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"Enquanto antecessor de Tarcísio, gostaria de transferir o meu apreço"

do ex-governador paulista JOÃO DÓRIA //elogiando a maneira que Tarcísio de Freitas está conduzindo o estado

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“Enquanto antecessor de Tarcísio, gostaria de transferir o meu apreço. Estou satisfeito de ver um governo que conduz de forma adequada, precisa e efetiva São Paulo”,

do ex-governador paulista JOÃO DÓRIA //elogiando a maneira que Tarcísio de Freitas está conduzindo o estado.

In - Tilápia assada com crosta de parmesão

Out - Tilápia assada com creme de cebola

Mesmo com grande capilaridade no transporte público, São Paulo está no 48º lugar no ranking de pior trânsito do mundo. Londres se encontra em 1º, seguida de Chicago e Paris. Entre os municípios brasileiros, a cidade é a líder.

Mais: em seguida vem a cidade Belo Horizonte, em 49ª posição. Ao todo, são 115 milhões de veículos no Estado de São Paulo. Só na capital, os motoristas perdem 56 horas no trânsito e circulam numa velocidade média de 22,4 km/h.

Protestos

As conversas entre Fernando Haddad e Geraldo Alckmin com os representantes das classes trabalhadoras chamam também a atenção pelo timing. Ocorrerão às vésperas dos protestos convocados pela centrais sindicais para o próximo dia 21 de março. As entidades prometem manifestações contra os juros altos não apenas em frente à sede do Banco Central em Brasília, mas também em todas as demais cidades que tiverem representações da instituição. Assessor próximo de Alckmin arrisca que todo esse movimento vai bater na porta do presidente do BC, Roberto Campos Neto, a quem é atribuída a responsabilidade pelos juros altos e por zelar pelo pleno emprego.

ALCKMIN 2026

Nesses dias, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) e o vice-presidente e também ministro (Desenvolvimento) Geraldo Alckmin terão encontro com lideranças sindicais, que querem encaminhar propostas nas tentativas de acelerar a geração de emprego (passa pelo aumento de postos de trabalho na indústria). Durante a campanha, Alckmin teve papel relevante na interlocução com o movimento sindical. Há quem aposte que essa relação teria um pé em 2026 (o que também Haddad não tira da cabeça). O vice-presidente não quer ser identificado apenas com questões do empresariado.

Salário

A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) bancou em janeiro, o salário de R$ 131 mil para o superintendente André Ricardo B. Vanderlei. Mesmo sem os penduricalhos que engordam o salário, o vencimento básico de R$ 60,9 mil do engenheiro eletricista é distante da realidade dos brasileiros. Coisas como “benefícios” (R$ 1,7 mil), “funções (R$ 9,3 mil) e “outros recebimentos “ (R$ 59 mil) turbinam o salário. Para comparar: a Sabesp, 3ª no ranking global de empresas de saneamento, paga entre R$ 16 mil e R$ 89 mil a seus superintendentes. A Caesb está em 360º lugar.

QUESTÃO DE RISCO

O alto comando petista está preocupado com a informação de que o ex-governador carioca Sérgio Cabral pretende colar em Lula, ou seja, dar declarações de apoio e torcer publicamente pelo presidente. Cabral gostaria de pegar carona na imagem de Lula. O perigo é a ação de bolsonaristas, que usa expedientes mais do que conhecidos. Exemplo: no Carnaval, fotos de Sérgio Cabral e Eduardo Paes abraçados no sambódromo como se o encontro tivesse ocorrido neste ano bombardearam as mídias digitais. Detalhe: a foto é de 2016.

Tapete vermelho mais esperado

No domingo (12) foi o estendido o tapete vermelho mais esperado de todos no Teatro Dolby Hollywood, em Los Angeles, para 95.ª cerimônia do Oscar, que foi comandado pelo apresentador e comediante Jimmy Kimmel.

