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Giba Um

"Eu falei: 'Espero que você não anule o visto dos jogadores da Seleção Brasileira, pois a gente...

...vai vir para ganhar a Copa do Mundo'. Ele riu. Agora, ele vai rir sempre. Ele aprendeu que rir é bom", de Lula, contando parte de sua conversa com Trump

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O PL se prepara para lançar, nas próximas semanas, a candidatura do empresário Flávio Roscoe ao governo de Minas Gerais para formar palanque com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O partido tenta tirar da disputa a candidatura do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), que está em primeiro lugar e bem distante dos demais nas pesquisas.

MAIS: ele já vai avisando: “Vou desistir e ser vice de quem tem 2%? Não preciso de palanque, tenho o povo”. Aliados de Flávio ainda tentarão defender a candidatura de Roscoe, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais e dono da empresa Colortextil. Sabem que ele é pouco conhecido dos mineiros, mas contam com o apoio de Jair Bolsonaro.

Um lugar inseguro

A atriz Taís Araújo pode afirmar que está exausta, mas jamais considerou a possibilidade de parar. Entre suas atividades em novelas, no teatro e em campanhas, a atriz continua a conquistar posições significativas e a abrir portas para muitos. No entanto, após se tornar mãe, começou a perceber tudo sob uma nova perspectiva. Com seus filhos, Maria Antônia e João Vicente, compreendeu tanto o significado quanto a beleza de ser uma referência. Atualmente, ela se orgulha de ser “a primeira mulher negra” em diversos espaços da televisão brasileira. Ela assegura que seus filhos transformaram sua visão sobre o mundo, seu trabalho e até mesmo suas próprias inseguranças. “A maternidade é o lugar que mais deixa a gente insegura, justamente porque é onde nós mais temos expectativa de acertar, mas também mais chances de errar. A gente tem dificuldade em entender que os filhos não são uma extensão nossa. São outros indivíduos, mas precisamos conduzi-los”. No teatro, retorna aos palcos após uma pausa de cinco anos com a peça Mudando de Pele, em que interpreta uma mulher que busca autoconhecimento e liberdade para existir sem tantas pressões. A personagem reflete diretamente o momento vivido pela atriz: mais madura, mais consciente e menos disposta a se encaixar em padrões. Apesar da agenda cheia, encontrou tempo para uma participação especial em A Nobreza do Amor. Na produção, atuará como uma guia na trajetória da protagonista, simbolizando uma transferência de legado entre gerações. Um papel pequeno em duração, mas imenso em significado, algo que ressoa profundamente com a trajetória de Taís.

Alcolumbre pediu blindagem a Lula

avi Alcolumbre, presidente do Senado, que estufava o peito com a rejeição de Jorge Messias na votação para uma vaga no Supremo e até jogou o microfone sobre a mesa do plenário quando se confirmava o que ele espalhou (diferença de oito votos contra o candidato de Lula), não era o mesmo Alcolumbre que, duas semanas antes, se queixou ao presidente petista de estar sendo perseguido pela Polícia Federal, que conduz diferentes inquéritos relacionados a ele e a aliados. E pediu a Lula que o ajudasse a se blindar do que chamou de “injustiças”. A maior delas, segundo Alcolumbre, que agora mandou avisar ao chefe do governo que tem uma “bala de prata” à espera dele na campanha eleitoral, seria a delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que entregou, na semana passada, sua proposta para análise dos investigadores. Eles não gostaram muito e acharam que era “coisa requentada” do que já se sabe. A conversa ocorreu na posse de José Guimarães na Secretaria de Relações Institucionais, e o presidente do Senado disse que a delação de Vorcaro viria com “muitas mentiras e injustiças”, apelando a Lula para que o ajudasse a ficar de fora.

Não tinha como segurar

Lula respondeu, conforme contou a aliados, que não tinha como segurar o delegado da PF, o Ministério Público Federal e, menos ainda, o Supremo. Alegou ainda que o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, já vinha agindo com responsabilidade para evitar injustiças, repetindo o termo usado pelo senador, que não gostou da resposta do presidente. Dias depois, quando Alcolumbre comandou a articulação da derrota de Messias, o círculo próximo a Lula atribuiu o movimento a um revide. Nas últimas horas, a grande mídia e as redes sociais publicaram a “vingança” do presidente do Senado, que já avisou que, por enquanto, não quer reaproximação com o presidente.

