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"Estão querendo financiar um gasoduto na Argentina, chamado 'vaca muerta'"

de EDUARDO CUNHA // ex-deputado federal, sobre a possível parceria entre o governo brasileiro e argentino

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“Estão querendo financiar um gasoduto na Argentina, chamado ‘vaca muerta’. Não é porque a vaca é morta que o dinheiro do brasileiro tem de morrer também”,

de EDUARDO CUNHA // ex-deputado federal, sobre a possível parceria entre o governo brasileiro e argentino.

Para quem gosta de números: o Deutsche Bank, entre 7.967 credores, é o que mais tem a receber, no bloco dos grandes bancos, da Americanas, com um volume de US$ 1 bilhão, cerca de R$ 5,2 bilhões.

Mais: na lista estão Bradesco (R$ 4,8 bilhões) e em sentido decrescente, Santander (R$ 3,7 bilhões), Itaú (R$ 3,4 bilhões), Safra (R$ 2 bilhões), BTG (R$ 2 bilhões), Banco do Brasil (R$ 1,3 bilhão) e Daycoval (R$ 600 milhões).

In – Abdominal grupado

Out – Abdominal boxeador

Projetos militares

Na reunião com comandantes das Forças Armadas, projetos estratégicos de interesse dos militares foram levados a Lula e ao ministro José Múcio Monteiro (Defesa), significando cerca de R$ 6,3 bilhões em investimentos extras do governo federal. Para o submarino nuclear, a Marinha precisa de mais R$ 2,1 bilhões; a compra de aeronaves pela Aeronáutica demanda perto de R$ 2,5 bilhões adicionais; e o Exército estima em R$ 1,7 bilhão aporte extra para ações como a compra de blindados. Estimando despesa de 2023 em R$ 145 bilhões, a PEC de Transição reservou apenas R$ 1 bilhão para os militares. E nem disse para qual força.

Força Rural

A bancada ruralista vem batalhando pela permanência de Renato Naegele na vice-presidência de Agronegócio do Banco do Brasil. Sob sua gestão, a carteira de crédito rural do BB chegou a R$ 300 bilhões, com um acréscimo de R$ 100 bilhões em um período de um ano e meio. Um dos principais articuladores para que o executivo permaneça no cargo é o senador Wellington Fagundes (PL-MT), bolsonarista de carteirinha. Quem decide é a nova presidente do BB, Tarciana Medeiros.

“Sujeito oculto”

Nesse super escândalo da Americanas, há um “sujeito oculto” chamado Miguel Gutierrez: ele ficou 30 anos na empresa, sendo que 20 deles como CEO. Discreto, diligente e austero, quase não aparecia publicamente. Agora, o mercado pergunta como não pode enxergar, por tanto tempo, um rombo de R$ 20 bilhões. Descobertas as “inconsistências contábeis” de R$ 20 bilhões, a centenária varejista pediu recuperação judicial com dívida de R$ 43 bilhões. Gutierrez deixou o cargo em dezembro passado, para que Sérgio Rial assumisse o comando e descobrisse o rombo. Quando entrou em 1993, foi contratado para a área financeira pelo trio, Lemann, Sicupira e Telles

Aplausos

Nesses anos em que ninguém viu crescer o rombo bilionário da Americanas, a rede ganhou dezenas de prêmios internacionais e nacionais, especialmente nos últimos anos, falseando a percepção de credores e investidores. Das lojas foram homenageadas a governança, administração diversidade, sustentabilidade e desempenho. Instituições do mercado financeiro, como Dow Jones e Standard & Poors bajularam Americanas. E até o Reclame Aqui, especializado em reclamações, concedeu três ouros a Americanas, incluindo 1º lugar em Grande Rede de Varejo.

É o Brasil!

O Brasil tem, desde 2016, uma estrutura voltada à realização de diagnósticos de programas, o Conselho de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (Cmap). Já avaliou 60 políticas que custaram R$ 1 trilhão aos cofres públicos e emitiu 147 recomendações de mudança, mas grande parte foi parar nas gavetas dos ministérios e do Congresso. A desconexão entre a avaliação de políticas e implementação de mudanças é a ausência de obrigação legal para que o Orçamento leve em consideração as recomendações.