O grande vencedor da noite foi o filme Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo, que teve 11 indicações e levou sete estatuetas: melhor filme, melhor direção e roteiro original, melhor atriz Michelle Yeoh (primeira foto à esquerda), melhor montagem, melhor ator coadjuvante e atriz coadjuvante Jamie Lee Curtis (na segunda foto com Cara Delevingne).

Quem chamou também a atenção no tapete com muita transparência foi a cantora Rihanna (terceira foto), exibindo sua silhueta da segunda gravidez, que subiu ao palco para apresentar a música Lift me up, tema do filme Pantera Negra: Wakanda Para Sempre que concorria na categoria canção original, mas não levou; assim Lady Gaga (quarta foto) que chegou num vestido transparente da versasse, mas se apresentou de jeans, camiseta e cara lavada; e a sempre elegante Cate Blanchett, que também perdeu sua estatueta na categoria melhor atriz.

Combinando o que falar

Valdemar Costa Neto, dono do PL, não abre a boca sobre o escândalo das joias sauditas e gostaria que nem Jair Bolsonaro e tampouco a ex-primeira-dama Michelle ainda permanecesse mais um tempo na moita.

Ela não pensa assim: se o marido joga recuado, Michelle quer avançar especialmente porque no próximo dia 21 toma posse no PL Mulher, com muita festa – e muitos jornalistas presentes.

Por tudo isso, vai discutir em Orlando (saiu de lá em 26 de janeiro para cuidar da escola da filha Laura e alugar uma casa para a família em Brasília) com o próprio Bolsonaro que cada um falará sobre as joias – e o envolvimento deles. Michelle quer alinhar a defesa com o maridão.

Por outro lado, acaba de alugar uma casa no Condomínio Solar de Brasília. Pagará de aluguel R$ 12 mil mensais.

Exemplo de superação

A empresária e consultora de moda Costanza Pascolato, aos 83 anos, capa da revista Marie Claire, mostra que é um exemplo de superação.

E nem vamos falar de sua elegância, tanto nas roupas quanto na educação. Resumindo sua história casou-se aos 22 anos com Robert Blocker com quem teve duas filhas.

Após dez anos teve uma separação conturbada na qual perdeu por quatro anos a guarda das duas filhas e foi deserdada; teve uma paixão ardente aos 32 que acabou virando o seu segundo casamento com Giulio Cattaneo (com quem ficou 20 anos até seu falecimento).

Teve câncer, depressão, se superou e ainda encarou o terceiro casamento com o jornalista Nelson Motta. E resumiu em uma frase o que é ser elegante: “A elegância duradoura com certeza tem relação com a inteligência, porque ela traz uma personalidade por trás”.

Pesquisa

Valdemar Costa Neto não desiste da ideia de transformar Michelle Bolsonaro numa alternativa para as urnas de 2026: agora, encomendou pesquisas qualitativa e quantitativa para medir o pulso do eleitorado nesses primeiros meses do ano – e inclui o nome da ex-primeira-dama. Quem cuida das pesquisas é Duda Lima, marqueteiro de confiança de Costa Neto e quem também cuidou da campanha de Bolsonaro (quando os filhos do então presidente deixavam). Michelle, à proposito, tem bom eleitorado entre os evangélicos.

Feminicídio

Ainda que seu cargo no novo Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas não esteja oficializado, Janja já vem atuando em várias áreas. Detalhe: ela acompanhará as pautas prioritárias mas não fará proposição ou execução de políticas públicas. Não terá salário, uma vez que o governo não pode empregar familiares do presidente. No gabinete, estarão quatro assessores que já trabalham com Janja. Na comemoração do Dia Internacional da Mulher, ela anunciou que também deverá ser tratado no gabinete os casos de feminicídio no país.