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Exemplo de vida

Benedita Casé Zerbini cresceu cercada de arte e comunicação. Bisneta de um pioneiro do rádio, filha de Regina Casé e do artista plástico Luiz Zerbini, passou anos acreditando que jamais pisaria nos palcos. A surdez parecia uma barreira intransponível para seguir carreira na área da comunicação. Hoje, aos 36 anos, Benedita transforma suas vivências em fonte de inspiração artística. Após trabalhar como roteirista e diretora, faz sua estreia no monólogo Surda e também protagoniza o filme 90 Decibéis. Com uma mistura de humor e emoção, as produções discutem inclusão, preconceito e descoberta da identidade pessoal. A experiência da maternidade também alterou sua visão de mundo. Mãe de Brás, de 8 anos, ela recorda a apreensão que sentiu durante a gravidez: questionava se seria capaz de ouvir o choro do filho, se conseguiria cuidar dele sozinha e compreender suas necessidades. Contudo, mãe e filho aprenderam a se comunicar desde os primeiros anos. Brás, de maneira instintiva, sempre se expressou visualmente e se aproximava enquanto conversava. Na interseção entre teatro, cinema e maternidade, Benedita prova que sua jornada vai além de ser apenas “filha de Regina”. Agora, está decidida a evidenciar sua capacidade de atuar em qualquer papel e focada em atuar em novelas. “Estou doida para fazer novela. E estou pronta. Vou me jogando e experimentando. Minha próxima etapa é provar que posso fazer qualquer papel, não somente o de uma mulher surda”.

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Memória

Para compor os fatos: no ano passado, a gestão de Davi Alcolumbre decretou sigilo de 100 anos sobre registros do lobista conhecido como “Careca do INSS” e sobre entradas e saídas do acusado pela PF de comandar o esquema de descontos indevidos nas aposentadorias (roubalheira pura, segundo os mais lúcidos). O Senado também se recusou a informar os registros de entrada de Vorcaro na Casa, em resposta a um pedido do blog de Malu Gaspar, via Lei de Acesso à Informação. E Alcolumbre se negou ainda a prorrogar a CPI do Master e decidiu arquivar o requerimento de instalação da CPI do Banco Master.

Mais 40 dias

O Ministério da Fazenda vai apresentar, em até 40 dias, uma nova fase do programa “Desenrola 2”, já anunciado por Lula na semana passada. A ideia agora é contemplar pessoas com os pagamentos de suas dívidas em dia, mas apertadas pelo alto valor das prestações. A medida atende a um pedido direto do presidente, feito ainda na fase de elaboração do projeto. Para não assustar, o governo decidiu anunciar o “Desenrola 2” em etapas. Na próxima, deverá haver um pacote de estímulos que leve os bancos a reduzir juros e alongar os prazos das dívidas dos bons pagadores.

Pérola

“Eu falei: ‘Espero que você não anule o visto dos jogadores da Seleção Brasileira, pois a gente vai vir para ganhar a Copa do Mundo’. Ele riu. Agora, ele vai rir sempre. Ele aprendeu que rir é bom”,

de Lula, contando parte de sua conversa com Trump.

Ciro quase vice

Aliados do governo Lula procuram explorar a relação dos integrantes do Centrão com Daniel Vorcaro para enfraquecer a candidatura de Flávio Bolsonaro. O grupo considerou “graves” as informações divulgadas sobre a operação da PF envolvendo o senador Ciro Nogueira, que já foi citado como possível vice na chapa de Flávio. A relação entre Ciro e Vorcaro traz ganhos eleitorais a Lula e, ao mesmo tempo, inibe alianças entre a Federação União Brasil-PP e a campanha de Flávio. Havia a chance, ainda neste mês, de anunciar apoio da federação à candidatura de Flávio, mas, nas últimas horas, houve recuo.

Currículo

O senador Ciro Nogueira, que ganhou páginas de jornais acusado de receber entre R$ 300 mil e R$ 500 mil mensais de Vorcaro, já foi conhecido como “o príncipe do baixo clero”. Virou presidente do PP e se projetou como um dos maiores articuladores do Centrão. Nos bastidores, costurou uma aliança com o bolsonarismo e virou chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro. Para a bancada do Master, a operação da semana passada foi o início de um pesadelo. A PF ainda não havia encostado em políticos que alugaram seus mandatos ao “trambiqueiro” — expressão usada por Bernardo Mello Franco — da Faria Lima. O novo alvo serão governadores que despejaram dinheiro de aposentados nos fundos de Vorcaro.

