagens em questão fazem alusão à imagem de um suposto encontro com Mendes e um filho de Lula em Roma, que nunca ocorreu.

O SENADOR Renan Calheiros (MDB-AL) acaba de receber do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas uma multa de R$ 700 mil. O TRE-AL também bloqueou o Instagram do parlamentar até o dia 31 de outubro.

A medida ocorreu após Renan não cumprir sentença que determinava a publicação do direito de resposta do candidato ao governo local Rodrigo Cunha (União- -AL) a um post ofensivo do senador.

A ERA, uma das grandes empresas de real estate de Portugal, planeja, desembarcar no Brasil. Viria para fisgar na fonte os potenciais compradores de imóveis da terrinha.

Mais: comprar imóveis em Portugal é apenas para os de grande saldo bancário. São cotados em euros e, se comparados a imóveis daqui da mesma faixa, custam cerca de 50% a mais lá.

A NORTE-americana Forever 21, que fechou todas suas lojas no Brasil, ainda teria uma dívida da ordem de R$ 100 milhões no país, referente ao aluguel das lojas e passivos trabalhistas.

Direito

O efeito dominó das recuperações judiciais: por que a conta chega a todos nós

Confira a coluna desta quinta-feira (8)

08/10/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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A Selic está em 13,75% ao ano. Foi o quinto corte seguido desde março, quando a taxa começou a cair a partir de 15%, e o Banco Central não se comprometeu com novas reduções. A direção é boa, o ritmo, não. Para quem tomou capital de giro, financiou maquinário ou antecipou recebível, um quarto de ponto a cada reunião muda pouco: o dinheiro segue caro, e a conta vence todo mês.

É desse descompasso entre a queda lenta do juro e a pressa do vencimento que nasce um número já rotineiro no noticiário. Segundo a Serasa Experian, o Brasil fechou 2025 com 977 processos de recuperação judicial envolvendo 2.466 empresas, o maior número de empresas em recuperação desde o início da série, em 2012. O primeiro trimestre de 2026 somou mais 194 pedidos. E há o que não vira estatística: a loja que fecha na rua principal, a empresa que devolve as chaves, a linha industrial desativada porque perdeu a disputa para o produto importado.

Em Mato Grosso do Sul, o retrato é mais duro

No agronegócio sul-mato-grossense, foram 38 pedidos de recuperação judicial no primeiro trimestre de 2026, contra 25 no mesmo período de 2025. É alta de 52% em um ano, bem acima dos 21,9% do agro nacional. E um detalhe costuma passar despercebido: 22 desses 38 pedidos vieram de empresas da cadeia, agroindústrias, processadoras, prestadoras de serviço ao campo, e não do produtor dentro da porteira. A crise do agro não fica no agro. Ela sobe pela cadeia, chega à cidade e bate na folha de pagamento de quem nunca plantou um grão.

O problema é mundial; o juro, não

A Allianz Trade projeta alta de 6% nas insolvências empresariais no mundo em 2026, o quinto ano seguido de aumento, com cerca de 2,2 milhões de empregos em risco, sobretudo na construção, no varejo e nos serviços. A diferença brasileira não está em ter o problema, e sim no custo do dinheiro com que se tenta atravessá-lo: a empresa daqui reestrutura dívida pagando juros que a concorrente estrangeira desconhece, o que cria uma disputa profundamente desigual no mercado global.

Quem paga a conta

O consumidor sente primeiro no bolso e depois no atendimento: menos concorrentes significam preço maior, e loja fechada significa garantia difícil de acionar, assistência que sumiu, produto pago e não entregue.

O fornecedor sente antes, e mais fundo. Quem vendeu a prazo para uma empresa que pede recuperação vira credor de um plano que não escreveu, com desconto e prazo que não escolheu. Começa então o efeito dominó: o fornecedor que não recebe atrasa o próprio pagamento, e o problema caminha pela cadeia até derrubar quem estava a três elos de distância do estouro original.