Novo sócio

A Copersucar vem mantendo conversações com outros grandes grupos globais para uma possível parceria na comercialização de açúcar. Um desses nomes seria a alemã Nordzucker, segunda maior produtora de comodity na Europa. As tratativas passam pela entrada no capital da Alvean, a trading da Copersucar. Na prática, seria um substituto para a Cargill que, há dois anos, vendeu sua parte no negócio para o grupo brasileiro. A Alvean é uma das maiores tradings de açúcar do mundo, movimentando quase cinco milhões de toneladas na última safra.

CARROS ELÉTRICOS

A chinesa Changan pretende produzir veículos elétricos no Brasil e representantes da empresa já teriam mantido conversas com os governos de Goiás e de São Paulo, estados candidatos a receber a nova fábrica; a companhia se juntaria às conterrâneas Great Wall e BYD. A primeira comprou a fábrica da Mercedes em Iracemápolis (SP) e já anunciou a produção de um veículo híbrido. A BYD já produz ônibus elétricos no país e pretende entrar no segmento de automóveis. A Changan (estatal) é uma das três maiores montadoras da China.

MISTURA FINA

SONIA Guajajara, primeira ministra dos Povos Indígenas no Brasil, vai trabalhar, todos os dias, de cocar. Para reuniões e eventos importantes, mantém o cocar, só descansando em situações mais íntimas no ministério. No gabinete, mantém duas peças de reserva. Seus cocares lembram os dos chefes indígenas americanos (como se vê nos filmes), feitos na terra Araribóia, no Maranhão. Sonia tem diplomas de nível superior em enfermagem e letras. Em 2018, foi vice de Guilherme Boulos.

A ATRAÇÃO especial convidada pelo Conselho Superior de Economia da Fiesp para falar sobre o arcabouço fiscal foi o secretário da Política Econômica, Guilherme Mello, considerado um dos bons nomes do bloco que funciona com Fernando Haddad (Fazenda). Quem estava lá, achou que o convidado não falou tudo o que sabe. Mais: o encontro era presencial totalmente, para evitar vazamentos que ocorriam no passado, além de ser presencial, eventos semelhantes poderiam ser acompanhados pelo YouTube.

A PRIMEIRA-dama Rosângela da Silva, a Janja, já começou e Lula também deverá aderir às lives semanais, sozinho ou acompanhado de algum ministro e falando dos mais diversos assuntos: é o que Jair Bolsonaro sempre fez. E mais: a partir de abril, Lula fará visitas semanais aos estados, com preferência em encontros com a população. Também o ex-presidente era adepto dessa prática.

VETERANOS diplomatas garante que, nos últimos 50 anos, nunca viram um chefe de estado dar a outro duas caixas de joias e uma delas, contendo peças que somadas valem R$ 16,5 milhões. Para eles, contudo, o caso não deve afetar as relações com os árabes, apesar da repercussão negativa para a imagem do Brasil, o chanceler brasileiro Mauro Vieira mantinha reunião com o ministro de negócios estrangeiros da Arábia Saudita, príncipe Faisal bin Farhan al Saud e o caso não foi tratado.

PARA quem não sabe: na área comercial, a Arábia Saudita é o maior importador de produtos brasileiros entre os países árabes. Os sauditas compram carne de frango, açúcar, milho e derivados de soja. Por outro lado, a Arábia Saudita é um dos principais fornecedores de petróleo para Brasil. com o salto na cotação do produto, devido aos efeitos da guerra na Ucrânia, a balança comercial com aquele país, no ano passado, teve um déficit de cerca de US$ 2,4 bilhões – óleo cru, fertilizantes e boras de plástico – somaram US$ 5,3 bilhões em 2022.

A INDICAÇÃO da economista Clarice Coppetti para a diretoria executiva de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras já provoca desconforto entre os futuros conselheiros da estatal, a quem caberá referendar ou não a escolha. O nome de Clarice, funcionária de carreira da Caixa, remete a um passado nebuloso e um dos maiores escândalos dos governos do PT, o mensalão. Em 2005, o primeiro mandato de Lula, surgiram denúncias da participação da economista em um suposto esquema de arrecadação de recursos para o partido montado dentro da Caixa.