Mulheres de Vorcaro

Enquanto as investigações da fraude bancária do Master avançam, a Polícia Federal quer ouvir as mulheres que participavam das festas de Daniel Vorcaro. Mensagens obtidas nas investigações indicam que os eventos eram usados pelo banqueiro para se aproximar de autoridades. E, para animar — e cada um imagine qual seria o tipo de animação —, o anfitrião contratava mulheres jovens, bonitas e agradáveis, especialmente de diversos países. A PF quer saber quem as recrutava e onde isso ocorria. Entre os países citados estão Rússia, Ucrânia, Lituânia, Holanda, México e Venezuela. A intenção é verificar se havia uma rede estruturada de exploração sexual.

Descontrolados”

Os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro, que também estavam nos Estados Unidos e acompanharam as três horas que Lula passou na Casa Branca ao lado de Donald Trump, ficaram surpresos. Trump foi receber o presidente brasileiro quase na descida do carro que o levou até lá — e não na porta, como acontece em outras visitas de chefes de Estado. Um pouco mais tarde, teriam ficado até “descontrolados” com as bajulações e até mesmo certa intimidade demonstrada por Trump ao presidente brasileiro. Jornais e emissoras de TV estamparam os dois apertando as mãos e sorrindo. E, de quebra, não engoliram quando Trump o chamou de “um bom homem, um cara inteligente, um homem muito dinâmico”.

Positivo”

Mais tarde, tanto Trump quanto Lula consideraram o encontro e a reunião “um resultado bem positivo”. Veteranos analistas de política internacional do Brasil e dos Estados Unidos também consideraram as três horas em que permaneceram juntos, conversando sobre diversos assuntos, um estreitamento maior nas relações entre os dois países — e entre os dois presidentes. Muitos lembraram que, no Salão Oval, os encontros de Trump com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com o sul-africano, Cyril Ramaphosa, tiveram constrangimentos transmitidos ao vivo. Ao mudar o protocolo (a imprensa só pôde entrar no Salão após a conversa com Trump), Lula evitou passar pela mesma situação. E Trump atendeu ao pedido sem nenhum problema.

Mistura Fina

Dentro do Planalto, incluindo Casa Civil, Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria de Comunicação e o próprio Lula, existe a certeza de que MDB e PSD são “traidores”, que impuseram ao governo uma semana de humilhação e derrotas, com a rejeição de Jorge Messias e a derrubada do veto ao “PL da Dosimetria”. Como a votação de indicados ao STF é secreta, o Palácio só esperou um dia para puxar os votos do veto.

No MDB, o senador governista Eduardo Braga (AM) surpreendeu os lulistas ao derrubar o veto. Ele precisa renovar o mandato e anda insatisfeito com o PT amazonense, que pretende lançar Marcelo Ramos ao Senado. Ainda no Amazonas, mas no PSD, o lulista Omar Aziz também engrossou a derrota do governo. A expectativa é que as exonerações de indicados dos dois partidos no governo Lula tenham início ainda nesta semana.

É do senador Plínio Valério (PSDB-AM) o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que rejeitou a emenda do colega Ciro Nogueira (PP-PI), que propôs aumentar a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito para R$ 1 milhão e ganhou o apelido de “Emenda Master”. Até hoje, o documento não foi votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada pelo lulista Otto Alencar (PSD-BA), mesmo com a primeira versão do relatório apresentada há quase dois anos, em junho de 2024.

A emenda apresentada por Ciro Nogueira — que recebia de Vorcaro de R$ 300 mil a R$ 500 mil por mês e era chamado pelo então banqueiro de “amigo da vida” — foi elaborada pela assessoria do Banco Master ao senador. A PEC trata da autonomia do Banco Central e nada tinha a ver com a emenda de Ciro Nogueira, que acabou rejeitada pelo relator. O relatório entrou na pauta da CCJ na véspera da operação da PF, mas a reunião foi misteriosamente cancelada. A PF bateu à porta de Ciro na quinta-feira passada (9).

In – Pão de queijo
Out – Empanada frita

Direito

O que a Justiça pode determinar quando o trânsito destrói uma família

Confira a coluna desta quinta-feira (13)

13/08/2026 00h03

Leandro Provenzano

Leandro Provenzano Foto: Montagem / Correio do Estado

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Recentemente, um caso que tramitou no Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve, no fim de julho, a condenação de uma concessionária de energia elétrica pela morte de um ciclista atropelado por um funcionário que prestava serviço à empresa.