Santa Madonna

A cantora, compositora, produtora musical, atriz e empresária, Madonna, 64 anos, mais uma vez gera polêmica ao aparecer como Virgem Maria na capa da revista Vanity Fair francesa. Sabe que será mais uma vez atacada pela igreja católica, mas diz que já sabe como superar isso.

“Cresci em uma família católica e ser atacada pela Igreja foi um choque. Eu soube imediatamente que o problema era com eles, não comigo. Eles não tinham entendido que minhas canções uniam as pessoas, que lhes davam a liberdade de se expressar. Eu estava apenas aplicando os ensinamentos de Jesus”.

Em entrevista ela também conta por que se identifica tanto com o LGBTQI+, porque foi o grupo que a acolheu no início de carreira quando não era ninguém. Garante que já se sentiu frágil por várias vezes, mas nunca perdeu o otimismo. Sobre a relação com os filhos confessou:

“Ter uma mãe como eu é mais um obstáculo do que qualquer outra coisa”. Mais: por causa da turnê que irá comemorar seus 40 anos de carreira, a gravação de sua cinebiografia foi adiada. Ela é quem dirigirá o filme e espera que Julia Garner, atriz escolhida para interpretá-la ainda esteja disponível quando voltar ao projeto.

Velhos amigos

O novo comandante do Exército, general Tomás Paiva, era ajudante de ordens do presidente Itamar Franco quando FHC foi eleito. Tinha certeza de que o trabalho no Palácio do Planalto terminaria e pretendia se incorporar a uma unidade no Paraná, quando lhe deram a tarefa de cuidar da segurança da mulher do novo presidente, Ruth Cardoso.

Começava ali, na primeira metade dos anos 1990, uma amizade que o liga desde então a Fernando Henrique Cardoso, a quem visita mensalmente desde os velhos tempos.

Mais: na reunião que teve, esta semana, com o Alto Comando, o novo comandante do Exército, Tomás Paiva, ouviu dos 16 generais integrantes do bloco a concordância total com o movimento proposto de “despolitizar quartéis”.

O general Tomás revelou trechos de sua conversa com o presidente Lula sobre esse objetivo (com o qual concorda e está empenhado em cumpri-lo). José Múcio Monteiro (Defesa) achou que a reunião do Alto Comando significou “a primeira página virada”.

Realizando um sonho

Em 1984, a cantora Baby do Brasil aos 32 anos grávida de oito meses de seu quinto filho, tinha ido conhecer a Disneylândia, mas infelizmente não pode entrar, foi barrada pelos seguranças do parque. “Tinha o cabelo rosa e azul. Coloquei uma roupa azul e rosa, combinando com o cabelo. O Pepeu estava com o cabelo preto e rosa Logo depois que chegamos venho o camburão da Disney, e o homem disse que não podíamos entrar porque ninguém podia chamar mais atenção que os brinquedos do lugar”. Quase quarenta anos depois e ainda com os cabelos coloridos Baby conseguiu realizar o sonho de conhecer o parque acompanhada pela filha a cantora e pastora Nãna Shara e do genro também cantor e pastor Brinco. A cantora foi visitar a filha que mora nos Estados Unidos e que não a via pessoalmente há 4 anos e aproveitou para se aventurar na Disney.

Moeda “gaúcho” já tem história

A ideia de criação de uma moeda nova para o Mercosul, discutida por Lula e Alberto Fernández nos últimos dias, em Buenos Aires, não é nova. A aspiração vem da década de 1980 quando, em julho de 1987, o então presidente José Sarney e seu colega argentino Raul Alfonsín anunciaram estudos sobre uma moeda comum entre os dois países.

E veio de Alfonsín a vontade de batizá-la de “gaúcho” (“gáucho” na pronúncia argentina). Em 2003 Lula, em sua viagem de estreia no primeiro mandato à Argentina, também discutiu o assunto com o presidente Eduardo Duhale e vinte anos depois, retorna ao tema. FHC também apoiou a ideia da moeda única em 2002 e 1999, Armínio Fraga, ex-BC, via “com bons olhos” a nova moeda, defendida até por Paulo Guedes em 2018.

Eu, não!

Depois da derrota nas eleições, Jair Bolsonaro pressionava os partidos que integravam sua base, em especial o PL, para colocar em xeque o resultado do pleito que teve Lula vitorioso.