Ganhar o processo não é o mesmo que receber

Aqui entra o alerta que faço como advogado. Vencer a ação contra uma empresa que depois pede recuperação judicial não garante o pagamento. Se o fato que originou a dívida é anterior ao pedido - e o que conta é a data desse fato, não a da sentença, como definiu o STJ no Tema 1.051 -, o crédito entra na recuperação e passa a seguir o plano aprovado pelos credores: desconto, carência e parcelamento longo. Na falência é pior: o consumidor comum fica atrás dos trabalhadores, dos credores com garantia e do Fisco, e com frequência não recebe nada.

Um exemplo clássico é o da empresa de telefonia Oi, que teve a falência decretada em 25 de agosto deste ano, após seu segundo pedido de recuperação judicial. Quem havia vencido um processo judicial contra a empresa, cujo dinheiro já estava na subconta do Tribunal, viu esse dinheiro ser transferido para a massa falida (ou devolvido ao caixa da empresa durante a recuperação). Hoje, o 'crédito' virou prejuízo: com mais de R$ 44 bilhões em dívidas e um patrimônio líquido negativo superior a R$ 22,6 bilhões, a maioria dos credores simplesmente não receberá nada, a depender do seu lugar na fila.

A proteção, portanto, vem antes do processo. Antes de contratar valor alto, comprar parcelado, pagar entrada em obra ou fechar serviço de longo prazo, vale gastar dez minutos pesquisando protestos, negativações, execuções e pedidos de recuperação contra o CNPJ da empresa. Unidades fechando, salários atrasados, troca frequente de comando e fornecedores exigindo pagamento à vista são sinais visíveis de fora. Contratar quem já caminha para a recuperação é comprar um crédito futuro com desconto embutido.

O último a perder é o Estado - ou seja, todos nós

Empresa que encolhe recolhe menos. Cada unidade fechada retira empregos formais, faturamento tributável e contribuição previdenciária da conta pública, e boa parte do que deixou de ser pago migra para a dívida ativa, onde a recuperação é notoriamente baixa. O juro alto que ajudou a quebrar a empresa reaparece, meses depois, como arrecadação que não veio.

Nada disso torna a recuperação judicial vilã: é ela que evita que empresas viáveis morram por um problema de estrutura de dívida. O ponto é outro. Quando os pedidos batem recorde ano após ano, deixam de ser um problema do empresário endividado e passam a ser um dado sobre o preço do dinheiro no Brasil, pago, no fim, por quem compra, por quem fornece e por quem recolhe imposto.

A pergunta que fica é: como falar em salvar uma empresa quando o custo para mantê-la de pé acaba quebrando toda a cadeia ao seu redor?


 

CLAÚDIO HUMBERTO

"No SUS não tem nem fita pra teste de diabetes e falta até dipirona"

Ronaldo Caiado (PSD), sobre Lula promete caneta emagrecedora pelo SUS

21/09/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Dobra número de moradores de rua no governo Lula

Se as pessoas em situação de rua no Brasil formassem uma cidade, ela já seria maior do que as capitais Vitória (ES), Palmas (TO) ou Rio Branco (AC). Em junho de 2026, o Cadastro Único registrava 392,4 mil pessoas nessa condição. Em dezembro de 2022, eram 198,7 mil. Em pouco mais de três anos e meio do governo Lula (PT), quase dobrou a legião de miseráveis nas ruas. Desde 2015, quando o CadÚnico apontava 52,4 mil, salto de 597%, enquanto a população brasileira crescia 0,4% ao ano.

Subiu em flecha

Desde janeiro de 2023, o ritmo médio de moradores de rua subiu para 4,6 mil por mês. Entre 2019 e 2022, a média foi de 2 mil ao mês.

Lorota oficial

O governo atribui a alta à “melhoria do cadastramento”, mas se fosse só subnotificação, a curva se estabilizaria depois da correção. Mas cresceu.