Os dois filhos da vítima, adolescentes na época, receberão R$ 25 mil cada um por danos morais, além de pensão mensal equivalente a dois terços dos rendimentos do pai até completarem 25 anos. O atropelamento aconteceu em 2009, mas somente agora, 17 anos depois é que o caso foi julgado pelo Tribunal.

O caso é didático porque reúne, em um único julgamento, quase tudo o que uma família precisa saber depois de um acidente de trânsito, e quase tudo o que ela costuma ignorar.

O primeiro ponto é quem paga. Existe a crença de que a responsabilidade começa e termina no motorista. Não é assim.

A lei estabelece que o empregador responde pelos danos causados por seus empregados no exercício do trabalho, e responde independentemente de ter culpa própria. Ou seja: não interessa se a empresa treinou bem o motorista, se exigiu curso de direção defensiva ou se o veículo estava em ordem. Se o funcionário atropelou alguém trabalhando, a empresa responde.

Isso muda tudo na prática. Uma coisa é buscar reparação contra um motorista que não tem patrimônio algum. Outra, bem diferente, é acionar a empresa para a qual ele trabalha, que tem CNPJ, faturamento e, quase sempre, seguro de responsabilidade civil.

O segundo ponto é a prova. A defesa da concessionária sustentou que o ciclista teria entrado repentinamente na via, apoiando-se no boletim de ocorrência. A relatora rejeitou o argumento com uma observação que vale guardar: boletim baseado exclusivamente na versão do condutor envolvido é relato unilateral de quem tem interesse direto no resultado. Boletim de ocorrência não é sentença. 

Muitas famílias desistem de buscar seus direitos porque leram no documento uma versão que as culpa. Essa versão pode, e deve ser contestada com testemunhas, perícia, imagens e prova técnica. Vale lembrar, ainda, que o Código de Trânsito impõe ao motorista o dever de guardar distância lateral mínima de um metro e meio ao ultrapassar ciclistas, exatamente por serem eles os usuários mais frágeis da via.

O terceiro ponto é o que a Justiça pode determinar. Em caso de morte, a lei prevê o pagamento das despesas com tratamento, funeral e luto, além de pensão aos que dependiam economicamente da vítima. Para os filhos, os tribunais costumam fixar essa pensão em dois terços da renda até os 25 anos; para o cônjuge ou companheiro, até a idade provável de vida da vítima.

Soma-se a isso o dano moral, que é direito próprio de cada familiar, não se divide um valor único entre todos. 

Quando a vítima sobrevive, o raciocínio é o mesmo. A lei garante o custeio integral do tratamento, os lucros cessantes (o que a vítima deixou de ganhar) referentes ao período de afastamento e, havendo redução permanente da capacidade de trabalho, pensão correspondente a essa perda.

Cicatrizes, amputações e deformidades geram dano estético, que o Superior Tribunal de Justiça reconhece ser cumulável com o dano moral. São verbas distintas, e pedi-las separadamente pode alterar significativamente o resultado.

Resta o tempo

O caso mineiro levou dezessete anos entre o acidente e a decisão de segundo grau, mas o prazo para ingressar com a ação é curto. Provas se perdem, testemunhas somem, câmeras são sobrescritas.

Se você perdeu alguém no trânsito, ou ficou com sequelas depois de um acidente, e o responsável estava trabalhando quando aquilo aconteceu, existe muito mais em jogo do que um acordo rápido oferecido pelo seguro nas primeiras semanas. Vale conhecer o tamanho real do que a lei assegura antes de assinar qualquer coisa.

Leandro Amaral Provenzano - OAB/MS 13.035. Sócio do escritório Provenzano Advogados.

CLAÚDIO HUMBERTO

"Quem deve explicações é o Lula"

Flávio Bolsonaro (PL), sobre Lulinha, filho do presidente, e a falcatrua no INSS

12/08/2026 07h00

Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

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Bens de governador petista crescem mais de 400%

São nove os governadores que estão no cargo e vão buscar a reeleição este ano. Quase todos tiveram aumento no patrimônio. Alguns com elevação que supera os 460%, como é o caso de Clécio Luís, com passagem pelo Rede, PT, Psol, Solidariedade e, agora, no União Brasil. Os quatro anos no governo do Amapá parecem ter feito bem às finanças de Clécio, que, em 2022, declarou patrimônio de R$88,5 mil. Agora, o governador admitiu à Justiça Eleitoral ter R$R$497,9 mil em bens.