Diante da insistência do então presidente, tomou forma a ação capitaneada pelo PL para questionar a validade de quase 300 mil urnas – e só no segundo turno. Aí, pediram ao próprio Bolsonaro que liderasse o processo e assinasse a ação a Alexandre de Moraes, presidente do TSE. Só que Bolsonaro se recusou a ter sua digital declarada na investida golpista.

Olho no Mineirão

O govenador Romeu Zema (Novo) quer acalmar Ronaldo Nazário, dono da SAF do Cruzeiro. Vai tentar fechar um acordo para que o time volte a mandar nos jogos no Mineirão. Ronaldo fechou com a concessionária da Arena e decidiu que todas as partidas do Cruzeiro em 2023 serão disputadas no Estádio Independência. Como a Atlético-MG vai inaugurar logo seu próprio estádio, em parceria com a MRV, o Mineirão corre o risco de ficar sem jogos de futebol este ano. Pelo acordo da concessão, o consórcio Minas Arenas tem direito a receber indenização do estado caso não atinja determinado faturamento. Ou seja: sobra para o governo de Minas.

Vida boa

Na denúncia apresentada ao STF contra 54 pessoas que estavam acampadas nas instalações antidemocráticas em frente ao QG do Exército, em Brasília, a PGR descreveu a estrutura montada no local como uma espécie de “vila”.

Havia nos acampamentos local para refeições, feira, transporte, atendimento médico e psicológico, cabanas de massagem, teatro de fantoches numa sala para crianças, massoterapia, carregamento de aparelhos eletrônicos, recebimento de doações e até assistência religiosa.

Mistura fina

O MINISTÉRIO Público Eleitoral vai abrir processo de investigação contra o governador do Amapá, Clécio Luis e o senador Davi Alcolumbre. A Defensoria Pública da União (DPU) já pediu a cassação dos mandatos dos dois. Acusa a dupla de ter se aproveitado de verbas do orçamento secreto para financiar suas respectivas campanhas.

A VIBRA Energia pretende buscar um novo sócio para a Vem Conveniência, braço que reúne as lojas BR Mania. A ideia não é manter o modelo de associação com um parceiro de varejo. A empresa cogita vender parte de seu negócio para um fundo de investimento. A Vibra rompeu a joint venture com a Americanas por conta da fraude contábil da empresa.

O MERCADO editorial, embora não possa ser comparado aos graúdos do sistema financeiro, também vai sofrer uma pancada com a recuperação judicial da Americanas. A rede varejista, a Amazon e o Magazine Luiza (também em situação delicada) são os maiores compradores para revendas online. É mais um choque para o setor que, em 2018, sofreu com os colapsos das redes de livrarias Saraiva e Cultura.

ENTRE as muitas acusações contra sua gestão, na assembleia da Fiesp quando tentou se defender, Josué Gomes, que já retornou à sua cadeira (sua destituição deverá ir para a Justiça), foi cobrado por não ter repreendido o presidente do sindicato de fabricantes de brinquedos, Synésio Batista, por comentário machista feito na reunião de 7 de novembro. Synésio disse que comprava champanhe de mulheres traídas pelo marido alegando ser mais barato. E na ocasião, chamou a Fiesp de “bagaça”.

SEM se preocupar com os bolsonarista da Fiesp, o presidente da entidade, Josué Gomes, quer aumentar sua aposta em Lula, que já levou a tiracolo até para uma reunião com comandantes militares. Josué acha que seu canal direto com o presidente lhe dá acesso a decisões como reforma tributária e reindustrialização, pautas estratégicas para a Fiesp. Mais: nesses dias, também Fernando Haddad (Fazenda) e Aloízio Mercadante (BNDES) deverão se solidarizar com Josué.

ATÉ o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que agora quer construir um túnel para passar embaixo do Minhocão (e não o colocar abaixo) e que anda fechando creches (a última delas é em Parelheiros, com 120 crianças e pais recorrendo a abaixo-assinado de 1.800 pessoas para reverter a medida), também fará uma palestra na Conferência do Lide em Lisboa, dia 3. Nunes acha que lhe dará maior visibilidade em seus planos de concorrer à reeleição em 2024.

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Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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