Conta de diminuir

Censos municipais acham menos gente nas ruas do que o CadÚnico. No Rio, a prefeitura contou 8.195 em 2024; o cadastro federal, 23 mil.

Só vê quem quer

Em São Paulo, o censo de 2021 falava em 31,9 mil famílias em situação de rua, mas, no CadÚnico, passou dos 104 mil.

Planos: cidadão pesa menos que os bancos, no STF

O Supremo Tribunal Federal, que se apresenta como “paladino da democracia”, em suas decisões tem feito opção preferencial pelos bancos, em detrimento dos cidadãos. No julgamento definitivo da ADPF 165, sobre expurgos inflacionários dos planos econômicos, entre eles o Plano Collor, e garantiu aos bancos o direito de aplicar calote nos grandes depositantes, mas ficou estabelecido, em acordo, que cerca de 200 mil famílias restantes receberiam os valores devidos. Só que não.

Passa-moleque

Entidades que negociaram na AGU levaram “passa-moleque” de Isaac Ferreira, então presidente da Febraban, e até hoje é só enrolação.

Expectativa

O caso é relatado pelo ministro Cristiano Zanin, que deu razão aos bancos. Flávio Dino pediu vista e o caso deve voltar ao Plenário. 

Tudo como antes

O representante da Febraban foi afastado por suas relações com o Master, mas suas manobras protelatórias continuam prevalecendo.

Vem aí

Tem novidade no pix. Contas-salário receberam autorização do Banco Central para ter uma nova funcionalidade, é o “Pix Automático”. A novidade não é para agora, só a partir de julho de 2027.

Olho no relógio

A equipe da campanha de Flávio Bolsonaro adotou espirituoso hábito ao marcar os compromissos do candidato. Agendas com compromissos são marcadas no minuto “22” da hora, que é o número de Flávio nas urnas.

Rombo é cratera

A oposição na Câmara lembra previsão do Fiscal Monitor do Fundo Monetário Internacional: a gigantesca dívida pública (bruta) do governo vai chegar a 100% do PIB brasileiro, em 2027. Em 2030 será 105,5%.

Bandeira mudou

Auxiliares da campanha de Flávio (PL) já trabalham com a informação de que o tema central da campanha 2026, assunto fundamental para a definição do voto, será a corrupção e não a segurança pública.

Vergonha alheia

Foi vergonha nacional a sessão do STF de ontem, com jeitão de briga de rua, segundo o senador Hamilton Mourão (Rep-SC). “Assistimos nossa Suprema Corte lavando a sua roupa suja”, registrou o senador.

Orgia palaciana

Lula agora diz que Vorcaro “corrompeu todo mundo” e descreve suas relações na República como “orgia mais orgia”. Só não contou o detalhe da história: também recebeu o banqueiro no Palácio do Planalto.

Não se bicam

Coordenador da campanha de Lula no Rio, Quaquá não foi convidado para ato com artistas e reclama que a direção nacional não o ouve “para nada”. Diz ainda que Lula “não ganha um voto” com esse tipo de evento.

Água no chope

Geraldo Alckmin prometeu a empresários superávit de ao menos 0,5% em eventual novo governo Lula. Três dias depois, Lula chamou de “babaquice” fazer superávit e ter controle fiscal.

Pensando bem…

...cidadão comum não tem R$131 milhões para contratar banca influente no STF.

Cláudio Humberto

Mal não faz

Todo santo dia, o veterano deputado Mauro Benevides (PMDB-CE) utiliza um recurso próprio de sua vasta experiência: na primeira meia-hora da sessão legislativa da Câmara, ele dá “como lido” discursos sem relevância, celebrando efemérides, elogiando eleitores e veículos de comunicação que aniversariam, com espaço garantido na “Voz do Brasil”. Vendo-o em ação, o novato Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) cutucou Sérgio Carneiro (PT-BA): “Ainda não descobri para que serve isso, mas se ele faz é porque é bom...”
**(com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos)

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