Petista 407% mais rico

O petista Elmano de Freitas (Ceará) também viveu tempos de bonança. O patrimônio decolou de R$72,1 mil (2022) para R$366,4 mil.

Pobre Riedel

Eduardo Riedel (PP-MS) é o único “mais pobre”. O patrimônio encolheu em 4 anos e desceu de R$20,7 milhões para R$16,1 milhões.

Modesta variação

Dos que tiveram aumento, Raquel Lyra (PSD-PE) registra a oscilação mais modesta, 5,56%. Passou de R$340,5 mil para R$359,4 mil.

É o admitido

A coluna chegou aos valores após cruzar os dados repassados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Lula promete pasta da Segurança 43 meses atrasado

Lula (PT) sempre passa vergonha quando faz juras eternas de combater a criminalidade, como a promessa de criar o Ministério da Segurança, com 43 meses de atraso. Para quem manda sua bancada boicotar no Congresso projetos que são aspiração dos brasileiros, como a redução da maioridade penal, e após saudar uma traficante em seu palanque na Favela do Moinho, em São Paulo, como lembrou Tarcísio Gomes de Freitas no debate da Band, desautoriza qualquer lacração nessa área.

Nunca na História

Nunca houve Ministério da Segurança nos mais de 18 anos dos cinco governos do PT.

Primeiro

A primeira vez que houve pasta específica para a Segurança Pública foi na gestão Michel Temer (MDB).

Caso único

O ex-deputado Raul Jungmann continua a ser o único ministro da Segurança da História do Brasil.

Mitomania em movimento

O “afastamento” do ministro da Propaganda da campanha de Lula (PT), em razão de “desavença”, ainda mais tendo sido “substituído” pelo próprio sócio, soa tão falso quanto ex-presidiário jurar combate ao crime.

Ataques investigados

Empresário forte de Goiânia, da área de show business, vem sendo acusado na política do DF de bancar ataques nas redes sociais contra a governadora Celina Leão (PP). O caso está sob investigação.

Caiu a ficha

Demorou, mas a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro finalmente deu sinais de haver percebido que suas desavenças públicas com o enteado Flávio favoreciam os adversários. “Briga tem em toda família”, diz agora.

Por conta

Difícil Lula retribuir a Nabor Wanderley (Rep-PB) o apoio público que recebeu de Hugo Motta (Rep-PB), filho do candidato ao Senado. O petista vai pedir votos para Veneziano Vital (MDB) e João Azevedo (PSB)

Vergonha histórica

Condenado à morte por crimes contra a humanidade, o ex-ditador sírio Bashar al-Assad foi um dos “ídolos” da esquerda por atacar os EUA sistematicamente. Em 2010, recebeu do então presidente Lula a maior condecoração brasileira: o Grande Colar da Ordem do Cruzeiro do Sul.

Esquema

Era pluripartidário o rolo de vereadores com facção que cobrava pedágio para acessar regiões de Sobral (CE). Os envolvidos, segundo a PF: Carlos do Calisto (PSB), Junim do Povo (Pode) e Mario Vicktor (União).

É simbólico

O segundo ato de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) deve ser na cidade em que o pai sofreu um atentado promovido por ex-militante do Psol, em 2018. Flávio vai a Juiz de Fora (MG) em 17 de agosto.

Demora por quê?

Sob supervisão do Judiciário, de perito, da PF e do Ministério Público, Alfredo Gaspar, candidato a vice de Flávio (PL), já disponibilizou seu DNA para agilizar o confronto com amostra da suposta “vítima” exposta por Lindbergh Farias (PT) e Soraya Thronicke. Só falta o STF avaliar.

Pensando bem...

...política ainda é um excelente negócio.

PODER SEM PUDOR

Cláudio Humberto

Não te fresqueia, tchê

O líder gaúcho Flores da Cunha era do tipo que não guardava papas na língua e zelava pela reputação dos machos do Rio Grande do Sul. Mas, certa vez, num comício em Uruguaiana, ao ser saudado, um orador local exagerou nos elogios: “Bravo general, corpo de espartano, cérebro ateniense, coração de pomba, alma de dama...”. Ele chama o chefe político e ordena, interrompendo o discurso: “Tira esse demente daqui antes que ele me chame de fresco”.

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