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CLÁUDIO HUMBERTO

"Não podemos mais conviver com o que estamos vivendo"

Ronaldo Caiado (PSD), ao prometer anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023

09/08/2026 08h01

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Mulher de Marcola teve aval para trabalhar no PT

A quase decorativa Comissão de Ética Pública da Presidência da República liberou Nicole Briones para trabalhar no PT, sem necessidade de respeitar a quarentena imposta aos que ocupam cargos estratégicos na administração pública.

Nicole era superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas também é casada com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, agora ex-chefe do gabinete pessoal de Lula (PT). Problema resolvido.

Ano de ouro

Nicole foi convidada em 2025 para coordenar as mídias sociais do PT. Ela é dona da Matilha Comunicação, aberta no mesmo ano do convite.

Corrente

O processo foi relatado pelo conselheiro Bruno Espiñeira Lemos, que não viu conflito de interesse. Lemos foi nomeado por... Lula.

Colado em Lula

Marcola era um dos assessores mais próximos de Lula, até emprestava o celular ao presidente. Estava na campanha de reeleição do petista.

Fim melancólico

Marcola saiu da campanha após flagra de receber dinheiro de lobista amiga de Lulinha enrolada no caso INSS. Nicole não foi localizada.

Média das pesquisas ainda prevê empate técnico

Nos últimos dois meses, foram divulgadas 33 pesquisas eleitorais sobre o cenário de segundo turno para presidente da República. Em média, o atual presidente Lula (PT) lidera com 46% das intenções contra 42,1% do principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

A média das margens de erro é de 2,1% para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos, cenário que se repete desde o início do ano.

Bem fora da curva

A CNT/MDA de meados de junho (BR-04256/2026) previu vitória de Lula por 12,5% de vantagem, mesmo com a margem de erro de 2,2 pontos.

Lado oposto

Levantamento Gerp (BR-03067/2026) do início de julho apontou vitória de Flávio por três pontos, com margem de erro de 2,2%.

Empate na prática

Pesquisa Nexus/BTG (BR-02874/2026) do início de agosto viu apenas um ponto separando os dois candidatos; Lula com 46% a 45% de Flávio.

É provocação

Mesmo com aprovação do Senado dos Estados Unidos para Daniel Perez ser embaixador do país no Brasil, Lula só deve andar com a avaliação do indicado de Donald Trump após o 2º turno das eleições. 

Pobre agro

Até o Produto Interno Bruto (PIB) do resiliente agronegócio brasileiro sucumbiu e registrou queda de 2% no primeiro trimestre deste ano. O levantamento é do Cepea em parceria com a CNA.

Pedras fundamentais

Ao confirmar Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo) candidatos no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro reforçou que a dupla terá papel central na formação da “maioria conservadora no Senado”.

Livramento

Sobre a decisão do governo Lula de rebaixar as relações diplomáticas com a Argentina, Flávio Bolsonaro disse o “próximo país a se libertar de projeto fracassado será o Brasil. A partir de 2027, voltaremos a tratar nossos vizinhos como sócios, não adversários ideológicos”.

Censura de incompetentes

Kim Kataguiri (Missão) criticou pedido de Janja para retirar a plataforma Discord do ar e questionou a atuação da primeira-dama: "quem votou nela?". Para o deputado federal, o país é “refém de incompetentes”.

Chega

Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD ao Planalto, diz que tomará uma série de medidas já no primeiro dia de um eventual governo. Entre elas, anistia aos presos pelo 8 de janeiro. Diz que é para pacificar o país.

Esperança de reabertura

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que um acordo sobre o Estreito de Ormuz é possível já na quarta-feira (12). A expectativa é que até um pré-acordo possa permitir a reabertura da via marítima.

Triste recorde

"Se você está endividado, a culpa é do Lula", acusou Flávio Bolsonaro ao comentar o recorde de endividamento das famílias brasileiras, que atingiu 82%. Para o candidato ao Planalto, “a conta não fecha”.

Pensando bem...

...tem casamento que é bom negócio.

PODER SEM PUDOR

Conta de somar

Homem sério, o líder mineiro Milton Campos nunca foi daqueles políticos que tentam explicar o inexplicável.

Ele perdeu para João Goulart, em 1960, a eleição para vice-presidente da República, que na época não era “casada” com a de presidente. Na expectativa de obter uma avaliação profunda do seu próprio insucesso, um jornalista provocou:

“Dr. Milton, por que o senhor perdeu?”. Encerrando a conversa mole, disse: “Perdi porque ele teve mais votos”.

 

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Arthur Maximilliano

A nova era dos dados: quando o empresário deixa o achismo para trás e passa a decidir com clareza

04/08/2026 00h03

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

COLUNISTA ARTHUR MAXIMILIANO

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Durante muito tempo, o sucesso de uma empresa foi construído sobre a experiência e o famoso "faro" do empreendedor. A intuição sempre foi protagonista nas grandes decisões. Mas algo mudou — e mudou rápido.

Hoje, quem ainda aposta apenas na sensação corre o risco de ficar para trás, enquanto outros aprenderam a ler os sinais que os números deixam pelo caminho. Não se trata de abandonar a intuição. Trata-se de potencializá-la.

Bem-vindo à era da gestão orientada por evidências, onde o dado se tornou o novo instinto do líder.

Do achismo à clareza empresarial

Tomar decisões sem dados é como dirigir de noite com os faróis apagos. O carro até anda, mas cada curva vira uma aposta.

Os líderes que prosperam hoje são aqueles que transformaram números em narrativas reais. Eles sabem que cada gráfico revela um comportamento, cada indicador esconde (ou revela) uma oportunidade, e cada desvio traz um aprendizado valioso.

Não olham para uma planilha como algo frio ou técnico. Olham como quem lê o pulso da empresa — e transformam informação em ação.
Business Intelligence: o espelho fiel do seu negócio

Com o avanço do Business Intelligence e das ferramentas de visualização, ficou possível enxergar a empresa em tempo real. Hoje, você descobre onde o dinheiro entra, onde escapa e onde poderia render mais — tudo em um único painel.

Mas BI não é só tecnologia. É sobre fazer as perguntas certas:

Quais produtos realmente sustentam meu lucro?

Qual canal me traz clientes que ficam?

Qual time entrega mais com menos atrito?

Quando o dado responde, você para de adivinhar e começa a decidir de verdade.

A combinação entre razão e sensibilidade

O dado mostra o caminho. Mas quem escolhe a direção ainda é você.

A melhor liderança não é aquela que abandona a intuição — é a que a usa com inteligência. Intuição apoiada em dados deixa de ser palpite e vira estratégia. É nesse ponto que tecnologia e humanidade se encontram: o dado oferece o diagnóstico; o líder, o propósito.

Inteligência Artificial e o novo papel do gestor

Com a Inteligência Artificial, as empresas deixaram de apenas olhar para trás. Agora, elas antecipam o que vem pela frente. Sistemas identificam padrões, preveem quedas de receita, antecipam cancelamentos e até recomendam ações antes que o problema bata à porta.

Mas o verdadeiro diferencial está em quem interpreta o que a IA aponta. O dado mostra o que está acontecendo. A inteligência humana entende por que — e decide o que fazer a partir disso.

O dado como cultura, não como ferramenta

A empresa do futuro não será a que tiver mais tecnologia. Será a que ensinar sua equipe a pensar com base em dados. Quando cada pessoa, de qualquer área, entende o impacto real de suas decisões nos resultados, a empresa deixa de reagir e passa a planejar.

Decidir com dados é decidir com consciência. E consciência é a base da alta performance.
 

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